Aula_Salário e Remuneração
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Aula_Salário e Remuneração


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Art. 59 CLT:
CAPÍTULO II - Da Duração do Trabalho (artigos 57 a 75)
 * Vide, sobre horas extras, os Enunciados 45, 113, 166, 199, 226, 232, e 253 do TST.
SEÇÃO II - Da Jornada de Trabalho (artigos 58 a 65)
 ** Sobre a redução da jornada normal ou do número de dias de trabalho vide art. 2º da Lei n. 4.923, de 23/12/1965.
ART.59 - A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente de 2 (duas), mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho.
 * Vide Enunciados 63, 109, 110, 115, 118, 172, 253, 264, 287 e 291 do TST e Súmulas 222 e 226 do TFR.
§ 1º Do acordo ou do contrato coletivo de trabalho deverá constar, obrigatoriamente, a importância da remuneração da hora suplementar, que será, pelo menos, 50% (cinqüenta por cento) superior à da hora normal.
 * Alteração ditada pela Constituição de 88 (art. 7º, XVI).
 * Vide Enunciados 226 e 264 do TST.
§ 2º Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se, por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho, o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias.
 * § 2º com redação dada pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 24/08/2001 (DOU de 27/08/2001 - em vigor desde a publicação).
* O texto anterior dizia:
 "§ 2º Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se, por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho, o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período máximo de cento e vinte dias, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias."
 * Vide Enunciado 85 do TST.
§ 3º Na hipótese de rescisão do contrato de trabalho sem que tenha havido a compensação integral da jornada extraordinária, na forma do parágrafo anterior, fará o trabalhador jus ao pagamento das horas extras não compensadas, calculadas sobre o valor da remuneração na data da rescisão.
 * § 3º acrescido pela Lei nº 9.601, de 21/01/1998 (DOU de 22/01/1998, em vigor desde a publicação).
 § 4º Os empregados sob o regime de tempo parcial não poderão prestar horas extras.
 * § 4º acrescido pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 24/08/2001 (DOU de 27/08/2001 - em vigor desde a publicação).
O adicional de insalubridade é calculado sobre o salário mínimo (art. 192 CLT), portanto base distinta do de hora extra
b.2) Adicional noturno
Trabalhador urbano: período entre 22 e 5 horas (20% sobre a hora diurna, art. 73 CLT)
Trabalhador rural (lavoura): entre 21 e 5 horas (25 %, parágrafo único, art. 7º Lei 5889/73
Trabalhador rural (pecuária): entre 20 e 4 horas
Advogado: entre 20 e 5 horas (§ 3º art. 20 Lei 8906/94)
Se o adicional for pago com habitualidade, integra o salário para todos os efeitos (En. 60 TST)
O regime de revezamento não exclui o adicional (art. 73 CLT derrogado pelo inciso III art. 157 CF/46:)
O vigia noturno também tem direito (En. 140 TST)
Art. 73 CLT:
ART.73 - Salvo nos casos de revezamento semanal ou quinzenal, o trabalho noturno terá remuneração superior à do diurno e, para esse efeito, sua remuneração terá um acréscimo de 20% (vinte por cento), pelo menos, sobre a hora diurna.
 * Art. 73 com redação dada pelo Decreto-lei nº 9.666, de 28/08/1946.
 * Vide art. 7º, IX e XVI, da CF de 1988.
 * Vide Parecer nº 182, de 21/06/1989 (DOU de 29/06/1989, p. 10569).
 * Estabelecimentos bancários: Decreto-lei nº 546, de 18/04/1969.
 * Vide Enunciados 60, 140 e 265 do TST e Súmulas 213, 214 e 313 do STF; art. 7, parágrafo único, da Lei n. 5.889, de 08/06/1973 (Rural).
§ 1º A hora do trabalho noturno será computada como de 52 (cinqüenta e dois) minutos e 30 (trinta) segundos.
 * § 1º com redação dada pelo Decreto-lei nº 9.666, de 28/08/1946.
 * Estabelecimentos bancários: Decreto-lei nº 546, de 18/04/1969.
 * Inaplicabilidade nos trabalhos com petróleo: Enunciado 112 do TST.
§ 2º Considera-se noturno, para os efeitos deste artigo, o trabalho executado entre as 22 (vinte e duas) horas de um dia e as 5 (cinco) horas do dia seguinte.
 * § 2º com redação dada pelo Decreto-lei nº 9.666, de 28/08/1946.
 * Vide art. 7 da Lei n. 5.889, de 8-6-1973 (Rural).
 * Estabelecimentos bancários: Decreto-lei n. 546, de 18-4-1969.
§ 3º O acréscimo a que se refere o presente artigo, em se tratando de empresas que não mantêm, pela natureza de suas atividades, trabalho noturno habitual, será feito tendo em vista os quantitativos pagos por trabalhos diurnos de natureza semelhante. Em relação às empresas cujo trabalho noturno decorra da natureza de suas atividades, o aumento será calculado sobre o salário mínimo geral vigente na região, não sendo devido quando exceder desse limite, já acrescido da percentagem.
 * § 3º com redação dada pelo Decreto-lei nº 9.666, de 28/08/1946.
 * Estabelecimentos bancários: Decreto-lei n. 546, de 18-4-1969.
§ 4º Nos horários mistos, assim entendidos os que abrangem períodos diurnos e noturnos, aplica-se às horas de trabalho noturno o disposto neste artigo e seus parágrafos.
 * § 4º com redação dada pelo Decreto-lei nº 9.666, de 28/08/1946.
 * Vide Decreto-lei nº 546, de 18/04/1969.
§ 5º Às prorrogações do trabalho noturno aplica-se o disposto neste Capítulo.
 * § 5º com redação dada pelo Decreto-lei nº 9.666, de 28/08/1946.
 * Estabelecimentos bancários: Decreto-lei nº 546, de 18/04/1969.
b.3) Adicional de insalubridade
Tem natureza salarial e não indenizatória. Visa remunerar o trabalho em condições insalubres. (ver súm 17 e 228 TST, base de cálculos)
Integrará a remuneração para o cálculo de outras verbas, se for pago com habitualidade
Fornecimento de aparelho de proteção fornecido pelo empregador não exclui o pagamento
Art. 192 CLT:
CAPÍTULO V - Da Segurança e da Medicina do Trabalho (artigos 154 a 223)
 * A CF de 1988, em seu art. 7º, elenca os direitos dos trabalhadores. Entre estes: redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança (inc. XXII) e adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas, na forma da lei (inc. XXIII) e seguro contra acidentes do trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa (inc. XXVIII).
 * Vide arts. 3º e 4 da Lei n. 6.514, de 22/12/1977, que alterou a redação deste Capítulo.
 * Segurança e Medicina do trabalho: Portarias ns. 3.214, de 8/06/1978, e 1, de 08/01/1982. Cadastro de Fabricantes de equipamentos de Proteção Individual: Portaria n. 3, de 15/02/1982, da SSMT. Segurança e Medicina do Trabalho em instalações nucleares: Portaria n. 1, de 08/01/1982, da SSMT. Mecanismo de funcionamento da Declaração de Instalações da empresa: Instrução Normativa n. 1, de 17/05/1983. Exercício da profissão de Técnico de Segurança do Trabalho: Lei n. 7.410, de 27/11/1985, regulamentada pelo Decreto n. 92.530, de 09/04/1986. Atividades de Técnicos de Segurança: Portaria n. 3.275, de 21/09/1989 (DOU de 22/09/1989). Modelo de Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho Portaria n. 10, de 01/07/1993, da Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho. Norma Técnica sobre Distúrbio Osteomusculares Relacionados ao Trabalho - DORT: Ordem de Serviço n. 606, de 05/08/1988 (DOU de 19/08/1998).
SEÇÃO XIII - Das Atividades Insalubres ou Perigosas (artigos 189 a 197)
 * Vide, sobre adicional de periculosidade, os Enunciados 39, 70, 132, 191, e 361 do TST e Súmula 212 do STF.
 * Vide, sobre adicional de insalubridade, os Enunciados 17, 47, 80, 137, 139, 228, 248 e 292 do TST e Súmulas 194 e 460 do STF.
ART.192 - O exercício de trabalho em condições insalubres, acima dos limites de tolerância estabelecidos pelo Ministério do Trabalho, assegura a percepção de adicional respectivamente de 40% (quarenta