GLICONEOGENESE

GLICONEOGENESE


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USO DA GLICOSE ABSORVIDA
GLICOSE
Cérebro: CO2 + H20
Hemáceas: ATP + Lactato
Fígado: Glicogênese
 Via das pentoses
 Síntese de TG
Músculo:
 - C02 + H20
 - Síntese de Glicogênio
Adipócitos: 
 - Síntese de TG
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PERÍODO ABSORTIVO
INSULINA
\uf086 Utilização Tecidual da Glicose
\uf086 Síntese de Glicogênio, Proteínas e TG
4 à 6 horas após 
HIPOGLICEMIA DE JEJUM
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CONDIÇÕES HIPOGLICÊMICAS
Secreção de Glucagon
Glicogenólise
GLICONEOGÊNESE
Lipólise
MANUTENÇÃO DA GLICEMIA
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GLICONEOGÊNESE
PROCESSO DE SÍNTESE DE GLICOSE A PARTIR DE COMPOSTOS NÃO GLICÍDICOS
OBJETIVO: - Manutenção da glicemia (80-120mg dL)
 - Síntese de metabólitos essenciais
OCORRÊNCIA: Citosol do tecido Hepático e Renal 
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Via Universal: Animais, Plantas, Fungos e Bactérias 
 
Período Pós-Absortivo
Jejum prolongado
Exercício Prolongado
DM
Germinação
Situações Fisiológicas de ocorrência
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NEOGLICOGÊNESE
Necessidade de ATP e NADH no citosol
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SUBSTRATOS NEOGLICOGÊNICOS
GLICEROL LACTATO 
PIRUVATO AMINOÁCIDOS
PROCESSO DE SÍNTESE: ATP E NADH 
Oxidação de Acidos Graxos
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SUBSTRATOS NEOGLICOGÊNICOS
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Glicerol \uf0de liberado durante a hidrólise de TG no tecido adiposo \uf0de fígado 
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Lactato \uf0de liberado no sangue pelo músculo esquelético em exercício e pelas células que não possuem mitocôndrias, como os eritrócitos.
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No Ciclo de Cori, a glicose oriunda do sangue é convertida, pelo músculo em exercício, em lactato, o qual difunde para o sangue. Esse lactato é captado pelo fígado e reconvertido em glicose, que é liberada de volta para a circulação.
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Aminoácidos \uf0de os aminoácidos obtidos pela hidrólise de proteínas teciduais são as principais fontes de glicose no jejum.
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Ciclo da alanina-piruvato
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ENTRADA DO LACTATO
HEMÁCEA
MÚSCULO
LACTATO
PIRUVATO
LDH
NADH
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ENTRADA DO GLICEROL
GLICEROL
GLICEROL-3-P
DIIDROXIACETONA-P
ATP
NADH
GLICEROL QUINASE
GLICEROL3-P-DESIDROGENASE
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ENTRADA DE AMINOÁCIDOS 
AMINOÁCIDOS GLICONEOGÊNICOS
INTERMEDIÁRIOS DO CICLO DE KREBS
OXALOACETATO
 PIRUVATO
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Os Aminoácidos
cetogênicos são aqueles
que ao serem catabolizados
produzem necessariamente
Acetil CoA (2C), logo não podem
ser usados para
síntese de glicose.
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Reações da Gliconeogênese:
7 reações da via glicolítica são reversíveis e utilizadas na síntese de glicose a partir de lactato ou piruvato;
3 das reações glicolíticas são irreversíveis e, dessa forma, devem ser contornadas pela utilização de 4 reações alternativas que favorecem energeticamente a síntese de glicose.
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 VIA GLICOLÍTICA: PASSOS IRREVERSÍVEIS 
Glicose Glicose-6-P: GLICOQUINASE
 Frutose-6-P Frutose-1-6-PP: PFK-1
Fosfoenol piruvato Piruvato: PIRUVATO QUINASE 
ATP
ATP
ATP
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 Reações Substituintes
\uf0f0Glicose-6-P Glicose: GLICOSE-6-FOSFATASE
 \uf0f0 Frutose-1-6-PP Frutose: Frutose-1-6-Bifosfatase
\uf0f0 Piruvato Fosfoenolpiruvato (PEP)
H20
H20
Piruvato Carboxilase e Fosfoenol Carboxiquinase 
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Formação do fosfoenolpiruvato (PEP) a partir de piruvato
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PEP carboxiquinase
Malato desidrogenase
NADH
NADH
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\uf0fcO piruvato é transportado do citosol para a mitocôndria. 
\uf0fc NA mitocôndria, a enzima piruvato carboxilase converte o piruvato em oxaloacetato.
piruvato + HCO3- + ATP \uf0ae oxaloacetato + ADP + Pi
A piruvato carboxilase é a 1ª enzima reguladora da gliconeogênese.
CONVERSÃO DO PIRUVATO A PEP
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\uf0fcO oxaloacetato formado é reduzido a malato pela malato desidrogenase mitocondrial.
oxaloacetato + NADH malato + NAD+
A seguir, o malato passa da mitocôndria para o citosol por meio do transportador malato-\uf061-cetoglutarato presente na MMI. 
\uf0ae
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\uf0fcNo citosol, o malato é reoxidado em oxaloacetato, com a produção de NADH citosólico.
 malato + NAD+ oxaloacetato + NADH
\uf0fc O oxaloacetato é então convertido em fosfoenolpiruvato pela ação da fosfoenolpiruvato carboxiquinase.
Oxaloacetato + GTP fosfoenolpiruvato + CO2 + GDP
O fosfoenolpiruvato sofre então as reações subsequentes, andando no sentido inverso da glicólise, até chegar à frutose-1,6-bifosfato.
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A conversão de frutose-1,6-bifosfato em frutose-6-fosfato
\uf0fcO segundo contorno é a desfosforilação da frutose-1,6-bifosfato em frutose-6-fosfato pela ação da enzima frutose-1,6-bifosfatase.
frutose-1,6-bifosfato + H2O frutose-6-fosfato + Pi
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A conversão de glicose-6-fosfato em glicose livre
\uf0fc O terceiro contorno é a reação final da gliconeogênese, a desfosforilação da glicose-6-fosfato para liberar glicose livre pela ação da enzima glicose-6-fosfatase.
Glicose-6-fosfato + H2O glicose + Pi
O fígado e o rim são os únicos órgãos que liberam glicose livre a partir de glicose-6-fosfato.
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CUSTO ENERGÉTICO
AMINOÁCIDOS
LACTATO
2 PIRUVATO: 6ATPS
GLICEROL
2 ATPS (1 GLICOSE)
B-OXIDAÇÃO
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Interrelações Metabólicas
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Principais Hormônios reguladores do metabolismo energético
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Hormônio pancreático
(fase anabólica)
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(*) GIP: Peptídeo insulinotrópico glicose-dependente ou pept. inibidor gástrico (hormônio intestinal)
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\uf0d8Células PP: secretam polipeptídeo pancreático
\uf0d8 Células alfa: secretam glucagon 
\uf0d8 Células beta: secretam insulina
\uf0d8 Células delta: secretam somatostatina
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INSULINA
\u201cHormônio Hipoglicemiante: Sinaliza glicose alta\u201d
Efeito da Insulina sobre o Metabolismo dos Carboidratos
\uf0d8aumenta a captação e a oxidação da glicose (fígado, músculo e tecido adiposo);
estimula a síntese de glicogênio hepático e muscular;
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EFEITO DA INSULINA SOBRE O METABOLISMO LIPÍDICO
\uf0c4Aumenta o armazenamento de gordura
Excesso glicose: Síntese de ácidos graxos (fígado)
\uf0ea
 \uf0c4 Síntese de Triglicerídeos (tecido adiposo)
Falta de Insulina: Acidose Metabólica (ácidos provenientes da oxidação de ácidos graxos: CORPOS CETÔNICOS)
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Utilização pelos tecidos, exceto SNC
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GLUCAGON 
\u201cHormônio hiperglicemiante: Sinaliza sanguínea baixa e aumenta a glicemia\u201d 
[glicose]: \uf0e9 Secreção de glucagon e \uf0ea secreção de Insulina
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Falta da Insulina
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FUNÇÕES DO GLUCAGON
\uf0c6Estimula glicogenólise (degradação do glicogênio); 
Estimula a gliconeogênese (formação da glicose a partir de aa, glicerol e corpos cetônicos);
Diminui a glicólise
 aumenta a mobilização de ácidos graxos
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Insulina e Glucagon
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DIABETES
 MELITTUS
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\u201cSíndrome metabólica caracterizada por um estado de hiperglicemia; o qual pode ser resultante de uma deficiência na produção ou na ação do hormônio insulina\u201d 
Diabetes Mellitus
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Diabetes Mellitus
HIPERGLICEMIA 
Categorias de Diabéticos:
Tipo I - Insulino Dependente
Tipo II - Insulino Não Dependente
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diabetes juvenil
tendência a cetose
10 a 15% dos casos
 poliúria, polidipsia, polifagia
perda de peso lipogênese lipólise
glicosúria
Tipo I - Insulino Dependente
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Aparecimento Agudo ou Subagudo em jovens Destruição das céls \uf062
Anticorpos Anti-insulina e Anti-ilhotas 
Ausência de Insulina
Crises não tratadas:
Naúseas, vômitos, desidratação, cetose, coma e morte
Tipo I - Insulino Dependente
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Tipos 
Suína
Bovina
Mista
(suína + bovina)
Humana
Tempo de Ação
Consenso Brasileiro sobre Diabetes, SBD, maio 2000
Insulinas
Ação ultra-rápida
Ação rápida
Ação lenta
Pré-mistura
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Dieta
Exercício Físico
Insulina
Tratamento do Diabetes Mellitus
Tipo 1
Consenso Brasileiro sobre Diabetes, SBD, maio 2000
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meia idade 
sinais clínicos moderados
ind. obesos - + de 40 anos
com histórico familiar
níveis de insulina podem ser:
 Normal