Apostila de QuÃ-mica Geral Experimental revisada
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Apostila de QuÃ-mica Geral Experimental revisada


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existem de átomos em 12 g de 12C. 
No SI e CGS: 1 mol (ou 1g-mol) = 6,02.1023 moléculas ou átomos 
No Sist. Inglês: 1 lb-mol = 454.6,02.1023 moléculas ou átomos 
 
Ex.: Um recipiente contém 2 lb de NaOH (PM=23+16+1=40). 
Em termos de lb-mol: 
mollb05,0
lb40
mollb1
lb2 \uf02d\uf03d
\uf02d
\uf0d7
 
Em termos de mol (ou g-mol): 
mol7,22
mollb1
mol454
lb40
mollb1
lb2 \uf03d
\uf02d
\uf0d7
\uf02d
\uf0d7
 
 
Exercícios: 
 
1) Através de pesquisa bibliográfica, indique os fatores de conversão para as 
seguintes unidades: 
a) Grama para libras; (massa) 
b) Pascal para atmosferas; (pressão) 
c) mmHg para atmosferas; (pressão) 
d) mmHg para Pascal; (pressão) 
e) Bar para Torr; (pressão) 
f) Litros para m3; (volume) 
g) Joule para caloria; (energia) 
h) Metro para pé; (comprimento) 
i) Pé para cm; (comprimento) 
j) Metro3 para pé3; (volume) 
k) Lb-mol para g-mol; (quantidade de matéria) 
l) Kelvin para Celsius; (temperatura) 
 
2) Faça a conversão para as seguintes unidades derivadas: 
a) 10 ano x (Litro/ft) em dia x (m3/cm) 
b) 50 Joules/segundo em Cal/dia 
c) 300 gramas/hora em Lb/segundos 
d) 400 cm3 x (Joule/hora) em ft3 x (Cal/segundo) 
e) 15 lb-mol/(hora x m) em g-mol/(segundo x metro) 
f) 100 mmHg/segundo em atm/hora 
 
 
Sugestões de práticas 
 
1. Densidade 
 
Os materiais homogêneos em geral, nas quantidades que habitualmente 
manipulamos, apresentam uma razão constante entre sua massa e seu volume; a 
essa razão, que pode ser definida como \u201cmassa por unidade de volume\u201d, chamamos 
de densidade absoluta ou de massa específica do material. Representamos a 
densidade através da fórmula: 
 
d = m/v onde m expressa em Kilo (Kg) e o volume em Litros (L). Podendo ser 
representado também por g/ml. 
 
 
Objetivo da prática 
 
Medir a massa de um líquido e seu volume variando sua temperatura. 
 
Procedimento 
 
Pipetar 1 ml de água na temperatura correspondente e pesar em uma balança 
analítica em uma proveta de 10 ml. Fazer este tipo de medida em cada temperatura 
conforme a tabela abaixo. 
 
Temperatura (\u25e6C) Densidade (g/ml) 
0 
5 
10 
20 
25 
30 
40 
 
 
Verificar a variação da densidade em função da temperatura. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1.2Densidade 
 
Determinação do teor de açúcar em bebidas comerciais por densidade. 
 
Material 
Vidraria: Balão volumétrico, sacarose, balança de precisão, provetas de 10 ml, pipetas 
volumétricas ou de maior precisão. 
Padrão: Sacarose. 
Amostras: bebidas comerciais, sendo importante uma light ou ainda diet, esta de 
preferência. 
Padrão de referência: Água de preferência deionizada. 
 
Padrões 
Preparar soluções padrões de sacarose em balões volumétricos de 100ml. Estas 
soluções deverão apresentar concentrações de 1, 3, 5, 10 e 15 %. Estes padrões 
deverão ser acondicionados em geladeira e a validade é curta no máximo uma 
semana. 
 
Procedimento 
 
Padrões de solução de sacarose 
Pesar com precisão as soluções padrões de sacarose (1,3,5,10 e 15%) pipetando 1,0 
ml e colocando sobre a proveta ou ainda um becher pequeno em uma balança 
analítica de precisão. Posteriormente após a medida a balança deverá ser adicionada 
a \u201ctara\u201d da mesma e uma nova medida deverá ser adicionada na mesma proveta. 
 Este procedimento deverá ser repetido três vezes para cada concentração destas 
soluções e anotado os seus valores. 
Deverá ser feito à média dos pesos de cada concentração. 
 
Amostra 
Pipetar 1,0 ml com precisão de cada amostra e esta deverá ser colocada sobre a 
proveta ou ainda um becher pequeno em uma balança analítica de precisão e anotar 
os valores de cada pesada. Este procedimento deverá ser repetido três vezes para 
cada amostra. 
Deverá ser feito à média dos pesos de cada amostra 
 
Padrão de referência 
Pesar a água como padrão de referência pipetando 1,0 ml e colocada sobre a proveta 
ou ainda um becher pequeno em uma balança analítica de precisão. Este 
procedimento deverá ser repetido três vezes para cada amostra. 
Deverá ser feito à média dos pesos de cada amostra 
 
 
Resultados 
 
\uf0b7 Os alunos deverão traçar um gráfico entre e densidade (g/ml) X concentração 
% açúcar. Os valores deverão ter a média dos valores das soluções padrões 
de sacarose e o aluno deverá adicionar a linha de tendência bem como a 
equação da reta bem como o coeficiente relativo da mesma no programa 
Excell no modelo de gráfico de dispersão. 
\uf0b7 Verificar os valores das amostras. 
 
Conclusão 
 
\uf0b7 Verificar a reta bem como os valores da mesma; 
\uf0b7 Verificar os desvios padrões da reta e se a curva é aceitável ou não; 
\uf0b7 Caso não esteja satisfatória a curva indique qual ou quais as ações corretivas; 
 
 
 
Referência 
 
Henderson,S. et al. Journal of Chemical Education 75(9) 1122 ( 1998). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6° semana \u2013 Reações Redox 
 
Objetivo 
 
Conhecer os fenômenos que acompanham as reações redox, avaliando as 
condições que tornam tais reações espontâneas ou não. Nesta prática vários metais 
serão mergulhados em soluções contendo cations de outros metais e verificaremos se 
houve ou não reação, bem como determinar os produtos de tais reações. 
 
Introdução 
 
As reações redox são caracterizadas pela transferência de elétrons entre duas 
espécies químicas, uma perdendo elétrons (oxidando) e outra ganhando elétrons 
(reduzindo). Os potenciais elétricos padrão associados a esses processos, acham-se 
tabelados para a maioria dos íons e substâncias orgânicas mais utilizadas e, através 
dos potenciais podemos predizer se determinada reação redox vai ou não ocorrer. 
 
 
Materiais 
 
\uf0d8 Solução aquosa de FeSO4 1 N; 
\uf0d8 solução aquosa de CuSO4 1N; 
\uf0d8 solução aquosa de Pb(NO3)2 1N; 
\uf0d8 lâminas de cobre, zinco e chumbo. 
 
Procedimento Experimental 
 
Inicialmente limpe as lâminas para retirar a camada de óxido formado em cada 
uma delas. Em 3 bécheres de 50 ml coloque um pequeno volume das soluções de Fe 
(II), Cu (II) e Pb (II), uma em cada becher. Teste a reatividade de cada placa em cada 
uma destas soluções, organizando seus dados na tabela a seguir. 
 
 
 
 
 Solução de Fe (II) Solução de Pb (II) Solução de Cu (II) 
Lâmina de Pb 
Lâmina de Cu 
Lâmina de Zn 
 
Um exemplo do arranjo experimental, é mostrado a seguir, para o caso da 
imersão da placa de Zn em solução de sulfato de cobre. 
 
Questões: 
 
1) O que foi observado na prática? 
2) Como podem ser explicadas as deposições observadas nos experimentos? 
3) Como se justifica que em alguns sistemas não ocorreram deposições? 
4) Quais os potenciais padrões das pilhas formadas? 
 
7° semana \u2013 Velocidade de reação 
 
Estudo da influência da concentração de um reagente na velocidade de 
uma reação. 
1- Introdução 
 
Normalmente, quando queremos estudar cinética química e seus parâmetros 
fundamentais, escolhemos uma reação química não muito complexa, de modo que a 
determinação da velocidade reacional seja uma tarefa viável experimentalmente. Uma 
reação muito conhecida pela sua simplicidade é a reação do íon tiosulfato com ácidos. 
 
2- Objetivo da prática 
 
Determinar a velocidade de uma reação e relacionar essa velocidade com a 
concentração de um dos reagentes. Para esta determinação, será mantida constante a 
concentração de ácido cloridrico, variando-se gradativamente a concentração do íon 
tiosulfato e medindo-se o tempo necessário para a reação ocorrer. Serão feitas 5 
determinações, seguindo esta metodologia. 
 
3- Reagentes e materiais 
 
a) Soluções empregadas: 
 
\uf0a8tiosulfato de sódio ou potássio (Na2S2O3) 0,15 mol/l; 
\uf0a8ácido clorídrico 3,0 mol/l 
 
b) Material utilizado: 
 
\uf0a85 erlenmeyers 125 mL 
\uf0a8pipeta de 5 mL 
\uf0a8provetas