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Universidade Rovuma - Niassa - Departamento de Química – Cadeira de Didáctica de Química I O Docente da Cadeira: dr. Arsénio MS Laissone. Email: arseniolaissone@yahoo.com.br 2021 6.0 FUNÇÕES DIDÁCTICAS São etapas fundamentais do PEA, simplesmente relacionadas entre si numa aula. É tarefa do professor na planificação das aulas, decidir o tipo de aula a leccionar, dado que elas podem ser: aulas especializadas e aulas combinadas. As aulas especializadas são aquelas em que prioriza apenas uma tarefa didáctica. Por exemplo: Aula de estimulação de aprendizagem (motivação), aula de trabalho com matéria nova, aula de consolidação, aula de controle e avaliação. As aulas combinadas têm a característica de serem abrangentes, isto é, congregam todas as etapas para a aquisição completa do conteúdo do ensino. Cada aula tem a sua estrutura, mas em geral a aula combinada tem a seguinte estrutura: ✓ Introdução, motivação e estimulação; ✓ Apresentação do conteúdo novo; ✓ Consolidação, repetição ✓ Controle; ✓ dar as tarefas para casa. 6.1 MOTIVAÇÃO Motivação é um processo que provoca certos comportamentos, mantém a actividade ou modifica. Motivar é predispor o aluno ao que se quer ensinar; é levá-lo a participar activamente nos trabalhos escolares. Os propósitos da motivação consistem em despertar o interesse, estimular o desejo de aprender e dirigir esforços para atingir objectivos definidos. Universidade Rovuma - Niassa - Departamento de Química – Cadeira de Didáctica de Química I O Docente da Cadeira: dr. Arsénio MS Laissone. Email: arseniolaissone@yahoo.com.br 2021 A motivação é um factor decisivo no processo de aprendizagem, dado que o professor não poderá dirigir a aprendizagem, alguma, se o aluno não estiver motivado e disposto a despender esforço para a aprendizagem. Essência: Criar condições ideais para que os alunos se sintam dinamizados, estimulados para aprender. A finalidade da motivação é levar o aluno a se aplicar no que ele precisa/deve aprender. Tipos de motivação sob ponto de vista didáctico. 1) Motivação inicial – ocorre sempre no início de uma aula para: ✓ Despertar a atenção dos alunos; ✓ Reactivar o nível inicial de aprendizagem; ✓ Estimular para a transmissão de conteúdo novo; ✓ A introdução do assunto, que obviamente já se iniciou, é a coordenação da matéria anterior com a matéria nova, bem como o estabelecimento do vínculo entre a prática quotidiana e o assunto Formas/técnicas de motivação inicial: ✓ Explicação clara e transparente dos objectivos da aula; ✓ Colocação de um problema que provoque a aprendizagem; ✓ Apresentação de factos interessantes e explicação dos significados. ✓ Colocação de perguntas que possam: provocar surpresa, despertar dúvidas, provocar desacordo. 2) Motivação Permanente – aquela que se emprega sempre no decurso da aula. Formas: o professor deve aproveitar todos os incidentes ou factos abordados na aula para reavivar e conservar o interesse nos alunos sobre o que esta sendo estudado. Assim, pode se colocar tarefas aos alunos, dialogando e discutindo o que se esta a estudar. Universidade Rovuma - Niassa - Departamento de Química – Cadeira de Didáctica de Química I O Docente da Cadeira: dr. Arsénio MS Laissone. Email: arseniolaissone@yahoo.com.br 2021 3) Motivação final – é aquela que motiva os alunos para futuras abordagens, ou que leva os alunos a cultivar mais os assuntos. Segundo Nercí a motivação sob ponto de vista das necessidades, ela pode ser positiva ou negativa Motivação positiva- quando procura levar o aluno a estudar, tendo em vista o significado da matéria para a vida do aluno, encorajando, incentivando e estimulando. Esta motivação pode ser intrínseca e extrínseca. Motivação intrínseca – ocorre quando o aluno é levado a estudar pelo interesse que a própria matéria lhe desperta, por gostar dos conteúdos leccionados ou quando o professor percebe que a motivação de alguns alunos depende mais da sua própria actuação, deve ir aos poucos, transferindo a disposição em relação a matéria que lecciona. Motivação extrínseca – ocorre quando o estímulo não tem nenhuma relação directa com a matéria leccionada, ou seja, quando o motivo de aplicação ao estudo, por parte do aluno, não é a matéria de ensino. Exemplos: obter notas altas, necessidade de passagem de ano, esperança de obter recompensas, necessidade da matéria para actividades futuras, personalidade do professor, rivalidade entre colegas. Motivação negativa – é aquela em que o aluno é levado a estudar através de ameaças, repreensões ou mesmo castigos. Ela pode física (castigos físicos, privação de recreio, brinquedos) e psicológica (desprezo, críticas severas, ridicularização, sentimento de culpa, o sentimento do mais fraco). Na verdade, não existe a motivação negativa, porque motivação significa um querer íntimo de realizar algo e alcançar um determinado objectivo, mas um querer livre. Formas de utilização da introdução e motivação Para melhor incentivar os alunos, o professor deve buscar as fontes e técnicas de motivação. As fontes de motivação representam elementos, factores ou circunstâncias que despertam, no aluno, algum motivo ou atitudes favoráveis para certas actividades. Universidade Rovuma - Niassa - Departamento de Química – Cadeira de Didáctica de Química I O Docente da Cadeira: dr. Arsénio MS Laissone. Email: arseniolaissone@yahoo.com.br 2021 Fontes da motivação • Necessidade do educando, podendo ser de natureza biológica, psicológica ou social; • Curiosidades; • Desejo de sucesso; • Necessidades económicas; • Vida social, acontecimentos da actualidade; • Problemas ambientais da actualidade; • Desejo de evitar fracassos e punições; • Necessidades de conhecimento; • Etc. Técnicas da motivação • Correlação com o real; • Victória inicial; • Problemática das idades; • Ocorrências actuais da vida social; • Elogios e censuras; • Experimentação; • Etc. Actividade do professor durante a introdução e motivação • Seleccionar os factores de motivação; • Incentivar o aluno para o objecto da aula através de uma conversa; • Dispor os alunos para os trabalhos da aula; • Coloca, didacticamente as questões cujas soluções possibilitam a conexão de assuntos da aula com a realidade circundante, com a experiência da vida do aluno ou com os factores da actualidade; • Fazer perguntas relativamente fáceis, mas “pomposas” com ares de difíceis; • Fazer gráficos demonstrativos do rendimento do aluno; • Fazer elogios e censuras. Traços comportamentais de uma turma motivada. Universidade Rovuma - Niassa - Departamento de Química – Cadeira de Didáctica de Química I O Docente da Cadeira: dr. Arsénio MS Laissone. Email: arseniolaissone@yahoo.com.br 2021 ✓ O assunto em questão prende de uma maneira absorvente a atenção dos alunos; ✓ Participam activamente nas respostas às perguntas, nos debates e nos exercícios; ✓ Colaboram com o professor e seguem as suas instruções; ✓ Absorvem-se no estudo e no trabalho e mostram-se surpreendidos quando ouvem o toque; ✓ Vem junto ao professor obter esclarecimentos; ✓ Durante o intervalo continuam a discutir o tema abordado na aula; ✓ Descobrem analogias entre o assunto estudado e a vida quotidiana; ✓ Aplicam expressões aprendidas na aula nas suas conversas ou mesmo em brincadeiras. Tarefa. Os tipos de motivação podem ser descritos sob ponto de vista das necessidades do indivíduo e sob ponto de vista didáctico. Indica claramente os tipos de motivação nas duas visões, respectivamente.6.2 TRABALHO COM MATÉRIA NOVA É o momento que se faz a dosagem da matéria em função dos objectivos a atingir. Constitui o corpo central da aula. Essência da mediação e assimilação • Nesta função didáctica, os conhecimentos, habilidades e convicções são obtidos a parir da matéria nova. Nesta função didáctica ocorrem os processos de transmissão e assimilação do conhecimento. Transmissão – é o processo que o professor efectua, buscando os assuntos no PEQ e explicá-los aos alunos de uma forma estruturada, lógica e didáctica. Assimilação – é o processo gradual que os alunos fazem na tentativa de assimilar/entender a matéria que é explicada pelo professor. Universidade Rovuma - Niassa - Departamento de Química – Cadeira de Didáctica de Química I O Docente da Cadeira: dr. Arsénio MS Laissone. Email: arseniolaissone@yahoo.com.br 2021 O método para a apresentação da matéria nova pode compreender: • Apresentação que compreende: o discurso do professor (descrição, contar, explicar, informar, etc), discurso do aluno, demonstração dos objectos, fenómenos, processos, experiências; • Conversão do ensino, dirigido pelo professor que compreende: as perguntas do professor, discussão e interação com os alunos; • Experiências dos alunos. Momentos do processo de transmissão e assimilação. • Uma aproximação inicial do objecto de estudo para ir formando as primeiras noções, através da actividade perceptiva, sensorial. • Elaboração mental dos dados iniciais, tendo em vista a compreensão mais profunda por meio da abstração e generalização, até consolidar conceitos sobre os objectos de estudo; • Sistematização das ideias e conceitos de tal modo que seja possível operar mentalmente com eles em tarefas teóricas e práticas em função da matéria e em função das situações reais da vida. Actividades que preparam os alunos para a percepção activa no TCN. ✓ Pedir aos alunos que digam o que sabem; ✓ Levar os alunos a observar os objectos e fenómenos e dizendo o que estão vendo. ✓ Colocar um problema prático, cuja solução seja possível com os conhecimentos da matéria nova; ✓ Fazer uma demonstração que solicite a curiosidade e interesse pelos alunos; ✓ Registar no quadro as informações que os alunos vão dando, de forma a sistematizá-los. Actividades do professor • Expor o tema; • Fazer perguntas (elaboração conjunta) para explorar o conhecimento prévio dos alunos; • Assegurar a assimilação consciente e desenvolvimento das potencialidades intelectuais dos alunos; Universidade Rovuma - Niassa - Departamento de Química – Cadeira de Didáctica de Química I O Docente da Cadeira: dr. Arsénio MS Laissone. Email: arseniolaissone@yahoo.com.br 2021 • Ligar a matéria velha e a nova; • Fazer a aproximação directa (cientificidade do assunto) e indirecta (conversa e/ou exemplificação) de conteúdos; • Sistematizar as ideias dos alunos e conceitos chaves; • Fazer uma relação recíproca entre objectivo – conteúdo – método; • Fazer a motivação de desenvolvimento (incentivação). 6.3 CONSOLIDAÇÃO. Consolidação –acto ou efeito de consolidar; Consolidar – tornar sólido ou seguro, fortalecer, firmar. No processo de ensino é preciso que os conhecimentos sejam organizados, aprimorados (aperfeiçoados) e fixados na mente dos alunos, afim de que os mesmos estejam disponíveis para orientá-los nas situações concretas da vida. É preciso aprimorar também a formação de habilidades e hábitos para a utilização independente e criadora dos conhecimentos. Trata-se da etapa de consolidação, também conhecida pelos professores como fixação da matéria. Tipos de consolidação • Consolidação permanente: há repetição dos conhecimentos adquiridos; • Consolidação directa, concreta: é aquela especificada pelo próprio programa de ensino em forma de unidades didácticas ou temas de aulas. Mas também podemos ter: • Consolidação reprodutiva – Tem caracter de exercitação, isto é, após compreender a matéria o aluno reproduz os conhecimentos, aplicando-os a uma situação conhecida; • Consolidação generativa – Inclui a aplicação dos conhecimentos de forma que os alunos analisem factos e fenómenos sob vários pontos de vista, isto é, fazendo a ligação dos conhecimentos com situações e factos da vida; • Consolidação criativa – refere-se a tarefas que levam ao aprimoramento do pensamento independente e criativo, na forma de trabalho independente dos alunos sobre a base de consolidações anteriores. (Libânio, 1994:188) Universidade Rovuma - Niassa - Departamento de Química – Cadeira de Didáctica de Química I O Docente da Cadeira: dr. Arsénio MS Laissone. Email: arseniolaissone@yahoo.com.br 2021 Formas de consolidação • Repetição: há aspecto memorativo como: (repetição introduzida, controle do TPC; repetição para garantir o nível de partida, resumo das partes da aula, repetição total da aula); • Aplicação: há aspecto criativo, consolidação do conhecimento anteriormente tratado para aplicá-lo a uma nova abordagem do saber. Ex: Os alunos devem aplicar os conhecimentos adquiridos sobre o quadro periódico no estudo da matéria dos elementos do VII grupo A. • Exercícios: é uma forma de repetição, aperfeiçoamento e complemento das actividades e capacidades dos alunos. • Sistematização: o objectivo da sistematização é o reconhecimento das relações e regularidades fundamentais e a separação dos factos essenciais e secundários. (compendio de didáctica) • Resumo: que consiste na acentuação de conteúdo de matéria dada independentemente de se tratar de aspectos essenciais ou não essenciais. (Muller 2005:29) Momento da consolidação. A consolidação pode acontecer em qualquer etapa do processo didáctico, antes de iniciar com a matéria nova, recorda-se, sistematiza-se, realizam-se exercícios da matéria anterior, no estudo do conteúdo novo, ocorre paralelamente a consolidação para a assimilação e compreensão da matéria. (Libânio). Tarefas do professor ✓ Elaborar exercícios de fixação; ✓ Dar tarefas independentes ou para casa para que os alunos apliquem seus conhecimentos e habilidades; ✓ Elaborar provas de revisão; ✓ Sistematizar os conceitos básicos da matéria; ✓ Recapitular a matéria. ✓ Destacar as ideias essenciais que em diante se desenvolverá Universidade Rovuma - Niassa - Departamento de Química – Cadeira de Didáctica de Química I O Docente da Cadeira: dr. Arsénio MS Laissone. Email: arseniolaissone@yahoo.com.br 2021 Tarefas dos alunos na consolidação ✓ Resolver exercícios; ✓ Rever a matéria individualmente ou em grupo; ✓ Apresentar as dificuldades na turma. Vantagens da consolidação ✓ Solidifica a matéria nos alunos; ✓ Promove a criatividade nos alunos; ✓ Garante maior assimilação e acomodação da matéria; ✓ Garante a qualidade do ensino; ✓ Cria nos alunos maior reflexão dos factos. 6.4 CONTROLE E AVALIAÇÃO Controle – Controle é uma etapa que consiste em verificar, examinar, conferir os resultados do processo de ensino e aprendizagem. Formas de Controle 1. Controle permanente do processo de aquisição pelo professor; 2. Controle dos resultados parciais de aquisição durante a aula; 3. Controle sistemático dos resultados essenciais. Funções de Controle 1. Determinação do nível de partida antes do tratamento duma unidade temática nova; O controle deve fornecer as informações necessárias para: a) A sociedade: ✓ Planificação e direcção do ministério da educação e cultura; Universidade Rovuma - Niassa - Departamento de Química – Cadeira de Didáctica de Química I O Docente da Cadeira: dr. Arsénio MS Laissone. Email: arseniolaissone@yahoo.com.br2021 b) O professor: ✓ A visão correcta sobre a qualidade da compreensão e da firmeza da aquisição dos conhecimentos novos pelos seus alunos; ✓ Controlar o seu próprio trabalho e em seguida aperfeiçoar os seus métodos; ✓ Possibilita o professor dirigir e planificar o processo de ensino com efectividade. c) O aluno: ✓ Apreciar o seu desenvolvimento, equiparando com exigências sociais; ✓ Como estímulo que incita os alunos a aprender constantemente; ✓ Consciencializa os alunos sobre o seu grau de aproveitamento, progressos e suas limitações, ✓ Permite ao aluno descobrir e corrigir métodos e conhecimentos errados que tenha adquirido ao longo do processo. Formas de controlo e avaliação Formas de controlo: • Interrogação oral, pelo professor; • Interrogação escrita como mini-teste, auto-controlo, fichas de trabalho; • Provas de curta duração; • Comparação das soluções de tarefas; • Resolução de exercícios no quadro. Formas de avaliação: • Acção gesticulada e mímica do professor; • Dar razões sobre a actividade (por escrito ou oralmente); • Atribuição de juízos de valor (notas ou qualificações). Actividades do professor no controle e avaliação • Apresentar exercícios escritos; • Corrigir exercícios; • Tecer considerações sobre a aula; • Marcar trabalhos de casa. Universidade Rovuma - Niassa - Departamento de Química – Cadeira de Didáctica de Química I O Docente da Cadeira: dr. Arsénio MS Laissone. Email: arseniolaissone@yahoo.com.br 2021 Avaliação é um processo contínuo de pesquisa que visa interpretar os conhecimentos, habilidades e atitudes dos alunos, tendo em vista a mudança esperada de comportamento, proposto nos objectivos. Nela pretende se obter constantemente informações acerca do desenvolvimento das actividades docentes e discentes, atribuindo-lhes juízo de valor. O que se avalia: Conhecimentos (valores), habilidades, aptidões Tipos de avaliação • Diagnóstico – é feita no início da unidade com o objectivo fundamental de proceder uma análise de conhecimentos e aptidões que o aluno deve ter, para se iniciar uma nova aprendizagem. • Formativa – Acompanha todo o processo de aprendizagem, identificando aprendizagens bem-sucedidas e as que levantam dificuldades para que se possa remediar e conduzir todos alunos aos objectivos traçados. • Sumativa – ocorre no fim do processo de ensino e aprendizagem, tendo a função classificadora, isto é, visa fazer o balanço de aproveitamento dos alunos no fim da unidade, trimestre, ano, curso segundo o nível de aproveitamento. Formas de avaliação 1. Qualitativa: quando é para detectar lacunas nos alunos; 2. Quantitativa: quando se pretende comparar os objectivos traçados no PEQ e o nível do conhecimento adquirido pelos alunos. Funções da avaliação A avaliação tem a função: ✓ Diagnóstico – análise sistemática de acções do professor e dos alunos, visando detectar desvios e avanços do trabalho em relação aos objectivos; ✓ Controladora – comprovação e qualificação sistemática dos resultados da aprendizagem dos alunos face aos objectivos e conteúdos propostos; ✓ Classificadora – atribuição de um grau, escala ou nível de conhecimentos adquiridos. A avaliação deve fornecer informações tais como: Universidade Rovuma - Niassa - Departamento de Química – Cadeira de Didáctica de Química I O Docente da Cadeira: dr. Arsénio MS Laissone. Email: arseniolaissone@yahoo.com.br 2021 a) Professor ✓ Identificar o nível de desempenho dos seus alunos, ✓ Identificar os principais problemas e os factores a eles associados, ✓ Como instrumento para se ter o nível do trabalho realizado. b) Aluno ✓ Estimular o gosto e interesse pelos estudos de modo a superar as dificuldades encaradas no PEA; ✓ Consciencializar o aluno sobre os pontos fracos do seu desempenho. c) Escola ✓ Como se desenrola a interação professor-aluno-matéria, ✓ Se os objectivos da escola/educação foram alcançados ou fracassaram, procurando deste modo as soluções. N.B O controle tem que ser permanente; A avaliação muitas vezes; A classificação por vezes.