UNIDADE 1
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ica vez e atende a várias 
) e junto com os dados toda as informações referentes à 
) BD os acessos são 
) iferenciadas sobre a mesma base de dados 
) eo de vários usuários ao mesmo dado. 
 
 
¾
 
 
bancos de dados de hoje é olhar para as características dos sistemas que 
antecederam o uso da tecnologia de banco de dados: os Sistemas de 
Gerenciamento de Arquivos. 
 
uma aplicação específica, acarretando repetição dos dados gerando 
inconsistência nas informações. 
O acesso aos dados está escrito
subordinando os programas aos arquivos. 
A manipulação dos dados contidos nos a
específicas dificulta o desenvolvimento de novos sistemas e torna a 
manutenção dos aplicativos difícil e cara. 
O sistema possibilita uma redundância nã
inconsistência ao permitir que em um sistema um dado seja 
alterado e esse mesmo dado não seja alterado em outro. 
A responsabilidade sobre os procedimentos de b
recuperação esta a cargo da aplicação. 
Um arquivo (tabela) é definido uma ún
aplicações 
Armazena-s
forma como foram estruturados os dados e onde eles estão 
armazenados fisicamente. Essas informações estão armazenadas 
em um catálogo que é chamado de meta-data. 
Há separação entre programas e dados. No SG
escritos no banco de dados e os programas enviam comandos 
solicitando o acesso aos dados. Esse conceito é chamado de 
abstração de dados, que caracteriza-se por uma independência 
entre programas e dados e entre programas e operações de 
manipulação de dados. 
São permitidas visões d
para aplicações diferentes. 
É permitido acesso simultân
Essa simultaneidade é tratada através do gerenciamento da 
concorrência. 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 
DISCIPLINA: MODELAGEM DE DAODS 
PROFESSORA: GELLARS TAVARES 
 
MODELAGEM DE DADOS \u2013 Professora Gellars Tavares \u2013 ano 2012 
 
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OMPONENTES DE UM SISTEMA DE BD 
 um conjunto de software composto por dados armazenados em um banco de 
 
 
C
 
É
dados (BD), pelo software de gerência do banco de dados (SGBD) e os 
programas de aplicação. 
 
 
 
Diagrama simplificado de um ambiente de sistema de banco de dados 
 Fonte: Navathe, pág: 4
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 
DISCIPLINA: MODELAGEM DE DAODS 
PROFESSORA: GELLARS TAVARES 
 
MODELAGEM DE DADOS \u2013 Professora Gellars Tavares \u2013 ano 2012 
 
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 Programas de Aplicações/Consultas 
 Dois tipos de linguagens: 
as do BD (Linguagens de Definição de Dados) 
de Manipulação dos 
\u2022 Do inglês: Data Manipulation Language - DML 
Navathe, pág. 24 
 
 Programas de Aplicações/Consultas 
 Linguagens de Definição de Dados \u2013 DDL 
 Para expressar a especificação do esquema do BD 
é um conjunto de tabelas 
 
 
z
 
\u2022
1. Específica para os esquem
 \u2022 Do inglês: Data Definition Language - DDL 
2. Para expressar consultas e atualizações ( Linguagem 
Dados) 
 
 \u2022 Integrada com a DDL 
 
 
 
 
z
 
z
 
\u2022
\u2022 O resultado da compilação dos parâmetros DDLs 
que são armazenadas em um arquivo especial chamado dicionário de dados 
 
 \u2022 Dicionário de dados: arquivo de metadados (dados a respeito de 
Ex: create table, create view, drop table, drop view 
 
 Linguagens de Manipulação de Dados \u2013 DML 
 Viabiliza o acesso (manipulação) dos dados de forma compatível ao modelo 
os é: 
enadas no BD 
D 
sca de informações 
e consulta são 
dados) - no SGBD o diretório é consultado antes que o dado real seja 
modificado 
\u2013 
 
z
 
\u2022
de dados apropriado 
\u2022 Manipulação de dad
 \u2013 Recuperação das informações armaz
 \u2013 Inserção de novas informações no BD 
 \u2013 Remoção de informações do BD 
 \u2013 Modificação das informações do B
\u2022 Linguagem de consulta (Query language) 
 \u2013 É uma parte da DML que envolve bu
 \u2013 Embora, tecnicamente incorreto, DML e Linguagem d
 usadas como sinônimo 
 
 
 
CURSO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 
DISCIPLINA: MODELAGEM DE DAODS 
PROFESSORA: GELLARS TAVARES 
 
MODELAGEM DE DADOS \u2013 Professora Gellars Tavares \u2013 ano 2012 
 
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 Linguagens de Banco de Dados 
 DDL+DML não são suficientes para desenvolver aplicações completas 
mas 
mplexos 
 Aplicações completas são desenvolvidas em conjunto com linguagens de 
rface) 
 Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) 
\u2013 É uma coleção de programas que permite aos usuários criar e 
\u2013 que facilita os processos de definição, 
 tipos de dados, das estruturas 
z ular os dados num meio de 
z ão do banco de dados 
z usuários e 
\u2013 Ex: O 
 
 
 
z
 
\u2022
 \u2013 Falta de interface gráfica com o usuário 
 \u2013 Impossibilidade para acessar outros siste
 \u2013 Dificuldade para desenvolver procedimentos co
 
\u2022
programação, contendo chamadas ao SGBD. 
 \u2013 Uso de APIs (Application Program Inte
 \u2022 ODBC 
 \u2022 JDBC 
 \u2022 OLE DB 
 \u2022 ADO 
 
 
z
 
manter um banco de dados 
É um sistema de software 
construção, manipulação e compartilhamento de bancos de dados 
entre vários usuários e aplicações 
z Definição: Especificação dos
das tabelas e das restrições que devem ser impostas aos 
dados que serão armazenados 
Construção: Processo de acum
armazenamento controlado pelo SGBD 
Manipulação: Operações como atualizaç
(inclusão, exclusão e alteração de registros) e extração de 
dados, como consultas e relatórios impressos 
Compartilhamento: Permite aos múltiplos
programas acessar, de forma concorrente, o banco de dados 
racle, SQL Server, PostgreSQL, MYSQL, Interbase, Sybase,
Firebird, etc.. 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 
DISCIPLINA: MODELAGEM DE DAODS 
PROFESSORA: GELLARS TAVARES 
 
MODELAGEM DE DADOS \u2013 Professora Gellars Tavares \u2013 ano 2012 
 
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Fonte: Navathe, pág. 27 
 
\u25cfO acesso ao disco é controlado principalmente pelo sistema 
ódulo de gerenciamento dos dados armazenados de alto nível 
ocessador de banco de dados em tempo de execução 
azenados, e o 
\u25cfO compilador DDL processa as definições do esquema e armazena as 
pilador de consulta (query) manipula as consultas de alto nível 
que são feitas interativamente. Ele analisa a sintaxe, compila ou interpreta a 
 
 
Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) 
 
 
 
 
 
operacional (SO) 
 
 \u25cfUm m
do SGBD controla o acesso à informação do SGBD que está armazenada no 
disco (banco de dados ou catálogo) 
 
 \u25cfO pr
(runtime) controla o acesso ao banco de dados, recebe os comandos para a 
recuperação ou atualização e os executa no banco de dados. 
 Os acessos passam pelo gerenciador de dados arm
gerenciador de buffer mantém as informações sobre as páginas do banco de 
dados na memória. 
 
 
descrições dos esquemas (metadados) no catálogo do SGBD. 
 
 \u25cfO com
 
CURSO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 
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PROFESSORA: GELLARS TAVARES 
 
MODELAGEM DE DADOS \u2013 Professora Gellars Tavares \u2013 ano 2012 
 
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 em 
em de programação hospedeira. Esses comandos são enviados 
Fonte: Navathe, pág. 26 
 
 
z BASE DE DADOS (ARQUIVOS COM DADOS E METADADOS) 
 - Permite que os usuários e desenvolvedores vejam como o BD se 
 sistema. Mostra os formatos de registro, as 
 
 - Conjunto de arquivos do SGBD (local) que armazena o 
 de dados (metadados)
consulta criando um código de acesso ao banco de dados, e então gera as 
chamadas ao processador em tempo de execução para executar o código. 
 
 \u25cfO pré-compilador extrai os comandos DML dos programas escritos
uma linguag
para o compilador DML, gerando códigos para o acesso ao banco de dados. O 
restante do programa é enviado para o compilador da linguagem de 
programação hospedeira. 
 
 
\u2013 Dicionário de dados 
 parece em qualquer
 tabelas, os atributos, etc. 
\u2013 Catálogo 
 
dicionário . 
 
ara uma tabela, etc. 
 
 
SUÁRIOS DE BANCOS DE DADOS 
s 
O DBA é o responsável pela autorização para o acesso ao banco, pela 
so e por adquirir recursos de software e 
 grandes organizações, o DBA possui suporte 
¾ Nomes das tabelas 
¾ Atributos de cada tabela
¾ Definição de índice p
 
U
 
Administradores de Banco de Dado
 
 Database administrator (DBA) 
 
coordenação e monitoração de seu u
hardware conforme necessário.