UNIDADE 4 - PARTE 1
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UNIDADE 4 - PARTE 1


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distinguir uma linha das demais. 
E
 
 
ni
requisito de unicidade); 
\u2013 Chave mínima \u2192
requisito de unicidade de valores da chave; 
rdagem relacional, o termo \u201cchave\u201d é em
daquela usada na área de organização de arquivos e em alguns sistemas operacionais; 
\u2013 Em arquivos convencionais, chave é qualquer coluna sobre a qual será defini
índice ou algum outro tipo de estrutura de acesso; 
inir uma chave primária, não está se definindo ne
definindo apenas uma restrição de integridade, isto é, uma regra que deve ser obedecida 
em todos estados válidos do BD (unicidade); 
 
C
 
\u2022
primária de outra tabela. 
 
\u2022
 
\u25cf
elos de ligação lógica entre tabelas (relacionamentos). 
 
\u2022
 \u2013 É uma chave pe
 \u2013 Mas ela não está no seu local de or
 (estrangeiro). 
 
\u2022
 
\u2022
 \u2013 alu
 \u2013 cursos: código 
 
CURSO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 
DISCIPLINA: MODELAGEM DE DAODS 
PROFESSORA: GELLARS TAVARES 
 
MODELAGEM DE DADOS \u2013 Professora Gellars Tavares \u2013 ano 2012 
 
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xemplo 
 
xemplo 
 
xemplo 
 
 
E
 
 
 
E
 
 
E
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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alidação pelo SGBD 
 existência de uma chave estrangeira impõe restrições que devem ser garantidas ao executar 
 Quando da inclusão de uma linha na tabela que contém a chave estrangeira 
 referenciada em 
 alteração do valor da chave estrangeira 
e aparecer na coluna da chave primária 
exclusão de uma linha da tabela que contém a chave primária referenciada pela 
chave estrangeira não deve aparecer o valor da chave primária que está sendo 
xclusão não poderá ser efetuada, visto que possui registros dependentes de sua 
a alteração do valor da chave primária referenciada pela chave estrangeira 
 chave 
 Chave Estrangeira na mesma tabela (Auto-Relacionamento) 
 
z A palavra \u201cestrangeira\u201d usada para denominar este tipo de chave pode ser enganosa; 
e outra 
z ave primária pode referenciar a chave primária da própria tabela. 
 
 
 
V
 
A
diversas operações de alteração do banco de dados: 
 
\u2013
 \u2022 O valor da chave estrangeira deve aparecer na coluna da chave primária
outra tabela. 
\u2013 Quando da
 \u2022 O novo valor de uma chave estrangeira dev
referenciada. 
\u2013 Quando da 
chave estrangeira 
 \u2022 Na coluna 
excluída ou. 
 \u2022 A e
existência. 
- Quando d
 \u2022 Deve ser garantido que na coluna chave estrangeira não apareça o antigo valor da
primária que está sendo alterada. 
 
\u2022
 
 
 
z Ela pode levar a crer que a chave estrangeira sempre referencia uma chave primária d
tabela; 
Uma ch
 
 
 
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HAVE ALTERNATIVA OU CANDIDATA 
 Mais de uma coluna ou combinações de colunas podem servir para distinguir uma linha das 
 Uma das colunas (ou combinação de colunas) é escolhida como chave primária, as demais colunas 
 Cuidado: Chave Alternativa não faz relacionamento com Chave Estrangeira! 
Ö Chave Alternativa ou Candidata: 
enhuma tupla de uma mesma relação pode ter o 
\u2013 data pode ter 
\u2013 
ples: quando é composta por apenas um atributo. 
mar a chave. 
 
 Exemplo: \u201cEscolha a Chave Primária da Tabela ELEITOR\u201d, cujos atributos são: 
 Nome do Eleitor 
tidade 
 de Eleitor 
 Tabela: ELEITOR 
didatas: 
tulo de Eleitor 
a: 
 Eleitor 
xemplo de chave alternativa 
 
 
C
 
\u2022
demais. 
 
\u2022
ou combinações são denominadas chaves alternativas. 
 
\u2022
 
\u2013 Deve ser única, ou seja, n
mesmo valor para o atributo escolhido como chave candidata. 
Deve ser irredutível, nenhum subconjunto da chave candi
sozinha a propriedade de ser único. 
Pode ser: 
x Sim
x Composta: quanto possui mais de um atributo para for
\u2022
 
\u2013
\u2013 Junta Eleitoral 
\u2013 Seção Eleitoral 
\u2013 Número de Iden
\u2013 Número de CPF 
\u2013 Número do Título
 
\u2022
 \u2013 Chaves Can
 \u2022 Número do Tí
 \u2022 Número de Identidade 
 \u2022 Número de CPF 
 \u2013 Chave Primária Escolhid
 \u2022 Número do Título de
 
E
 
 
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CHAVE SECUNDÁRIA (Secondary Key) 
 
\u25cf Serve para definir uma segunda chave primária. Identifica um item de busca. 
\u25cf No ambiente tradicional, só se pode acessar um registro se declarar que aquele campo é chave. 
\u25cf No ambiente relacional, uma tabela é acessível por qualquer campo (atributo) independente de ser 
chave ou não. 
 Para cada chave secundária declarada, o ambiente relacional cria um índice (estratégia de acesso). 
 Em organização de arquivos, o termo chave secundária é usado para um campo ou conjunto de 
ite duplicatas; 
have possui a conotação de restrição de integridade e 
ampo; 
po pode assumir o valor especial vazio (\u201cnull\u201d em inglês) 
is não são admitidos valores vazios são chamadas de colunas obrigatórias 
uais podem aparecer valores vazios são chamadas de colunas opcionais 
, evitar que o BD entre em um estado inconsistente. 
 Para mo de restrições 
e inte
egra de consistência de dados que é garantida pelo próprio 
\u25cf
\u25cf
campos para os quais existe um índice que adm
 Na abordagem relacional, o conceito de c\u25cf
não de caminho de acesso; 
\u25cf Por este motivo, o termo chave secundária não é usado na abordagem relacional; 
 
 
VALOR NULO 
 
 
 Quando uma tabela de BD é definida, para cada coluna da tabela, deve ser especificado um 
conjunto de valores (alfanumérico, numérico, etc.) que os campos da respectiva coluna podem 
assumir; 
Este conjunto de valores é chamado de domínio da coluna ou domínio do c 
 
\u2022 Um valor de cam
 Colunas nas qua\u2022
\u2022 Colunas nas q
 O nu\u25cf ll não é zero nem caractere branco. 
\u2022 Abordagem relacional 
 \u2013 Todas as colunas que compõem a chave primária devem ser obrigatórias. 
 \u2013 As colunas que compõem as demais chaves podem ser opcionais 
 
 
RESTRIÇÕES DE INTEGRIDADE 
 
\u2022 Objetivo primordial de um SGBD 
ridade de dados. Isto é \u2013 Garantir a integ
 
 mecanis\u2022 garantir a integridade de um banco de dados, os SGBD oferecem o
gridade. d
 
\u2022 Uma restrição de integridade é uma r
GBD. S
 
 Restri\u2022 ções de integridade são checadas pelo SGBD quando o BD sofre qualquer modificação. 
 
 
 
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ntegridade básicas 
\u2013 Integridade de domínio 
 Integridade de vazio 
\u2013 Integridade referencial 
 Integridade de Domínio 
 Especifica que para uma coluna A de uma tabela, todo valor associado a A deve ser atômico e 
buto devem pertencer ao domínio do atributo. 
 Em S suário pode definir domínios próprios de sua aplicação (Exemplo: 
ias da semana ou unidades da federação). 
 Especifica que os valores das chaves primárias devem ser únicos (não podem existir tuplas 
 Integridade de vazio 
e uma tabela podem receber valores nulos. 
\u2022 Campo Opcional 
 Os campos que compõem a chave primária não podem ser nulos. 
 aparecer na chave primária da tabela 
 
 
\u2022 Restrições de i
 
 \u2013 Integridade de chave 
 \u2013
 
 
\u25ba
 
\u2013
pertencer ao domínio desta coluna. 
 
\u2013 Ou seja, os valores de um atri
 
\u25cf GBD\u2019s mais recentes, o u
d
 
 
\u25ba Integridade da chave 
 
\u2013
duplicadas em uma relação) e não vazio. 
 
\u2013 Ou seja, não podem existir em uma tabela, duas linhas com o mesmo valor de chave primária. 
 
\u25ba
 
\u2013 Controla quais colunas d
 
\u2013 Ou seja, especifica se o valor de um campo pode ser nulo. 
 \u2022 Campo Obrigatório 
 
 
\u2013
 
 
\u25ba Integridade referencial 
 
\u2013 Especifica que os valores de uma chave estrangeira devem
referenciada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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es de integridade básicas são garantidas automaticamente por um SGBD relacional.