ME - Experimentos_geral
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DisciplinaLab. de Materiais Elétricos para Eng. Elétrica5 materiais28 seguidores
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na mesma, tais como 
tipo de núcleo e número de espiras, influenciam diretamente na reatância indutiva da bobina e, conseqüentemente, nos 
valores de corrente e defasamento angular entre a tensão da fonte e as correntes do circuito. 
 
 3.0) MATERIAL UTILIZADO 
 
Para esta prática serão utilizados os seguintes materiais: multímetros (02); resistor de 100\u2126/10W; dispositivo 
bimetálico; fonte CC 0-30 V (01); transformador de múltiplos taps de saída; bobina de núcleo cambiável 600/1200 
espiras e núcleo ferromagnético em I e U; osciloscópio (01); lâmpada incandescente (tipo pingo d'agua) de tensão 
nominal 18 V; fios metálicos diversos (cobre, constantan, nicromo e aço); fósforo ou isqueiro; fios de ligação. 
 
 4.0) PROCEDIMENTOS 
 
PARTE 1: Esta parte visa medir a tensão gerada por um par termoelétrico dado e identificar a polaridade do par. 
4.1) Para cada par termoelétrico fornecido, conecte as extremidades soltas do mesmo ao voltímetro e, a seguir, aqueça 
por uns instantes (até chegar ao rubro) com um fósforo ou isqueiro a extremidade emendada, anotando o máximo 
valor da tensão medida na Tab. 1 dada abaixo. A seguir, identifique qual a perna positiva (perna +) e a perna 
negativa (perna -) do par termoelétrico e anote na Tab. 1. 
 
Par termoelétrico ddp (mV ) perna + perna \u2013 
cobre - cobre 
cobre - constantan 
constantan - nicromo 
nicromo - aço 
aço - cobre 
cobre - nicromo 
Tab. 1 
 
PARTE 2: Esta parte tem como objetivo estudar um circuito simples com dispositivo bimetálico como sensor de 
temperatura (princípio do termorelé). 
4.2) Monte o circuito da Fig. 1, ajustando a fonte CC para fornecer 18 V e o contato 
elétrico solto do circuito (parafuso) bem próximo da perna metálica. A seguir, 
aqueça com uma vela ou isqueiro a parte da peça referente ao bimetal até que seja 
estabelecido o contato elétrico e a lâmpada se acender. Observe o tempo decorrido 
do início do aquecimento ao acendimento da lâmpada (fechamento do contato). 
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS 
ESCOLA DE ENEGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO 
EXPERIMENTO 3 Termopar, bimetal e reatância indutiva 
4.3) Espere a peça bimetálica esfriar (voltar à disposição para a temperatura ambiente). Ajuste, então, o contato solto 
do circuito um pouco mais longe da perna metálica, aqueça novamente a parte da peça referente ao bimetal até 
que seja fechado o contato elétrico e a lâmpada se acender, observando novamente o tempo decorrido do início 
do aquecimento ao acendimento da lâmpada. 
 
PARTE 3: Esta parte visa o estudo de um circuito AC para verificar o comportamento da reatância indutiva. 
4.4) Monte o circuito da Fig. 2 dada abaixo, ajustando a fonte de tensão de entrada vS para fornecer 1,6 V de pico e a 
bobina para 600 espiras e núcleo de ar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.5) Meça, então, a corrente no circuito e anote o resultado na Tab. 2. 
4.6) A seguir, introduza na bobina o núcleo ferromagnético no formato O (núcleos I + U), meça novamente a corrente 
no circuito e anote o resultado na Tab. 2. 
4.7) Ajuste agora a bobina para 1200 espiras e núcleo novamente de ar. 
4.8) A seguir, meça a corrente no circuito, anotando o resultado na Tab. 2, e desenhe na grade dada as formas de onda 
da tensão de entrada vS e da tensão no resistor de 100 \u2126. 
4.9) Introduza agora na bobina o núcleo ferromagnético no formato O. Meça a corrente no circuito, anotando o 
resultado na Tab. 2, e desenhe na grade dada apenas a forma de onda da tensão no resistor de 100 \u2126. 
 
 5.0) QUESTÕES 
 
5.1) Com relação à Parte 2, explique que aplicação prática teria o ajuste da distância entre o contato solto (parafuso) e 
a perna da peça metálica. 
R: 
 
 
5.2) Com base na Tab. 2, explique se estão coerentes as mudanças ocorridas no valor da corrente no circuito, quando 
o núcleo era alterado de ar para ferromagnético em O. 
R: 
 
 
5.3) Com base na Tab. 2, explique se estão coerentes as mudanças ocorridas no valor da corrente no circuito, quando 
o número de espiras da bobina era alterado de 600 para 1200 espiras. 
R: 
 
 
5.4) Observando as formas de onda de tensões obtidas na Parte 3, explique qual a causa do defasamento angular entre 
a tensão de entrada vS e a tensão no resistor de 100 \u2126, 
 R: 
 
 
 
5.5) Com base os dados obtidos na Tab. 2, calcule o valor da indutância da bobina para 1200 espiras e núcleo 
ferromagnético em O. Compare o resultado com o valor medido na Parte 2 do Experimento 2. 
R: 
volts/div = _______ 
 ms/div = _______ 
1200 esp. 
 600 esp. 1200 esp. 
Núcleo I (mA) I (mA) 
ar 
 
Tab. 2 
 
vS 
A 
100 \u2126 
10 W 
600/1200 
espiras 
Fig. 2 
canal 2 do 
osciloscópio 
canal 1 do 
osciloscópio 
canal refer. do 
osciloscópio 
 
 
 
 
LABORATÓRIO DE MATERIAIS ELÉTRICOS 
 
 EXPERIMENTO 4: CARACTERÍSTICA TENSÃO-CORRENTE DO DIODO DE JUNÇÃO 
PN E CIRCUITOS RETIFICADORES COM DIODOS 
 
 1.0) OBJETIVOS 
 
Esta prática de laboratório tem como objetivos estudar o comportamento em polarização direta e reversa de 
diodos de junção PN comum e visualizar o comportamento dos circuitos retificadores de meia onda e onda completa. 
 
 2.0) RESUMO TEÓRICO 
 
Diodos (símbolo esquemático, Fig. 1-a) são dispositivos eletrônicos cujo comportamento 
de sua corrente ID em função da ddp VD (VD = VAK = VA \u2013 VK) aplicada aos seus terminais 
(característica tensão-corrente ou V-I) é mostrado na Fig. 1-b. Por esta figura observa-se, então, 
que o diodo possui uma característica retificadora, isto é, quando em polarização direta (ou seja, 
quando VA > VK) e a partir de uma certa tensão de limiar V\u3b3 (VD > V\u3b3), o diodo conduz 
facilmente correntes utilizáveis e de forma exponencial, e, quando em corte e em polarização 
reversa (isto é, quando VD \u2264 V\u3b3 e quando VA \u2264 VK) praticamente não conduz corrente. Logo, o 
diodo de junção comporta-se como uma chave liga-desliga. 
Circuitos retificadores são aqueles que convertem sinais de tensão AC, que geralmente se 
dispõe, em um sinal de tensão DC, que a maioria dos circuitos eletrônicos requer. Os tipos mais 
comuns empregam diodos e são classificados como os de meia onda e os de onda completa. 
 
 3.0) MATERIAL UTILIZADO 
 
Para esta prática serão utilizados os seguintes materiais: diodos 1N4004 (06); fonte CC variável (01); fonte AC 
Bender; multímetros (02); osciloscópio duplo canal (02); resistores de 100\u2126/10W (01) e 1 k\u2126 (02); capacitores 
eletrolíticos de 50 (02) e 1000 µF (01); transformador de múltiplos taps de saída; potenciômetro de 10 k\u2126 (01); cabos 
para osciloscópio (03); fios de ligação. 
 
 4.0) PROCEDIMENTOS 
 
PARTE 1: Esta parte visa o estudo da característica tensão-corrente de um diodo de junção PN comum. 
4.1) Monte o circuito da Fig. 2 (polarização direta). Com a fonte CC, ajuste a tensão no diodo (voltímetro V), nos 
valores pedidos na tabela abaixo, meça a corrente no diodo (amperímetro A) e preencha a tabela com estes dados. 
 
VD (V) 0,0 0,3 0,5 0,55 0,60 0,65 0,70 0,75 0,80 
ID (mA) 
 
4.2) A seguir, monte o circuito da Fig. 3 (polarização reversa) e varie a ddp nos terminais do diodo entre 0 e 30 V. 
Caso seja observado uma corrente reversa, anote o seu valor para a ddp de 30 V: IR = ____________ . 
 
 
 
 
 
 
 
 
PARTE 2: Esta parte visa o estudo de um circuito retificador de meia onda. 
4.3) Monte o circuito da Fig. 4 (retificador de meia-onda), sem conectar o capacitor. Ajuste a fonte de entrada vS para 
fornecer 4 V de pico. A seguir, meça no osciloscópio o período da tensão de entrada vS : T = ___________ ms. 
4.4) Ajuste convenientemente a varredura de tempo do osciloscópio e meça ângulo de condução do circuito: 
\u3c6i = ___________ ms 
V\u3b3 
VD 
ID 
Fig. 1 
pol. 
reversa 
pol. 
direta (b) 
(a) A K VA VK 
VD 
ID 
100 \u2126 
10W A 
 
K 
D V V 
100 \u2126 
10W 
D 
V V 
A 
K 
 
A 
Fig. 3 Fig. 2 
A 
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ESCOLA DE ENEGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO