DJi - Direito (s)
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- Índice Fundamental do Direito
Legislação - Jurisprudência - Modelos - Questionários - Grades
Direito (s) - Deveres
 Reto, correto, bem procedido; estudo das leis; ciência social e jurídica.
Constitucional
- adquirido; proteção: Art. 5º, XXXVI, CF
- competência para legislar sobre: Art. 22, I, CF
- informação aos presos de seus: Art. 5º, LXIII, CF
- lesão ou ameaça de: Art. 5º, XXXV, CF
- suspensão ou interdição: Art. 5º, XLVI, "e", CF
Disposições transitórias - CF
- servidores públicos inativos; revisão dos: Art. 20, ADCT - CF
Civil
- observar também: Leis
- a alimentos: Arts. 1.694 a 1.710, CC
- adquirido por terceiro, quando revogada a doação por ingratidão: Art. 563, CC
- à imagem da pessoa: Art. 20, CC
- à imagem de morto ou ausente; legitimidade para requerer proteção: Art. 20, Parágrafo único, CC
- à inviolabilidade da vida privada: Art. 21, CC
- ao nome: Art. 16, CC
- à sucessão aberta; coisa imóvel: Art. 80, II, CC
- da personalidade da pessoa jurídica: Art. 52, CC
- da personalidade da pessoa natural: Arts. 11 a 21, CC
- das coisas: Direito das Coisas
- das obrigações: Direito das Obrigações
- das sucessões: Direito das Sucessões
- de acrescer entre herdeiros e legatários: Arts. 1.941 a 1.946, CC
- de acrescer, na constituição de renda: Art. 812, CC
- de acrescer, na renúncia de herança: Art. 1.810, CC
- de acrescer, no usufruto: Arts. 1.411 e 1.946, CC
- de construir: Arts. 1.299 a 1.313, CC
- de empresa: Direito de Empresa
- de família: Direito de Família
- de passagem pelo prédio contíguo: Art. 1.285, CC
- de propriedade: Art. 1.228, CC
- de representação, na sucessão: Arts. 1.851 a 1856, CC
- de retenção da coisa depositada: Art. 644, CC
- de retenção, do credor anticrético: Art. 1.423, CC
- de retenção, do credor pignoratício: Art. 1.433, II, CC
- de retenção, do locatário: Arts. 571, Parágrafo único e 578, CC
- de retenção do pagamento: Art. 319, CC
- de retenção; na compra e venda: Arts. 491 e 495, CC
- de retenção; na gestão de negócios: Art. 869, CC
- de retenção por benfeitorias necessárias e úteis: Art. 1.219, CC
- de retenção sobre o objeto do mandato: Art. 681, CC
- de superfície: Direito de Superfície
- de tapagem: Art. 1.297, CC
- de vizinhança: Direitos de Vizinhança
- do credor, na cessão de crédito: Arts. 286 a 298, CC
- do credor, nas dívidas com garantia real: Penhor, Hipoteca e Anticrese
- do depositário: Art. 644, CC
- do mandatário: Art. 681, CC
- do possuidor: Art. 1.210, 1.219 e 1.220, CC
- do promitente comprador: Direito do Promitente Comprador
- do proprietário: Art. 1.228, CC
- dos condôminos: Arts. 1.314 a 1.322, CC
- dos cônjuges: Arts. 1.642 e 1.643, CC
- dos nubentes; quanto aos bens: Art. 1.639, CC
- do titular da habitação: Arts. 1.414 a 1.416, CC
- do usuário: Arts. 1.412 e 1.413, CC
- do usufrutuário: Arts. 1.394 a 1.399, CC
- reais: Art. 1.225 e seguintes, CC
- reais de garantia: Art. 1.419 e seguintes, CC
- reais sobre coisas móveis; como se adquirem: Art. 1.226, CC
- reais sobre imóveis; como se adquirem: Art. 1.227, CC
- reais sobre imóveis; escritura pública esssencial ao negócio jurídico: Art. 108, CC
- regressivo; contra terceiro culpado: Arts. 930, Parágrafo único e 934, CC
- regressivo do condômino: Art. 1.318, CC
- regressivo, do devedor solidário que satisfaz a dívida por inteiro: Art. 283, CC
- regressivo do fiador: Art. 831, CC
- regressivo, no pagamento com sub-rogação: Arts. 346 a 351, CC
Processo Civil
- prova do direito municipal, estadual, estrangeiro ou consuetudinário: Art. 337, CPC
Penal
- frustração de direito assegurado por lei trabalhista: Art. 203, CP
- perda ou suspenção; decisão e desobediência: Art. 359, CP
 É o conjunto de normas sociais obrigatórias, para assegurar o equilíbrio das funções do organismo
social.
 É o conjunto de normas e princípios que regulam a vida em sociedade.
 É o conjunto de regras de conduta coativamente impostas pelo Estado, ou princípios de conduta
social, tendentes a realizar a justiça.
 A palavra direito é plurívoco-analógica, isto é, apresenta uma pluralidade de sentidos análogos. Em
princípio, as palavras podem ser: unívocas e plurívocas. As palavras unívocas guardam apenas um
significado, como a própria denominação o revela. Exemplos de palavras unívocas: Deus, fogo. As
plurívocas, entretanto, podem ser equívocas e analógicas. Isto significa que elas podem apresentar, às
vezes, uma infinidade de significados equívocos, isto é, que não condizem uns com os outros, embora
aparentemente análogos, ou então, análogos propriamente ditos, quando determinados vocábulos
guardam analogia, semelhança entre si.
 Vejamos os seguintes exemplos: a palavra cravo apresenta inúmeros significados. Será que tais
significados são análogos? Será que a palavra cravo que designa uma flor apresenta um significado
análogo à palavra cravo que designa um instrumento musical, uma espécie de prego ou uma afecção da
cútis? É claro que não. Tais acepções não são análogas, não são semelhantes; são, isto sim, equívocas,
diversas.
 Suponhamos, agora, a palavra direito. A palavra direito provém do latim directu, que suplantou a
expressão jus, do latim clássico, por ser mais expressiva. Em Roma havia o jus e o fas. O jus é o
conjunto de normas formuladas pelos homens, destinadas a dar ordem à vida em sociedade; fas é o
conjunto de normas de origem divina, religiosa, que regeriam as relações entre os homens e as
divindades. Nos primórdios da História de Roma o fas imperava, sua aplicação cabia aos pontífices,
ministros supremos da religião. Os pontífices guardavam em segredo os princípios jurídicos que deveriam
ordenar as ações humanas. Daí, a palabra sanção, de sancionar, santificar, isto é, os sacerdotes
santificavam a lei. A secularização do direito operou-se no ano 254 a.C., por iniciativa do plebeu Tibério
Coruncânio. A palavra jus é utilizada pelo romano em dois sentidos: objetivo e subjetivo. Em sentido
objetivo (jus norma agendi) quando se refere ao jus civile, ao jus gentium etc.; em sentido subjetivo (jus
facultas agendi) quando se refere ao jus fruendi, jus vendendi (direito subjetivo). O jurisconsulto Celso
definiu o jus da seguinte maneira: jus est ars boni et aequi, para uns, a palavra ars seria sistema, para
outras, seria arte ou ciência.
 A palavra direito penetrou no vocábulo das nações por via latina, originando-se de um primitivo radical
indo-europeu (rj) em substituição ao latino clássico jus, como vimos. O radical (rj) significa guiar,
conduzir, dirigir, e encontra-se nas línguas célticas, germânicas e latinas, onde são registradas em
expressões: raiths (gótico); rhait (címbrio); ret (escandinavo); rect e reacht (irlandês antigo e moderno);
recht (alemão); right (inglês); nas línguas neolatinas, por intermédio do acusativo directum, se mostram:
direito (português); derecho (espanhol); diritto (italiano); dreptu (romeno); droit (francês); drech
(provençal). Note-se em todas essas palavras o semantema rj, que significa conduzir, guiar.
 Que é semantema? Semantema é o radical que encerra o significado de uma palavra. Porventura, a
palavra Estado não contém um semantema st que significa perdurar, permanecer, ficar? Tal semantema
revela, então, a idéia de permanência em qualquer sociedade, especialmente o ESTADO.
 A palavra direito significaria remotamente, portanto, guiar, conduzir. Entretanto, se a etimologia da
palavra parece ser a que foi exposta, as acepções da palavra direito variam grandemente. A palavra
direito apresenta acepções várias, embora análogas. O direito só pode ser definido à luz de cada uma das
acepções do vocábulo. O conceito de direito é amplo, e quanto maior for a extensão de um conceito,
menor será sua compreensão. A palavra direito, então, é uma palavra plurívoco-analógica. Tem uma
pluralidade de conceitos análogos, não unívocos.
 Eis algumas significações da palavra direito: 1. Direito objetivo: o Direito brasileiro pune o duelo. 2.
Direito subjetivo: a cada direito corresponde