CONTABILIDADE GERENCIAL II

CONTABILIDADE GERENCIAL II


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de valores.
Centros de Responsabilidade 
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Centro
de
P&D
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Centros de Responsabilidades
Centros de responsabilidade é usado para indicar qualquer unidade organizacional que é dirigida por um gerente responsável.
Todas as unidades (centros de responsabilidade) consomem inputs (entradas) e produzem outputs (saídas), sejam bens ou serviços.
As unidades diferem umas das outras pela facilidade com que os outputs podem ser medidos e nas regras de controle aplicadas sobre como estes inputs são adquiridos.
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Centros de Responsabilidades
Estas características ensejam a classificação dos Centros de Responsabilidade em quatro tipos:
Centro de custo (ou gasto);
Centro de receita;
Centro de resultado; e
Centro de investimento. 
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Centro de Custo Padrão
É aquele que têm as seguintes características básicas:
Entradas são medidas em termos monetários.
As saídas são medidas em termos físicos.
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Centro de Custo Padrão
Custo-padrão o montante que se espera incorrer na produção de um item, num período futuro.
Tipos:
Teórico 
Histórico
Atingível
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Finalidades de se estabelecer um custo-padrão:
Análise de custos;
Permitir comparação do esperado (ou orçado) com o real (ou efetivo);
Identificação das causas das variações
Sanar as deficiências, propondo medidas corretivas;
Mensurar desempenho dos responsáveis;
Rever o orçamento;
Determinar preço de transferência; 
Estimar o preço de venda ou, pelo menos, avaliar se o preço praticado no mercado é suficiente para recuperar o custo (padrão) e remunerar adequadamente o capital aplicado.
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Premissas de Controle
O processo orçamentário invariavelmente envolve a definição de premissas e de indicadores de desempenho.
Afinal, ao se projetar o desempenho, o gestor estima o comportamento de variáveis internas à empresa (endógenas) e variáveis externas à empresa (exógenas). 
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Estudo das variáveis
As variáveis endógenas são passíveis de controle pelos gestores dos centros de responsabilidade.
As variáveis exógenas são aquelas não controláveis pelos gestores dos centros de responsabilidade.
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Estudo das variáveis
Estabelecidos os indicadores, pelos gerentes isoladamente ou com a participação de subordinados (orçamento participativo) passam a definir quais os níveis de desempenho serão objetivados, ou seja, passam a estabelecer/negociar metas. 
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Estudo das variáveis
Na definição do Custo-Padrão, há de se definir premissas relacionadas a:
Quantidade de matéria-prima
Custo da matéria-prima
Quantidade de mão-de-obra (horas-homem)
Custo da mão-de-obra
Gastos gerais de fabricação variáveis
Quantidade de horas-máquina
Produtividade das horas-máquina
Gastos gerais de fabricação fixos
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Avaliação do Centro de Custo Padrão
O custo-padrão é evidenciado de forma analítica.
Ao comparar o custo-padrão com o efetivamente incorrido, é viável analisar as variações de cada uma dessas parcelas:
Análise das variações de Matéria Prima;
Análise das variações de Mão de obra direta;
Análise das variações de Gastos Gerais de Fabricação.
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Análise da variação de Matéria Prima
A análise das variações de matéria-prima deve ser calculada não só para cada produto, mas para cada matéria-prima consumida na fabricação desse produto.
quantidade = (quantidade padrão \u2013 quantidade real) x preço padrão
preço = (preço padrão \u2013 preço real) x quantidade padrão
mista = (quantidade padrão \u2013 quantidade real) x (preço padrão \u2013 preço real)
preço = (preço padrão \u2013 preço real) x quantidade real
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Análise da variação de Mão de Obra Direta
A análise das variações da mão-de-obra direta (MOD) segue a mesma lógica da análise das variações da matéria-prima. 
eficiência = (horas padrão \u2013 horas real) x taxa padrão
taxa = (taxa padrão \u2013 taxa real) x horas padrão
mista = (horas padrão \u2013 horas real) x (taxa padrão \u2013 taxa real)
taxa = (taxa padrão \u2013 taxa real) x horas real
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Análise da variação dos Gastos Gerais de Fabricação
A análise das variações dos gastos gerais de fabricação (GGF) é substancialmente diferente das variações de matéria-prima e de mão-de-obra.
Os custos com matéria-prima e com mão-de-obra direta são estudados normalmente como custos diretos e variáveis.
Os gastos gerais de fabricação podem ser tanto fixos como variáveis e quando são assim denominados (gastos gerais de fabricação) normalmente são indiretos. 
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Análise da variação dos Gastos Gerais de Fabricação
 Analisaremos as variações de GGF em três tipos:
Variação de volume \u2013 Evidencia o impacto causado pela variação do volume produzido em determinado período. 
Nesse aspecto, o seu cálculo considera a diferença entre os gastos gerais de fabricação aplicados ao nível real de produção e os gastos gerais de fabricação ajustados ao nível real de produção.
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Análise da variação dos Gastos Gerais de Fabricação
Variação de produtividade \u2013 Evidencia o impacto causado pela variação do uso dos meios de produção.
Portanto, trabalha com a diferença entre os gastos gerais de fabricação ajustados ao nível real de produção e os gastos gerais de fabricação ajustado ao nível real de produtividade.
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Análise da variação dos Gastos Gerais de Fabricação
Variação de custo \u2013 Evidencia todo o impacto causado pela variação de valor dos gastos gerais de fabricação, sem levar em consideração possíveis variações de produtividade nem de volume. 
Portanto, trabalha com a diferença entre os gastos gerais de fabricação ajustados ao nível real de produtividade e os gastos gerais de fabricação efetivamente incorridos pela empresa.
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Análise da variação dos Gastos Gerais de Fabricação
a) GGF padrão aplicado ao nível real de produção
			(a \u2013 b) = \uf044 volume
b) GGF padrão ajustado ao nível real de produção
			(b \u2013 c) = \uf044 produtividade
c) GGF padrão ajustado ao nível real de produtividade
			(c \u2013 d) = \uf044 custo
d) GGF real
e) Exercício
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É de extrema importância estabelecer as causas das variações!
O gestor da empresa precisa ter uma visão holística, entender toda a dinâmica empresarial e deve ir a cada departamento a fim de descobrir as causas de cada variação, para finalmente ter condições de reduzir as deficiências porventura encontradas, otimizando, assim, a utilização de recursos por parte da empresa levando-a ao melhor desempenho possível.
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Indicadores Econômicos Financeiros
Os indicadores econômicos financeiros são construídos a partir dos conceitos de inter-relação e interdependência de elementos patrimoniais do ativo, passivo e resultados.
O objetivo básico é evidenciar a posição atual da empresa, ao mesmo tempo que tentam inferir o que pode acontecer no futuro, caso aquela situação detectada pelos indicadores tenha sequência.
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Indicadores de Capacidade de Pagamento
1) Liquidez Corrente = Ativo circulante
					Passivo circulante
2) Liquidez Seca = Ativo circulante - Estoques
 				 Passivo circulante
3) Liquidez Imediata = Disponibilidades
 				 Passivo circulante
4) Liquidez Geral = Ativo circulante + Realizável LP
 				 Passivo circulante + Exigível LP
5) Endividamento = Passivo circulante + Exigível LP
 				 Patrimônio líquido
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Indicadores de Endividamento
1) Grau de endividamento = Passivo Exigível
					 Ativo total
2) Endividamento com = empréstimos e financiamentos
 Inst. Financeiras Ativo total
3) Participação Capital Próprio = PL
 				 Ativo Total
4) Garantia de Capital de terceiros = Passivo exigível
 PL
5) Cobertura das = Lucro antes das despesas financeiras
despesas financeiras Despesas financeiras
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Indicadores de Atividades
1) Prazo Médio de Recebimento = Clientes (Dupl rec) x 360 dias
 		 					 Receita Operacional Bruta
2) Prazo Médio de Pagamento = Fornecedores (Dupl pg) x 360 dias
 		 				 Compras brutas de materiais e serviços
3) Giro dos Estoques = Custos do