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Resumo completo 3- Batista

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a União, cuja competência é a justiça federal. O STF admitiu uma interpretação extensiva: quem julgara o prefeito será sempre a segunda instancia da justiça competente : Tribunal regional Eleitora, Tribunal regional federal, TJ
Não é que os prefeitos não respondam por crime de responsabilidade. Na 1079 não são citados os prefeitos porque os crimes de responsabildade que um prefeito pode praticar estão no decreto lei 201/67 nonde aha uma lista que crimes que são ditos crimes de responsabilidadae impróprios julgados pelo TJ e por crimes de responsabilidade próprios que são julgados pela camara municipal.
Há no topo do executivo sempre uma figura monocrática, quer presidente, governador ou prefeito.
substituição e sucessão 
O substututo cumpre as funções do cargo momentaneamente, por viagem do titular, por doenca
Na sucessão, o cargo ficou vago e o sucessor assumiu o cargo.
O VP é o primeiro substituto do presidente (art 80) e seu único sucessor. O s presidentes tem 4 susbtitutos: vice, deputado que preside a camara legislativa, senador que presideni senado e ministro que preside o STF
Art. 80. Em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente, ou vacância dos respectivos cargos, serão sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos Deputados, o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal.
Se os dois cargos P e VP ficam vagos no período presidencial, há que se fazer eleições (cf 81) se for no primeiro biênio, as eleições serão normais, diretas, mas se for no ultimo biênio a eleicao será INDIRETA EXCEPCIONALMENTE, COM OS ELEITOS COMPLETANDO O PERIODO PREDIDENCIAL EM AMBOS OS CASOS.
Art. 81. Vagando os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República, far-se-á eleição noventa dias depois de aberta a última vaga.
§ 1º - Ocorrendo a vacância nos últimos dois anos do período presidencial, a eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga, pelo Congresso Nacional, na forma da lei.
§ 2º - Em qualquer dos casos, os eleitos deverão completar o período de seus antecessores.
Os governadores tem só 3 susbtitutos: vice, deputado que preside a assembléia legislativa e o desembargador que preside o TJ do estado
Os prefeitos também tem 3 susbtitutos: vice, deputado que preside a camara dos vereadores e o vice-presidente da camara.
DF: 3 susbtitutos: vice-governador do DF, deputado distrital que preside a camara legislativa e o vice-presidente da camara legislativa
VER Art 22 , XVII DA CF – há um judiciário do DF mas ele é criado pela União e não teria sentido a união intervir o território.
17/10 aula do Pedro
Auxiliares do Chefe do Poder Executivo
(Ministros de Estado, Secretários de Estado, assim como Secretários no Âmbito no DF)
Art. 84, I, II
→ compete ao presidente nomear e exonerar ministros de Estado
	→ indica as competências do Presidente
	→ na sua essência, o Art. 84 tenta passar tbm o que é ser chefe do poder executivo
	→ princípio do paralelismo
Essa liberdade que a norma oferece, a política tende a restringir: nomeia certo secretário para que o governo se dê bem.
Essa liberdade não é tanto assim:
pra que um prefeito nomeie um ministro é pq existe um ministério.
Art. 61, CF
→ alguns projetos de lei são de iniciativa do presidente.
§ 1º
O presidente, assim como um governador ou um prefeito, nomeia ministros para um ministério criado por lei, mas que foi aprovado pelo legislativo.
	Freios e contrapesos → aqui o Legislativo cumpre o papel de controlador do Executivo.
Depois que um ministro é nomeado, presidente pode livremente exonerar.
Art. 84 fala o que é ser presidente,
o Art. 87 fala em ministros de estado, o que na verdade tbm vale para secretários.
Art. 87, par. ún.
→ Ministro como assessor do Presidente fará o mesmo que um Secretário como assessor de um Governador ou Prefeito.
Art. 87, par. ún., I → referenda ministerial
o Ministro que referendará o ato é(são) escolhido(s) em razão da matéria.
Ex: Se for em relação à polícia federal, será o Ministro da Justiça Federal.
Se um certo ato nada tem a ver com a pasta da justiça, nada tem a ver o ministro que a pasta não é alterada por aquele ato.
Todo Ato do Presidente da República no Diário Oficial da União será referendado por pelo menos um Ministro. Atos em geral do Presidente passarão pela referenda presidencial.
Vale a mesma coisa pro âmbito estadual ou municipal: variando o tema tratado, variará o(s) secretário(s) que assinarão o ato.
E se um certo ato do Presidente vem desacompanhado de qualquer assinatura de Ministro?
Será que violaria o Art. 87, par. ún., I ? Ou seja, o ato seria inconstitucional?
Ele reconhece que a literalidade do Artigo tem fôlego pra isso, mas será explicado porque a falta de referenda não contamina o ato e por não alterar qual o papel que ela cumpre:
Art. 84, caput → compete privativamente ao Presidente da República (e só. Dá a ideia de que o ato vale sem a referenda)
Art. 84, VIII → este pede um referendo e nem é do Ministro, é do Congresso Nacional.
Na doutrina prevalece a tese de que a falta da referenda não torna nulo o ato do presidente.
A referenda ministerial existe pra quê?
Presidente, quando escolhe Ministros, exige-se a transparência nessas escolhas. A referenda se explica nessa transparência.
Explicação: Vai que o Presidente da República escolheu X para cuidar do meio-ambiente.
Se o presidente da república edita um certo ato para tratar do meio ambiente colocando agrotóxico pesado no Brasil. Ministro não concorda e não referenda.
Ou vai que o presidente exonerou o Ministro e colocou outro pra referendar. Fica claro para o eleitorado que houve um conflito de ideias no âmbito do Poder Executivo. Dá transparência para saber como andam as relações do chefe do Poder Executivo e seus assessores.
A mídia pergunta: “por que o senhor não teve a referenda do Ministro?”, ao Presidente, e “Por que o senhor Ministro não deu a referenda”, ao Ministro. A mídia debaterá isso.
Quando um presidente pratica um certo ato sem a referenda do Ministro, no mínimo parece incoerente. No fundo, a referenda é muito mais pra população ter ciência.
Poder Judiciário
Diferença marcante entre o Judiciário e os dois outros Poderes: processo de acesso aos cargos.
Como se chega ao cargo de chefia do Poder Executivo? → Via eleitoral
E numa casa legislativa? → Via eleitoral
Fica mais difícil ver membro da magistratura sendo eleito pelo povo.
→ Boa parte é por êxito em concurso publico (Art. 93, I) ou quinto constitucional ou outros processos.
São processos de participação restrita.
É por isso que volta e meia se acusa a magistratura de ser um corpo elitista.
Até porque não fica por 4 anos (como os deputados) ou 8 anos (como os senadores); são cargos vitalícios
Dworkin dizia que democracia não é ditadura da maioria.
Quando um projeto de lei é aprovado maciçamente na Câmara e no Senado, que viola os direitos fundamentais de um seguimento minoritário da sociedade. Nesse aspecto, o Poder Judiciário cumpre um papel que o legitima: papel contra-minoritário.
Ex: Questão da união homo-afetivas → muitos políticos não colocavam a mão pelo peso eleitoral disso. Quem no fim das contas resolveu o problema foi o STF, que, interpretando a CF, diz que o Art. 226 fala de união entre homem e mulher, mas tem outro artigo que fala de opções de vida que eles abarcaram as opções sexuais.
Se houvesse um país onde os juízes fossem eleitos, haveria um caminho mais complicado para os seguimentos minoritários da população.
19/10
PODER JUDICIÁRIO
Para os demais poderes, o critério é eletivo, político, mas no Judiciario o critério é técnico.
Papel importante de afirmação de direitos, trabalhando o binômio universalidade x diversidade: é universal porque é para todos, mas alguns direitos fundamentais exclusivos de alguns grupos (índios, por ex).
Principio do juiz natural
 art 5º LIII - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente;
A estrutura do Judiciário é criada com base na CF, e isso faz parte do principio do juiz natural. 
Quando a lei