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kisspeptin.[1]

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com leptina pode reverter o quadro de infertilidade
Por outro lado, se a leptina for administrada em ratos imaturos ela pode levar à entrada precoce na puberdade
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O receptor de leptina não é expresso nos neurônios liberadores de GnRH no hipotálamo
40% deles está nas células que expressam mRNA de Kiss1 no Núcleo Arqueado. A expressão de mRNA de Kiss1 no Núcleo Arqueado depende do estado nutricional
Em ratos pré-púberes privados de comida por 72hs a expressão de mRNA de Kiss1 é reduzida
Já em ratos pré-púberes em crônica desnutrição a administração diária de Kisspeptins recupera o puberade atrasada e aumenta os níves plasmáticos de LH, FSH e Estrogênio
O Núcleo Arqueado contem subpopulações de neurônios responsivos a Leptina, subpopulações que expressam NPY (neuropeptídeo orexinérigico) e outras que expressam α-MSH (peptídeo anorexinérigoco derivado de pro-opiomelano-cortina POMC)
Administração de agonista de α-MSH aumenta mRNA de Kiss1 na Área Pré-Optica e aumenta LH no plasma
A reprodução é um processo com alta demanda energética, portanto durante a privação de alimentação há downregulation do eixo HPG, com a finalidade de ser armazenar energia.
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Kisspeptins podem oferecer um novo tipo de tratamento para problemas de fertilidade?
A infertilidade acomete 1 em cada 6 casais no Reino Unido
As terapias hormonais e cirúrgicas empregadas atualmente tem efeitos colaterais e taxas de fracasso significantes
A infusão de Kisspeptins resulta, de fato, no aumento plasmático de LH, FSH e Testosterona
Não foram verificados efeitos colaterais como mudanças na freqüência cardíaca e na pressão sangüínea, apesar dos efeitos vasoconstritores das Kispeptins in vitro
Quando administrada duas vezes ao dia em mulheres inférteis com amenorréia hipotalâmica funcional, Kisspeptins estimulam eficientemente o aumento plasmático das gonadotrofinas
Esse efeito é mais forte na administração duas vezes por semana resultando em uma resposta sustentada dos gonadotrofos à Kisspeptins
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As terapias com Kisspeptins devem ser consideradas, pois apresentam vantagens em relação as terapias existentes
Kisspeptins agem estimulando a liberação endógena e hipotalâmica de GnRH que, por sua vez, aciona a liberação endógena e hipofisária das gonadotrofinas
A terapia com Kisspeptins estimula um padrão mais natural de liberação dos hormônios reprodutivos do que as terapias existentes
Além disso, a estimulação endógena da secreção de gonadotrofinas promovida pelas Kisspeptins parece conferir menor risco de ocorrência de Síndrome de Hiperestimulação Ovariana, normalmente associada à injeções exógenas de gonadotrofinas
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FIM