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imuno 2prova

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do que tem no citoplasma – define o desvio de luz)  Detectores criam em gráfico (DOT PLOT) Assim identifica‐se a cel q está passando!! Mas e os Ac grudados nelas? P/saber se a cel possui Ag na superfície e aí tem Acs grudados deve‐se passar p/a análise da fluorescência emitida, de que cor e com qual intensidade!! Obs: FSC e SSC detectam desvio da luz azul!!  As cores emitidas pelos Acs excitados são detectadas por outros sensores. O mais curioso é que os sensores que detectam as diferentes cores são iguais entre si, mas o que muda é que no meio do caminho dos raios há espelhos diferentes que refletem só um tipo de cor e aí esta é captada pelo detector!! (D)  Aí esses detectores tb geram gráficos. São os HISTOGRAMAS  Td cél tem uma fluorescência intrínseca, mas qd há marcação do Ac ele aumenta essa fluorescência em céls positivas!!  
USO DIAGNÓSTICO OU DE CONTROLE: paciente HIV+ precisa ser acompanhado para saber o número de céls CD4+ circulantes. Se este número cair mt deverá trocar o tratamento antiretroviral!! Para isso: 1° ‐ extrai o sangue 2° ‐ faz‐se imunofluorescência direta p/marcar linf. CD4 e CD8 3° ‐ divide‐se o sangue em 4 tubos: controle (s/Acs) Ac anti CD4 FITC (conj c/fluorescência) Ac anti CD8PE Ac anti CD8PE + Ac anti CD4 FITC 4° ‐ passa o sangue no citômetro 5° ‐ analisa o DOT PLOT e informa ao aparelho “quem é a cél” de interesse (escolhe o GATE). Isso no controle!! 6° ‐ ajusta o equipamento p/que mais na esquerda do gráfico fiquem as céls c/menor fluorescência e mais p/baixo qd tem tamanho pequeno!! 7° ‐ avaliar os gráficos gerados em cada tubo!!  Na prática: exame padrão ouro utiliza marcação: CD3 + CD4 + CD8 pq? Pq há céls que tem CD4 e não são linfócitos e que tem CD8 e tb não são! Linf T helper – CD3 + CD4 Linf T citotóxico – CD3 + CD8  CD34 – céls tronco hematopoiéticas CD39 –   Maior expressão de CD69 na memb e aí mais Ac se liga e maior é a fluorescência!  Há tb testes funcionais ... neutrófilos Geralmente produzem radicais livres oxidados que liberam p/matar microrganismos Podemos testar a geração desses radicais pelo TESTE OXIDATIVO * utiliza‐se um complexo (DHR) que qd oxidado libera luz     2) doenças malignas No DOT PLOT ...   Cél cinza – normais   Cél negra – fenótipo aberrante e em maior quantidade (marcadores indevidos)  SORTING Obs: isolar céls por uma característica específica q vc determina (tamanho, complexidade, marcador p/CD10, CD19). Dps pode ser complementada pelo DCR p/ver se há mutação no marcador!  O equipamento é constituído por um cristal bisoelétrico (transforma en. Eletrônica em cargas positivas ou negativas). Aí coloca carga nas gotículas que contém em seu interior células com a característica desejada. Depois coloca‐se a gotícula entre 2 placas carregadas para isolá‐la das outras gotículas não marcadas.   
COMPLEXO PRINCIPAL DE HISTOCOMPATIBILIDADE 
 
  Os anticorpos não são os elementos fundamentais de resposta imune. As moléculas presentes na superfície de células chamadas moléculas de classe I e de classe II é que desempenham um papel fundamental, apresentando antígenos aos linfócitos T.   CPH = Complexo Principal de Histocompatibilidade – conjunto específico de genes localizados em um dado cromossomo e cuja função não era muito bem esclarecida antigamente. Acreditava‐se que a função era diferenciar um indivíduo de outro causando rejeição de tecidos e órgãos, mas isso não seria uma função “inteligente”. Independente disso, esses genes realmente definem se haverá ou não compatibilidade entre os indivíduos e se ocorrerá rejeição além de regular outras funções de imunidade.       Compatibilidade = aceitação de transplantes       Incompatibilidade = rejeição de transplantes  
HLA:   As diferentes espécies de animais possuem CPH diferentes e próprios. O CPH dos seres humanos recebeu o nome de HLA, pois inicialmente acharam que as moléculas de complexo eram encontradas apenas na superfície de leucócitos, mas na verdade estão em várias células diferentes do organismo, até células que não são do sistema imune.  
Rejeição de Transplantes   A idéia de que os genes de HLA regulam a rejeição de transplantes vem do fato que a rejeição é rápida, em curto período de tempo (aguda), quando os indivíduos possuem HLA diferentes (incompatibilidade).   Mas se sabe que, mesmo quando HLA é idêntico entre os indivíduos, existem antígenos menores de histocompatibilidade (antígeno menor) que não  fazem parte de HLA, mas podem levar à rejeição mais lenta  e gradual de transplantes (crônica). Essa rejeição pode ser controlada e evitada por uso de imunossupressores.    
Conclusão:    ‐ Somos diferentes um dos outros em vários genes.    ‐ A principal diferença que causa rejeição é em HLA (aguda).    ‐ Mas há também antígenos menores que levam à rejeição (crônica).  
Reação Leucocitária Mista ‐ Revela muitos aspectos do sistema imune. ‐ Mistura dos soros de 2 indivíduos diferentes (contém leucócitos): gera uma ativação celular muito forte com ativação, proliferação e secreção de mediadores.  Podemos evitar que uma das populações de um dos soros responda à presença de outra e vemos apenas a resposta dessa outra ou vemos as reações de ambas, uma cotra a outra.   Para evitar confusões misturamos soros com o mesmo ABO e Rh.   Essa reação leucocitária mista é uma reação imunológica, pois tem memória (2ª vez é mais intensa) e especificidade de resposta.   Ela é uma excelente maneira de verificar a compatibilidade entre dois indivíduos quando há necessidade de transplante: quanto mais intensa a reação, maior é a chance de rejeição.   A resposta que vemos na reação leucocitária mista é uma resposta dos linfócitos T. Nenhuma outra célula do organismo responde à incompatibilidade entre HLAs. Nesse caso específico, os linfócitos T são CD4+ (Thelper), pois reagem e se proliferam contra os leucócitos do outro indivíduo. Portanto, quem responde são os linfócitos T CD4+, mas quem provoca a resposta podem ser outras células do sistema imune.  
Outras Maneiras Diferentes de Diferenciar HLA 
  
Detecção de anticorpos anti‐HLA No soro de indivíduos que recebem transfusão sangüínea de um doador com HLA diferente, vemos muitos anticorpos anti‐HLA. Obs.: para fazer transfusão se faz apenas teste de compatibilidade entre ABO e Rh, outros não.   No soro de mulheres que tiveram gestações normais e desenvolveram anticorpos contra HLA de origem paterna presentes no feto. Nem toda resposta imune leva à destruição dos tecidos. Esse evento prova isso. A mãe tem anticorpos contra HLA fetal, mas não o destrói.  Anticorpos monoclonais: Facilita a detecção de anticorpos anti‐HLA em alta quantidade. Permite a tipagem  dos antigenos de HLA, assim como também o fazem o soro de receptores  e de mulheres ex‐grávidas.  
Moléculas de Classe I   Encontradas inicialmente na superfície de leucócitos e não em hemácias.     Estão na superfície da maioria das células nucleadas do organismo. São antígenos de superfície. Produtos de HLA.   São proteínas idênticas em todas as células nucleadas do organismo, mas diferentes entre os indivíduos ‐ marcador imunológico que confere a individualidade.   São moléculas polimórficas, ou seja, há uma grande variabilidade genética nos genes que codificam essas moléculas diferente, mas todas funcionais. (outros genes polimórficos: cor de olho, cabelo, pele, ...) Obs.:há genes cuja variabilidade leva à doenças  ex.: gene da globina ‐ anemia  falciforme                   Essas moléculas de classe II funcionam como Aloantígenos (Ag de doador) para o soro de indivíduos diferentes (incompatíveis) e geram resposta imunológica. 
   
 
As moléculas de classe I de um indivíduo:    Cada pessoa normal tem pelo menos três genes diferentes em um msm cromossomo, que codificam cada um deles, uma molécula de classe I. Eles estão próximos nos cromossomos e codificam: HLA‐A, HLA‐B e HLA‐C. Como recebemos de nossos pais um cromossomo com 3 genes e de nossa mãe outro cromossomo homólogo com 3 genes para HLA, sendo a maioria dos indivíduos heterozigotos, expressamos 6 moléculas