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RISCOS ERGÔNOMICOS RESUMO - A NR 17: Trata sobre a ergonomia no trabalho e tem como objetivo proporcionar o conforto, diminuir os riscos de lesões dos profissionais e aumentar a produtividade. A ergonomia é um conceito estabelecido através da norma regulamentadora nº 17, também conhecida como NR-17, que tem como objetivo garantir certos parâmetros para a boa condição de trabalho, partindo de uma adaptação às características físicas e psicológicas dos empregados, a fim de oferecer conforto máximo, desempenho e segurança durante o expediente de trabalho. É obrigação do empregador realizar a avaliação da adaptação de seus funcionários no ambiente de trabalho e às condições impostas durante a jornada. Se torna necessário realização da análise ergonômica do trabalho, também conhecida como AET. Ela deve levar em conta as condições de trabalho oferecidas em acordo com a norma nº17. Este é um conceito extremamente importante, já que as piores e mais comuns doenças do trabalho acontecem a partir da exposição do trabalhador aos riscos ergonômicos, tais como levantamento de cargas pesadas, trabalhos realizados apenas em pé, esforço repetitivo e monotonia, sendo este último ligado ao psicológico do empregado. Todos estes fatores acabam por afetar a saúde física e mental do empregado, gerando desconforto. Isso pode ocasionar também a baixa produtividade para a empresa, sendo necessário que o empregador cuide da ergonomia de seus trabalhadores a fim de renovar e prevenir problemas de saúde nos mesmos e também manter a boa produtividade em seu negócio. INTRODUÇÃO: Riscos ergonômicos são todas as condições que afetam o bem-estar, sejam elas físicas, mentais ou organizacionais. Podem ser compreendidas como fatores que interferem nas características psicofisiológicas do profissional, provocando desconfortos e problemas de saúde. São exemplos de riscos ergonômicos: levantamento de peso, ritmo excessivo de trabalho, monotonia, repetitividade e postura inadequada. Grande parte das doenças ocupacionais se desenvolve devido aos riscos ergonômicos presentes no ambiente de trabalho. O colaborador passa muitas horas dentro da empresa e, na maioria das vezes, permanece o dia inteiro no mesmo ambiente e na mesma posição. Esse padrão, somado à repetitividade das atividades, pode se tornar um risco para o colaborador, comprometendo sua saúde física e psicológica, podendo levá-lo, inclusive, ao adoecimento. Os prejuízos decorrentes de uma doença ocupacional, ou seja, quando a pessoa adoece devido às suas atividades laborais, são grandes. Isso implica para a empresa gastos com médicos e afastamentos, além de maiores índices de absenteísmo e desmotivação da equipe. Afinal, trabalhadores com a saúde fragilizada ficam desmotivados, produzem menos e faltam com maior frequência. Portanto, é responsabilidade do empregador cuidar de seus colaboradores e oferecer condições adequadas e favoráveis para a atividade laboral. Conclusão Com a Análise Ergonômica do Trabalho (AET), é possível identificar e eliminar os riscos ergonômicos, além de proteger a saúde dos colaboradores. Além de ser uma exigência legal, a ergonomia pode ser considerada uma estratégia efetiva para o aumento de produtividade e a redução dos índices de absenteísmo, afastamentos e acidentes de trabalho. Afinal, quando os riscos são minimizados ou extintos, o colaborador tem condições adequadas e confortáveis para exercer suas atividades laborais. Assim, ele fica mais motivado, mais seguro e mais apto a produzir mais e melhor.