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BNCC

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
PEDAGOGIA
MAIK SOARES NEPOMUCENO
A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR 
E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
SÃO FRANCISCO/MG
2021
MAIK SOARES NEPOMUCENO
A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR 
E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
Trabalho de Pedagogia apresentado ao curso Pedagogia da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a disciplina de: Didática • Pensamento Científico • Funcionamento da Educação Brasileira e Políticas Públicas • Práticas Educativas em Espaços não Escolares • Psicologia da Educação e da Aprendizagem.
 
SÃO FRANCISCO/MG
2021
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO	3
DESENVOLVIMENTO	4
CONSIDERAÇÕES FINAIS...................................................................................... 17 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	18
INTRODUÇÃO
Este trabalho tem por objetivo mostrar a importância da Base nacional comum curricular (BNCC) é um documento plural, contemporâneo, e estabelece com clareza o conjunto de aprendizagens essenciais e indispensáveis a que todos os estudantes, crianças, jovens e adultos, têm direito. 
A Base Nacional Comum Curricular BNCC pôde então receber novas sugestões para seu aprimoramento, por meio das audiências públicas realizadas nas cinco regiões do País, com participação ampla da sociedade expressa o compromisso do Estado Brasileiro com a promoção de uma educação integral voltada ao acolhimento, reconhecimento e desenvolvimento pleno de todos os estudantes, com respeito às diferenças e enfrentamento à discriminação e ao preconceito. 
Assim, para cada uma das redes de ensino e das instituições escolares, este será um documento valioso tanto para adequar ou construir seus currículos como para reafirmar o compromisso de todos com a redução das desigualdades educacionais no Brasil e a promoção da equidade e da qualidade das aprendizagens dos estudantes brasileiros.
Também iremos falar sobre a importância do professor medidor visto que professor mediador é de suma importância, pois ao despertar o interesse através da mediação, interação e motivação o torna mais presente na vida dos alunos. As práticas pedagógicas e o questionamento da ação docente se faz necessário para a evolução do processo na construção do conhecimento.
DESENVOLVIMENTO 
A RELAÇÃO ENTRE A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR E AS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, de modo a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento, em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional de Educação (PNE). Este documento normativo aplica-se exclusivamente à educação escolar, tal como a define o § 1º do Artigo 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996)1, e está orientado pelos princípios éticos, políticos e estéticos que visam à formação humana integral e à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. 
A base curricular na politica educacional do MEC tem a finalidade de promover tanto o controle da aprendizagem dos estudantes como dos professores e da própria escola. A base também tem por objetivo formar estudantes com habilidades e conhecimentos considerados essenciais para o século XXI, incentivando a modernização dos recursos e das práticas pedagógicas e promovendo a atualização do corpo docente e das instituições de ensino. 
Com o foco na aprendizagem como estratégia para fomentar a qualidade da Educação Básica em todas as etapas e modalidades, referindo-se a direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento.
Compromisso com a formação e o desenvolvimento humano global (dimensões intelectual), físico, afetivo, social, ética, moral e simbólica e com a educação integral, independentemente da duração da jornada escolar as necessidades, possibilidades e interesses dos alunos e os desafios da sociedade contemporânea para formar pessoas autônomas e capazes de se servir dessas aprendizagens em suas vidas; essas competências reconhece que a “educação deve afirmar valores e estimular ações que contribuam para a transformação da sociedade, tornando-a mais humana, socialmente justa e, também, voltada para a preservação da natureza” (BRASIL, 2013), mostrando-se também alinhada à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).
O Ensino Fundamental, com nove anos de duração, é a etapa mais longa da Educação Básica, atendendo estudantes entre 6 e 14 anos há portanto, crianças e adolescentes que, ao longo desse período, passam por uma série de mudanças relacionadas a aspectos físicos, cognitivos, afetivos, sociais, emocionais, entre outros. Como já indicado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de Nove Anos (Resolução CNE/CEB nº 7/2010)28, essas mudanças impõem desafios à elaboração de currículos para essa etapa de escolarização, de modo a superar as rupturas que ocorrem na passagem não somente entre as etapas da Educação Básica, mas também entre as duas fases do Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais.
Ao valorizar as situações lúdicas de aprendizagem, aponta para a necessária articulação com as experiências vivenciadas na Educação Infantil tal articulação precisa prever tanto a progressiva sistematização dessas experiências quanto o desenvolvimento, pelos alunos, de novas formas de relação com o mundo, novas possibilidades de ler e formular hipóteses sobre os fenômenos, de testá-las, de refutá-las, de elaborar conclusões, em uma atitude ativa na construção de conhecimentos. Nesse período da vida, as crianças estão vivendo mudanças importantes em seu processo de desenvolvimento que repercutem em suas relações consigo mesmas, com os outros e com o mundo. 
O professor tem deixado de ser um mero transmissor de conhecimentos para ser mais um orientador, um estimulador de todos os processos que levam os alunos a construírem seus conceitos, valores, atitudes e habilidades que lhes permitam crescer como pessoas, como cidadãos e futuros trabalhadores, desempenhando uma influência verdadeiramente construtiva.
Através da mediação o educador deve atuar como mediador e facilitador no processo ensino-aprendizagem, contribuindo para o desenvolvimento do senso crítico, a participação e a inserção do aluno no mercado de trabalho, dando assim a oportunidade de atuarem como protagonistas na sociedade. Dessa forma o professor terá a consciência de que ensino não é transferir o conhecimento e sim possibilitar a construção do mesmo, de forma crítica e ativa na sociedade.
A formação do professor não basta estar baseada em uma formação tradicional, mas sim através da necessidade de analisar práticas pedagógicas onde perpetuem uma formação de professores que além de conceber a formação docente, forme um profissional com o perfil técnico e especialista no que faz, e capaz de agregar seus conhecimentos com a realidade. É importante despertar o perfil do professor investigador, um profissional que tenha uma postura interrogativa, e que no decorrer de sua trajetória questione sua própria atuação docente, e muitas vezes se colocando no lugar no outro, com o seguinte questionamento: “Será que estou sendo claro e objetivo?”
É importante ressaltar que esse profissional deverá ter a capacidade de desenvolver estratégias para resolução de problemas, realizar trabalhos interdisciplinares, atividades práticas e pesquisas no contexto vinculado ao campo de atuação. Portanto o professor da educação profissional deverá ir além da experiência profissional, o seu trabalho deverá envolver as diversidades, a inclusão social, a atuação em vários campos de conhecimentos, permitindo assim que seus alunos compreendam, de forma ética, crítica e reflexiva o mercado de trabalho, da tecnologia no qual pretendem atuar.
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