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Tecnica de necropsia - Exame Necroscópico

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Necropsia
• Diagnosticar lesões e estabelecer a
“causa mortis”
• Confirmar um diagnóstico clínico
• Verificar o efeito de uma terapêutica
• Recordar anatomia topográfica,
aprender patologia!
• Material para ensino
1) Identificação do animal/histórico
clínico
2) Exame externo
3) Abertura do animal: incisão mento-
pubiana, abertura das cavidades
(abdominal e torácica)
4) Retirada das vísceras em conjuntos
(1° a 6° conjunto)
5) Exame das vísceras
6) Confecção do laudo
7) Determinação da causa mortis
• Identificação do animal
• Escore Corporal:
- Caquetico, normal ou obeso
• Pele e Tecido Subcutâneo:
- Hemorragias, edemas ou inflamações
- Ectoparasitas
- Pelos (brilhantes, opacos ou
quebradiços)
- Feridas, nódulos ou suturas
- Secreções
- Linfonodos (consistência e tamanho)
• Cavidade Oral e Região ocular:
- Globo ocular
- Coloração das mucosas
- Gengiva, dentes, língua, palato
orofaringe e vestíbulo
- Corpos estranhos
1) Animal é posicionado em decúbito
dorsal
2) As patas sã o presas com fitas a
mesa
3) Feita incisão única da região
mentoniana até o púbis (incisão
mentopubiana)
4) Observar se há presença de líquido
livre, aderências, topografia visceral, se
rosa.
5) Incisionar localmente os linfonodos
mesentéricos
6) Abertura das costelas com
costotomo para exposição das vísceras
torácicas
7) Abrir saco pericárdico para
observar se há líquido ou aderência
Finalidade
Sequencia
Abertura das cavidades
Exame externo
Importante avaliar a posição 
anatômica dos órgãos, presença de 
líquidos nas cavidades e outras 
alterações
Necropsia
• Conjunto 1: Língua, faringe, tonsilas,
esôfago, laringe, traqueia, tireoides,
paratireoides, timo, pulmões e coração
• Conjunto 2: Epiploo e baço
• Conjunto 3: Intestinos – exceto
duodeno (terço inicial)
• Conjunto 4: Diafragma, fígado,
vesícula biliar, estômago, duodeno
(terço inicial) e pâncreas
• Conjunto 5: Adrenais, rins, ureteres,
bexiga, próstata, uretra, pênis,
prepúcio, bolsa escrota l, testículos,
epidídimo, ovários, útero e vagina
• Conjunto 6: Meninges, medula
espinal, cérebro e cerebelo
Cada serviço de Patologia tem sua própria
técnica de necropsia: variante de uma das
quatro técnicas básicas - de Virchow,
Ghon, M. Letulle e de Rokitansky
• Virchow: os órgãos são retirados um
a um e examinados posteriormente.
• Ghon: a evisceração se dá através de
monoblocos de órgãos
anatomicamente/ou funcionalmente
relacionados.
• M. Letulle: o conteúdo das cavidades
torácica e abdominal é retirado em um só
monobloco.
• Rokitansky: os órgãos são retirados
isoladamente após terem sido abertos e
examinados "in situ".
Retirada de conjuntos
Técnicas
Exame das visceras
O duodeno está no 4º conjunto, mesmo
com os intestinos estando no 3º, isso
porque o fígado está no 4º, e graças a
liberação de bile que ele efetua justamente
no duodeno, tem que estar o mesmo
grupo para que se avalie a normalidade
dessa via
Deve-se avaliar o aspecto, localização,
tamanho, coloração, lesões etc. de cada
órgão, especificamente e mais
detalhadamente naqueles com suspeita de
diagnostico.
Se houver algum achado, amostras
devem ser encaminhadas para que seja
feito algum tipo de exame complementar
que confirme o diagnóstico.
• Coleta de Material: análise
Microbiológica, Toxicológico,
• Biologia Molecular
• Análise Microscópica:
- Citológico/Histopatológico
• Deve conter a descrição de todos os
achados anatomopatológicos
• Descrição histopatológica
• Causa-mortis: “atria mortis”
• Moléstia principal
• Exames complementares:
toxicológico, microbiológico, biologia
molecular
Laudo necroscopico