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AVALIAÇÃO TI II - Estudos Disciplinares XII

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AVALIAÇÃO TI II 
ESTUDOS DISCIPLINARES XII 
 
 
PERGUNTA 1 
Questão 28 – Enade 2017. 
De certa forma, todas as teorias pedagógicas e educacionais são também teorias 
sobre currículo. As diferentes filosofias educacionais e as diferentes pedagogias, em 
diferentes épocas, bem antes da institucionalização do estudo do currículo como 
campo especializado, não deixaram de fazer especulações sobre o currículo, mesmo 
que não utilizassem o termo. 
Com as teorias críticas, aprendemos que o currículo é, definitivamente, um espaço de 
poder. O currículo reproduz culturalmente as estruturas sociais. O currículo transmite 
as ideologias dominantes. Foi também com as teorias críticas que, pela primeira vez, 
aprendemos que o currículo é uma construção social. O currículo é uma invenção 
como qualquer outra: o Estado, a nação, a religião, o futebol... Ele é o resultado de um 
processo histórico. 
 
SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo 
Horizonte: Autêntica, 2010 (com adaptações). 
 
Considerando as ideias apresentadas, avalie as afirmativas. 
 
I- Segundo as teorias críticas, o conhecimento científico é compreendido como 
verdadeiro, e, assim, o foco do processo pedagógico é a organização do currículo na 
escola a partir da seleção de conhecimentos a serem ensinados. 
II- As teorias críticas preceituam que os objetivos, os procedimentos e a avaliação 
sejam determinados pelas disciplinas escolares. 
III- O currículo na escola deve ser compreendido, segundo as teorias críticas, em seus 
aspectos estruturais e relacionais, ou seja, em sua relação com as estruturas 
econômicas e sociais. 
IV- Aspectos do contexto escolar, como atitudes e valores, não explicitados no 
currículo formal, são considerados relevantes pelas teorias críticas por contribuírem 
para as aprendizagens sociais. 
É correto apenas o que se afirma em: 
 
a. I e II. 
 
b. II e III. 
 
c. III e IV. 
 
d. I, II e IV. 
 
e. I, III e IV. 
 
PERGUNTA 2 
Questão 34 – Enade 2017. 
O problema a seguir foi proposto pela professora de matemática a grupos de 
estudantes de uma turma do sexto ano do Ensino Fundamental: 
 
“Ana, João, Maria e Pedro mediram o comprimento de um mesmo muro. João usou 
uma fita métrica graduada em centímetros; Pedro usou uma régua de 2 decímetros de 
comprimento, sem graduação; Maria usou uma régua de 1 metro de comprimento, 
sem graduação; e Ana usou uma ripa de madeira que ela encontrou no chão. Os 
resultados numéricos das medidas feitas, apresentados em ordem crescente, foram os 
seguintes: 6, 25, 31, 626. Qual é, aproximadamente, o comprimento da ripa de 
madeira que Ana usou para medir o muro?”. 
Após resolver o problema, cada grupo explicou, por escrito, as regras matemáticas 
que usou para elaborar a solução. A partir do trabalho realizado em cada grupo, a 
turma construiu uma formulação coletiva dessas regras, registrando isso por escrito. 
Finalmente, cada grupo comparou a resposta construída coletivamente com a 
resposta de seu próprio grupo, decidindo quais as vantagens e as desvantagens de 
cada uma dessas formulações. 
 
Com base na metodologia de resolução de problemas e no papel mediador do 
docente, avalie as afirmativas. 
I- A metodologia de resolução de problemas possibilita explorar conceitos matemáticos 
em contextos reais, mobilizar os alunos na busca de soluções e valorizar diferentes 
estratégias de resolução. 
II- O papel mediador do professor, nesse contexto específico, é o de controlar os 
resultados obtidos, valorizando acertos e corrigindo erros. 
III- A metodologia de resolução de problemas privilegia o trabalho individual do aluno, 
considerando as diferentes estratégias utilizadas na busca da resposta correta. 
IV- O professor mediador cria condições para a comunicação de estratégias utilizadas 
pelos alunos para a resolução de problemas e incentiva a discussão, valorizando o 
trabalho realizado. 
É correto apenas o que se afirma em: 
 
a. I e III. 
 
b. I e IV. 
 
c. II e IV. 
 
d. I, II e III. 
 
e. II, III e IV. 
 
PERGUNTA 3 
Leia um trecho de entrevista de Emilia Ferreiro à revista Nova Escola, em outubro de 
2006: 
 
Nova Escola: O que significa, então, estar alfabetizado hoje? 
 
Emilia Ferreiro: É poder transitar com eficiência e sem temor numa intrincada trama de 
práticas sociais ligadas à escrita. Ou seja, trata-se de produzir textos nos suportes que 
a cultura define como adequados para as diferentes práticas, interpretar textos de 
variados graus de dificuldade em virtude de propósitos igualmente variados, buscar e 
obter diversos tipos de dados em papel ou tela e também, não se pode esquecer, 
apreciar a beleza e a inteligência de um certo modo de composição, de um certo 
ordenamento peculiar das palavras que encerra a beleza da obra literária. Se algo 
parecido com isso é estar alfabetizado hoje em dia, fica claro porque tem sido tão 
difícil. Não é uma tarefa para se cumprir em um ano, mas ao longo da escolaridade. 
Quanto mais cedo começar, melhor. 
Disponível em http://revistaescola.abril.com.br/lingua-
portuguesa/alfabetizacao-inicial/momento-atual-
423395.shtml. Acesso em 31.07.2013. 
A resposta de Ferreiro mantém coerência com uma concepção de 
alfabetização que enfatiza: 
 
a. A necessidade de utilizar gêneros literários na escola para refinar o 
gosto dos alunos. 
 
b. A grande variedade dos usos sociais das práticas reais da linguagem 
escrita, para que se torne um cidadão capaz de ler e interpretar o 
mundo. 
 
c. A variedade de situações de aprendizagem escolar, em especial o uso 
das tecnologias. 
 
d. A maior dificuldade de leitura dos textos escritos por autores 
contemporâneos. 
 
e. As mudanças frequentes da cultura escrita atual devido ao uso das 
tecnologias. 
 
 
PERGUNTA 4 
Leia as asserções e responda: 
I- A sociedade está caracterizada por ameaças que não se limitam a calamidades 
naturais ou doenças epidêmicas. Os perigos existentes na sociedade contemporânea 
não são produtos exclusivos dos ‘desvios’ da natureza, mas também gerados pela 
atividade humana. Ademais, são perigos vinculados a uma decisão tomada por um 
indivíduo ou um grupo de indivíduos. 
 
AMARAL, Cláudio do Prado. Bases teóricas da ciência penal contemporânea. São 
Paulo: IBCCRIM, 2007, p. 62. 
 
Isto porque: 
 
II- Nós, educadores do Século XXI, temos que ensinar nossos alunos a trabalhar com 
a incerteza, inclusive do próprio conhecimento. Ensinar a construir uma análise crítica 
sobre o hiperconsumo, o desperdício, os danos ao meio ambiente, a pobreza cultural, 
facilitar a construção da subjetividade para que as crianças e adolescentes tenham 
estratégias e recursos para interpretar o mundo no qual vivem e sintam-se parte dele. 
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta. 
 
a. As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II é uma justificativa 
da I. 
 
b. As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II não é uma 
justificativa da I. 
 
c. A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa. 
 
d. A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira. 
 
e. As asserções I e II são proposições falsas. 
 
PERGUNTA 5 
De acordo com Gohn (2014), as práticas da educação não formal se desenvolvem 
usualmente extramuros escolares, nas organizações sociais, nos movimentos, nos 
programas de formação sobre direitos humanos, cidadania, práticas identitárias, lutas 
contra desigualdades e exclusões sociais. Elas estão no centro das atividades das 
ONGs nos programas de inclusão social, especialmente no campo das artes, 
educação e cultura. 
 
Marque V ou F nas alternativas que se referem às características da educação não 
formal. 
 
( ) Segue um currículo baseado em diretrizes ou normas dos governos federal, 
estaduais ou municipais. 
( ) Há uma estreita relação com o contexto dos participantes. 
( ) As atividades tem ênfase na prática. 
( ) Possuem uma forte influência dos participantes na definição do currículo a ser 
desenvolvido.

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