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VIROLOGIA E IMUNOLOGIA VETERINÁRIA 3

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VIROLOGIA E IMUNOLOGIA VETERINÁRIA 
 
 
 
1. A rinotraqueíte viral felina é uma doença do trato respiratório superior de felinos, 
causada pelo herpesvirus felino 1 (HVF-1), da família Herpesviridae, sendo 
responsável por 40 - 45% das infecções respiratórias felinas. Esses vírus se replicam 
tanto nas células epiteliais da conjuntiva e do trato respiratório superior quanto nos 
neurônios. A infecção neural permite ao vírus estabelecer longo estado de latência 
após a infecção primária. 
Fonte: GASKELL RM, DAWSON S, RADFORD A, THIRY E. Feline herpesvirus. Veterinary 
Research 38 (2): 337-354, 2007. 
Sobre os sintomas observados na infecção pelo herpesvírus em felinos e a latência viral, analise 
as seguintes afirmações. 
I - Os sintomas da rinotraqueíte são bem evidentes e incluem secreção nasal e ocular, espirros, 
tosse, febre, anorexia, prostração. Em alguns casos, afeta a região ocular podendo 
ocasionar conjuntivite. 
II - O vírus é eliminado após o fim dos sintomas através dos constantes espirros dos felinos 
acometidos pelo herpesvírus e não existe prevenção para a rinotraqueíte, exceto pelo 
isolamento do contato com animais doentes. 
III - Animais portadores de FIV e/ou FeLV são mais propensos a desenvolver rinotraqueíte, 
pois a queda da imunidade em determinados períodos pode favorecer a reativação viral. 
IV - A ligação do herpesvírus na porção Fab (¿antigen binding¿ = ligação com o antígeno) 
impede seu reconhecimento pelo sistema imune, por isso a infecção latente ocorre. 
V - Não é necessário vacinar um animal portador de FIV que esteja bem clinicamente, pois o 
animal irá desenvolver sintomas graves de rinotraqueíte em algum momento caso possua o 
vírus latente. 
Considera-se correto o que está presente em 
 
 I e III, apenas. 
 
I, II e IV, apenas. 
 
I, II e III, apenas. 
 
I, III, IV e V. 
 
III e IV, apenas. 
 
2. A parvovirose canina é uma doença infecciosa e contagiosa, causada por um vírus de 
tamanho extremamente pequeno, o parvovírus canino tipo 2 (CPV-2), classificado na 
família Parvoviridae. Após a entrada no organismo, o vírus inicia o período de 
incubação que varia de 7 a 14 dias. Depois deste período o vírus inicia a sua replicação, 
que inicialmente acontece nas tonsilas faríngeas, se disseminando posteriormente por 
todo o sistema linfático, circulatório e por órgãos como baço, timo, fígado, medula 
óssea e criptas intestinais. 
A capacidade de um vírus produzir doença e provocar alterações nos organismos hospedeiros 
infectados é denominada 
 
 
resistência. 
 
antigenicidade. 
 
imunogenicidade. 
 patogenicidade. 
 
infectividade 
 
 
3. Os vírus da família Picornaviridae possuem material genético composto por fita 
simples de RNA (sentido positivo), a simetria é icosaédrica e não são envelopados. 
Com base nessas informações, assinale alternativa que descreve o gênero responsável pela 
febre aftosa entre animais susceptíveis. 
 
 
Erbovirus. 
 Rhinovirus. 
 
Vesivirus. 
 Enterovirus. 
 
Cardiovirus. 
 
4. A replicação viral que ocorre no interior da célula do hospedeiro, evolui seguindo as 
etapas de adsorção, penetração, desnudamento, transcrição e tradução (síntese), 
maturação e liberação. 
Nesse sentido, avalie as afirmativas a seguir. 
I - A adsorção é a ligação de uma proteína presente na superfície da partícula viral com os 
receptores específicos da membrana celular do hospedeiro. 
II - No desnudamento o capsídeo é removido o genoma do vírus é liberado e fica exposto no 
interior de uma célula hospedeira. 
III - Na montagem e maturação as proteínas vão se agregando ao genoma, formando o 
nucleocapsídeo. 
IV - A liberação do vírus da célula sempre ocorre através da lise celular. A quantidade de vírus 
produzida no interior da célula é tão grande que a célula se rompe. 
Pode-se afirmar que: 
 
 
apenas as afirmações I e II estão corretas. 
 
apenas as afirmações II, III e IV estão corretas. 
 
apenas as afirmações II e III estão corretas. 
 
apenas a afirmação I está correta. 
 apenas as afirmações I, IIe III estão corretas. 
5. A classificação em subespécies, cepas, variantes e isolados não existe de forma 
oficial, mesmo que seja reconhecida a sua importância para o diagnóstico, para 
estudos biológicos e moleculares e também para a produção de vacinas. Existem 
algumas variações para esses termos. Aquela que representa o termo designado 
para um vírus que foi obtido por isolamento de uma determinada fonte de infecção 
ou isolado de material clínico e sobre o qual se conheça pouco. 
Marque a alternativa que apresenta a denominação correta para este vírus descrito acima. 
 
 
Variante. 
 
Cepas de referência. 
 
wild-type. 
 Isolado ou amostra. 
 
Cepa de campo

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