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1ª PARTE DA 1ª NPC – ESTUDO DIRIGIDO
Aluno: Ivens Balduino dos Santos Carneiro 
Matrícula: 1539569
Consulte o PDF do Livro “Invertebrados” de Brusca et al. (2018), capítulo 17, intitulado Lofoforados e, após uma classificação apresentada neste capítulo, leia o texto introdutório e responda:
1. Por que os lofoforados já foram interpretados como Deuterostomia e agora são interpretados como Protostomia?
R: Clivagem radial; arquicelia – tricelomado; Desenvolvimento secundário da boca.
A seguir vá para a parte que trata do Plano corpóreos dos lofoforados e responda:
2. Por que o trato digestório em forma de “U” dos lofoforados é “vantajoso”?
R: Por viverem em conchas, tubos e em compartimentos evita a autopoluição no seu envoltório e coloca o ânus mais perto das correntes de rejeição produzidas pelos cílios do lofóforo.
3. Dentre os loforados, qual grupo conserva mais características que provavelmente estavam presentes no ancestral, inclusive o formato vermiforme do corpo?
R: Phoronida 
4. Qual é a vantagem seletiva da concha dos braquiópodes?
R: Eles desenvolveram uma concha com dois valves, protegendo o corpo e o lofóforo, puxando a água para dentro da cavidade do manto para realizar o processo de suspensivoria (retirada de partículas da água para alimentação dos braquiópodes), além de diminuir o risco de predação deles.
5. Qual é a “singularidade” do lofóforo dos briozoários?
R: Ele é retrátil devido a um arranjo específico dos músculos e dos mecanismos hidráulicos. 
Agora vá para o capítulo 13, intitulado “Filo Mollusca” e responda:
1. Quais as classes existentes de Mollusca? Exemplifique seus representantes pelos seus nomes vulgares (quando possível) ou científicos:
R: Bivalvia: mariscos; Gastropoda: caracóis e lesmas; Cephalopoda: lulas e polvos; quítons (Polyplacophora), conchas dente-de-elefante ou dentálios (Scaphopoda), Neopilina e seus parentes (Monoplacophora) e as classes aplacóforas vermiformes portadoras de escleritos – Caudofoveata (ou Chaetodermomorpha) e Solenogastres (ou Neomeniomorpha). Embora os membros dessas 8 classes sejam muito diferentes em sua aparência superficial, existe um grupo de características que definem seu plano
corpóreo fundamental. Classificação resumida do filo Mollusca
CLASSE CAUDOFOVEATA. Aplacóforos caudofoveados (“vermes” espiculados).
CLASSE SOLENOGASTRES. Aplacóforos solenogastres (“vermes” espiculados).
CLASSE MONOPLACOPHORA. Monoplacóforos. Semelhantes às lapas de águas profundas.
CLASSE POLYPLACOPHORA. Quítons com 8 valvas de conchas.
CLASSE GASTROPODA. Caracóis, lesmas e lapas.
2. Cite o nome da larva exclusiva de Mollusca:
R: Larva Véliger 
3. Quais as semelhanças entre as classes Caudofoveata e Solenogastres?
R: Vermiformes, não têm tentáculo, resquícios de concha, corpo recoberto pelos escleritos e possuem nefrídios.
4. Como se dá a alimentação no Filo Mollusca? Resuma:
R: Micro e macro alimentação. A maioria dos seus músculos e seus movimentos envolvem a raspagem, alimentação pode ser herbívora, predação e suspensivoria. E a rádula é a estrutura exclusiva desse grupo
5. O que vem a ser o fenômeno de “cleptocnida” que ocorre em alguns gastrópodes nudibrânquios?
R: Alguns nematocistos da presa são ingeridos não disparados, sendo deslocados ao longo do trato digesivo do nudibrânquio e, por fim, transportados aos lobos da glândula digestiva existente nas extensões digitiformes dorsais conhecidas como ceratos; uma vez nos ceratos, os nematocistos são armazenados em estruturas conhecidas como cnidossacos e provavelmente ajudam o nudibrânquio a se defender dos predadores.
A descarga também poderia ser controlada pelo nudibrânquio hospedeiro, talvez como forma de pressão exercida pelas fibras musculares circulares existentes ao redor de cada cnidossaco.
6. Quais são as sinapomorfias marcantes que diferenciam os Mollusca do seu provável grupo-irmão Annelida e da maioria dos espirálios?
R: A redução do celoma, a conversão do sistema circulatório fechado em um sistema hemocélico aberto, a elaboração da parede corporal em um manto e a rádula é singular dos moluscos.
Agora vá para o capítulo 14, intitulado “Filo Annelida” e responda:
1. O que vem a ser a chamada “homologia seriada” que nos anelídeos resulta em “metamerismo”?
R: É um tipo de condição na qual a cabeça é seguida por um corpo segmentado, com estruturas que normalmente vão se repetir. A homologia seriada tem que ver com estruturas com a mesma ontogenia num indivíduo. Nos anelídeos, essa repetição de estruturas homólogas é denominada metamerismo.
2. Como as minhocas enfrentam o problema de perfurar o solo?
R: Ingerindo o caminho à frente do solo compactado, ou empurrando o sedimento para o lado nos solos mais moles. Por vezes os clitelados revestem as galerias com muco para evitar que elas entrem em colapso.
3. O “verme-de-pompeia” Alvinella pompejana é um poliqueta vermiforme extremófilo, encontrado em águas profundas, especificamente em fontes hidrotermais do Oceano Pacífico. Foram descobertos no início da década de 1980 ao largo das Ilhas Galápagos, por pesquisadores franceses (https://pt.wikipedia.org/wiki/Alvinella_pompejana ). Como vive essa espécie e com qual outra espécie de anelídeo ela faz simbiose? 
R: Vivem em edifícios hidrotermais ativos em aberturas profundas no oceano pacifico oriental. Nesse ambiente esses animais constroem vários tubos brancos onde eles vivem, são considerados metazoários mais termotolerantes descritos. O seu habitat é muito extremo, com altas temperaturas e através da simbiose com microorganismos, bactérias, esses organismos conseguem sobreviver a esse ambiente extremo. A. pompejana é caracterizada por uma densa e específica microflora epibiótica associada ao seu tegumento dorsal. Embora estudos de microscopia eletrônica dos epibiontes do verme sugiram que eles são altamente diversos, dois tipos de bactérias, uma forma de empacotado e uma forma em forma de vara, parecem predominar. Foi sugerido que os simbiontes podem fornecer uma fonte de alimento para o verme, desintoxicam o ambiente em que estes animais vivem e possivelmente fornecem isolamento térmico.
4. Como está configurado do gânglio cerebral dos anelídeos e como se dá a sua inervação?
R: O gânglio cerebral dos anelídeos geralmente é bilobado e está localizado dentro do prostômio. Um ou dois pares de conectivos circum-entéricos estendem-se do gânglio cerebral ao redor do intestino anterior e unem-se em posição ventral ao gânglio subentérico. Em geral, um par de cordões nervosos longitudinais origina-se do gânglio subentérico e estende-se ao longo do comprimento do corpo, e esses dois troncos separados dentro do cordão ventral são tradicionalmente considerados condição primitiva. Os gânglios estão arranjados ao longo desses cordões nervosos – um par em cada segmento – e estão conectados por comissuras transversais. A partir de cada gânglio, os nervos laterais estendem-se à parede corporal e cada um tem o chamado gânglio pedal. Essa configuração dupla dos cordões nervosos é comum em determinados grupos de anelídeos, inclusive sabelídeos e serpulídeos, embora eles sejam anelídeos derivados de níveis superiores. Curiosamente, nos anfinomídeos, que estão localizados perto da base da árvore dos anelídeos, existem quatro cordões de nervos longitudinais – um par medial e um par lateral, esse último interligando os gânglios pedais. Do mesmo modo, embora talvez não sejam homólogos, cordões longitudinais laterais estão presentes em alguns outros táxons dos anelídeos, que são considerados relativamente derivados. Em geral, o prosencéfalo inerva os palpos prostomiais; o mesencéfalo inerva olhos e antenas ou tentáculos prostomiais; e o telencéfalo inerva os órgãos quimiossensoriais nucais. Os conectivos circum-entéricos originam-se do prosencéfalo e do mesencéfalo. O mesencéfalo também origina um complexo de nervos estomatogástricos motores associados ao intestino anterior, especialmente à operação da probóscide ou da faringe. Os conectivos circum-entéricos frequentemente têm gânglios, a partir dos quais seestendem nervos aos cirros peristomiais; alternativamente, esses apêndices são inervados por nervos originados do gânglio subentérico. O gânglio subentérico parece exercer controle excitatório sobre os cordões de nervos ventrais e os gânglios segmentares. Os nervos que se originam dos gânglios segmentares inervam a musculatura da parede do corpo, os parapódios (via gânglios pedais) e o trato digestivo. O cordão nervoso ventral e, algumas vezes, os nervos laterais da maioria dos anelídeos contêm alguns neurônios extremamente longos – ou fibras gigantes – de grande diâmetro; esses neurônios facilitam uma condução rápida e direta de impulsos, ou seja, sem passar pelos gânglios. As fibras gigantes aparentemente estão ausentes em alguns anelídeos (p. ex., silídeos), mas são bem-desenvolvidas nos tubícolas, como sabelídeos e serpulídeos, permitindo a contração rápida do corpo e sua retração para dentro do tubo. O sistema nervoso central dos clitelados consiste nos componentes habituais dos anelídeos: um gânglio cerebral supraentérico interligado a um cordão nervoso ventral ganglionar pelos conectivos circum-entéricos e um gânglio subentérico . Com a redução do tamanho da cabeça, especialmente do prostômio, o gânglio cerebral ocupa uma posição mais posterior que nos outros anelídeos, geralmente situado em posição bem posterior nas proximidades do terceiro segmento corporal. Nos clitelados, os cordões nervosos ventrais pareados quase sempre estão fundidos em um único trato, que geralmente contém algumas fibras gigantes, especialmente nas sanguessugas.
5. O que é a “epitoquia” de anelídeos poliquetas?
R: Esse fenômeno consiste na formação de um verme sexualmente reprodutivo conhecido como indivíduo epítoco. Os epítocos podem originar-se de animais não reprodutivos (átocas) pela transformação de um indivíduo (como ocorre nos nereídeos), ou pela produção assexuada de novos epítocos (p. ex., nos silídeos).
A dispersão reprodutiva dos epítocos está relacionada com a periodicidade lunar. Essa atividade não apenas assegura uma fertilização bem-sucedida, como também estabelece que os embriões em desenvolvimento fiquem em um hábitat planctônico propício às larvas. Talvez os mais famosos dos vermes epítocos sejam os eunicídeos do gênero Palola, conhecidos comumente como vermes Palolo com base no termo do idioma samoano para esses animais.
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