introdução de diagnostico por imagem
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introdução de diagnostico por imagem


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Introdução aos métodos de 
diagnóstico por imagem.
Prof. Vinicius Coca
Escolha da técnica
\ufffdDitada pela:
\ufffdApresentação clínica
\ufffdDisponibilidade de equipamento
\ufffdDestreza e custo
\ufffdSituações especiais:
\ufffdAlergia a contraste (impede artrografia),
\ufffdMarca-passo (impede RM),
\ufffdGravidez (impedeTC).
PROFISSIONAL
\ufffdConhecer:
\ufffdA indicação de cada técnica.
\ufffdAs limitações de uma modalidade específica.
\ufffdOs tipos de imagens apropriadas p/ alterações 
em locais específicos.
RADIOGRAFIAS SIMPLES
\ufffdModalidade mais usada.
\ufffdDuas incidências com ângulo de 90º.
\ufffdCom articulações adjacentes.
\ufffdEm crianças - membro contralateral.
RADIOGRAFIA SIMPLES
RADIOGRAFIAS SIMPLES
\u2022 Vantagens:
\ufffdRápido e barato;
\ufffdPresente em qualquer PA;
\ufffdNão invasivo;
\ufffdÍndice de complicações beira 0%.
RADIOGRAFIAS SIMPLES
\u2022 Desvantagens:
\ufffdRuim para áreas complexas:
\ufffd Coluna, pelve, escápula.
\ufffdLimitado quando comparado a TC e RM.
\ufffdUsa radiação ionizante.
APARELHO DE RADIOGRAFIA
RADIOGRAFIAS CONTRASTADAS
\ufffdSão radiografias com a introdução de um
contraste radiológico em um determinado
espaço.
\ufffdVantagens:
\ufffdRápido, de fácil realização e interpretação.
\ufffdDesvantagens:
\ufffdInvasivo, complicações com contraste.
\ufffdEx: hipersensibilidade ao iodo.
RADIOGRAFIAS COM CONTRASTE
\ufffdArtrografia
\ufffdTenografia
\ufffdBursografia
\ufffdAngiografia
\ufffdMielografia
\ufffdDiscografia
ARTROGRAFIA DO OMBRO
\ufffdEnchimento das bursas
subacromial e
subdeltóide.
TENOGRAFIA
\ufffdIntrodução de contraste
no tendão (bainha
tendinosa).
\ufffdEm desuso devido a
Ressonância magnética.
ANGIOGRAFIA
\ufffdContraste injetado em ramos da circulação venosa ou
arterial.
\u2022 Indicações:
\ufffdAvaliar lesões vasculares no trauma.
\ufffdMapear lesões ósseas tumorais.
\ufffdMapear vasos para quimioterapia intra-arterial pré-
operatória.
\ufffdDefinir área ideal para biópsia.
MIELOGRAFIA
\ufffdIntrodução de contraste no espaço subaracnóide para 
avaliar a medula.
DISCOGRAFIA
\ufffdInjeção de contraste no núcleo pulposo do disco
intervertebral (guiado porTC).
\ufffdIndicação:
\ufffdLimitada a pacientes com dor vertebral contínua, há
mais de 4 meses e que já foram avaliados por TC e
RM sem diagnóstico firmado.
DISCOGRAFIA
RADIOGRAFIAS ESPECIAIS
ESCANOMETRIA
\ufffdUtilizada para avaliação de tamanho
radiográfico de membros.
\ufffdAvalia a dismetria de membros.
ESCANOMETRIA
TOMOGRAFIA
\ufffdA tomografia computadorizada (TC), é um exame 
complementar que consiste numa imagem que 
representa uma secção ou "fatia" do corpo.
\ufffd É obtida através do processamento por 
computador de informação recolhida após expor o 
corpo a uma sucessão de RX.
TOMOGRAFIA
\ufffdA TC baseia-se nos mesmos princípios que a 
radiografia convencional, segundo os quais tecidos 
com diferentes composições absorvem a radiação 
X de forma diferente.
\ufffdAo serem atravessados por raios X, tecidos mais 
densos como o fígado, como o cálcio presente nos 
ossos, absorvem mais radiação que tecidos menos 
densos
TOMOGRAFIA
Tubo com feixe de raio X;
Movimento continuamente em círculo ao redor do
paciente
RX atravessam a superfície corpórea da região
examinada
Parte do RX é absorvida (sendo que tecidos corporais
apresentam diferentes níveis de absorção e atenuação
desses raios)
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
\u2022 Indicações:
\ufffdFraturas complexas;
\ufffdFraturas articulares;
\ufffdEnvolvimento de partes moles no trauma;
\ufffdAvaliação de tumores ósseos;
\ufffdAvaliação orgânica;
\ufffdConsolidação óssea.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
\u2022 Vantagens:
\ufffdExcelente resolução de
imagens.
\ufffdTécnica de reconstrução
tridimensional.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
\u2022 Desvantagens:
\ufffd Efeito de volume parcial: avaliação de pequeno volume
tecidual.
\ufffd Falta de caracterização tecidual.
\ufffdArtefatos causados por movimento do paciente ou por
metal.
\ufffdDose de radiação X na realização.
\ufffdAs imagens tomográficas podem ser obtidas em 2 
planos básicos:
\ufffd Plano axial (perpendicular ao maior eixo do corpo) 
\ufffdPlano coronal (paralelo a sutura coronal do crânio ou 
seja é uma visão frontal).
\ufffd Após obtidas as imagens, recursos computacionais 
podem permitir reconstruções no plano sagital 
(paralelo a sutura sagital do crânio) ou reconstruções 
tri-dimensionais.
Tubos de RX
Detectores
TOMOGRAFIA
TOMOGRAFIA
\ufffdContra-indicação
\ufffdMulheres grávidas;
\ufffdPessoas muito obesas (superior a 180 kg);
\ufffdPessoas alérgicas ao contraste (só se submete a fase sem contraste);
\ufffdPessoas que se submeteram a exames contrastados recentemente
com a utilização de sulfato de bário;
\ufffdDistúrbios neurológicos (Parkinson ou outras afecções que causam
movimentos involuntários);
\ufffdDistúrbios psiquiátricos;
\ufffdCrianças ou adultos senil (dificuldade de compreensão quanto a
necessidade de imobilização prolongada).
TC X RNM
\ufffdAvaliação de anormalidades calcificadas ou ossos 
devido à falta de sinal do cálcio.
\ufffdMais barata
\ufffdMais rápida
\ufffdPacientes com claustrofobia conseguem fazer o 
exame graças ao formato aberto do gantry
Ressonância magnética
\ufffdO exame de Ressonância
Magnética é um método de
diagnóstico por imagem que não
utiliza radiação e permite
retratar imagens de alta definição
dos órgãos do corpo
\ufffdBaseia-se na reemissão de um
sinal de radiofreqüência
absorvido com o paciente em um
campo magnético.
FORMAÇÃO DA IMAGEM
\ufffdA intensidade do sinal da RMN de um 
determinado tecido está relacionada com a 
quantidade de água que estes possuem. Quanto 
maior for o conteúdo em água, mais forte é o sinal 
da RMN e melhor a imagem resultante. 
\ufffdOs tecidos com lesões têm alteração no conteúdo 
de água, e normalmente têm mais água que um 
tecido saudável.
TERMINOLOGIA
\ufffdHiperintenso: cor da imagem é branca, 
\u201cbrilhante\u201d.
\ufffdHipointenso: a cor da imagem é cinza
\ufffdAusência de sinal (decorre da falta de 
prótons de hidrogênio \u2013 Ex.: ar, 
calcificações, corticais ósseas): a cor da 
imagem é preta
Ressonância magnética
\u2022 Indicações:
\ufffdFraturas articulares.
\ufffdLesões de partes moles associadas a fraturas.
\ufffdTumores ósseos ou de partes moles.
Ressonância magnética
\u2022 Vantagens:
\ufffdA ótima resolução de imagens.
\ufffdBoa caracterização tecidual.
\ufffdNão há radiação ionizante.
\ufffdPermite vários planos.
Ressonância magnética - Desvantagens
\ufffdAlto custo.
\ufffdO campo magnético é potencialmente perigoso para 
pacientes que possuem implantes metálicos 
\ufffdPossui pouca definição na imagem de tecidos ósseos 
normais, se comparada à TC, pois esses emitem pouco 
sinal. 
NÃO REALIZAR O EXAME:
\ufffdMarcapasso
\ufffdPlaca de metal
\ufffdPino ou qualquer outro implante metálico,
\ufffdVálvula cardíaca artificial
\ufffdGrampo de aneurisma
\ufffdSe já foi ferido durante o serviço militar
\ufffdSe já trabalhou diretamente em contato com metais. 
\ufffdQualquer peça metálica no corpo pode causar 
desconforto ou lesão quando em contato com o forte 
campo magnético do equipamento.
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
\ufffdVantagens da RM sobre a TC
Não há radiação ionizante.
Capacidade de obter multiplanar (ax,cor,sag.obl)
Melhores detalhes anatômicos
Mais sensibilidade de detectar alterações 
patológicas súbitas ,edema cerebral,infiltração da 
medula óssea
Melhor contraste entre os tecidos
Ressonância magnética x Radiografia
RNM X TC
Lesão do Labrum do acetábulo
Cintilografia óssea
\ufffdModalidade que detecta a distribuição
corporal de um agente radioativo
injetado no sistema vascular.
\ufffdIndicador de renovação mineral.
Cintilografia óssea
\u2022 Indicações:
\ufffdCondições traumáticas;
\ufffdTumores ósseos;
\ufffdArtrites: distribuição;
\ufffdInfecções: agudas ou crônicas;
\ufffdDoença óssea metabólica (ex: doença de Paget).
Cintilografia óssea
\u2022 Vantagens:
\ufffdAvalia todo o esqueleto;
\ufffdAlta sensibilidade.
Cintilografia óssea
\u2022 Desvantagens:
\ufffdBaixa especificidade;
\ufffdUso de substância radioativa.
Cintilografia óssea
Radiografia X Cintilografia óssea
Radiografia X Cintilografia óssea