Civil 16
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color:black'>b) Consideram-se bens públicos de uso especial os prédios locados,
que se destinam a estabelecer órgãos públicos e qualquer dano, desde que doloso
tipifica aquela qualificadora. </span><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span style='font-family:"Arial","sans-serif";
color:black'>c) As praças e ruas são consideradas bens públicos de uso comum do
povo e qualquer dano, desde que doloso tipifica aquela qualificadora. </span><span
style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span style='font-family:"Arial","sans-serif";
color:#1F497D;mso-themecolor:text2'>d) Os materiais empregados para a
construção de uma escola municipal enquanto não forem empregados, são
considerados bens imóveis e qualquer dano, desde que doloso tipifica aquela
qualificadora. <o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span style='font-family:"Arial","sans-serif";
color:black'>e) São classificados com bens públicos os dominicais que
constituem o patrimônio das pessoas jurídicas de direito público, como objeto
de direito pessoal ou real, de cada uma dessas entidades e qualquer dano, desde
que doloso tipifica aquela qualificadora. </span><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span style='font-family:"Arial","sans-serif";
color:red'>&nbsp;</span><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'>&nbsp;<o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span class=GramE><span
style='font-family:"Arial","sans-serif"'>2</span></span><span style='font-family:
"Arial","sans-serif"'>) Assinale (V) verdadeiro ou (F) falso , justificando a(s
)falsa (s):<o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span class=GramE><span
style='font-family:"Arial","sans-serif"'>a</span></span><span style='font-family:
"Arial","sans-serif"'>)(&nbsp;&nbsp;<span style='color:#1F497D;mso-themecolor:
text2'>V</span>&nbsp; ) O patrimônio corresponde a todos os bens móveis e
imóveis de uma pessoa. <o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span class=GramE><span
style='font-family:"Arial","sans-serif"'>b)</span></span><span
style='font-family:"Arial","sans-serif"'>(&nbsp;&nbsp;<span style='color:#1F497D;
mso-themecolor:text2'>F</span>&nbsp; ) Os frutos, como bens acessórios,&nbsp;
só podem ser naturais.<o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span class=GramE><span
style='font-family:"Arial","sans-serif"'>c)</span></span><span
style='font-family:"Arial","sans-serif"'>(&nbsp;&nbsp;<span style='color:#1F497D;
mso-themecolor:text2'>V&nbsp;</span> ) O possuidor de má-fé tem direito às
benfeitorias necessárias.<o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span class=GramE><span
style='font-family:"Arial","sans-serif"'>d)</span></span><span
style='font-family:"Arial","sans-serif"'>(&nbsp;<span style='color:#1F497D;
mso-themecolor:text2'>V</span>&nbsp; ) Mesmo demonstrado o interesse público,
os bens privados não podem ser desapropriados por particular.<o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span class=GramE><span
style='font-family:"Arial","sans-serif"'>e</span></span><span style='font-family:
"Arial","sans-serif"'>)(&nbsp;&nbsp;<span style='color:#1F497D;mso-themecolor:
text2'>V&nbsp;</span> ) Os bens imóveis só podem ser adquiridos por escritura
pública registrada no cartório de Imóveis, enquanto os móveis o são pela
efetiva tradição (efetiva entrega da coisa).<o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><b><span style='font-family:
"Arial","sans-serif";color:red'>&nbsp;</span></b><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><b><span style='font-family:
"Arial","sans-serif"'>Caso Concreto 10</span></b><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><b><i><span style='font-family:
"Arial","sans-serif"'>Tema: Fatos Jurídicos em Sentido Estrito, Atos Jurídicos
e Negócios Jurídicos.</span></i></b><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'>&nbsp;<o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span style='font-family:"Arial","sans-serif";
color:black'>Leia o acórdão a seguir e responda, justificadamente, ao que se
pede.</span><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span style='font-family:"Arial","sans-serif";
color:black'>&nbsp;</span><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span style='font-family:"Arial","sans-serif";
color:black'>Negatória de paternidade c/c anulação de registro de nascimento.
Reconhecimento voluntário e consciente mesmo diante das dúvidas acerca da
paternidade. Arrependimento inviável. Equiparação à adoção. Desprovimento do
recurso. Comprovado pelo conjunto probatório produzido que o autor efetuou o
registro de nascimento do réu, voluntária e conscientemente, com plena
compreensão da situação fática e dos efeitos do seu ato, apesar das evidências
de que ele não era o seu filho biológico, inviável se mostra que o
arrependimento quase quatro anos após o nascimento do demandado tenha o condão
de excluir do assentamento do infante o nome do pai (o autor), bem como de seus
avós paternos. A situação desse modo materializada, em que pese o exame de DNA,
assemelha-se à adoção, criando o parentesco civil, daí porque improcedente o
pedido do autor de ver excluída do registro de nascimento do réu a paternidade
que ele declarou espontaneamente. (Processo n°2005.001.40278 - Apelação Cível -
Des. Antônio Eduardo F. Duarte - Julgamento: 04/04/2006 - Terceira Câmara Cível
– TJ/RJ). </span><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span style='font-family:"Arial","sans-serif";
color:black'>&nbsp;</span><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span style='font-family:"Arial","sans-serif";
color:black'>Pergunta-se:</span><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span class=GramE><span
style='font-family:"Arial","sans-serif";color:black'>a</span></span><span
style='font-family:"Arial","sans-serif";color:black'>)O acórdão menciona dois
institutos do direito civil, o <u>reconhecimento de paternidade</u> neste caso
equiparado à <u>adoção</u>. De acordo com a divisão dos fatos, atos e negócios
jurídicos as hipóteses enquadram-se em qual categoria? Justifique.</span><span
style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span style='font-family:"Arial","sans-serif";
color:black'><span style='mso-spacerun:yes'>    </span></span><span
style='font-family:"Arial","sans-serif";color:#1F497D;mso-themecolor:text2'>Ato
e fato jurídico, respectivamente.&nbsp;</span><span style='font-family:"Arial","sans-serif";
color:black'><o:p></o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span style='font-family:"Arial","sans-serif"'><o:p>&nbsp;</o:p></span></p>

<p class=MsoNoSpacing style='text-align:justify'><span class=GramE><span
style='font-family:"Arial","sans-serif";color:black'>b)</span></span><span
style='font-family:"Arial","sans-serif";color:black'>Estabeleça