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Outras Modalidades Terapêuticas na Psoríase | 97

CONSENSO BRASILEIRO DE PSORÍASE 2009|SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA

12CAPÍTULO
OUTRAS MODALIDADES TERAPÊUTICAS
NA PSORÍASE

Ricardo Romiti1

1 Médico do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP)
Responsável pelo Ambulatório de Psoríase na Divisão de Clínica Dermatológica do Hospital das Clínicas da FMUSP
Doutor em Dermatologia pela Ludwig-Maximilians-Universität de Munique, Alemanha (LMU)
Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e Associação Médica Brasileira

Introdução
Grande percentual dos doentes com psoríase modera-

da a grave responde de forma favorável às medidas terapêuti-
cas padronizadas, especialmente, no início do tratamento. Por
vezes, o advento de efeitos adversos relacionados às drogas, o
diagnóstico de comorbidades - impedindo a instituição ou
manutenção do tratamento - bem como a perda de eficácia
das diferentes medicações inviabiliza a utilização do acervo
terapêutico padrão disponível. Nestes casos, outras formas de
tratamento precisam ser aventadas, avaliando-se cuidadosa-
mente o risco-benefício de sua utilização. Salienta-se que a
indicação é de inteira responsabilidade do médico prescritor,
devendo-se sempre levar em conta o bem-estar do doente.

A seguir, discutiremos estas opções terapêuticas, des-
tacando a indicação nas diferentes formas de psoríase, e
pesando suas vantagens e desvantagens na abordagem dos
doentes psoriásicos.

Ésteres do Ácido Fumárico
Os ésteres do ácido fumárico (EAF), incluindo o

monoetilfumarato, o monometilfumarato, o dietilfumarato e o
dimetilfumarato, são compostos químicos utilizados no trata-
mento da psoríase há mais de 30 anos. São derivados do
ácido fumárico, que representa um ácido dicarboxílico, insatu-
rado e de cadeia normal. O ácido fumárico é um composto de
baixa absorção gastrointestinal, utilizado na indústria alimen-
tícia como acidulante em refrescos e refrigerantes e estabili-
zante de diferentes produtos alimentícios.

Os EAF foram originalmente introduzidos no arsenal
terapêutico da psoríase na década de 50, pelo químico alemão
Schweckendieck. Em 1994, um composto constituído por
dimetilfumarato e sais de cálcio, magnésio e zinco
(Fumaderm®) foi aprovado para o tratamento da psoríase
moderada a grave na Alemanha. A droga apresenta efeito
imunomodulador, anti-inflamatório e antiproliferativo, bem
como ação apoptótica sobre células T ativadas.

A dose habitual é de um comprimido/dia de
“Fumaderm® initial” (30mg), aumentando-se um comprimido
por semana, durante as primeiras