Topografia
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Topografia

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alinhamento em 1995. Das cartas isogônicas e isopóricas de 1983, constatou-se que a Declinação Magnética era 13(00’ 00” O e a variação anual de 11’ 00” O.

2 - O Azimute magnético do alinhamento 0=PP - 1 era de 123( 12’ 00” em 18/11/92. Calcular o Rumo e Azimute Geográficos deste alinhamento, sabendo-se que a Declinação Magnética em 18/05/90 era 7( 12’ 00” E e a variação anual de 6’ 00” E.

3 - O azimute verdadeiro do alinhamento 6-7 de uma poligonal, é de 238( 16’ 40”, Calcular o Azimute magnético deste alinhamento em 22/06/95, sabendo-se que em 22/06/93 ( = 2( 20’ 20” O e (( = 4’ E.

Materiais Topográficos:

Trenas: São instrumentos utilizados para medição direta de distâncias. São graduadas em múltiplos e submúltiplos do metro, com comprimento variando de 20m a 50m. São fabricadas em fiberglass (fibra de vidro) ou aço, com carretéis fechados ou abertos.

	

Piquetes: São estacas de madeira com secção transversal quadrada de 4cm X 4cm, com comprimento de 20cm a 25cm , apontados em uma das extremidades. Tem por finalidade a materialização de um ponto topográfico, sendo cravado no solo, ficando apenas 1cm ou 2cm para fora, sem possíveis movimentos laterais.

			
Estaca Testemunha: São estacas de madeira com secção transversal de 4cm X 4cm e com 50cm de comprimento, com um chanfro na parte superior, onde é colocado o nome ou número do piquete a que esta estaca se refere. Tem por finalidade, possibilitar a identificação e localização do piquete, ficando a mesma cravada a uma distância de 50cm do referido piquete, com o chanfro voltado para o mesmo.

			

Balizas: São hastes metálicas ou de madeira de secção transversal circular ou oitavada, respectivamente, com 2m de comprimento, pintadas de branco e vermelho alternadamente em faixas de 50cm. Servem para materializar a vertical nos pontos topográficos (piquetes).

				

Bússolas: Dentro de uma grande variedade de tipos, são constituídas basicamente de uma agulha magnética e um círculo graduado em limbo fixo ou móvel. Divide-se em tipo americano (Rumos), e tipo francês (Azimutes). Tem por finalidade a orientação do alinhamento em relação ao Norte Magnético.

				

Estádias: São construídas em forma de paralelepípedos em alumínio ou madeira, com 4m de comprimento, graduadas em metros e centímetros, nos tipos de encaixar e telescópica. Servem para as leituras estadimétricas na determinação dos desníveis e distâncias indiretas.

				

Níveis: São aparelhos óticos destinados a determinação de desníveis entre pontos os topográficos, de amarrações, etc.

Dividem-se em:

1 - Níveis baseados na diferença de densidade entre dois líquidos, ou entre um líquido e um gás.

2 - Níveis automáticos, baseados no equilíbrio dos corpos suspensos.

3 - Níveis baseados na horizontalidade de uma superfície líquida em repouso.

		 Nível Digital				 Nível Ótico

Níveis de cantoneira: São níveis de bolha esféricos destinados a proporcionar a verticalização das estádias e/ou balizas.

Teodolito: São goniômetros apropriados para a determinação numérica dos ângulos verticais e horizontais, bem como a determinação direta de distâncias (distanciometro eletrônico) e indireta (taqueometria); estas horizontais e verticais (distâncias reduzidas e desníveis). Divide-se em:

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1 - Teodolito de leitura direta de ângulos.

2 - Teodolito prismático.

3 - Teodolito auto-redutor.

4 - Teodolito eletrônico.

5 - Estação Total (teodolito com distaciômetro eletrônico integrado)

 Estação Total Prismas Teodolito Prismático Teodolito de Leitura Direta

Constituição dos teodolitos:

1 - Partes Principais:

1.1 - Círculos graduados.

1.2 - Alidade.

1.3 - Luneta.

1.4 - Eixos.

2 - Acessórios:

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2.1 - Parafusos calantes ou niveladores.

2.2 - Parafusos de fixação e aproximação do movimento geral.

2.3 - Parafusos de fixação e aproximação do movimento particular.

2.4 - Nônio ou Verniers.

2.5 - Parafusos de fixação e aproximação da luneta.

2.6 - Parafusos ou anéis de focalização da objetiva e ocular.

2.7 - Parafusos retificadores dos níveis de bolha, retículos, eixo transversal e círculo vertical.

2.8 - Níveis de bolha.

2.9 - Tripé, fio de prumo e prumo ótico.

2.10 - Bússola ou declinatória.

2.11 - Display de cristal líquido.

2.12 – Memória interna de gravação.

 Tripé de Madeira Tripé de Alumínio

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 Nomenclatura em Topografia:

 1 - Ponto topográfico: Ponto escolhido no terreno e materializado pelo piquete e individualizado pela tachinha, colocada na parte superior do piquete.

2 - Alinhamento topográfico: É a linha que une dois pontos topográficos materializados, medido no plano horizontal de projeção, são os lados da poligonal.

3 - Ponto de partida: É o ponto onde tem início o levantamento, também chamado de estação zero (0=PP).

4 - Estação: São os demais vértices da poligonal.

5 - Amarração de detalhes: É o relacionamento dos detalhes artificiais e naturais da região levantada, com os lados e vértices da poligonal.

6 - Plano topográfico: É o plano horizontal de projeção, no qual todos os detalhes naturais e artificiais, bem como os elementos da poligonal, são projetados, ortogonalmente a este.

7 - Planta topográfica: É a representação gráfica de parte da superfície terrestre a que se refere o levantamento.

Métodos de Levantamento Topográfico Planimétrico:

1 - Decomposição em triângulos ou triangulação: É utilizado em levantamento de pequenas áreas e amarrações de detalhes naturais e artificiais, é um método pouco preciso. Utiliza-se trena e balizas. Consiste em decompor com o auxílio de um ou mais pontos instalados no interior da poligonal (piquetes), em triângulos a área a ser levantada, medindo-se os lados de cada triângulo.

	

A área de cada triângulo será calculada pela seguinte fórmula: A = ( p(p - a)(p -b)(p - c) , onde p = a + b + c
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A área da poligonal será a soma das áreas dos triângulos. A representação gráfica se faz com o auxílio do compasso e escalímetro, ficando a poligonal sem orientação.

2 - Irradiação ou Coordenada Polar: Aplica-se a qualquer levantamento de áreas pequenas ou amarrações de detalhes artificiais e naturais. Utiliza-se teodolito, trena e balizas. Consiste em instalar um ponto no interior da área a ser levantada, e com o teodolito calado neste ponto (zerado no Norte), determina-se Azimutes e distâncias para cad um dos vértices da área

x1 = x0 + d1 . sen Az1
y1 = y0 + d1 . cos Az1
x2 = x0 + d2 . sen Az2
y2 = y0 + d2 . cos Az2

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xN = x0 + dN . sen AzN

Quando da amarração de pontos a partir de pontos de uma poligonal, temos:

Az8-1 = Az7-8 + H1 - 180(
x1 = x8 + d1 . sen Az8-1
y1 = y8 + d1 . cos Az8-1

Az8-2 = Az7-8 + H2 -180(
x2 = x8 + d2 . sen Az8-2
y2 = y8 + d2 . cos Az8-2

Onde:				Az7-8 = Azimute do vértice 07 para 08

Az8-1 = Azimute do vértice 08 para o ponto de amarração 01

x1 , y1 = coordenadas x e y do ponto 01 das amarrações...

O cálculo da área será dado pela seguinte fórmula: A= (((xn + xn-1) . (yn - yn-1))
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A representação gráfica, tanto da área, quanto das amarrações, será feita em um par de eixos cartesianos em escala apropriada. O eixo y será a direção Norte.

3 - Interseções ou Coordenadas Bipolares: Este método é utilizado para medições de pontos inacessíveis ou de difícil acesso. São utilizados teodolito, trena e balizas. Este método consiste