Direito Hebraico

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de formalizar o pacto. Posteriormente com a introdução da escrita passou-se a incluir um registro na pedra utilizada para formalizar o pacto.
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	Quanto à família, ressalta-se 2 instituições legais importantes e que formavam a base da sociedade tribal hebraica:
A primeira era a obrigação imposta a cada membro do grupo de manter sua integridade.
A segunda é o que se pode denominar de endogamia e tinha sido uma conseqüência do sistema comunitário de bens e das normas de sucessão.
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Quanto ao casamento, o sistema legal hebraico antigo aborda duas etapas: o contrato e as núpcias.
Para os casos de viuvez da mulher havia a lei do levirato (casamento de cunhado).
Em relação À sucessão, a liderança era transmitida ao filho mais velho, quando da morte do pai. Com respeito À partilha da herança, o primogênito tinha direito a duas partes de tudo que o pai possuísse,sendo o restante diviDIdo em partes iguais com os demais filhos.
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 Crimes e punições:
Tanto na Tanakh, como no Talmuld, não há termos correspondentes para crime e direito criminal. A língua hebraica não possui um termo equivalente para crime.
Essa ausência, permite que se conclua que no sistema jurídico hebraico antigo a verdade revelada de Deus é a única fonte para toda a legislação legal. Em conseqüência disso,qualquer ato punível é um pecado e uma violação da vontade de Deus.
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A lei hebraica distinguia crime voluntário de crime involuntário. Para o caso de crime involuntário era suficiente uma expiação pelo ato e para os casos de uma morte involuntária havia as cidades de refúgio.
Devido a dificuldade de se tipificar os crimes hebraicos, costuma-se classificar os criMes pelas penas aplicadas, que são encontradas na lei mosaica.
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Havia crimes puníveis com:
Morte;
Banimento;
Flagelação;
Lex talionis;
Pagamento de multa;
Escravidão penal.