CCJ0009-WL-RA-05-TP na Narrativa Jurídica-Fatos Jurídicos na Narrativa Jurídica _24-08-2012_
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"Ele tem bens no exterior. Disseram que ele tem cassinos, tinha um site do exterior e pedimos
rastreamento de todas as contas no exterior. Não recebemos nada ainda. Ainda não sabemos se a Interpol já
começou a trabalhar, mas esperamos ter logo estes dados", afirmou o deputado.

No depoimento, segundo o relato dos parlamentares, o delegado disse que o objetivo de Cachoeira com

Curso de Direito
Turma A – Manhã - 2012.1

Teoria e Prática da Narrativa Jurídica
Prof.: Francysco Pablo Feitosa Gonçalves

Disciplina:
CCJ0009

Aula:
005

Assunto:
Seleção de Fatos Jurídicos da Construção da Narrativa Jurídica

Folha:
3 de 7

Data:
24/08/2012

MD/Direito/Estácio/Período-02/CCJ0009/Aula-005/WLAJ/DP

os negócios fora do país seria a lavagem do dinheiro obtido através de atividades ilegais. As empresas, ainda
segundo Teixeira, seriam operadas por laranjas. O deputado disse ainda que a construtora Delta realizou
depósitos em outras empresas de fachada do grupo do bicheiro.

[1] Disponível em: <http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/07/cpi-pede-ajuda-da-interpol-para-rastrear-negocios-
de-cachoeira.html>. Acesso em: 02 jul. 2012.

==XXX==

RESUMO DE AULA (WALDECK LEMOS)

5ª AULA – Seleção de Fatos Jurídicos da Construção da Narrativa Jurídica
Seleção de Fatos Jurídicos da Construção da Narrativa Jurídica
-Fatos Juridicamente Relevantes=> O Fato Gerador é o mais importante juridicamente sem ele não haveria o
Processo Judicial. Exemplo: colisão entre dois veículos.
-Fatos que contribuem para a compreensão dos que são Juridicamente Relevantes => dão o cenário, o
contexto.

-O quê?
-Quem?
-Quando?
-Onde?
-Por quê?
-Como?
Obs: Pode ser interessante incluir também a “consequência” dos fatos.

-Fatos que dão ênfase a informações importantes => Devem ser usados para valorar a narrativa. Exemplo:
Marca do veículo, histórico do condutor.
-Fatos que prendem a atenção do leitor e/ou despertam o interesse na leitura => Exemplo: Sexo dos
motoristas, aparência dos motoristas, e etc... => São importantes para quem vai escrever um romance, não
devem ser colocados na Narrativa Jurídica. São fatores irrelevantes.
Caso Concreto:
M.C. Sheldon, Acusado pelo M.P. (Ministério Público) de Apologia ao Crime de Pedofilia com a música “Novinha”.
Fato Gerador => Suposta Apologia ao Crime.

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Turma A – Manhã - 2012.1

Teoria e Prática da Narrativa Jurídica
Prof.: Francysco Pablo Feitosa Gonçalves

Disciplina:
CCJ0009

Aula:
005

Assunto:
Seleção de Fatos Jurídicos da Construção da Narrativa Jurídica

Folha:
4 de 7

Data:
24/08/2012

MD/Direito/Estácio/Período-02/CCJ0009/Aula-005/WLAJ/DP

RESUMO DE AULA (PROFESSOR - AULA MAIS - ESTÁCIO)

5ª AULA – Polifonia e Intertextualidade

Teoria e Prática da Narrativa Jurídica
Professor Nelson Tavares

Aula 05
Polifonia e Intertextualidade

No discurso jurídico, indicar as vozes que compõem o relato e a fundamentação é importantíssimo. Isso
porque, no relato, a responsabilidade da veracidade das informações oferecidas deve ser atribuída a alguém; essa
pessoa responde juridicamente por elas. Na fundamentação, citam-se trechos da lei, da jurisprudência, da
doutrina, etc. como argumentos de autoridade; são vozes que se associam a voz do orador e lhe fornecem maior
credibilidade. Essa apropriação da voz do outro denomina-se intertextualidade.

A título de esclarecimento, registramos que o termo polifonia não deve ser confundido com o de
intertextualidade. A intertextualidade define-se pelo uso de uma voz, de forma implícita ou explícita, no texto de
outro. Muitas vezes, essa apropriação não vem marcada por aspas ou qualquer indicação de fonte. Cabe,
portanto, ao receptor, de acordo com os conhecimentos registrados em sua memória, reconhecê-la.

Assim, toda intertextualidade é considerada uma polifonia. Entretanto, nem toda voz em um texto é
classificada como uma intertextualidade. Como exemplo, pode-se retomar o exemplo do Réu que, em sua
contestação permite-nos inferir a presença de uma voz -- aquela contra a qual a voz da contestação se dirige, mas
ambas não são classificadas como ocorrência de intertextualidade, e, sim, polifonia.

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Teoria e Prática da Narrativa Jurídica
Prof.: Francysco Pablo Feitosa Gonçalves

Disciplina:
CCJ0009

Aula:
005

Assunto:
Seleção de Fatos Jurídicos da Construção da Narrativa Jurídica

Folha:
5 de 7

Data:
24/08/2012

MD/Direito/Estácio/Período-02/CCJ0009/Aula-005/WLAJ/DP

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Disciplina:
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Aula:
005

Assunto:
Seleção de Fatos Jurídicos da Construção da Narrativa Jurídica

Folha:
6 de 7

Data:
24/08/2012

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Disciplina:
CCJ0009

Aula:
005

Assunto:
Seleção de Fatos Jurídicos da Construção da Narrativa Jurídica

Folha:
7 de 7

Data:
24/08/2012

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