colon 2010

Disciplina:Clínica Médico-cirúrgica I58 materiais1.079 seguidores
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Massa tumoral que se projeta para a luz

Séssil ou pediculado

Aumentam de freqüência com a idade

Ocorrência esporádica

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Hiperplásicos (90% dos pólipos cólon)
Acúmulo de células epiteliais maduras na superfície mucosa por redução da descamação

Hamartomatosos
Malformações das glândulas e do estroma

Inflamatórios
Ilhotas de células inflamadas em regeneração

Linfóides
Tecido linfóide intra-mucoso normal em mucosa proeminente

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Protrusão hemisférica e lisa da mucosa

Geralmente múltiplos e menores que 5 mm

Mais comuns no reto e sigmóide

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Exibem glândulas bem formadas e criptas revestidas por células epiteliais não neoplásicas

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Malformações focais do epitélio mucoso

Esporádicos
Juvenis: 1,0 a 3,0 cm
De retenção: 1,0 cm

Comuns em crianças

80% no reto

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Lesões displásicas, com risco de evolução para carcinoma invasivo

Variam em tamanho de pequenas a muito extensas

Pediculadas ou sésseis

40 – 50% após os 60 anos

20 – 30% antes dos 40 anos

Homens = Mulheres

Predisposição familiar para os adenomas esporádicos

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Adenomas tubulares:
Mais comuns, geralmente pequenos e pediculados
Mais frequentes no cólon (90%), estômago, ampola Vater
50% isolados / 50% múltiplos

Adenomas vilosos:
1% dos adenomas
Geralmente grandes e sésseis (até 10,0 cm)
Maioria no reto e sigmóide
Pacientes mais idosos

Adenomas tubulo-vilosos:
5 a 10%

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As lesões iniciais tem contorno liso

Os maiores, mais antigos, tem superfície lobulada

Tamanho médio: 2,5 cm de diâmetro

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Eixo fibromuscular com vasos (haste), epitélio alto

Glândulas recobertas por epitélio displásico
Núcleos volumosos, hipercromáticos
Empilhamento nuclear

Podem conter mucina

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Massas projetadas 1,0 a 3,0 cm acima da mucosa adjacente

Geralmente tem superfície sulcada, são macios e friáveis ao corte

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Projeções vilosas da mucosa ( semelhantes a folhas)

Epitélio displásico

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Inicia com carcinoma no epitélio do adenoma (lesão in situ)

Quando ocorre invasão, inicia no eixo central e posteriormente nas camadas profundas do cólon

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Como não existe pedículo, a invasão é mais rápida, diretamente na parede colônica (submucosa), com prognóstico mais sombrio

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Correlação de três achados independentes

Tamanho do pólipo
Raro nos adenomas menores que 1,0 cm
Mais freqüentes nos maiores que 4,0 cm

Arquitetura
Risco maior nos adenomas sésseis vilosos

Gravidade da displasia epitelial
Displasia grave mais encontrada nos adenomas vilosos

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Carcinoma in situ (displasia de alto grau)
Clinicamente é lesão benigna
Não é capaz de dar metástases

Carcinoma mucoso invadindo até a lâmina própria
Sem potencial metastático porque não existem linfáticos na mucosa do cólon

Invasão da muscular da mucosa
Potencial metastático, área vascularizada

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Geralmente assintomáticos

Descobertos por

Anemia ou sangue oculto nas fezes

Sangramento retal macroscópico

Hipoproteinemia e hipocalemia (mucossecretores)

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Ressecção total do adenoma, independente da presença de lesão invasora (adenocarcinoma)

No adenoma pediculado, verificar a base da haste e o grau de displasia (invasão vascular na haste): polipectomia

No adenoma séssil, há necessidade de ressecção do segmento do cólon, para análise da base e linfonodos regionais

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São síndromes raras que cursam com polipose múltipla

Exibem um potencial maior que dos pólipos esporádicos para desenvolvimento de adenocarcinomas

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Pólipos hiperplásicos
Risco de displasia e/ou carcinoma

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Múltiplos pólipos hamartomatosos no TGI, pigmentação melânica (manchas)na mucosa GI, perilabial, mucosa oral, face, genitália, palmas e plantas

Probabilidade de intussuscepção; carcinoma do pâncreas, mamas, pulmões, ovários e útero

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Pólipos hamartomatosos em grande número (50-100)

Risco de desenvolver adenomas e adenocarcinomas

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500 a 2500 adenomas colônicos e em qualquer lugar do TGI, a maioria tubulares

100% progressão para adenocarcinoma

Mutação gene APC, cromossomo 5q21

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98% adenocarcinoma

10% de todos os óbitos por câncer (EUA)

60-79 anos (pico de incidência)

20% menores de 50 anos

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Maior concentração
EUA /Austrália /Nova Zelândia /Leste Europeu

Menores índices (10 vezes menos)
México /América Sul /África

Fatores dietéticos associados
Excesso ingestão calórica
Baixo conteúdo fibras não absorvíveis
Alto conteúdo carboidratos refinados
Ingesta carne vermelha
Reduzida ingesta de micronutrientes protetores

Aspirina: papel protetor

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55% retossigmoide
22% ceco /ascendente
11% transverso
6% descendente
6% outros locais

Maioria esporádico
1 a 3% em síndromes familiares ou doença inflamatória intestinal

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Geralmente são massas exofíticas, polipóides que se estendem ao longo da parede do ceco e colon ascendente

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Lesões anelares circulares
Estenose em anel de guardanapo
Estreitamento da luz do órgão, com dilatação proximal

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Através da parede do cólon, formando massas brancacentas firmes, sub-serosas, enrugando a superfície adjacente

Perfuram e aderem às estruturas vizinhas (tamponamento), invadindo as mesmas

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Semelhante para ambos
Células altas, colunares semelhantes às dos adenomas, invadindo a submucosa e muscular
Resposta desmoplásica
Mucina

Exceções
Anel sinete
Diferenciação epidermóide
Indiferenciado de pequenas células

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Assintomático por anos

Sintomas insidiosos, por meses

Ceco e ascendente
Fadiga / fraqueza / anemia ferropriva
Exame minucioso radiográfico e colonoscópico

Retossigmóide
Sangramento nas fezes / diarréia / constipação
	

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Extensão direta

Metástases
Linfonodos regionais
Fígado
Pulmões
Ossos
Serosa peritoneal
Cérebro

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Indicador mais importante
Extensão do tumor no momento do diagnóstico

Sistema TNM do carcinoma do cólon e do reto

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T: Profundidade da invasão tumoral

T is: carcinoma intra-mucoso (até a lâmina própria)
T1: invade a submucosa
T2: penetra a muscular mas não ultrapassa
T3: penetra em direção à serosa
T4: invade outros órgãos e estruturas

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N : situação dos linfonodos regionais

NX: não avaliados
N0: sem metástases para linfonodos regionais
N1: de 1 a 3 linfonodos comprometidos
N2: metástases para 4 ou mais linfonodos

M : metástases

MX: metástases à distância não avaliadas
M0: sem metástases à distância
M1: metástases à distância

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 Obrigada pela atenção
 Profª Nara Martins