cir grandes 14.03.12
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cir grandes 14.03.12


DisciplinaPatologia Cirúrgica de Grandes Vertebrados18 materiais149 seguidores
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total vc já tem um déficit circulatório na área
Uso de antimicrobianos, controle da dor e a inflamação.
Se eu opto pelo tratamento cirúrgico, existem uma serie de técnicas de ráfia de tendão, onde cada uma é defendida por uma linha de pesquisa, mas todos tem um mesmo objetivo. Todos querem descobrir uma técnica de ráfia para o tendão que não afete a circulação.
Utilização de exercícios pra garantir após o processo inicial inflamatório, o alongamento das fibras que estão sendo cicatrizadas.
Técnicas de bunnell.
A flexão involuntária do apêndice pélvico
Não se sabe a causa certa que leva o animal a desenvolver
É quando o cavalo faz uma flexão exacerbada, por grau severo ele toca a ... metatarso falangeana na parte 
Na flexao involuntária do apêndice pélvico pode ser uma coisa leve ou exagerada. Mas apesar disso, o leve as vezes não interfere em nada, nem na marcha, nem no trote, etc.
Tentar fazer um diagnóstico por exclusão pra ver se não estamos diante uma neuropatia periférica ou atrofia muscular neurogênica.
Se estou diante injuria metatarsal, tarso ou joelho
Desordem da medula espinhal
Aderência de tendões
Também ch de arpejamento
Tenectomia e mectomia parcial extensor lateral do dedo
Essa cirurgia pode ser feita em estação com o animal sedado e com bloqueio regional
O que consiste esta técnica cirúrgica:
Esta técnica cirúrgica, temos que palpar o tendão flexor superficial do dedo, vamos fazer o seguinte: tendão extensor lateral do dedo. 
Abaixo da articulação tíbio 
Longitudinal na pele, divulsionar o subcutâneo, fazer inserção no para tendão (que é o que recobre o tendão) e eu vou clivar (que é separar). Antes de seccionar o tendao, vou tracionar este tendão. Faço isso para visualizar acima do jarrete na face lateral, a movimentação do músculo extensor lateral do dedo. Após a visualização do músculo, vou incidir na pele, subcutâneo e vou fazer uma clivagem parcial do músculo (nem sempre agente consegue fazer total), puxa de um lado, puxa do outro, pra ter certeza que é local certo
Tracionamento do músculo para retirada desse segmento todo do tendão
Vou expor esse segmento do tendão, ai faço a secção parcial do músculo, a homeostasia, fecho subcutâneo e pele. 
Posso ter aderência desse tendão, não é instantâneo.
Quando estamos diante deformidades por contratura, e aqui podemos ter as deformidades flexurais. 
Por uma frouxidão do tendão, ou alongamento do tendão. 
Devo fazer tendotomia do tendão flexor difital produnfo.
Ou quando tenho um animal com contratura da articulação interfalangeana distal, eu também vou fazer uma tendotomia do TFDP
Se tenho um paciente com contratura da articulação metatarso falangeana, tenho que fazer a tendotomia do TFDS, porque ele se insere na primeira falange. 
 
Se tenho um animal com laminite, com laminas dérmicas e epidérmicas necrosadas, chegaram a descolar as laminas, 
Quando 
Se essa força que era tração das laminas, vai ocorrer a rotação da terceira falange, onde eu observo através do raio x o não paralelismo 
Existe aquelas estruturas, 
Como fazemos a neurectomia:
Técnicas cirúrgicas
Existem pelo menos 2 tecnicas.
A neurectomia tem que ser feita com o animal em decúbito lateral
Precisamos palpar o ligamento de ergot, e ai vamos sentir nervo, veia e artéria, passa os 3 um do lado do outro. 
O mais importante numa neurectomia é a delicadeza da incisão e divulsionamento das estruturas anatômicas. 
Guilhotina
Cobertura epineural
Dissecção bem delicada até conseguir visualizar o nervo. 
Estou diante do meu nervo, todo nervo é recoberto por um epineuro. Quando vcs seccionarem o nervo, vcs vão expor dois cotos do nervo, a exposição do nervo pode ser uma complicação na cirurgia e no pós cirúrgico, pode formar um processo inflamatório dos cotos do nervo (ch. Neuroma) e dói muito. Ou queremos diminuir a probabilidade de formar neuroma.
Ou eu faço a cobertura epineural, ou vou suturar o meu nervo.
Suturei, isso se chama cobertura epineural, agora meu nervo não está mais exposto, faço tanto de um lado quanto do outro. Faço com fio absorvível de longa duração ou com nylon bem fino. 
Técnica da guilhotina
Seccionei o nervo, vou pegar uma pinça, vou tracionar o nervo
Luxação patelar
É uma luxação superior da patela, é hereditário, então o ideal é que consigamos identificar os reprodutores e tirar da reprodução senão vc vai continuar tendo a luxação patelar
É muito feita em vaca leiteira e em equídeos
Faz uma leve sedação, lembrar que os bovinos são sensíveis aos alfa 2 agonistas.
Anestesia local para nós fazermos a cirurgia.
Temos 3 ligamentos: patelares lateral, intermédio e medial.
Precisamos fazer a desmotomia do ligamento 
Anestesia local, animal sob sedação, é interessante que o animal permaneça em estação, vamos fazer uma incisão na pele de uns 4-5cm em cima do ligamento patelar medial. 
Divulsionamento da musculatura.
Depois de palpar, 
Com o tenótomo temos maior facilidade na execução da secção do ligamento. 
Pode fazer ducha, utilização de gelo, anti-inflamatório, caminhar muitas vezes mas com pouca duração.
Se no 1º dia vc conseguir minimizar o edema vai ser muito bom. Vai haver edema porque tem divulsionamento de musculatura.
Fraturas em equinos
Quanto mais distal melhor o prognostico.
Não cabe ao veterinário interferir neste aspecto. Porque temos que falar para o proprietário que existe tratamento.
Em equinos
Levar em consideração o pós operatório, pode ter risco de infecção. É difícil manter a imobilização por muito tempo
Interesse do proprietário é um dos fatores mais importantes.
Fase critica do foco da fratura é a recuperação anestésica. Quando o animal está anestesiado está tudo perfeito. Mas se o foco da fratura não for suficiente, vem por água a baixo.
Complicações mais comuns: laminite no membro contra lateral. Ulceras gastroduodenais.
Apesar das fraturas estarem no 2º lugar das lesões mais frequentes, a cirurgia ortopédica não é a cirurgia mais desenvolvida, mas sim a cirurgia abdominal.
O que está faltando pra acontecer?
Todos os fatores: paciente com peso vivo alto, difícil imobilização do paciente, 
Primeiros cuidados e imobilização