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por protesto cambial;
pela apresentação do título de crédito em juízo de inventário ou em concurso de credores;
por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor;
PRESCRIÇÃO E DECADÊNCIA 
Das Causas que Interrompem a Prescrição
A interrupção da prescrição, que somente poderá ocorrer uma vez, dar-se-á:
por qualquer ato inequívoco, ainda que extrajudicial, que importe reconhecimento do direito pelo devedor.
Parágrafo único. A prescrição interrompida recomeça a correr da data do ato que a interrompeu, ou do último ato do processo para a interromper.
A prescrição pode ser interrompida por qualquer interessado.
A interrupção da prescrição por um credor não aproveita aos outros
PRESCRIÇÃO E DECADÊNCIA 
PRAZOS DE PRESCRIÇÃO \u2013 Art. 205
DECADÊNCIA
Salvo disposição legal em contrário, não se aplicam à decadência as normas que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição.
Aplica-se à decadência o disposto nos arts. 195 e 198, inciso I.
É nula a renúncia à decadência fixada em lei.
Deve o juiz, de ofício, conhecer da decadência, quando estabelecida por lei.
Se a decadência for convencional, a parte a quem aproveita pode alegá-la em qualquer grau, mas o juiz não pode suprir a alegação 
DIREITO DAS OBRIGAÇÕES - Art. 233
IDÉIAS GERAIS
CONCEITO
\u201cSOMBRAS QUE OS DIREITOS PROJETAM\u201d
ELEMENTOS CONSTITUTIVOS
SUJEITO ATIVO
SUJEITO PASSIVO
OBJETO
VÍNCULO JURÍDICO
FONTES
DIREITO DAS OBRIGAÇÕES
MODALIDADES - Art. 233
DAS OBRIGAÇÕES DE DAR 
Das Obrigações de Dar Coisa Certa 
Das Obrigações de Dar Coisa Incerta
DAS OBRIGAÇÕES DE FAZER 
DAS OBRIGAÇÕES DE NÃO FAZER 
DAS OBRIGAÇÕES ALTERNATIVAS 
DAS OBRIGAÇÕES DIVISÍVEIS E INDIVISÍVEIS 
DAS OBRIGAÇÕES SOLIDÁRIAS 
Disposições Gerais 
Da Solidariedade Ativa 
Da Solidariedade Passiva 
DIREITO DAS OBRIGAÇÕES
TRANSMISSÃO E PAGAMENTO \u2013 Art. 286
DA CESSÃO DE CRÉDITO 
DA ASSUNÇÃO DE DÍVIDA 
DO ADIMPLEMENTO E EXTINÇÃO DAS OBRIGAÇÕES 
De Quem Deve Pagar 
Daqueles a Quem se Deve Pagar 
Do Objeto do Pagamento e Sua Prova 
Do Lugar do Pagamento 
Do Tempo do Pagamento 
DIREITO DAS OBRIGAÇÕES
DO PAGAMENTO \u2013 Art. 304
DO PAGAMENTO EM CONSIGNAÇÃO 
DO PAGAMENTO COM SUB-ROGAÇÃO 
DA IMPUTAÇÃO DO PAGAMENTO 
DA DAÇÃO EM PAGAMENTO 
DA NOVAÇÃO 
DA COMPENSAÇÃO 
DA CONFUSÃO 
DA REMISSÃO DAS DÍVIDAS 
DIREITO DAS OBRIGAÇÕES
DO NÃO PAGAMENTO \u2013 Art. 389
DO INADIMPLEMENTO DAS OBRIGAÇÕES 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
DA MORA 
DAS PERDAS E DANOS 
DOS JUROS LEGAIS 
DA CLÁUSULA PENAL 
DAS ARRAS OU SINAL 
DOS CONTRATOS EM GERAL
Art. 421 
NOÇÕES
CONCEITO
O CONTRATO INICIA COM
A PROPOSTA; E
A ACEITAÇÃO.
3. ELEMENTOS DO CONTRATO
ELEMENTOS ESSENCIAIS:
CAPACIDADE
OBJETO
CONSENTIMENTO
AGENTES CAPAZES
OBJETO LÍCITO E POSSÍVEL 
FORMA
CONSENSO
DOS CONTRATOS EM GERAL
 PRINCÍPIOS GERAIS - Art. 421 
DOS CONTRATOS EM GERAL
DISPOSIÇÕES GERAIS - Art. 421 
Preliminares 
Da Formação dos Contratos 
Da Estipulação em Favor de Terceiro 
Da Promessa de Fato de Terceiro 
Dos Vícios Redibitórios 
Da Evicção 
Dos Contratos Aleatórios 
Do Contrato Preliminar 
Do Contrato com Pessoa a Declarar 
DOS CONTRATOS EM GERAL
Art. 472
DA EXTINÇÃO DO CONTRATO 
Do Distrato 
Da Cláusula Resolutiva 
Da Exceção de Contrato não Cumprido 
Da Resolução por Onerosidade Excessiva 
DAS ESPÉCIES DE CONTRATO - Art. 481 
DA COMPRA E VENDA 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
DAS CLÁUSULAS ESPECIAIS À COMPRA E VENDA 
DA RETROVENDA 
DA VENDA A CONTENTO E DA SUJEITA A PROVA 
DA PREEMPÇÃO OU PREFERÊNCIA 
DA VENDA COM RESERVA DE DOMÍNIO 
DA VENDA SOBRE DOCUMENTOS 
DAS ESPÉCIES DE CONTRATO - Art. 533
DA TROCA OU PERMUTA 
DO CONTRATO ESTIMATÓRIO 
DA DOAÇÃO 
Disposições Gerais 
Da Revogação da Doação 
DA LOCAÇÃO DE COISAS 
DO EMPRÉSTIMO 
Do Comodato 
Do Mútuo 
DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 
DA EMPREITADA 
DO TRANSPORTE 
Disposições Gerais 
Do Transporte de Pessoas 
Do Transporte de Coisas 
DA RESPONSABILIDADE CIVIL 
- Art. 927 - 954
REPARAÇÃO POR ATOS ILÍCITOS
IMPORTÂNCIA DA RESPONSABILIDADE CIVIL
TEORIAS
RESPONSABILIDADE SUBJETIVA
RESPONSABILIDADE OBJETIVA
PESSOAS CIVILMENTE RESPONSÁVEIS
EFEITO NO CÍVEL DA SENTENÇA CRIMINAL
DA RESPONSABILIDADE CIVIL 
- Art. 927 - 954
AQUELE QUE, POR ATO ILÍCITO (ARTS. 186 E 187);
CAUSAR DANO A OUTREM;
FICA OBRIGADO A REPARÁ-LO.
HAVERÁ OBRIGAÇÃO DE REPARAR O DANO
INDEPENDENTEMENTE DE CULPA;
NOS CASOS ESPECIFICADOS EM LEI;
OU QUANDO A ATIVIDADE NORMALMENTE DESENVOLVIDA PELO AUTOR DO DANO;
IMPLICAR, POR SUA NATUREZA, RISCO PARA OS DIREITOS DE OUTREM. 
DA RESPONSABILIDADE CIVIL 
DAS EMPRESAS - Art. 931
RESSALVADOS OUTROS CASOS PREVISTOS EM LEI ESPECIAL:
OS EMPRESÁRIOS INDIVIDUAIS
AS EMPRESAS;
RESPONDEM INDEPENDENTEMENTE DE CULPA;
PELOS DANOS CAUSADOS;
PELOS PRODUTOS POSTOS EM CIRCULAÇÃO.
DA RESPONSABILIDADE CIVIL 
RESPONSÁVEIS - Art. 932
os pais, pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia;
o tutor e o curador, pelos pupilos e curatelados, que se acharem nas mesmas condições;
o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele;
os donos de hotéis e similares onde se albergue por dinheiro, mesmo para fins de educação, pelos seus hóspedes, moradores e educandos;
os que gratuitamente houverem participado nos produtos do crime, até a concorrente quantia.
DO DIREITO DAS COISAS
\u2013 Art. 1196
DA POSSE 
DA POSSE E SUA CLASSIFICAÇÃO 
DA AQUISIÇÃO DA POSSE 
DOS EFEITOS DA POSSE 
DA PERDA DA POSSE 
DOS DIREITOS REAIS 
DA PROPRIEDADE 
DA PROPRIEDADE EM GERAL 
Disposições Preliminares 
Da Descoberta 
\ufffd
DECRETO-LEI Nº 4.657, DE 4 DE SETEMBRO DE 1942 \u2014 Lei de Introdução ao Código Civil.
O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o Art. 180 da Constituição, decreta: 
Art. 1º - Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o País 45 (quarenta e cinco) dias depois de oficialmente publicada. 
§ 1º - Nos Estados estrangeiros, a obrigatoriedade da lei brasileira, quando admitida, se inicia 3 (três) meses depois de oficialmente publicada. 
§ 2º - A vigência das leis, que os governos estaduais elaborem por autorização do Governo Federal, depende da aprovação deste e começará no prazo que a legislação estadual fixar. 
§ 3º - Se, antes de entrar a lei em vigor, ocorrer nova publicação de seu , destinada a correção, o prazo deste artigo e dos parágrafos anteriores começará a correr da nova publicação. 
§ 4º - As correções a s de lei já em vigor, consideram-se lei nova. 
Art. 2º - Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que a outra modifique ou revogue. 
§ 1º - A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que trata a lei anterior. 
§ 2º - A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior. 
§ 3º - Salvo disposição em contrário, a lei revogada não se restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência. 
Art. 3º - Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece. 
Art. 4º - Quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito. 
Art. 5º - Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos fins sociais a que ela se dirige e às exigências do bem comum. 
Art. 6º - A lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada. 
§ 1º - Reputa-se ato jurídico perfeito o já consumado segundo a lei vigente ao tempo em que se efetuou. 
§ 2º - Consideram-se adquiridos assim os direitos que o seu titular, ou alguém por ele, possa exercer, como aqueles cujo começo do exercício tenha termo pré-fixo, ou condição preestabelecida inalterável, a arbítrio de outrem. 
§ 3º - Chama-se coisa julgada ou caso julgado a decisão judicial de que já não caiba recurso. 
Art. 7º - A lei do país em que for domiciliada a pessoa deternima as regras sobre o começo e