microbianas 14.10.11
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microbianas 14.10.11


DisciplinaEpizootiologia das Doenças Microbianas14 materiais26 seguidores
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outros pacientes.
Se a porta de entrada é oronasal, os processos abscetivos vão ser pescoço e cabeça. Regional, ele entra, normalmente é no garrote.
Transmissão
Contato direto entre animais sadios e doentes
Contato indireto: tratados, é uma fonte, passa de um para outro
Contaminação de alimentos, cama, água, ar, estresse, transporte, frio, agrupamento, excesso de trabalho, infecções virais e parasitismo, etc. esses animais são submetidos a estresse. Inseto como a mutuca também.
Sinais clínicos e sintomas
Temperatura alta. Abscedacoes, bactérias
Perda de apetite, dispnéia
Coriza serosa inicial que progride de 2-3 dias para mucopurulenta, tornando-se viscoso e amarelado.
Chega a ser tão grosseiro que as vezes fecha a narina, obstrui.
O animal apresenta dor na região da faringe e mantem a cabeça baixa e estendida atrapalhando a sua deglutição
Conjuntivite purulenta também pode ser observada, vcs estão vendo que é região de cabeça e pescoço 
Diagnóstico
Sinais clínicos que agente já observou
As corizas que vão evoluindo
Laboratorial
Pega um pouco dessa secreção e faz um gram. Vc vai observar um streptococcus gram + 
Vê a cadeia de cocos gram +
Posso isolar e identificar.
Pode fazer até PCR
Tratamento
A maioria dos casos são benignos. A influencia da idade vai pesar
Uso de antibiótico adequado antes da maturação do abscesso. 
Penicilina é o antibiótico de eleição, funciona para estrepto muito bem.
O maior problema é uma contaminação para outros animais através do contato direto ou indireto. Fora o medo de passar achando que é um mormo.
Profilaxia
Existe vacina, só que a vacina não é tão eficiente. Não estimula uma boa proteção, imunógeno. 
Esquema de vacinação
Potro: vc faz 3 doses.
Animal de mais de 1 ano, faz bianual.
Em gestante vc faz bianual, sendo uma dose de 4-6 semanas antes do parto.
Mormo
Burkholderia mallei
Acomete os eqüinos, pode acometer o homem. Pode acometer carnívoros e pequenos ruminantes.
Foi extinto em 1968.
Só que teve surtos comprovados em 1999 e 2000 em Pernambuco, alagoas, ceará e Sergipe. 
2010 teve em Brasília.
Burkholderia mallei
É um bacilo gram -, não fermentador, aeróbio.
É sensível a luz solar, calor, e desinfetantes comuns. Desde que vc tenha essa exposição ela é sensível.
Era chamada de pseudômonas mallei. 
Ocorrências esporádicas mesmo em áreas endêmicas.
Os eqüinos, muares e asininos são acometidos.
O cao se contamina ingerindo a carne contaminada
O homem é um problema sério. O problema maior é a população que estava em contato com essas 78 eguas.
Ovinos e caprinos podem acontecer.
Eventualmente em pequenos ruminantes pode acontecer.
Os animais portadores assintomáticos são fontes de infecção. 
Patogenia
Período de incubação em torno de 1 semana
Porta de entrada: oral (igual a garrotilho)
Mucosa intestinal \u2013 sangue - septicemia.
Porta de entrada: nasal
Ele vai fazer a forma pulmonar, o animal vai ter quadro de pneumonia. Vai ter uma secreção muito parecida com o garrotilho. É chamado de catarro de burro. Alem desse nome, no nordeste eles chamam de lamparão porque a lesão na pele forma como se fosse uma estrela solitária. 
Sistema linfático: lesões pendulares
Vc tem nódulos em septos nasais. Nódulos ulcerados irregulares e elevados
Ulceras cicatrizadas apresentam forma de estrela
Se na forma nasal vc tem nódulos em septos nasais, a forma pulmonar vc vai ter pneumonia com secreção muco-purulenta. Ai o nome de catarro de burro.
O garrotilho é superficial, já o mormo é profundo. O problema que no mormo o nasal pode confundir com o garrotilho. Não é comum, por isso vc pensa mais em garrotilho.
A secreção pulmonar.
Cutânea
São nódulos e ulceras na região interna dos membros com presença ou não de secreção amarelada escura
Ela é aeróbia, então a tendência é ulcerar a procura de O2.
Problema de entrar em contato:
Faz aerossóis.
Catarro de burro, nódulos.
O animal fica bastante debilitado (foto).
Diagnóstico
Laboratorial
Pelo ministério, é norma o método de eleição a fixação de complemento.
Vc Tb pode fazer teste de hemaglutinação. Mas a fixação de complemento é o método de eleição do mormo.
Tratamento
Não tem. 
É um risco epidemiológico, por isso que fecha a entrada e saída de animais.
Segundo o regulamento de defesa sanitária animal é obrigado o sacrifício dos animais doentes. 
Profilaxia
É obrigatório a notificação imediata à autorização sanitária competente. 
Encontrou \u2013 notifica.
Isolamento da área onde foi observada a infecção
Isolamento dos animais suspeitos como resultado da prova de maleina (vc vai inocular em uma conjuntiva a maleina que é a PTN da burkholderia, no prazo de 8 a 12 horas vc tem secreção mucopurulenta)
 Sacrifício dos que reagiram a mesma prova 2 meses depois.
Profilaxia
Controle do transito de eqüídeos.
Desinfecção das instalações, ela é sensível a desinfetante comum.
Vc só pode dar como acabado, 3 meses após o ultimo caso constatado. É ai que vc libera o transito.
No momento que está ali vc já começa a fazer a desinfecção.
Cremação dos cadáveres no próprio local.
Vc vai fazer todo o levantamento de todos os animais suspeitos, 
Nesse caso vc pode fazer entre a maleina vc pode fazer a prova da fixação de complemento.
No momento que vc tem uma conjutivite purulenta vc fecha, mas no momento que vc tem só uma irritação é outra historia, por isso vc faz 2 exames.
Maleinização