ok microbianas 04.11.11
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ok microbianas 04.11.11


DisciplinaEpizootiologia das Doenças Microbianas14 materiais26 seguidores
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Descrita em diversos países e as amostras
Cursando com TROMBOCITOPENIA
Cursa com trombocitopenia porque vc tem a baixa de plaquetas. 
Na 1ª, na tipo 1, se vc fizer um levantamento hematológico do bovino, do animal, vc pode ter uma discreta leucopenia e depois ele volta ao normal porque ele é imunossupressor. No entanto o ideal para o bovino é vc avaliar essa parte hematológica principalmente.
DVB: Foto esquerda: Parte posterior muito umedecida indicando diarréia severa. 
DVB: Foto direita: Bovino com descarga nasal, em função dos quadros pulmonar secundário, seja pela Pasteurella, Kleibesiella, seja outros, mas é secundário, é secundário a uma baixa de imunidade.
Agora vou trabalhar com animais prenhas e enfermidade reprodutiva:
Infecção aguda de animais prenhas e enfermidade reprodutiva
Porque: nessa enfermidade reprodutiva que é o forte da perda econômica, pois estou perdendo produto. 
O vírus estabelece infecção intra-uterina (maior impacto econômico).
Porque vc tem ele agindo em cima do bovino prenha e ai vai ser importante a idade estacional.
Importante: idade estacional, porque pode ocorrer:
Aborto (até o 4º mês)
Mumificação fetal
Natimortos
Nascimento de bezerros fracos
Má formação fetal
Infertilidade com repetição de cio
Essa é a parte econômica, de produção animal, então por isso que é o maior impacto econômico, que é quando vc tem ela em cima da parte reprodutiva.
Problema da rubéola com a mulher grávida: vc pode ter agora, mas não deve ter rubéola grávida. Se tomar a vacina, aborta.
Vc vai ter toda a sintomatologia voltada para a parte reprodutiva. Mas vamos ter que levar a DVB das doenças diferenciais para as outras que causam aborto como tuberculose, brucellose, campylobacteriose, e etc.
Alem dessas sintomatologias eu tenho também a chamada doença das mucosas. 2-5% dos animais infectados via uterina são imunotolerantes a esse vírus, ou seja, responde a esse vírus.
Alguns apresentam a vida normal. Outros tem um retardo no crescimento. Ele foi infectado via uterina, mas nasceu.
Na doença das mucosas eu tenho a forma mais grave da doença, então eu estou trabalhando na verdade com uma cepa, uma variação ou um biótipo citopatogênico. Não se sabe ainda se essas variações citopatogênicas são permutas do não citopatogênico, mas levam o animal a morte.
FORMA AGUDA \u2013 Febre, salivação, descarga nasal e ocular, diarréia profusa hemorrágica
Ou seja, mesma coisa que vimos anteriormente. 
FORMA CRÔNICA - sinais inespecíficos 
A doença das mucosas acontece pela infecção via uterina. Vc tem o animal prenha, que recebeu e perdeu o produto, ou porque abortou até o 4º mês, ou porque vc teve uma má formação e não conseguiu o produto.
Agora estou colocando aqueles que conseguiram o produto, aquele que o produto conseguiu nascer, então ele pode desencadear a doença das mucosas.
Nas não prenhas, vai cair no 1º caso: hemorrágico ou não hemorrágico.
Na mucosa tipo I: forma mais aguda, branda. Porque é imunossupressor. 
É diferente vc falar tipos antigênicos com sintomatologia. 
Vc vai ter Tipo I e Tipo II.
O tipo II hemorrágico. O Tipo I não. Dentro dele, vamos ver o que é citopatogênico e o que não é citopatogênico. O hemorrágico normalmente é citopatogênico.
Em cima disso, vc vai ter a sintomatologia não prenhas: normalmente é a forma branda,que é como no caso da dengue branda onde o pessoal tem dor no corpo, febre, náusea e etc. 
Diarréia pode ter, porque dá uma baixa de imunidade e vc fica susceptível a essas bactérias todas
Tipo II: hemorrágica
Vc tem em cima das prenhas: mesma coisa. Em geral vc tem um impacto maior porque vc tem as citopatogênicas (porque eu sei que é citopatogênico e não é não citopatogênico? sei que é porque o embrião está em pleno desenvolvimento, então só pode ser citopatogênico e não não citopatogênico), vc está pegando uma amostra que está destruindo célula, por isso vc tem aborto, morte fetal, mumificação, etc.
Em geral a tipo I ataca a prenha. A tipo II é citopatogênica, porque vc não tem um bovino em pleno desenvolvimento? 
Um prenha, vc tem um animal que responde ou não responde. Se ele não responder ele morre. Se ele responder vc vai ter ele vivo, mesmo assim ele pode apresentar depois de nascido a doença das mucosas porque ele vai ser um animal enfraquecido. 
O Pestivirus vc pode ter os 2 atuando, por isso que a sintomatologia é em cima dos não prenhas e em cima das prenhas e ainda dos filhos que nascem delas.
Foto acima: Hemorrágico: é a doença das mucosas, vc tem áreas petequiais espalhadas pelo corpo, trombocitopenia (tipo II, citopatogênico).
Diagnóstico
Sintomatologia clínica
Sangue com anticoagulante, soro, órgãos (baço, intestino, linfonodos, pulmão e intestino), feto e envoltórios fetais.
Isolamento: o material deve ser encaminhado sob refrigeração, já os fragmentos de tecidos com lesões, devem ser conservados em formalina à 10%.
Testes:
IMUNOFLUORESCÊNCIA
IMUNOPEROXIDASE
WESTERN CLOT
TESTE CONCLUSIVO: ISOLAMENTO em CULTIVO CELULAR
Primeiro: sintomatologia clinica fecha? Vc pode até pensar na DVB, mas não fecha. 
Vamos pegar sangue, soro, órgãos, fetos, envoltórios fetais.
Isolamento: o material deve ser encaminhado sob refrigeração, já os fragmentos de tecidos com lesões, devem ser conservados em formalina à 10%, e ai vc vai pesquisar o vírus.
O teste conclusivo é o isolamento viral, porque?
Tratamento e controle
Não existe tratamento para a DVB até o momento.
Monitoramento de touros de centrais de IA.
Triagem de bezerros
Controle da entrada de animais
Suspeitar de fêmeas com problemas reprodutivos
Vacinação 
Uso no Brasil ainda é de forma irregular
As vacinas tradicionais inclusive algumas que continuam sendo comercializadas possuem apenas o BVDV-1
As vacinas mais recentes em sua maioria tendem a incluir também o BVDV-2 em sua formulação 
BEZERROS: 4-6 meses revacinação: 8-12 meses.
Importante: manutenção anual.
Tratamento:
O que faz para tratamento de vírus? Não existe tratamento para a DVB. 
Vc faz um monitoramento de touros de centrais de IA, porque ai eu não deixo escapar esse vírus via sêmen, faço o controle.
Triagem dos bezerros: animais positivos devem ser separados.
Controle da entrada de animais: pois o vírus, bactéria, entra pela porteira.
Suspeitar de fêmeas com problemas reprodutivos. Dependendo da fêmea, vemos repetição de cio, alteração de cio. 
Em cima disso vamos descartar outras doenças de origem reprodutiva (ex. brucelose, tuberculose, campylobacter, etc.)
Vacinação 
A vacinação no Brasil ainda é de uso irregular, ou seja, ainda não é de uso obrigatório. Algumas vacinas tradicionais que continuam sendo comercializadas possuem apenas o tipo antigênico I (BVDV-1), com isso não dá imunidade para tudo, teria que incluir o tipo II (BVDV-2) na sua formação e ai responderia melhor.
Bezerros com 4-6 meses e a revacinação: 8-12 meses. São 2 doses.
Importante: manutenção anual.
Então se vc quer ficar livre da DVB, faça um controle do seu rebanho e mais controle vacinal.
Situação atual no Brasil
Número reduzido de laboratórios que realizam isolamento do BVDV como diagnóstico de rotina 
Quando eu quero isolar, aonde eu isolo? Esse é o problema, poucos laboratórios fazem o isolamento de BVDV. Com isso, temos que trabalhar em cima de histórico, temos que trabalhar em cima de diagnósticos diferenciais, temos que pegar, doenças de ordem digestiva doença de ordem reprodutiva e doença de ordem pulmonares e ai tentar fazer um levantamento das possíveis doenças com possíveis diagnósticos.
Ainda temos dificuldade do envio da amostra para o laboratório.
Controle dos rebanhos é um ponto crítico 
Agente não consegue controlar nem a brucelose, e como agente vai controlar um vírus (Pestivirus) que nem tem controle efetivo? 
Nem o peste vírus humano agente controla, tá ai a dengue, todo ano ela está em alta. 
Dimensões territoriais
O país tem uma dimensão muito grande, vc consegue controlar alguns mas não todos os países. São muitas divisas, não fronteira só estados com estados, mas estados com países. Temos dimensões de estar com outros