Resumo CHG Isabella Primeira PROVA
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Resumo CHG Isabella Primeira PROVA


DisciplinaCitologia e Histologia866 materiais11.596 seguidores
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ao processo de 
replicação e reparo do DNA. c) HMG: reduz à compactação e ativa a atividade transcricional. 
 
A unidade estrutural básica da cromatina é o nucleossomo ou cromatossoma. 
Cromatina Coloração mais intensa = HETEROCROMATINA 
 Coloração menos intensa = EUCROMATINA 
No nucléolo (estruturas nucleares esféricas) ocorre a síntese do RNA ribossômico por 
membrana (\u201cFábrica de ribossomos\u201d). 
Composição química: proteínas, RNA ribossômico e DNA ribossômico. 
POLIRIBOSSOMOS: otimizam a produção de cadeias peptídicas que são lançadas tanto para o 
núcleo quanto para o citosol. 
PROTEOSSOMOS: arcabouço proteico. 
As proteínas que devem ser digeridas nos proteossomos são marcas pela ligação covalente 
com a ubiquitina. E1 = enzima de ativação da ubiquitina. E2 e E3 = complexo funcional. 
 
Cap. 9: CICLO CELULAR E MEIOSE 
 
As células se multiplicam através do ciclo celular e morrem por apoptose (morte celular 
programada). O ciclo pode ser divido em duas grandes partes: 
INTÉRFASE: aquela compreendida entra duas divisões sucessivas, em que a célula cresce e se 
prepara para nova divisão. 
MITOSE: a etapa da divisão propriamente dita pela qual se originam duas células filhas, 
seguida pela divisão do citoplasma, ou citocinese. 
 
 
 
No S ocorre a duplicação da síntese do DNA. 
No G1 é o intervalo de tempo que transcorre desde o fim da mitose (M) até o inicio da síntese 
(S) = pós-mitótico ou pré-sintético. 
No G2 é o intervalo entra o término da síntese de DNA e a próxima mitose (pós-sintético ou 
pré-mitótico). 
INTÉRFASE: células em alta atividade metabólica, duplicação do DNA nos cromossomos, 
duplicação do centrossomo, célula aumenta de tamanho, checagem da integridade do material 
genético. 
G1 \u2013 Reinício da síntese de RNA e proteínas. Intensa síntese proteica, crescimento celular e 
inicio da duplicação dos centríolos. 
S \u2013 Ocorre a replicação do DNA. Desenrolamento da dupla hélice, seguido pela cópia de cada 
cadeia que serve como molde para a síntese de uma cadeia complementar. 
G2 \u2013 Síntese proteica, crescimento celular e término da duplicação dos centríolos. 
MITOSE \u2013 Quatro etapas: Prófase, metáfase, anáfase, telófase. 
PRÓFASE: caracteriza-se pela condensação gradual das fibras de cromatina, até formar 
cromossomos. Há desorganização do nucléolo, formação do fuso mitótico do lado de fora do 
núcleo e rompimento do envelope nuclear. 
METÁFASE: os cromossomos atingem o estado de condensação máxima (as cromátides se 
tornam realmente visíveis ao microscópio ótico). Há o alinhamento dos cromossomos na 
região equatorial da célula formando a placa metafásica. 
ANÁFASE: os microtúbulos de cinetócoro encurtam-se. Há separação sincrônica dos 
centrômeros e migração das cromátides irmãs para os polos opostos. Ponto de checagem da 
fixação do fuso mitótico. 
TELÓFASE: Reorganização no envelope nuclear. Há reagregação dos complexos do poro 
nuclear e descondensação dos cromossomos; formação do anel contrátil. 
CITOCINESE: é a parte da telófase, onde o citoplasma é divido em dois por um anel contrátil 
(região de estrangulamento) de actina e miosina. Há a formação de duas células filhas, cada 
uma com um núcleo. 
A meiose consiste basicamente em duas divisões nucleares, com síntese de DNA apenas uma 
vez antes da divisão. As células filhas tem metade da quantidade de DNA que as células mães. 
 
Cap. 10: SÍNTESE E SECREÇÃO DE MACROMOLÉCULAS 
 
RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO: rede de membranas. 
Os ribossomos associam-se as membranas dos retículos na forma de poliribossomos, ou seja, 
unidos através de uma molécula de mRNA e, portanto encontra-se em plena atividade 
proteica. 
RER (retículo endoplasmático rugoso): São sintetizadas proteínas destinadas ao reticulo, 
membrana plasmática, complexo de golgi, lisossomos e secreção celular. 
REL (retículo endoplasmático liso): participa da síntese e metabolização de lipídeos na célula; 
reservatório de cálcio. 
COMPLEXO DE GOLGI: localiza-se quase sempre ao lado do núcleo e perto dos centríolos. 
FUNÇÕES: destinação e exportação de macromoléculas, metabolismo de lipídeos, síntese da 
porção glicídica dos proteoglicanas, sulfatação de proteínas, lipídeos e glicídios e formação dos 
lisossomos. 
Nas células eucariontes, existem duas vias principais ou degradação de proteínas: a) A via 
ubiquitina-proteossomos e b) a via lisossômica. 
PROTEOSSOMO: complexos citossólico de enzimas proteolíticas. Presentes no núcleo retarda o 
câncer. 
A ubiquitina marca as proteínas a serem degradadas. 
E1 \u2013 enzima de ativação da ubiquitina. 
E2 \u2013 E3 \u2013 complexo funcional E2 e E3. Apresenta a ubiquitina para E3. 
MEMBRANA BASAL: a interface entre os tecidos epitelial e conjuntivo é preenchida por uma 
estreita região acelular, a membrana basal (bem corada pelo método PAS). 
No ML vê-se a membrana basal, já no ME ela é dividida em duas partes: LÂMINA BASAL E 
LÂMINA RETICULAR. A LÂMINA BASAL é dividida em: a) LÂMINA LUCIDA: consiste 
principalmente das glicoproteínas extracelulares: laminina e entactina; b) LÂMINA DENSA: 
rede de colágeno tipo IV. A lâmina basal atua como filtro molecular e como suporte firme e 
flexível para o epitélio. 
LÂMINA RETICULAR: produzida por fibroblastos e é constituída de colágeno tipo III. 
INTEGRINAS: proteínas transmembrana. 
 
HISTOLOGIA \u2013 EPITÉLIO E GLÂNDULAS 
 
O Tecido epitelial encontra-se presente em duas formas: epitélios e glândulas. 
Função: Proteção dos tecidos subjacentes contra a abração e a agressão, transporte 
transcelular de moléculas através de camadas epiteliais, absorção, controle de movimentos de 
materiais através de permeabilidade seletiva, revestimento, barreira seletiva e proteção. 
Epitélio: pouco espaço intercelular, avascular (nutrição feita através do tecido conjuntivo 
adjacente, por difusão), células polarizadas (superfície apical, lateral e basal). 
CLASSIFICAÇÃO DO TECIDO EPITELIAL DE REVESTIMENTO 
1. De acordo com o numero de camadas de células: a) TECIDO EPITELIAL DE 
REVESTIMENTO SIMPLES: uma única camada de células epiteliais (todas as células 
tocam a lâmina basal); b) TECIDO EPITELIAL DE REVESTIMENTO ESTRATIFICADO: mais 
de uma camada de células (algumas células não tocam a lâmina basal); c) TECIDO 
EPITELIA DE REVESTIMENTO PSEUDO-ESTRATIFICADO: uma única camada de células 
com núcleos em diferentes alturas. 
2. De acordo com a forma da célula: a) PAVIMENTOSO; b) CÚBICO; c) PRISMÁTICO. 
3. De acordo com as especializações (na região apical): a) BORDA ESTRIADA 
(microvilosidades); b) CÍLIOS; c) CÉLULAS CALICIFORMES; d) QUERATINA; e) 
ESTEREOCÍLIOS. 
OBS: CÍLOS SÃO MOVÉIS E OS ESTEREOCÍLIOS SÃO RÍGIDOS. 
 
TECIDO EPITELIAL GLANDULAR 
Formado por um conjunto de células especializadas. FUNÇÃO: produção e liberação de 
secreção. 
As células secretoras e seus ductos constituem o PARÊNQUIMA. Os elementos do tec. 
Conjuntivo formam o ESTROMA. Classificação: 
1. EXÓCRINA: lançam o produto de secreção no meio externo. 
2. ENDÓCRINA: o produto de secreção é laçado nos vasos sanguíneos. 
3. ANFÍCRINAS: produzem tanto secreção endócrina quanto exócrina. 
GLÂNDULA EXÓCRINA 
Partes: 
ADENÔMEROS: unidade morfofuncional das glândulas (parte secretora) 
DUCTOS: parte condutora de glândula. 
CLASSIFICAÇÃO DO TECIDO EPITELIAL GLANDULAR EXÓCRINO 
1. Quanto à ramificação do ducto: a) SIMPLES: possuem apenas um ducto secretor não 
ramificado; b) COMPOSTO: possuem um sistema de ductos ramificados que permitem 
a conexão de várias unidades secretoras com um ducto. 
2. Quanto aos Adenômeros: a) TUBULOSA: adenômero possuí forma de ducto; b) 
ACINOSA: adenômero mais arredondado; c) TUBULOACINOSA: são glândulas que 
possuem os dois tipos de adenômeros. 
3. Quanto à natureza da secreção: a) MUCOSA: secreção viscosa, escorregadia; b) 
SEROSA: secreção aquosa e límpida; c) SERO-MUCOSA (mista): possuem os dois tipos 
de ácinos. 
Tecido epitelial de 
revestimento