epizootiologia 19.10.11
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epizootiologia 19.10.11


DisciplinaEpizootiologia das Parasitoses15 materiais44 seguidores
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mais a lesao do parasita.
Medidas preventivas para esse grupo devem ser mais atenciosos, pq um animal q entrar em contato ele antes de apresentar, anetes de manifestar a presença de parasito no exame de fezes ... como esse diagnostico só vai ser qnd tiver a forma adulta, entao ele já passou pelo ciclo.
A apresentação clinico, um hemograma com bioquímica para animais que tem quadros desses são extremamente importantes.
Cuidado: as vezes a pessoa desconfia que está com toxocariase. O vet pensa
Saber interpretar esses resultados, pq o exame negativo com o quadro de hemograma e bioquímica compatíveis confirma que ele está com ascariase.
O q determina a infecção é a possibilidade do agente, no caso da ancilostomíase ciclo de loss
Ciclo entero hepato traqueal, significa que o animal está infectado
Patogenicidade
Reconhecimento do ciclo, da fisiopatogenia que o ... com rel ao hosp
Anci, bunostomo significa q houve penetração ativa por via transcutanea. Ele conseguiu atravessar a pele e chegar até a circulação.
Proc q demarca essa sintomatologia: a larva de 3º estagio já tem peca bucal, tem boca adaptada , ela lesa traumaticamente essa pele. nessa lesao traumática vamos observar que o ponto de acesso em cada uma dessas larvas, uma área avermelhada, que tem uma passagem MT rápida. 
A lesao é o contato, a partir do momento q as larvas ultrapassam essa penetração, a lesao já não vai mais existir.
Ou observei essas lesões no ventre. É MT complicado fazer esse tipo de diagnostico.
Na circ, vamos observar simplesmente passagem. Dependendo do volume podemos observar processos congestivos. Proc congestivo hepático, que pode acarretar Tb numa diminuição no apetite do animal, mas ai é outro ponto Tb que vou ter dificuldade em fazer o diagnostico. bioquímica vou ver alteracao de volume, mas não consigo fechar diagnostico no hemograma em rel a essa passagem de forma congestiva
Passagem pelo coração e pelo pulmão. Pelo coração é efêmero, ele só passa, não vamos obs alt mais caract por essa passagem
Mas a passagem pelo pulmão como vimos na .... a saída do parasito da circulação e entrada nos bronquíolos vai ter lesao. Tem ruptura, vamos observar quadros de alveolite. Ex. animal veio a óbito, vc fez necropsia, vcs vão observar o quadro de alveolite.
Sinal clinico: ele tem uma redução no tamanho de fazer a captação do ar. A respiração passa a ser acelerada, taquipneia, com dificuldade nessa respiração para poder em quadros de alta infestação, pneumonia. O animal sai de um quadro de alveolite, bronquite, para um quadro de pneumonia verminotica, vc sabe que não foi um agente bacteriano.
Como vamos fazer essa diferença: hemograma. Vamos obs a taxa de eosinofilos elevada num quadro de pneumonia. Eosinofilia.
Quem é? pode ser diversos.
A idéia é que algum proc parasitário esta determinando esse tipo de pneumonia.
Na passagem da traqueia que é simplesmente para deglutir e ir para o intestino, ele passa junto com o muco para dentro do estomago, o muco protege o parasito.
Não há destruição do parasita, ele segue o fluxo natural.
O parastia já tem possibilidade de se prender na mucosa 
Ele tem um gasto energético
Vai se fixar na parede intestinal e vai buscar o sg.
Essa penetração ocorre de forma bem profunda. Ele corta a mucosa para que o sg começa a verter para dentro da boca.
Esse corte que ele provoca na mucosa, ele vai alimentar-se como se fosse telmofagia, ele corta, forma o bolsão na mucosa e ele vai ingerir.
O resto do sg vai para luz e sai como diarréia hemorrágica. Um sg vivo, pq ele faz esse tipo de extração.
Princ o macho (tanto macho quanto fêmea fazem essa alimentação). O macho faz isso para se prender, para produzir as cels masculinas, ele tem um poder de demarcação de território. As fêmeas se aproximas desse macho. Depois que ele se copula com todas as fêmeas ele se desprende e passa a se prender em outro ponto
A partir do momento que ele desprende ele vai permitir o sangramento. Qt maior o volume de macho, maiores os pontos de hemorragia
As fêmeas promovem menos por conta desse tipo de comportamento.
Após a copula, a fêmea vai produzir os ovos
Como teste de diagnostico vcs vão utilizar o exame de fezes, numa situação dessa de diarréia, no quadro hemorrágico vamos encontrar ovos.
Olhou para o animal, vemos quadro hemorrágico com presença de sg, se vc encaminhar o material para fazer exame de fezes vamos encontrar ovos.
O exame especifico coproparasitologico é indicado
Técnica: técnica de flutuação. Entre elas, a de rotina escolhida nos laboratórios é a técnica de \u201cWillys Mollay\u201d. Utiliza uma solução saturada, com uma densidade pra 1 : 1,250g de solução glicosada (açúcar). 
Cuidado que nessas alterações de sol glicosada para utilização vcs podem ter dificuldade pro diagnostico
A medida que vc aumenta essa proporção de glicosado vc diminui o tempo. São 20 minutos que vc deixa o material
As vezes a pessoa usa parte da técnica original e não consegue achar.
O resultado negativo pode ser em decorrência da técnica utilizada
Os ovos vão flutuar na superfície, na microscopia vamos conseguir observar os ovos.
Técnica qualitativa, só permite identificar presença ou ausência dos ovos.
Não pode ser quantitativo porque: (2 motivos) 
Diversidade de lamínulas que são empregadas para fazer esse diagnostico.
O volume produzido por animal, as raças são diferentes, vc tem raças de pequeno, médio e grande porte. Não mantem um padrão de defecação semelhante.
Dificuldade em padronizar o volume de dejeto observado e quantidade de parasito.
As técnicas quantitativos agente identifica o numero de ovos, e calcula quantidade de fêmeas.
A partir do numero de fêmeas eu preciso saber a proporção sexual.
O padrão de quantidade de ovos me permite dizer quantas fêmeas tem o trato digestivo e quantos machos tem no trato digestivo.
Se indicar 2 cruzes (++), está errado, pq não pode ser utilizado como técnica quantitativa.
Outra técnica Tb utilizada:
Técnica de Faust
Tb é uma técnica de flutuação, essa utiliza a centrifuga Tb como um equipamento para facilitar o diagnostico. solução de sulfato de zinco a 33%.
Não é a rotina utilizada no lab por ser uma técnica cara. O sulfato de zinco é uma substancia cara, o que aumentaria muito o valor da técnica.
Em rel a patogenicidade pelos ascarididios
Ingestão, ou do ovo larvado ou do hosp paratemico. Liberação dessa larva no intestino, passagem pelo fígado
1º acesso que vamos obs são lesões diretas no parênquima hepático. Altera padrão enzimático (bioquímico vamos observar distúrbios das enzimas), a não producao de determinada enzima.
A falta dessas enzimas que são auxiliares no prox digestivo, vamos obs animais com inapetência, falta de apetite, ele deixa de comer.
Vamos obs animais com quadros de vômitos, justificados pela passagem pelo parênquima hepático
Passagem pelo coração é só passagem
Passagem pelo pulmão acontece tal quanto acontece nos ancilostomideos.
Na ruptura vamos observar quadros de alveolite, insuf respiratória, a cronicidade dessa infecção pode levar a quadros de enfisema, o animal perder capacidade respiratória em parte desse pulmão (forma crônica!). o animal que tenha essas lesões, animais idosos. 
Vamos obs o animal com quadro de tosse.
Período pré patente entre a migração pelo fígado ate chegar ao pulmão pode levar de 5 a 7 meses. 
Ou seja, animais que foram recentemente infectados vc não vai conseguir fazer o diagnóstico
Presença de ovos após 7-8 meses de infecção 
Passagem pela traqueia, deglutição dessa larva. Mesmo processo: muco contendo a larva.
Fixação na mucosa intestinal vamos perceber esse processo. 
Atingir e lesar uma camada mais profunda.
Vamos perceber que faz uma fixação na parte mais superficial da mucosa.
Não consegue atingir o plexo venoso.
Vamos perceber: esse animal tem um espessamento da mucosa intestinal, esse espessamento vai provocar: se ele espessa a parede fica melhor pro parasito que ele vai se prender mais fácil.
Ele tem que agredir de forma a espessar a mucosa, que vai envolve-lo e protege-lo.
Vc tem mudança celular. O que acontece