ok epizootiologia 14.09.11
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ok epizootiologia 14.09.11


DisciplinaEpizootiologia das Parasitoses15 materiais44 seguidores
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forma grande, não faca o tratamento, porque se vc tratar vc está facilitando o desenvolvimento biológico do carrapato, pois ele vai conseguir ingerir mais sangue e vai conseguir se reproduzir melhor.
 
Antigenicamente o animal responde melhor a essa espécie maior, porque quando ele começa a ter o processo esquizogônico o organismo entra em diapausa. Então é até comum encontrar essa forma maior no esfregaço.
Como é feita uma vacina para carrapato? Pode ser extraída de 2 órgãos do carrapato: epitélio intestinal e com os ovários das teleógenas. Quando eles começaram a extrair essas proteínas do epitélio intestinal, eles começaram avaliar isso: cada vez que esse carrapato era infectado por uma espécie pequena, ele desenvolvia (o carrapato fagocita com a célula intestinal o alimento, então isso não passa por uma membrana como acontece no mosquito. Então quando falo que ele faz essa fagocitose, significa que ele tem uma relação direta no desenvolvimento do protozoário no interior da célula intestinal dele).
As formas pequenas desenvolvem bem sem agredir o epitélio intestinal. As formas maiores são fagocitadas pela célula intestinal do carrapato, mas destrói, então essa destruição significa que esse carrapato passa a se alimentar menos, em menor quantidade, diminui a ingesta de sangue e reduz o numero de ovos produzidos pela fêmea, inclusive reduz a eclodibilidade, porque as proteínas necessárias pra produção dos ovos passa todo pelo processo de digestão, se reduz, se interfere, ela pode produzir 50 mil ovos, que desse numero só 5 mil vai ter eclodibilidade. Isso é um equilíbrio da natureza.
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A 1ª infecção que agente ch de Primoinfecção são as mais severas, mais agressivas. E re-infecções são menos agudas e o animal respondem muito melhor.
Essa imunidade alem de estar relacionado com a idade principalmente (os animais jovens, filhotes quando tem a sua primeira infestação com carrapato, normalmente sofres com a infecção, explicado pelo sistema imunológico e pela dificuldade de produzir esse tipo de resposta de diapausa).
Com relação a raça, não está só diretamente ligada a genética do animal, os animais que são mais puros são mais sensíveis, e consequentemente o tipo de manejo de produção, os produtores optam por criar espécies, raças mais tolerantes, resistentes, e resistentes não só a questão da babesiose como a questão do próprio carrapato.
Essa resistência em relação ao carrapato não é feita por conta do sangue do animal, é entender que a pele, o couro do animal fornece uma barreira para fixação do carrapato. Então as raças mais próximas as zebuínas, as raças zebuinas são mais resistentes a infecção do carrapato por causa dessa condição de pele, de couro, e por isso que tem menos infestação de carrapato e consequentemente uma infecção menor de babesiose. Por isso que muitos produtores hoje preferem utilizar nas suas propriedades animais mestiços, para garantir.
Deve-se pensar nesse tipo de característica.
Outra coisa em relação a raça: que vem muito do comportamento, do padrão genético da raça: 
Tamanho do pelo, animais que tem pelo longo, normalmente são animais que se infestam mais com carrapato. O carrapato sobe mais fácil no pelo que é mais longo, mas isso é para garantir a proteção, vc não enxerga o carrapato tão facilmente o carrapato no corpo do animal com muito pelo, então vc deixa o carrapato mais tempo. 
Normalmente quando vc vê o animal com pelo curto e com o carrapato o primeiro indicio é arrancar o carrapato do corpo dele. Já nos animais de pelo longo esse carrapato acaba ficando escondido sob esse pelo e consequentemente consegue proceder com a alimentação.
Em relação a comportamento
Principalmente esses animais voltados para questão da rangeriose. Cães que tem comportamento de caca, com instinto predador, raças que entram em mata, corre com o dono, de grande porte são os que tem maior risco. Esse risco é por conta desse comportamento.
Com relação a rangeriose, freqüentemente essas infestações acontecem em animais machos, pois eles mantém o comportamento de encontrar vantagens, ele acaba tendo o primeiro contato com o carrapato quando entra na mata.
Cor
Animais de pelagem mais escura são animais que, pelo mimetismo e pela conservação do calor. O carrapato, quanto maior a manutenção de calor na pele, maior possibilidade de formar o bolsão.
Bioagente: Esporozoário.
Infectividade: A condição pra que essa infecção aconteça é de encontrar um carrapato infectado.
Alem de ter o carrapato, há necessidade que esse carrapato esteja infectado.
O que determina a infecção que o carrapato tem que inocular: esporozoíta. 
Então o que determina o processo infeccioso é a inoculação dos esporozoítas. Esse é o papel que acontece pra que a doença aconteça.
Na forma da cadeia biológica é assim que vamos observar.
Patogenicidade
Sinais
Sinais que são sinais evidentes em animais que estão portando a babesiose. Esses sinais estão relacionadas com o quadro de anemia:
Essa anemia é representada pelo processo de ruptura das hemácias, em cada um desses processo esquizogônicos. Quanto maior o volume de esquizontes formados, mais rapidamente esse quadro de anemia será observado.
Levar em consideração que: um carrapato desse produz em media mil esporozoítas. Então significa que na 1ª infecção menos vamos encontrar pelo menos mil processos esquizogônicos. O carrapato fica 96 horas sob o corpo do animal, e nessas 96 horas ele consegue inocular esses mil esporozoítas.
Diferente da mosca, pois a mosca tem o tempo de 30 segundos a 1 minuto para se alimentar, com isso as chances dela reduzem.
Essa anemia é provocada pelo processo esquizogônico.
Associado ao quadro de anemia, essa ruptura, esse quadro de hemólise há uma elevação de temperatura. Vemos então a anemia associado a febre no animal. Presença de um quadro ictérico 
Por conta da ruptura, da lise celular vamos observar esses animais com quadro de hemoglobinúria (vulgarmente é a urina cor de coca cola).
Esse é o quadro sintomatológico mais evidente da babesiose. Embora possamos observar quadros em relação a infecção da forma aguda, onde vamos observar quadros neurológicos em decorrência da diminuição do fluxo sg, principalmente nos capilares cerebrais, então o animal pode ter transtorno neurológico, incoordenação motora, nistagmo, movimento de pedalagem.
É possível observar quadros envolvendo o sistema renal, então o animal também pode desenvolver quadros de dor à palpação. 
Dependendo da quantidade de captura dessas células lisadas pelo baço, podemos observar um quadro de esplenomegalia.
O que acontece é que os capilares continuam do mesmo tamanho, mas o volume de passagem do sangue nos capilares é maior, que acaba provocando esse quadro de dor à palpação no animal. Quando vc palpar a região do baço vai observar que está aumentado. 
Em quadros não agudos, o ser humano para o diagnostico ser mais fácil, as pessoas que forem identificadas com quadro de babesiose, conhecidentemente são pacientes transplantados ou pacientes que tinham sofrido a esplenectomia (pessoas que sofreram principalmente acidente automobilístico, no ato da extração do baço começaram a apresentar sinal clinico de babesiose). Na época confundiam com malaria porque o quadro era muito parecido. Mas as pessoas não eram de áreas endêmicas para malaria para ser portador de malária.
Pessoas que tiveram carrapato, que fizeram caminhada ecológica, tirou o carrapato do corpo e mata. Essas investigações não são muito rotineiras no país. Ex. amblyoma mecanum
Antigenicidade:
Temos processo gametogonico que representa isso. Quando o animal entra em quadro de gametogonia significa que o nosso animal não tem mais o quadro clinico. O organismo respondeu ao mecanismo reprodutivo, e ele agora tem só gamontes no interior das células
O agente tem 2 momentos de desenvolvimento, de apresentação:
Ou dentro do organismo do animal, onde a diapausa representa o processo de resistência ao agente. Ele entra em diapausa para permanecer no corpo do individuo
E a situação do Vetor: significa dizer que diretamente