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PRINCIPAIS_PECAS_PENAIS_CABIMENTO_FUNDAM

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PRINCIPAIS PEÇAS PENAIS 
 
CABIMENTO FUNDAMENTO LEGAL ENDEREÇAMENTO PRAZO PEDIDOS 
QUEIXA CRIME 
AÇÃO PENAL PRIVADA 
ART. 30 E 41, CPP 
SÓ PODE SER 
OFERECIDA A UM JUIZ 
6 MESES A CONTAR DA 
DATA DO 
CONHECIMENTO DA 
AUTORIA DO CRIME 
(AÇÃO PRIVADA)/ 6 
MESES A PARTIR DO 
FIM DO PRAZO DO M.P. 
(AÇÃO SUBSIDIÁRIA DA 
PÚBLICA) 
RECEBIMENTO DA 
AÇÃO 
CITAÇÃO DO 
QUERELADO 
AÇÃO PENAL PRIVADA 
SUBSIDIÁRIA DA 
PÚBLICA 
CONDENAÇÃO DO 
QUERELADO 
INTIMAÇÃO DA 
TESTEMUNHAS PARA 
SEREM OUVIDAS 
HABEAS CORPUS 
a) QUANDO NÃO 
HOUVER JUSTA CAUSA 
ART. 5º, LXVIII, CF 
DEVE-SE ANALISAR, 
PRIMEIRAMENTE, 
QUEM A AUTORIDADE 
COATORA. 
IDENTIFICANDO-A, 
DEVE-SE ENVIAR O H.C. 
PARA UMA 
AUTORIDADE 
SUPERIOR. EX.: A 
AUTORIDADE 
COATORA É UM 
DELEGADO DE POLÍCIA 
CIVIL, DEVE-SE ENVIAR 
O H.C. PARA UM JUIZ 
DE PRIMEIRA 
INSTÂNCIA. 
NÃO HÁ 
O PEDIDO VAI SER 
FORMULADO DE 
ACORDO COM OS 
FUNDAMENTOS 
UTILIZADOS NA PEÇA 
PROCESSUAL. EX.: NO 
CASO DE HOUVER 
CESSADO O MOTIVO 
QUE AUTORIZOU A 
COAÇÃO (ART. 648, IV, 
CPP), DEVE-SE PEDIR 
QUE O PACIENTE SEJA 
POSTO EM LIBERDADE 
E A EXPEDIÇÃO DO 
ALVARÁ DE SOLTURA. 
b) QUANDO ALGUÉM 
ESTIVER PRESO POR 
MAIS TEMPO DO QUE 
DETERMINA A LEI 
c) QUANDO QUEM 
ORDENAR A COAÇÃO 
NÃO TIVER 
COMPETÊNCIA PARA 
FAZÊ-LO 
ART. 647 E SEGUINTES, 
CPP 
d) QUANDO HOUVER 
CESSADO O MOTIVO 
QUE AUTORIZOU A 
COAÇÃO 
e) QUANDO O 
PROCESSO FOR 
MANIFESTAMENTE 
NULO 
 
CABIMENTO FUNDAMENTO LEGAL ENDEREÇAMENTO PRAZO PEDIDOS 
MANDADO DE 
SEGURANÇA 
PROTEÇÃO DO DIREITO 
DO ADVOGADO 
ACOMPANHAR O SEU 
CLIENTE DURANTE O 
INQUÉRITO; 
ENTREVISTAR O SEU 
CLIENTE PRESO; OBTER 
CERTIDÕES; 
REALIZAÇÃO DE NOVAS 
DILIGÊNCIAS; 
REALIZAÇÃO DE EXAME 
PERICIAL OU SUA 
RENOVAÇÃO; QUANDO 
FOR NEGADO O 
REQUERIMENTO DE 
INSTAURAÇÃO DO 
INQUÉRITO POLICIAL; 
OBTER EFEITO 
SUSPENSIVO DE 
RECURSO; 
RESTITUIÇÃO DE COISA 
APREENDIDA 
ART. 5º, LXIX, CF 
DELEGADO DE POLÍCIA 
ESTADUAL: O M.S. 
DEVE SER DIRIGIDO AO 
JUIZ DE 1ª INSTÂNCIA 
120 DIAS CONTADOS A 
PARTIR DA CIÊNCIA DO 
FATO IMPUGNADO 
NOTIFICAÇÃO DA 
AUTORIDADE 
COATORA PARA QUE 
PRESTE INFORMAÇÕES 
DELEGADO DE POLÍCIA 
FEDERAL: M.S. DEVE 
SER DIRIGIDO AO JUIZ 
FEDERAL 
CONCESSÃO DE 
SEGURANÇA 
PEDIDO LIMINAR, CASO 
ESTEJAM PRESENTES 
OS REQUISITOS FUMUS 
BONI JURIS E 
PERICULUM IN MORA 
JUIZ DE 1ª INSTÂNCIA: 
O M.S. DEVE SER 
DIRIGIDO AO TRIBUNAL 
DE JUSTIÇA 
LEI 12.016/09 
JUIZ FEDERAL: M.S. 
DEVE SER DIRIGIDO AO 
TRIBUNAL REGIONAL 
FEDERAL 
REVISÃO CRIMINAL 
SENTENÇA 
CONDENATÓRIA FOR 
CONTRÁRIA A LEI 
PENAL, OU SE FUNDAR 
EM DEPOIMENTOS, 
EXAMES, 
DOCUMENTOS 
COMPROVADAMENTE 
FALSOS; EXISTÊNCIA DE 
PROVAS NOVAS QUE 
COMPROVEM A 
ART. 621 DO CÓDIGO 
DE PROCESSO PENAL 
DEVE SER DIRIGIDO AO 
PRESIDENTE DO 
TRIBUNAL 
COMPETENTE, OU 
SEJA, NOS CRIMES 
JULGADOS PELO 
JUSTIÇA FEDERAL, A 
REVISÃO CRIMINAL DE 
SER DIRIGIDA AO 
PRESIDENTE DO 
TRIBUNAL REGIONAL 
NÃO HÁ PRAZO, 
PODENDO SER 
REQUERIDA DURANTE 
O CUMPRIMENTO DE 
SENTENÇA, BEM COMO 
APÓS A SUA EXTINÇÃO 
ABSOLVIÇÃO DO 
ACUSADO, 
MODIFICAÇÃO DA 
PENA, ANULAÇÃO DO 
PROCESSO, BEM COMO 
O DIREITO A JUSTA 
INDENIZAÇÃO POR 
ERRO DO PODER 
JUDICIÁRIO 
INOCÊNCIA FEDERAL 
RELAXAMENTO DE 
PRISÃO 
É CABÍVEL QUANDO A 
PRISÃO EM FLAGRANTE 
FOR ILEGAL 
ART. 5º, LXV, CF 
AO JUIZ DE PRIMEIRA 
INSTÂNCIA 
DEVE SER FEITO 
ENQUANTO A PRISÃO 
EM FLAGRANTE ILEGAL 
ESTIVER SENDO 
MANTIDA 
RELAXAMENTO DA 
PRISÃO COM A 
EXPEDIÇÃO DO ALVARÁ 
DE SOLTURA 
LIBERDADE 
PROVISÓRIA 
É CABÍVEL QUANDO A 
PRISÃO EM FLAGRANTE 
FOR LEGAL 
ART. 5º, LXVI, CF 
AO JUIZ DE PRIMEIRA 
INSTÂNCIA 
PODE SER A QUALQUER 
MOMENTO DO 
PROCESSO, ATÉ O 
TRÂNSITO EM 
JULGADO DA 
SENTENÇA 
COM FIANÇA: PEDE-SE 
QUE SEJA ARBITRADA A 
FIANÇA 
SEM FIANÇA: PEDE-SE 
A CONCESSÃO DA 
LIBERDADE, COM A 
EXPEDIÇÃO DO ALVARÁ 
DE SOLTURA 
REVOGAÇÃO DE 
PRISÃO 
É CABÍVEL NOS CASOS 
DE PRISÃO PREVENTIVA 
OU TEMPORÁRIA 
ART. 316, CPP 
AO JUIZ DE PRIMEIRA 
INSTÂNCIA 
ENQUANTO O RÉU 
ESTIVER PRESO 
REVOGAÇÃO DA 
PRISÃO COM A 
EXPEDIÇÃO DO ALVARÁ 
DE SOLTURA 
PROGRESSÃO DE 
REGIME 
PRESO TIVER 
CUMPRIDO 1/6 DA 
PENA NO REGIME 
ANTERIOR 
ART. 112 E 66, III, b, 
AMBOS DA LEI DE 
EXECUÇÃO PENAL 
AO JUIZ DE EXECUÇÕES 
PENAIS 
O RÉU TEM QUE TER 
CUMPRIDO, PELO 
MENOS, 1/6 DA PENA, 
NOS CRIMES COMUNS; 
NOS CRIMES 
HEDIONDO 2/5, SE 
PRIMÁRIO E 3/5, SE 
REINCIDENTE 
OITIVA DO MINISTÉRIO 
PÚBLICO E A 
CONCESSÃO DA 
PROGRESSÃO DE 
REGIME 
NO CASO DE CRIMES 
HEDIONDOS: 2/5, 
PRIMÁRIO, E 3/5, SE 
REINCIDENTE 
CRIME CONTRA 
ADMINISTRAÇÃO 
PÚBLICA: O 
CONDENADO TERÁ A 
PROGRESSÃO DE 
REGIME DO 
CUMPRIMENTO DA 
PENA CONDICIONADA 
 
CABIMENTO FUNDAMENTO LEGAL ENDEREÇAMENTO PRAZO PEDIDOS 
PROGRESSÃO DE 
REGIME 
À REPARAÇÃO DO 
DANO QUE CAUSOU, 
OU À DEVOLUÇÃO DO 
PRODUTO DO ILÍCITO 
PRATICADO, COM OS 
ACRÉCIMOS LEGAIS 
 
LIVRAMENTO 
CONDICIONAL 
VIDE ART. 83, CP 
ART. 83, CP E ART. 66, 
III, e DA LEI DE 
EXECUÇÃO PENAL (LEI 
Nº 7.210/84) 
AO JUIZ DE EXECUÇÕES 
PENAIS 
ATINGINDO AS 
EXIGÊNCIAS LEGAIS, O 
PRAZO SERÁ O 
RESTANTE DA PENA A 
SER CUMPRIDA 
OITIVA DO MINISTÉRIO 
PÚBLICO E A 
CONCESSÃO DO 
BENEFÍCIO COM A 
CONCESSÃO DO 
ALVARÁ DE SOLTURA 
RESPOSTA À 
ACUSAÇÃO 
LOGO APÓS A CITAÇÃO 
DO ACUSADO 
ART. 396 E 396-A DO 
CPPP 
AO JUIZ QUE TIVER 
RECEBIDO A DENÚNCIA 
OU A QUEIXA 
10 DIAS A CONTAR DA 
CITAÇÃO PESSOAL; NO 
CASO DE CITAÇÃO POR 
EDITAL, INICIA-SE A 
CONTAGEM A PARTIR 
DO COMPARECIMENTO 
DO RÉU OU DO 
DEFENSOR AO 
PROCESSO 
TEM-SE QUE ANALISAR 
O CASO, MAS, EM 
REGRA, SEMPRE SE 
PEDE A ABSOLVIÇÃO 
SUMÁRIA (ART. 387, 
CPP), NULIDADE (564, 
CPP), CASO HAJA, 
DEQUALIFICAÇÃO ETC. 
MEMORIAIS 
APÓS O 
ENCERRAMENTO DA 
INSTRUÇÃO POR 
DETERMINAÇÃO DO 
JUIZ. 
ART. 403, § 3º DO CPP AO JUIZ DA CAUSA 5 DIAS SUCESSIVOS 
PEDIDO DE 
ABSOLVIÇÃO (ART. 386, 
CPP) + NULIDADES QUE 
OCORRERAM + 
DESQUALIFICAÇÃO + 
TODO ARGUMENTO 
QUE BENEFICIE O RÉU 
 
 
RECURSOS 
 
CABIMENTO 
FUNDAMENTO 
LEGAL 
ENDEREÇAMENTO 
PRAZO PEDIDOS 
RETRATAÇÃO 
APELAÇÃO 
SENTENÇAS 
DEFINITIVAS OU 
CONDENATÓRIAS ARTS. 416, 593, 
CPP 
INTERPOSIÇÃO: AO JUIZ 
QUE PROFERIU A 
DECISÃO OU SENTENÇA 
INTERPOSIÇÃO EM 
5 DIAS + 8 DIAS 
PARA 
APRESENTAÇÃO 
DAS RAZÕES 
INTERPOSIÇÃO: DEVE-
SE PEDIR O 
RECEBIMENTO, 
PROCESSAMENTO E 
REMESSA AO TRIBUNAL 
NÃO 
DECISÕES DEFINITIVAS 
OU COM FORÇA DE 
DEFINITIVA, PARA AS 
QUAIS NÃO ESTEJA 
PREVISTO RECURSO EM 
SENTIDO ESTRIDO 
DEVE-SE ANALISAR 
COM CUIDADO O CASO 
APRESENTADO. PEDE-SE 
ABSOLVIÇÃO (ART. 386, 
CPP), NULIDADES, 
DESQUALIFICAÇÃO ETC. 
ART. 82 DA LEI 
9.099/95 
RAZÕES: AO TRIBUNAL 
COMPETENTE OU 
ÓRGÃO COLEGIADO DECISÃO QUE REJEITA A 
DENÚNCIA OU QUEIXA 
NO JECRIM 
RECURSO EM 
SENTIDO ESTRIDO 
DECISÕES QUE REJEITA 
DENÚNCIA OU QUEIXA; 
QUE CONCLUIR PELA 
INCOMPETÊNCIA DO 
JUIZ; QUE JULGAR 
PROCEDENTE AS 
EXCEÇÕES, SALVO A DE 
SUSPEIÇÃO, QUE 
PRONUNCIAR O JÚRI; 
QUE INDEFERIR O 
PEDIDO DE PRISÃO 
PREVENTIVA; QUE 
CONCEDER LIBERDADE 
ART.581, CPP 
INTERPOSIÇÃO: AO JUIZ 
QUE PROFERIU A 
DECISÃO OU SENTENÇA 
INTERPOSIÇÃO EM 
5 DIAS + 2 DIAS 
PARA 
APRESENTAÇÃO 
DAS RAZÕES 
INTERPOSIÇÃO: DEVE-
SE PEDIR O 
RECEBIMENTO, 
PROCESSAMENTO, 
REFORMA DA DECISÃO 
E, CASO O JUIZ NÃO SE 
RETRATE, REMESSA AO 
TRIBUNAL 
SIM 
RAZÕES: AO TRIBUNAL 
COMPETENTE OU 
ÓRGÃO COLEGIADO 
RAZÕES: REFORMA DA 
DECISÃO RECORRIDA E
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