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AP2 SOCIOLOGIA DO CRIME E DA VIOLÊNCIA ATILLA DE SANTA ANA NUNES

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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE AVALIAÇÃO PRESENCIAL 1 
(APx2) – 2021.1 
Curso: Tecnólogo em Segurança Pública e Social 
Disciplina: Sociologia do Crime e da Violência 
Aluno: Átilla de Santa Ana Nunes 
Matrícula: 19213150228 
Pólo: Campo Grande 
Declaro assumir o compromisso de confidencialidade e de sigilo escrito, 
fotográfico e verbal sobre as questões do exame ou da avaliação pessoal que 
me serão apresentadas durante o curso desta disciplina. 
Comprometo-me a não revelar tais informações, reproduzi-las ou dar 
conhecimento delas, em hipótese alguma, a terceiros, e a não utilizá-las para 
gerar benefício próprio ou de terceiros. Reitero minha ciência de que não 
poderei fazer cópia manuscrita, registro fotográfico, filmar ou mesmo gravar os 
enunciados que me serão apresentados. 
Declaro, ainda, estar ciente de que o não cumprimento de tais normas 
caracteriza infração ética, podendo acarretar punição de acordo com as regras 
da minha universidade. 
QUESTÃO 1 
De acordo com o conteúdo da aula cinco, é possível ter uma noção da 
vulnerabilidade do grupo LGBT a diversas formas de violência física nas quais 
ocorre muitas vezes até o homicídio. Com isso faz-se necessário à aplicação 
de políticas públicas eficazes com o objetivo de proteção para estes grupos de 
indivíduos que são estigmatizados e criminalizados. 
É imprescindível programas de orientação e informação para a polícia e 
o judiciário na atuação de casos como estes, para que o Estado não haja de 
maneira preconceituosa e arbitrária com esses indivíduos, assim como uma 
maior efetividade do sistema estatal na prevenção dos crimes de homofobia. 
QUESTAO 2 
Conforme o que foi abordado na aula seis desta disciplina, pode-se 
entender que em um país que sofre tanto com a miséria e a pobreza como o 
Brasil, e que tem um sistema de justiça duvidoso e muito arbitrário, não cabe 
ser contrário aos direitos humanos, colocando penas mais pesadas, como por 
exemplo, a pena de morte, pois isso só iria aumentar a violência seletiva do 
Estado que geralmente pune os mais pobres, os quais não conseguem custear 
altíssimos valores de um serviço advocatício de alta qualidade para requerer 
seus direitos e dependem inteiramente da assistência do próprio Estado que os 
julga.