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RM PELVE FEMININA
TNR FABIANO LADISLAU
TNR LEANDRO CUNHA
MARCAÇÃO
• Em virtude do estudo sofrer alterações com o ciclo menstrual, a sua
marcação irá variar com a suspeita clínica. O radiologista deverá ser
consultado para agendamento do melhor momento;
• No ato da marcação realizar o questionário pré-exame contrastado,
visando detectar possíveis alergias e comorbidades;
• O paciente deverá ser orientado a trazer os exames de imagem
previamente realizados, tanto no dia da marcação quanto no do estudo;
• Como de praxe para estudos contrastados, o jejum deverá ser orientado
e uma possível pesquisa da função renal do paciente questionada junto
ao radiologista;
DIA DO EXAME
• Recepção no serviço;
• Entrevista e preenchimento do termo de consentimento do uso do contraste;
• Condução do paciente para o vestiário;
• Orientação para ida ao banheiro com a finalidade de esvaziar a bexiga;
• Punção venosa em qualquer um dos membro superiores, com posterior
administração da medição antiespasmódica (Buscopan®) e manutenção do
acesso venoso com solução fisiológica 0,9 %;
• Posicionamento do paciente na mesa da RM e administração de 40 ml de gel
de US no intróito vaginal, através de sonda uretral nº 12 e seringa de 20 ml
(consultar médico radiologista sobre eventual possibilidade do uso de
contraste retal);
• Convocação do técnico de radiologia para que o mesmo posicione a bobina
TORSO e dê seguimento ao estudo.
NOÇÕES DE ANATOMIA
NOÇÕES DE ANATOMIA
Noções de anatomia - RM
Noções de anatomia - RM
Gel vaginalSem gel vaginal
Gel retal e vaginal
Axial útero
Sagital útero Coronall útero
Eixo colo útero
Eixo corpo útero
Noções de anatomia - RM
Noções de anatomia - RM
Noções de anatomia - RM
PATOLOGIAS
INDICAÇÕES
• Detecção, estadiamento e
avaliação pós terapêutica de
câncer genital ou não.
• Avaliação de massas pélvicas e
de dor pélvica
• Detecção de anomalias
congênitas genitais
• Estudo específico para conduta
com miomas
• Avaliação do assoalho pélvico –
incontinência urinária e fecal
• Análise de complicações pós-
cirúrgicas
• Identificação de causas de dor
pélvica em grávidas
• Avaliação fetal e da placenta
• Estudo de lesões inflamatórias
pélvicas.
Alterações morfológicas uterinas
***Importante o coronal do útero ser bem feito***
***Coronal panorâmico incluindo os rins deve ser feito***
Leiomiomas
(miomas)
• Tumores benignos constituídos de
músculo liso;
• Pode determinar infertilidade
ENDOMETRIOSE
• Tecido endometrial fora da
cavidade uterina (ovários,
peritôneo, alças, parede
abdominal,etc.)
• Endométrio é a camada celular
do útero que sofre variação com
o ciclo hormonal e que descama
(sangra) ao final dos ciclos.
• Brilha, portanto, no T1.
• A possibilidade de diagnóstico
melhora sensivelmente se
acrescentar a técnica de saturação
de gordura ao T1.
****Exame para pesquisa de
endometriose = sequências T1 ou
SPGR c/fat sat****
ADENOMIOSE
• Glândulas endometriais na
parede uterina;
• Causa principalmente dor e
hipermenorragia.
AVALIAÇÃO DE TUMORAÇÕES
69 anos
Estadiamento de CA vulva
31 anos
Dor pélvica à direita
Visualização de lesão cística em topografia ovariana ao US
Cisto hemorrágico podendo corresponder a endometrioma
Estadiamento de CA colo uterino
CA ovário recidivado