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Dentes Deciduos

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Dentes Decíduos 
• Dentes temporários, caducos, de leite, provisórios, da 
primeira dentição ou da infância 
• Possuí papel importante na localização, alinhamento e 
na oclusão dos dentes permanentes 
• Importante para a fonação e estética 
 
• Dentes na dentição decídua: 20 dentes, sendo 8 
incisivos, 4 caninos e 8 molares. 
• Coloração branca e opaca 
• Menores em todas as dimensões comparado aos 
permanentes. 
• Faltam os pré-molares 
Numeração 
 
 
Criança por volta dos 7 anos 
• Fase do opérculo Gengival: a falta de escovação faz 
com que junte comida em baixo desse opérculo e 
nele já está nascendo dente e isso gera problemas 
como carie dentaria. 
Na fase de rompimento dos dentes de uma criança 
deve ser observada de perto pelos pais, sempre 
ajudando a criança na higiene bucal, para que não 
ocorram problemas futuros. 
Substituição de dentes decíduos por dentes 
permanentes 
 
• Por volta dos 16 anos, temos a erupção dos dentes do 
siso 
Cronologia de Erupção 
Quando os dentes irão crescer 
Dente Idade de rompimento 
Incisivos Centrais Decíduos 5 a 7 meses 
Incisivos Laterais Decíduos 8 a 11 meses 
1º Molares Decíduos 12 a 16 meses 
Caninos Decíduos 16 a 20 meses 
2º Molares Decíduos 19 a 24 meses 
 
 
 
 
1º molar 
permanente 
2º molar 
decíduo 
1º molar decíduo 
Opérculo 
gengival 
 
2 MP 
2 MD 
1 MP 
1 MD 
37 
36 
75 = 35 
74 = 34 
73 = 33 
72 = 32 
Rompimento dos Dentes Permanentes 
Dente Idade de rompimento 
1º Molares Permanentes 6 anos 
Incisivos Centrais Inferiores 6 anos 
Incisivos Laterais Inferiores 6 anos 
Incisivos Centrais 
Superiores 
7 anos 
Incisivos Laterais 
Superiores 
8 anos 
Caninos Inferiores 10 anos 
1º pré-molares 10 anos 
Caninos Superiores 11 anos 
2º Pré-Molar 11 anos 
2º Molar 12 anos 
3º Molar 17 anos 
As raízes dos dentes decíduos 
• As raízes dos dentes decíduos têm vida curta: após 
dois anos de sua formação, ele começa a reabsorver. 
• O dente decíduo se forma até o ápice da raiz 
completamente, após mais ou menos 2 anos da sua 
formação por completo e então o germes dos 
dentes começam a tocar a raiz do dente e isso faz 
com que ocorra a reabsorção da raiz, a raiz começa 
a ficar menor no dente decíduo. 
• Os permanentes “comem” a raiz dos dentes decíduos 
e então os permanentes nascem no lugar deles. 
• Essa reabsorção pode ser assimétrica, onde apenas 
parte da raiz do dente ou uma raiz do dente é 
absorvida. 
• Essa reabsorção varia de acordo com a idade de 
erupção do dente. 
 
 
 
 
Coroa 
As coroas dos dentes decíduos são mais largas e 
baixas, ou seja, menores em tamanho do que seus 
análogos dentes permanentes 
 
Apresentam coroas mais curtas, em relação a suas 
respectivas raízes. 
 
As coroas apresentam uma marcante constrição na 
região cervical, como se estivessem sendo 
comprimidos com banda elástica 
 
As coroas dos dentes decíduos aparentam ser mais 
bulbosa, robustas, lembram uma “cebola” 
 
Coloração 
• Os decíduos são mais claros na sua coloração em 
comparação aos seus análogos permanentes, o dente 
decíduo apresenta uma coloração mais clara (branca) 
do que o permanente. 
• O dente decíduo em menos dentina que o dente 
permanente e a câmera pulpar é mais ampla, por isso 
é mais fácil ter carie. 
• Quanto mais dentina, mais amarelado será o dente. 
 
Os decíduos são menos mineralizados, por isso eles 
podem se desgastar mais rapidamente. E por isso 
existe frequentemente uma considerável ocorrência de 
atrição na dentição decídua, por conta da expansão do 
crescimento crânio facial. 
Conforme ocorre o desenvolvimento da mandíbula e 
da mandíbula, tendo um desenvolvimento horizontal e 
vertical e quando ocorre esse crescimento facial, 
ocorre uma atrição dos dentes batendo um no outro e 
isso faz com que ocorra um desgaste maior nesses 
dentes por conta da menor mineralização, 
normalmente as cúspides são mais planas. 
 
Esmalte 
Apresenta um aumento de volume marcante na região 
cervical da coroas, próximo a linha coroa raiz, ao invés 
de convergir gradualmente 
 
 
Nos dentes Anteriores: 
Frequentemente não há depressões nas superfícies 
vestibulares das coroas dos incisivos, essas superfícies 
são lisas. Não há mamelos, nem flor de lis nas bordas 
incisais. 
 
Raiz 
As raízes são longas em comparação as coroas e 
apresentam um achatamento ou compressão mésio-
distal. As raízes (amarelo) curvam-se para vestibular na 
altura 1/3 apical, até 10º 
• Eles se curvam para a vestibular para dar espaço 
para o permanente 
 
Características Gerais dos Dentes 
Decíduos 
• Os dentes decíduos são menores em tamanho do 
que seus análogos dentes permanentes. 
• Estes dentes são mais claros na sua coloração em 
comparação os seus análogos permanentes. 
• Eles são menos mineralizados, desgastam-se mais 
Rapidamente. Existe frequentemente uma 
considerável ocorrência de atrição na dentição 
decídua, por conta da expansão do crescimento 
crânio facial. 
• Apresentam coroas mais curtas, em relação a suas 
respectivas raízes. 
Raiz 
• As coroas apresentam uma marcante constrição na 
região cervical, como se “estivessem sendo 
comprimidas com uma banda elástica”. 
• O esmalte apresenta um aumento de volume 
marcante na região cervical das coroas, próximo da 
linha corao-raiz, ao invés de convergir gradualmente. 
• As camadas de dentina e esmalte são mais delgadas 
(menos espessas) em relação aos dentes 
permanentes. 
• As cavidades pulpares são proporcionalmente maiores 
e mais amplas. 
• Os formatos das coroas dos dentes decíduos são de 
maneira geral mais consistentes e frequentes, em 
relação aos dentes permanentes (Apresentam menos 
anomalias) 
• As coroas dos dentes decíduos aparentam ser mais 
bulbosas. (“lembram um formato de uma cebola” 
Características gerais dos dentes 
anteriores 
• Frequentemente não há depressões ou periquimata 
nas superfícies vestibulares das coroas dos incisivos. 
Estas superfícies são lisas. 
• Não há mamelos nas bordas incisais. 
• As bossas vestibulares são proeminentes. 
• Os cíngulos são da mesma maneira proeminentes, e 
chegam a ocupar até 1/3 da distância inciso-cervical 
das faces linguais. 
• As raízes são longas em comparação as coroas, e 
apresentam um achatamento ou compressão mésio-
distal. 
• As raízes curvam-se para vestibular na altura do 1/3 
apical, até em 10°. 
• Os dentes anteriores decíduos tem o diâmetro VL 
das coroas, acentuado no terço cervical. Esse 
aumento de volume é percebido numa vista lingual, 
em um cíngulo relativamente volumoso, o qual ocupa 
até 1/3 da distância inciso cervical dessa face, e numa 
vista vestibular, é percebido no 1/3 cervical que se 
apresenta muito proeminente, projetando-se muito 
além da linha coroa raiz. Esse perfil dá as coroas um 
aspecto de constrição da linha do colo anatômico, 
como se o dente ficasse acinturado. 
• As raízes são longas em proporção as coroas e 
achatadas ou constritas no sentido mesio-distal, em 
comparação com os dentes permanentes (Vista 
Vestibular) 
• As raízes dos dentes superiores e inferiores curvam-
se a aproximadamente uns 10° para vestibular no 1/3 
apical. Característica menos evidente para os caninos 
inferiores. (Vistas proximais) 
• As raízes dos incisivos superiores curvam-se para 
lingual do 1/3 cervical ao 1/3 médio, enquanto que nos 
incisivos inferiores as raízes são retilíneas no seu 1/3 
cervical. (Vistas proximais) 
• Os incisivos centrais superiores são os únicos incisivos, 
decíduos ou permanentes, que apresentam a 
dimensão mésio-distal maior que inciso-cervical. (Vistas 
vestibulares) 
• Os incisivos centrais decíduos apresentam uma 
relação coroa raiz menor (apresentam o 
comprimento cérvico-apical da raiz marcadamente 
maior que o comprimento inciso-cervical da coroa), 
em relação aos centrais permanentes, onde esta 
relação é praticamente 1:1 
• Os caninos superioresapresentam a dimensão mésio-
distal semelhante à inciso-cervical. Os caninos 
inferiores, por sua vez, apresentam a dimensão inciso-
cervical mais alongada e a dimensão mésio-distal mais 
estreita, quando comparados aos superiores. 
• Os caninos superiores apresentam a aresta longitudinal 
mesial da borda incisal (que assim como os caninos 
permanentes é uma borda incisal angulada, que 
lembra uma cúspide), maior que a aresta longitudinal 
distal (o que é uma exceção à regra para os dentes 
permanentes, aonde as arestas longitudinais mesiais 
apresentam-se mais curtas em relação as distas). Já 
no caso dos caninos inferiores, a regra segue, sendo 
que a aresta mesial é mais curta que a aresta distal. 
(Vistas Vestibulares). 
• Os caninos superiores apresentam os contatos 
proximais mesiais mais cervical em relação aos distais 
(o que é único ou, uma exceção para estes dentes, 
assim como o é para o primeiro pré-molar inferior 
permanente). (Vistas Vestibulares). Todos os demais 
dentes decíduos e permanentes apresentam o 
contato proximal distal mais para cervical em relação 
ao contato mesial. 
Anatomia dos Incisivos Decíduos 
• Numeração dos incisivos: 51,52/ 61,62/ 71,72/ 81,82 
Incisivos Centrais Superiores 51/61 
Comparação dente 61 (decíduo) e o dente 21 
(permanente) 
61: Convergência para cervical mais discreta em geral, 
em relação ao permanente. 
• Convergência mais evidente nos decíduos, mais 
próximo da linha coroa raiz, característica comum nos 
dentes decíduos 
21: Convergência para cervical, mas evidente, em 
relação ao decíduo 
• Convergência mais gradual ao longo do contorno da 
coroa 
 
• Nos dentes 51 e 61: A distancia Mesio Distal é maior 
que a Inciso Cervical 
Bordas 
As bordas incisais dos incisivos centrais superiores são 
planas, exceto próximo ao ângulo inciso distal, onde 
ocorre arredondamento. Os ângulos inciso-distais dos 
incisivo-laterais são mais ainda arredondados. 
Os contornos mesiais 
 
 
Coroas 
• A coroa dos incisivos inferiores são próximos e de 
certa forma parecido com os permanentes, mas são 
bem menores. Assim como no permanente, a coroa 
do incisivo lateral decíduo é levemente maior que a 
coroa do central e mais acentuado, apresentando 
maior arredondamento do ângulo inciso distal. 
• Os centrais decíduos, PR sua vez, assim como os 
centrais permanentes, apresentam perfil mais 
simétrico do contorno das coroas. 
 
Devido a maior dimensão MD, as coroas dos caninos 
superiores são mais constritas na região cervical (nas 
setas) 
As coroas apresentam um contorno mesial e distal 
convexos, com o contorno distal mais arredondado do 
que a mesial 
 
• As bordas incisais dos caninos são anguladas e 
“lembram” uma cúspide. As bordas incisais dos 
superiores são mais agudas, com as duas arestas 
longitudinais se encontrando em um ângulo agudo. A 
aresta longitudinal mesial é mais longe que a dista (o 
MD > IC 
MD <<< IC 
oposto que ocorre nos caninos permanentes). A 
aresta mesial é plana, ou levemente côncava e menos 
inclinada para incisal, do que a aresta longitudinal distal 
que é mais inclinada para incisal e mais convexas e 
mais curtas. 
• Os caninos inferiores também possuem uma borda 
incisal angulada, aproximando-se de um formato de 
ponta de flecha. Como ocorre nos caninos inferiores 
permanentes, eles apresentam a aresta longitudinal 
mesial mais curta em relação à distal, mais longa. 
 
As arestas de contato distais dos caninos fazem contato 
e relação interproximal com as faces mesiais dos 
primeiros molares, já que na dentição decídua não há 
pré-molares 
 
• O cíngulo nos caninos superiores é volumoso, bem 
desenvolvido, assim como as cristas marginais mesial e 
distal. Estas características são menos evidentes e 
desenvolvidas em relação ao canino superior 
permanente. 
• Nos caninos decíduos inferiores, todas as estruturas 
estão presentes, porém evidentes, ou mais discretas 
(como no canino inferior), em comparação ao canino 
superior decíduo. 
. 
 
 
Características gerais dos dentes 
posteriores 
• As coroas dos molares são maiores no sentido MD, 
ao passo de serem muito curtas no sentido OC. 
• Os molares possuem uma superfície mastigatória 
(face oclusal funcional) estreitas no sentido VL. 
• Os segundos molares (75) são notadamente maiores 
em todos os sentidos e vistas em relação aos 
primeiros molares decíduos (74) 
 
 
Anatomia Oclusal 
A anatomia oclusal dos molares é rasa, (pouco 
profunda). Em outras palavras, as cúspides são curtas, 
(pouco pronunciadas no sentido OC), e sulcos e fossas 
são analogamente pouco profundos. Há muito pouca 
frequência de sulcos de depressões na face oclusal 
 
 
Bossas 
As bossas vestibulares são deslocadas para mesial e 
proeminentes (o que facilita a distinção de dentes 
esquerdos e direitos). Característica mais marcante nos 
primeiros molares (Tubérculo Molar ou Tubérculo de 
Zuckerkandl). 
O Tubérculo de Zuckerkand mais evidentes nos 
primeiros molares superiores 
 
 
 
Furca 
As furcas radiculares estão localizadas próximas as 
coroas, apresentando um tronco radicular curto ou até 
inexistente. 
Furca: é uma característica anatômica única dos dentes 
multirradiculares, sendo definida como a área entre as 
raízes onde estas começam a se separar do tronco 
radicular 
 
Raízes 
As raízes são bem divergentes e se abrem para além 
do contorno das coroas., são divergentes para dar 
espaço para o permanente. 
. 
As raízes são finas e delgadas, por isso deve ter o 
cuidado ao tratar as crianças. 
 
• As pontas das cúspides vestibulares não são agudas, e 
as arestas longitudinais se encontram, na ponta das 
cúspides, formando um ângulo obtuso. 
• Há muito pouca frequência de sulcos de depressões 
na face oclusal 
Características Gerais de todos os 
molares decíduos 
• Os molares decíduos são maiores no sentido mésio-
distal e mais curtos no sentido ocluso cervical (Vistas 
Vestibulares) 
• Os primeiros molares decíduos são marcadamente 
menores em todos os sentidos e vistas, em 
comparação com os segundos molares decíduos, o 
contrário do que ocorre entre primeiros e segundos 
molares permanentes (Todas as Vistas). 
Tubérculo de Zuckerkand 
• As coras dos primeiros molares apresentam uma 
superfície mastigatória (face oclusal anatômica e 
funcional) estreita, no sentido vestíbulo-lingual. (Vistas 
proximais) 
• As cúspides vestibulares não são agudas, ou seja, o 
encontro das arestas longitudinais mesial e distal se dá 
em ângulo obtuso, o que traduz numa ponta de 
cúspide mais arredondada. (Vistas Vestibulares) 
• Os terços cervicais são mais destacados e volumosos, 
nas porções mesiais da coroa, deslocando as linhas 
coroa-raiz nesta região mais para cervical, em relação 
à porção distal da coroa. (Vistas Vestibulares) 
• As furcas são mais próximas da coroa, devido a 
troncos radiculares muito curtos ou inexistentes em 
alguns casos. (Vistas Vestibulares) 
• As raízes são finas, delgadas, afastadas umas das 
outras e divergentes devido a necessidade de abrigar 
o germe dos dentes permanente. (Vistas Vestibulares) 
Características dos segundos 
molares decíduos em relação aos 
primeiros molares permanentes. 
Comparação entre superiores 
• O ângulo mésio-palatino na região da superfície 
oclusal é arredondado (comprimido), em direção a 
distal. (Vista Oclusal) 
• A cúspide mésio-vestibular é discretamente maior e 
mais volumosa que a mésio-palatina, (ao contrário do 
que ocorre no primeiro molar permanente, a mésio-
palatina, é notadamente a cúspide mais volumosa da 
coroa). (Vista Oclusal) 
• Comparação entre inferiores (segundo decíduo x 
primeiro molar inferior permanente). 
• As três cúspides vestibulares são semelhantes em 
tamanho, ao contrário do que ocorre nos primeiros 
molares permanentes, onde o decréscimo de 
tamanho em geral, de mesial para distal é evidente, 
sendoa cúspide disto - vestibular, notadamente a 
menor das cúspides vestibulares. (Vista Vestibular). 
 
 
Características adicionais particulares do primeiro molar 
superior decíduo (Características que lembram a anatomia 
dos pré-molares superiores). 
• Existem frequentemente quatro cúspides: duas 
maiores (o que lembra os pré-molares superiores), a 
mésio vestibular (MV), que é a mais volumosa e maior 
no sentido ocluso cervical, a mésio-lingual (ML), que é 
menor que a MV, porém mais angulada na região de 
ponta da cúspide, e duas cúspides menores, a disto 
vestibular (DV), que é menor que a ML, e uma 
cúspide bastante infreqüente, muitas das vezes 
ausente, a menor de todas, a disto - lingual (DL). (Vista 
Oclusal) 
• A ordem de volume das cúspides é MV > ML > DV 
> DL. 
• Um sulco curto e profundo separa a grande cúspide 
MV da diminuta cúspide DV. (Vista Vestibular) 
• A coroa é maior no sentido vestíbulo-lingual, em 
comparação ao sentido mésio-distal, (compressão MD) 
como ocorre com os pré-molares superiores, mas 
diferente do que ocorre com os demais molares 
decíduos. (Vista Oclusal) 
• Numa vista oclusal, a convergência da face mesial para 
lingual é mais acentuada, em comparação com a distal 
(Vista Oclusal) 
• Há três depressões distintas na face oclusal. Uma fossa 
central média e duas fossas triangulares, uma mesial 
maior e outra distal diminuta (menor) (Característica 
dependente, da frequência de ocorrência das cúspides 
menores DV e DL) (Vista Oclusal) 
• Os sulcos principais foram uma conformação de letra 
“H”, semelhante ao que ocorre com os pré-molares 
superiores. O sulco central conecta a fossa triangular 
mesial e fossa central. (Vista Oclusal). 
Características adicionais particulares do primeiro molar 
inferior decíduo (Características diferentes de qualquer 
outro elemento dental). 
• A crista marginal mesial é bem saliente e muito 
desenvolvida (Vistas Vestibular e Oclusal) 
• A face oclusal anatômica é maior no sentido MD, do 
que no sentido VL, como os molares inferiores 
permanentes. (Vista Oclusal) 
• A face mesial converge para lingual acentuadamente. 
(Vista Oclusal) 
• A cúspide MV é a mais volumosa e maior no sentido 
OC, em relação as demais cúspides e ocupa quase 
que 2/3s da superfície da face vestibular (Vista 
Oclusal) 
• Uma ponte de esmalte ocorre entre as cúspides MV 
e ML. (Vista Oclusal) 
• A face oclusal anatômica é mais larga no sentido VL 
na porção distal da coroa, região distal à ponte de 
esmalte. A face oclusal apresenta uma fossa triangular 
distal mais ampla e uma fossa triangular mesial mais 
discreta. Não há sulco central. (Vista Oclusal) 
• A ordem de volume das cúspides é MV > ML > DV 
> DL. 
Molares Decíduos 
Os molares decíduos “mantém um espaço” para os 
dentes que vão sucedê-los, no caso os primeiros e 
segundos pré-molares. 
 
Panorâmica criança de 7 anos 
 
Os segundo molares decíduos são consideravelmente 
semelhantes aos primeiros molares permanentes, dos 
seus respectivos arcos e desde que ambos estão 
presentes ao mesmo tempo durante o período de 
dentição mista (ou mais tempo em casos de retenção 
prolongada dos molares decíduos), é importante saber 
distinguir entre os segundos molares decíduos e os 
dentes que erupcionam á distal destes, os primeiros 
molares permanentes. Além disso, os segundos molares 
decíduos são menores em comparação aos 
permanentes, nas mesmas dentições e estão 
normalmente na posição 5 (55, 65, 75,85). 
Os primeiros molares permanentes ocupam a posição 
6 (56, 66, 76,86). 
 
 
Semelhanças com os Primeiros Molares Permanentes 
Superiores 
Os segundos molares superiores decíduos, estão 
localizados na posição 5, sobre ou oclusal ao germe de 
formação dos segundos pré-molares superiores, distais 
aos primeiros molares superiores decíduos, e na idade 
dos 6 anos, mesial aos primeiros molares superiores 
permanentes. 
Os segundo molares superiores decíduos são 
semelhantes em formato aos primeiros molares 
superiores permanentes, mas são menores. 
Segundos Molares superiores decíduos – Diferenças com os 
Primeiros Molares Permanentes Superiores 
Numa vista oclusal o ângulo ML ou MP, é achatado e 
comprimido em direção a distal, deslocando a cúspide 
ML ou MP mais distalmente, em comparação ao 
primeiro molar superior permanente. Como resultado a 
ponte de esmalte, não é tão oblíqua como no 
permanente, chegando a ser quase retilínea ou pouco 
inclinada na face oclusal, no sentido VL. A fossa 
triangular distal nos decíduos. A convergência das faces 
proximais dos segundos molares decíduos é para a 
lingual. 
 
 
A cúspide MV é quase igual em tamanho, sendo 
levemente menor, a cúspide MP. Nos primeiros molares 
permanentes superiores, a cúspide MP apresenta um 
tamanho marcadamente maior em relação a cúspide 
MV. 
 
 
Semelhanças com os primeiros molares permanentes 
inferiores 
Os segundos molares inferiores decíduos, estão 
localizaddos na posição 5, sobre ou oclusal ao germe 
de formação dos segundos molares inferiores, distais 
aos primeiros molares inferiores decíduos e na idade 
dos 6 anos, mesial aos primeiros molares inferiores 
permanentes. 
Estes molares decíduos lembram a anatomia dos 
primeiros molares inferiores permanentes, mas são 
menores 
 
 
 
 
Segundos Molares Inferiores Decíduos 
Devido a proeminência da região mésio vestíbulo 
cervical (Tubérculo de Zuckerkand) e de ter uma face 
oclusal anatômica pequena, Ester molares decíduos, 
quando vistos por proximal, apresentam convergência 
para oclusal mais acentuada. 
 
Segundos molares inferiores decíduos- Diferença com os 
primeiros molares permanentes inferiores 
As três cúspides vestibulares (MV, Med e DV) são 
proximais em tamanho, principalmente MV e Med. A 
cúspide Med é a maior e mais larga na MD, seguida da 
MC e da DV. Assim como nos permanentes, estas 
cúspides são separadas pelos sulcos principais OV e DV. 
As cúspides ML e DL são bem próximas em tamanho 
e altura OC, levemente mais curtas no sentido OC em 
comparação as cúspides vestibulares. Um sulco OL 
separa as cúspides linguais. 
 
Primeiros molares superiores 
Os primeiros molares superiores decíduos estão 
localizados na posição, sobre ou oclusal ao germe de 
formação dos primeiros pré-molares superiores, distais 
aos canos e mesiais aos segundos molares superiores 
decíduos. 
De acordo com alguns autores, esses dentes de 
assemelham a anatomia dos pré-molares, mais 
especificamente dos primeiros pré-molares, que os 
substituirão. 
 
Tamanho e formato das cúspides: 
As duas cúspides maiores são maior no sentido MD, 
cúspide MV, e a mais estreita a mais distinta, cúspide 
ML. Além destas temos a DV e a DL, dessa maneira é 
muito frequente termos primeiros pré-molares 
superiores decíduos com três cúspides (ML, ML e DV) 
A cúspide DL, quando presente é bem discreta e 
frequentemente se manifesta, como uma pequena 
saliência na crista marginal distal. O sulco OL ou OP, 
apenas está presente quando a cúspide DL também 
está. 
 
Anatomia Oclusal: 
• Os sulcos principais destes dentes, assumem uma 
configuração de letra “H”, a parte central do “H” é o 
sulco principal mésio distal curto, que une a fossa 
central com a fóssula triangular mesial 
• Sulco secundários nas vertentes internas mesiais no 
sentido VL, forma a porção mesial do “H” 
• O sulco ocluso vestibular que é curto e apenas está 
presente na face oclusal anatômica, combinado com o 
sulco ocluso lingual (quando existe a cúspide DL), 
formam a porção distal do “H” 
 
 
Primeiros Molares Inferiores 
• Estão localizados na posição 4, sobre ou oclusal ao 
germe de formação dos primeiros pré-molares 
inferiores, distais aos caninos e mesiais aos segundos 
molares inferiores decíduos. 
• Os primeiros molares inferiores decíduos não se 
assemelham a nenhum outro dente decíduo ou 
permanente. 
• Apresentaum grande desenvolvimento da metade 
mesial da caroá, em relação a distal. 
Anatomia Oclusal: 
Numa vista oclusal, as cúspides são frequentemente 
difíceis de distinguir, em dentes não desgastados 
teremos MV, ML, DV e a menor DL. 
A face oclusal anatômica, á distal da ponte de esmalte é 
maior no sentido VL, do que na porção mesial da 
ponte de esmalte. 
Há a presença de uma ponte de esmalte transversa 
entre as cúspides MV e ML.

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