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Coletânea de Acesso à Informação

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MINISTÉRIO DA TRANSPARÊNCIA
E CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO
4ª edição
COLETÂNEA DE 
ACESSO À INFORMAÇÃO
MINISTÉRIO DA
TRANSPARÊNCIA E
CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO
MINISTÉRIO DA TRANSPARÊNCIA 
E CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO
OUVIDORIA-GERAL DA UNIÃO
SAS, Quadra 01, Bloco A, Edifício Darcy Ribeiro, 9.º andar 
70070-905 - Brasília/DF cguouvidor@cgu.gov.br
Telefone: (61) 2020-6782
Fax: (61) 2020-7249
WAGNER DE CAMPOS ROSÁRIO
Ministro Interino da Transparência e Controladoria-Geral da União
JOSÉ MARCELO CASTRO DE CARVALHO
Secretário-Executivo Substituto do Ministério da Transparência e
Controladoria-Geral da União
ANTÔNIO CARLOS BEZERRA LEONEL
Secretário Federal de Controle Interno
GILBERTO WALLER JUNIOR
Ouvidor-Geral da União
ANTÔNIO CARLOS VASCONCELLOS NÓBREGA
Corregedor-Geral da União
CLÁUDIA TAYA
Secretária de Transparência e Prevenção da Corrupção
ÁREA RESPONSÁVEL PELA PUBLICAÇÃO
Ouvidoria-Geral da União
Capa e editoração: Ascom
Disponível no sítio www.cgu.gov.br/Publicacoes/ouvidoria
Permitida a reprodução parcial ou total desde que indicada a fonte
Apresentação
Esta quarta edição revista e ampliada da Coletânea de Acesso à Informação contempla 
os principais normativos que regulamentam o tema acesso à informação no âmbito do Po-
der Executivo federal. Neste volume, dentre outros normativos, destaca-se a inclusão da 
Portaria n º 1 da Comissão Mista de Reavaliação de Informações (CMRI), de 25 de julho de 
2017, que dispõe sobre a delegação aos Ministros de Estado da competência para rever a 
classificação de informações secretas, com objetivo de viabilizar a revisão de todo o conjunto 
de informações classificadas.
Também merece destaque a inclusão da Portaria CGU n. º 2.090, de 21 de setem-
bro de 2017 que constitui a Comissão Permanente de Avaliação de Documentos Sigilosos 
(CPADS), com objetivo de atender demandas específicas acerca da classificação das infor-
mações, conforme previsto na Lei de Acesso, no âmbito do Ministério da Transparência e 
Controladoria-Geral da União – CGU.
Ao lançar a presente edição, a Ouvidoria-Geral da União o faz com a expectativa de que 
esta publicação sirva como importante instrumento de apoio para que o direito de acesso à 
informação seja garantido a cidadãs e cidadãos brasileiros de forma eficiente, eficaz e efetiva.
 
Sumário
CONSTITUIÇÃO FEDERAL 7
TRATADOS E DECLARAÇÕES INTERNACIONAIS 9
LEIS 16
LEI DE ARqUIvOS 16
LEI DE ACESSO à INFORmAÇÃO 20
DECRETOS RELACIONADOS 37
DECRETO Nº 7.724, DE 16 DE mAIO DE 2012 37
DECRETO Nº 7.845, DE 14 DE NOvEmBRO DE 2012 62
DECRETO Nº 8.777, DE 11 DE mAIO DE 2016 79
DECRETO Nº 8.910, DE 22 DE NOvEmBRO DE 2016 85
PORTARIAS 87
PORTARIA INTERmINISTERIAL Nº 233, DE 25 DE mAIO DE 2012 87
PORTARIA INTERmINISTERIAL Nº 1.254, DE 18 DE mAIO DE 2015 89
PORTARIA CGU Nº 2.029, DE 21 DE SETEmBRO DE 2017 91
NORmATIvOS DA COmISSÃO mISTA DE REAvALIAÇÃO DE INFORmAÇÕES 94
RESOLUÇÃO Nº 1, DE 21 DE DEZEmBRO DE 2012 94
RESOLUÇÃO Nº 2, DE 30 DE mARÇO DE 2016 101
RESOLUÇÃO Nº 3, DE 30 DE mARÇO DE 2016 104
RESOLUÇÃO Nº 4, 27 DE ABRIL DE 2016 108
RESOLUÇÃO Nº 5, 16 DE NOvEmBRO DE 2016 110
PORTARIA CmRI Nº 1, DE 25 DE JULHO DE 2017 110
SÚmULAS DA CmRI 112
SÚmULA CmRI Nº 1/2015 112
SÚmULA CmRI Nº 2/2015 113
SÚmULA CmRI Nº 3/2015 115
SÚmULA CmRI Nº 4/2015 116
SÚmULA CmRI Nº 5/2015 117
SÚmULA CmRI Nº 6/2015 118
SÚmULA CmRI Nº 7/2015 120
INSTRUÇÕES NORmATIvAS E NORmAS COmPLEmENTARES DO GABINETE DE SEGURANÇA 
INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA 126
INSTRUÇÃO NORmATIvA GSI/PR Nº 2, DE 5 DE FEvEREIRO DE 2013 126
NORmA COmPLEmENTAR Nº 01/IN02/NSC/GSI/PR, DE 27 DE JUNHO DE 2013 133
NORmA COmPLEmENTAR Nº 20/IN01/DSIC/GSI/PR 147
INSTRUÇÃO NORmATIvA CONJUNTA Nº 01 CRG/OGU, 24 DE JUNHO DE 2014. 159
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Coletânea de Acesso à Informação 2017
CONSTITUIÇÃO FEDERAL
TÍTULO II
DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I
DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-
-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à 
liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
[...]
X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegu-
rado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
[...]
XII - é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados 
e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na 
forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal
 [...]
XIV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quan-
do necessário ao exercício profissional;
[...]
XXII - é garantido o direito de propriedade;
[...]
XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse 
particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena 
de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da socie-
dade e do Estado; 
[...]
LXXII - conceder-se-á habeas data:
a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, 
constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter 
público;
b) para a retificação de dados, quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso, judi-
cial ou administrativo;
8
[...]
§ 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem apro-
vados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos 
dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais. 
CAPÍTULO VII
DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
SEÇÃO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, 
dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, 
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: 
 [...]
§ 3º A lei disciplinará as formas de participação do usuário na administração pública direta 
e indireta, regulando especialmente:
I - as reclamações relativas à prestação dos serviços públicos em geral, asseguradas a ma-
nutenção de serviços de atendimento ao usuário e a avaliação periódica, externa e interna, 
da qualidade dos serviços; 
II - o acesso dos usuários a registros administrativos e a informações sobre atos de go-
verno, observado o disposto no art. 5º, X e XXXIII;
CAPÍTULO III 
DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO
SEÇÃO II
DA CULTURA
Art. 216. Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e ima-
terial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à 
ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se 
incluem:
[...]
§ 2º Cabem à administração pública, na forma da lei, a gestão da documentação gover-
namental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela necessitem. 
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Coletânea de Acesso à Informação 2017
TRATADOS E DECLARAÇÕES 
INTERNACIONAIS
Declaração Universal dos Direitos Humanos
Art. XIX
Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a 
liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações 
e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras. 
Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos
(Promulgado por meio do Decreto nº 592, de 6 de julho de 1992)
 ARTIGO 19
1. Ninguém poderá ser molestado por suas opiniões.
2. Toda pessoa terá direito à liberdade de expressão; esse direito incluirá a liberdade 
de procurar, receber e difundir informações e ideias de qualquer natureza, independente-
mente de considerações de fronteiras, verbalmente ou por escrito, em forma impressa ou 
artística, ou por qualquer outro meio de sua escolha.
3. O exercício do direito previsto no parágrafo 2 do presente artigo

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