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AGRO INVICTO - trabalho

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ÍNDICE 
1. Quem Somos 03 
 1.1 Propósitos 03 
1. 2 Colaboradores 03 
2. Mastite 04 
3. Métodos de Diagnóstico 04 
 3.1 Danos Biológicos e Econômicos 06 
 3.2 Casos Clínicos 06 
4. Ações 07 
5. Controle 08 
6. Prevenção 09 
7. Monitoramento 09 
8. Treinamentos e Envolvimentos 11 
9. Seus Investimentos 11 
10. Contrato e Assinaturas 12 
 
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Quem somos: 
 
Somos uma empresa especialista em qualidade no setor de agropecuária. Prestamos serviços de 
consultoria e estratégia, treinamento, soluções, desenvolvimento, implementação e auditoria de 
sistemas de boas práticas para toda a cadeia do agrobusiness, a nível nacional e em toda América 
Latina. 
 
A Agro Invicto é líder de mercado no desenvolvimento de sistemas de qualidade, fornecendo 
serviços de consultoria para o setor agropecuário, incluindo garantia de qualidade, segurança 
alimentar. 
 
Prestamos serviços em setores de laticínios, produtores rurais e governo. 
 
 
Propósito: 
 
Nossa empresa foi criada em 2016, com o intuito de melhorar o mercado agropecuário Brasileiro. 
Visando trabalhar dentro dos seguintes parâmetros: 
 
• Maximizar as margens financeiras da fazenda por meio da gestão 
 
• Treinar e acompanhar a Mão de obra das fazendas para que possam aplicar de forma correta 
as técnicas recomendadas; 
 
• Trabalhar o planejamento de todo o sistema de produção e orientar o produtor nos objetivos 
da empresa rural; 
 
• Trabalhar na melhoria da qualidade do produto e segurança alimentar; 
 
• Trabalhar no tratamento de mastite bovina, auxiliando na prevenção, controle e 
monitoramento da enfermidade. 
 
 
Colaboradores: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sophia Latrova Lima- 
Médica Veterinária 
Maria Eduarda Araújo Amaral- 
Técnica de zootecnia 
Isabelle Alves dos Santos- 
Coordenadora Operacional 
Thiago Cruz Alexandre- 
Técnico em Agropecuária 
Carolina Baptista Vieira- 
Médica Veterinária 
Tarsila Fraga Belin Mahtuk- 
Gerente Administrativa e Financeira. 
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Sobre a mastite: 
 
A doença mais frequente em vacas-leiteiras é a mastite, ou mamite conhecida por afetar rebanhos 
inteiros e causar grandes prejuízos econômicos. É uma inflamação da mama causada por 
microrganismos comuns no corpo do animal, fungos ou bactérias que entram pelas aberturas dos 
tetos, principalmente durante a ordenha, podendo ocorrer também entre as ordenhas. A inflamação 
é causada pelo próprio organismo que tenta eliminar o microorganismo causador da doença. Em 
vacas que vivem em currais pode ocorrer mastite causada por germes do ambiente, que 
contaminam os tetos nos intervalos das ordenhas. 
 
Existem duas divisões na mastite com o agente causador, a ambiental e a contagiosa, na mastite 
ambiental por causa de onde pode-se encontrar os patógenos, no próprio ambiente da ordenha, 
curral, esterco, cama e outros, já na mastite contagiosa é causada principalmente por bactérias 
como: Staphylococcus aureus e Streptococcus agalactiae, que infectam a Glândula Mamária. 
Também dividido por causa de sua manifestação podendo ser: clínica ou subclínica, na mastite 
clínica os sinais da mastite são claros (edema, aumento da temperatura, endurecimento e dor na 
glândula mamária, presença de grumos, pus ou alterações visíveis no leite) e na mastite subclínica 
é mais difícil de ser identificada pois os sinais são mais difíceis de serem identificados (sem 
alteração no úbere, nem sinal de inflamação e o leite parecer normal, mas há alteração no exame 
de CCS) 
 
Quando falamos de mastite é sempre citado a Contagem de Células Somáticas (CCS), estas são 
todas as células existentes no leite, como: células de descamação da glândula mamária (células 
epiteliais) e células do sangue (linfócitos, macrófagos, neutrófilos, leucócitos e outros). Com isso 
as células do sangue atuam no combate dos microorganismos infecciosos e seu aumento, quando 
há um aumento de células descamativas é um indicativo de uma inflamação na glândula mamária, 
podendo assim indicar uma inflamação na mesma. 
 
As perdas diárias devido à mastite podem chegar a 6,8%. Embora o valor financeiro obtido 
individualmente por dia possa parecer inexpressivo ao final de um ano, este pode resultar em 
grandes perdas econômicas para o produtor, por exemplo, em um rebanho de 100 vacas em 
lactação, com produtividade diária média de 10L, a redução do impacto econômico seria na ordem 
de R$ 383.250,00, considerando o valor do litro de leite de R$ 1,05 multiplicado pela produção 
diária das 100 vacas num ano. 
 
Diagnóstico. 
 
Na forma clínica além do exame clínico, possuímos um teste que se chama Caneca de fundo 
escuro, que nós realizamos para avaliar a secreção dos tetos, que deve ser feito antes de todas as 
ordenhas a fim de observar a consistência e possíveis alterações no leite (tais como presença de 
coágulos ou grumos, sangue, pus, leite aquoso ou qualquer outra alteração). O exame consiste em 
retirar os 3 primeiros jatos de cada teto individualmente em uma caneca escura e telada, 
possibilitando a observação do leite. 
 
Já no caso da mastite subclínica, por não apresentar sintomas, nós realizamos exames específicos 
para realizar o diagnóstico. Os tipos de exames são estes: 
• CMT (California Mastitis Test) 
• WMT (Wisconsin Mastitis Test) 
• CCS (Contagem de Células Somáticas) através de contadores eletrônicos 
 
California Mastitis Test (CMT) 
 
O teste de CMT foi considerado o mais eficiente e prático para ser realizado durante a ordenha, 
pois ele nos dá uma visão ampla do estado sanitário do rebanho em relação ao problema. 
O resultado do CMT se dá devido à reação do reagente sobre as células somáticas presentes no 
leite, que vem a se tornar um gel de espessura variada. Quanto maior a quantidade de células 
presente neste leite, mais forte será a reação. 
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Realização do teste: 
Utilizam os três primeiros jatos de cada teto e se coloca o leite coletado de cada teto em uma 
cavidade da raquete plástica. Após a coleta do leite, tomba-se a raquete até o nível da linha baixa, 
onde estará marcado nas quatro cavidades, mistura-se o leite com o reagente de forma homogênea 
e faz-se a leitura após 10 segundos 
De acordo com a quantidade de células somáticas do leite, forma-se um gel, de espessura variada 
conforme mostra a Tabela 1. 
 
Reação Escore Interpretação. 
Sem formação de gel (N) Negativa 
Ligeira precipitação (Traços) Negativa 
Formação de gel (1 ou +) Fracamente positiva 
Formação de gel mais espesso, com mamilo central (2 ou ++) Positiva 
Formação de gel muito espesso, aderente ao fundo da raquete (3 ou +++) Fortemente Positiva 
Tabela 1- Níveis de reações do CMT 
 
Lembrando que como cada recipiente é individual, caso espirre leite de uma cavidade para outra, 
precisamos descartar todo o leite coletado na raquete e iniciar tudo de novo. 
 
Wisconsins Mastitis Test (WMT) 
 
Já o segundo teste, é uma aprimoração do CMT. O WMT é feito com um tubo graduado para que 
tenha melhor exatidão na interpretação dos resultados. É feita a utilização do mesmo reagente do 
CMT diluído em água destilada para posterior mistura feita com o leite (2ml de reagente diluído é 
misturado com 2ml de leite). A mistura é feita em um tubo graduado com movimentos circulares 
para que ocorra homogeneização, após este processo a mistura é escoada em até 15 segundos 
antes de retornar à posição original do tubo. O resultado obtido em ml está correlacionado com o 
número de células somáticas indicadas em uma tabela. Exemplo: 
 
CMT WMT (mm) CCS (cel./ml) 
0 3 - 4 140.00 - 265.000 
Traços 5- 8 195.000- 300.000 
1 9- 24 340.000- 1.200.000

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