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1 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
P1 de semiologia 
Estudando semiologia do sistema cardiovascular 
 
INSUFIÊNCIA CARDIACA: hipocratismo digital, estertores finos bibasais e edema dos membros inferiores. 
 
 
Inspeção e palpação 
Inspeção geral – ver se tem cianose 
Inspeção estática ( abaulamentos e depressões) 
Inspeção dinâmica (tipo respiratório, ritmo, frequência da respiração, amplitude do movimento respiratório 
a presença de tiragem e a expansibilidade dos pulmões) 
 
Pulso paradoxal- ( É QUANDO HÁ UMA REDUÇÃO DE MAIS DE 10MMHG NA PAS DURANTE A INSPIRAÇÃO) 
pode estar presente em paciente com pericardite constritiva e tamponamento cardíaco 
Pulso martelo d agua- pode estar presente em insuficiência aórtica 
Pulso pavus et tardus – pode estar presente em estenose aórtica. 
 
Sinal de kussmaul- há um aumento da coluna venosa pulsátil das veias jugulares durante a inspiração 
 
Ictus normal- amplitude representada por batida brusca e fraca 
Extensão de até 2 polpas digitais. Duração de 2/3 da sístole 
Sede na 5EIC na linha hemiclavicular esquerda 
 
-ictus cordis (ápice do VE até o hemitórax esquerdo) 
→ LOCALIZAÇÃO 
→extensão 
→mobilidade 
→intensidade 
→ frequência 
→ frequência 
Pode ter alteração de posição em pacientes longilíneos(ângulo de charpy menor que 90 graus) 
Pacientes mediolineos em geral está situado no cruzamento com a linha hemiclavicular na região 
esquerda no 5 espaço intercostal 
Brevelineos desloca 1 ou 2 cm para dentrou ou para fora ficando no 4 espaço intercostal e longelineos no 
6 EI. 
 
3 ou mais polpas digitais – dilatação 
Propulsivo quando a mão que palpa levanta ( hipertrofia) 
 
Ictus cordis difuso e desviado para esquerda e para baixo, ausculta cardíaca com sopro diastólico 
aspirativo no foco aórtico. Paciente com insuficiência aórtica severa com grande aumento da área 
cardíaca. 
Ictus cordis norma- amplitude representada por uma batida brusca e fraca, extensão até duas polpas 
digitais, duração de 2/3 da sístole e tem sede na 5EIE na linha hemiclavicular esquerda 
 
Estenose mitral- 
Produz sopro diastólico em ruflar 
Principal causa febre reumática 
B1 pode ser hiperfonética. 
 
 
 
2 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
Estenose aórtica 
Produz sopro sistólico ejetível 
Irradiação clássica é a região cervical 
Melhor audível no 2 ECI a direita ou 3 EIC a esquerda 
-> sincope, insuficiência cardíaca, angina pectoris 
 
Insuficiência mitral 
Produz sopro sistólico regurgitativo 
Pode irradiar para axila e dorso 
Intensifica-se com a posição de pachon 
 
Insuficiência aórtica 
Se intensifica com a inclinação do tórax para frente em expiração forçada 
Pode apresentar purso martelo da agua 
Pode haver alargamento da pressão de pulso 
 
 
 
Frêmito cardiovascular- sensação tátil por vibração produzida e corresponde a sopros 
Frêmitos diastólicos localizados na região apical são típicos de ESTENOSE MITRAL 
Sistólicos são responsáveis por regurgitação mitral. 
Avaliado em cruzes estão associados a sopros 
-> sensação tátil determinadas por vibrações produzidas no coração e nos vasos. 
 
Ausculta. 
São melhores auscultado com a campanula do esteto a b3 e b4 e o sopro de estenose mitral 
 
Auscultar toda região do precórdio e áreas vizinhas como região axilar esquerda e pescoço devem ser 
auscultados. 
 
Foco pulmonar – 2 EI esquerdo na borda paraesternal ( 2 bulhas) 
Foco aórtico – 2 EI direito na borda paraesternal 
Foco aórtico acessório 3 e 4 EI esquerdo na borda paraesternal 
Foco mitral – 5 EI na linha hemiclavicular esquerda 
Foco tricúspide-- 4 ou 5 EI esquerdo paraesternal 
 
Ao se auscultar o coração deve-se avaliar as bulhas cardíacas, ritmo e frequencia cardíaca, ritmos 
tríplices, cliques ou estalidos, ruídos atritos ou sopros. 
 
Foco aórtico ( 2 espaço intercostal direito junto a borda esternal) 
Foco pulmonar ( 2 espaço intercostal esquerdo junto a borda esternal) 
Foco tricúspide ( está no apêndice xifoide) 
Foco mitral ( 5 espaço intercostal esquerdo no ictus cordis 
Foco aórtico acessório ( 3 espaço intercostal junto a borda esternal) 
 
Sopro 
Dor precordial anginosa e sincope relacionada com exercício físico SOPRO RUDE SISTÓLIDO EM FOCO 
AÓRTICO IRRADIANTE PARA FURCULA- trata-se de uma provável estenose aórtica. 
 
Sopro- auscultar com diafragma e campanula do estetoscópio e realização a palpação do precórdio 
 
 
3 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
 
Sopro de 3+ apresenta irradiação 
Sopro de 4+ apresenta frêmito 
Sopro de 5+ é audível somente encostado a borda do estetoscópio 
 
B1 e b2 encontra-se a sístole 
B3 e b4 são sons diastólicos 
O sopro te estenose mitral encontra-se entre b2 e b1 
 
SOPROS VALVARES: 
ESTENOSE AORTICA OU PULMONAR: é auscultado na borda esternal direita alta ( foco aórtico) e no foco 
aórtico acessório ( 3 espaço intercostal na borda esternal esquerda), irragiando para os dois lados do 
pescoço 
 
 
PNEUMONIA – estetores finos; 
DERRAME PLEURAL – ortopenia, dispneia, MV abolido , broncofonia diminuída 
 
 
 
 
SOPRO RUDE SISTÓLICO EM FOCO AORTICO irradiado para fúrcula ( estenose aórtica) 
 
 
 
4 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
 
Estenose mitral- ( NÃO PASSA TODO SANGUE) ESTALIDO DE ABERTURA 
 produz um sopro diastólico 
principal causa é a febre reumática 
B1- pode ser hiperfonetica 
Sopro precedido por estalido de abertura, quanto mais próximo da segunda bulha tanto o estalido quanto 
o sopro mais grave é a estenose. 
-> presença do sopro mesodiastólico de baixa frequência e tem o som o ruflar 
 
->sopro diastólico, melhor auscultado no foco mitral e acentua-se quando colocamos o paciente em 
decúbito lateral esquerdo 
 
Estenose pulmonar ( ou aórtica) 
DESDOBRAMENTO PARADOXAL DA B2 ( estenose aórtica) CLICK EJETIVO 
Auscultado na borda esternal direita, ou seja, no foco aórtico e no foco acessório 3 espaço intercostal na 
boda esternal esquerda. 
O sopro da estenose aórtica é tipicamente sistólico, mais intenso na base do coração 
Tem como característica se encerrar antes da segunda bulha, o que ajuda a diferenciar do sopro sistólico 
regurgitativo da insuficiência mitral. 
 
 
INSUFICIENCIA CARDIACA - turgência jugular, cacifo ( edema) e baqueteamento digital 
ANGINA PECTORIS 
 
Insuficiência mitral- ( REFLUXO) 
Produz sopro sistólico regurgitativo 
Pode irradiar para região axilar e dorso 
Intensifica com a posição de pachon 
Estenose mitral 
Insuficiência 
Sopro sistólico audível em foco mitral com irradiação para carótida e exila esquerda 
 
Insuficiência aórtica- 
Se intensifica com a inclinação do tórax para frente em expiração forçada 
Pode apresentar pulso em martelo da água 
Pode haver um alargamento da pressão do pulso 
PRESENÇA DE SOPRO DIASTÓLICO AUDÍVEL LOGO APÓS A SEGUNDA BULHA QUE OCUPA TODA A DIASTOLE. 
-> ictus cordis desviado para esquerda e para baixo, ausculta com sopro diastólico aspirativo em foco 
aórtico 
 
Estenose tricúspide. 
É menos grave, sendo acentuada com a manobra de RIVERO CARVALLo ( como todos os sopros do lado 
direito do coração que aumentam com a inspiração e retorno venoso) 
 
Insuficiência tricúspide 
SOPRO SISTÓLICO DE REGURGITAÇÃO 
Possui localização mais medial do que a da mitral, no 4º ou 5º espaço intercostal esquerdo, próximo à 
borda esternal ou sobre o apêndice xifoide. O sopro pode ser “in crescendo” ou “in decrescendo”, sendo 
agudo, acentuando-se com a inspiração (manobra de Rivero Carvallo), e isso é o que diferencia do sopro 
da insuficiência mitral, por exemplo. 
 
MANOBRA DE RIVERO CARVALLO: aumenta a inspiração -> maior retorno venoso para as camaras 
cardíacas direitas -> aumento da força de contração do VD -> aumento do volume de ejeção= em casa 
https://blog.jaleko.com.br/manobra-de-rivero-carvallo/
 
5 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
de insuficiência tricúspideaumenta-se o refluxo de sangue do AD pela valva insuficiente e o sopro é 
intensificado. 
 
Sopro sistólico- auscultado em foco tricúspide ( que fica no apêndice xifoide) do lado esquerdo do 
coração. 
Como saber se o sopro é de origem tricúspide ou mitral ? fazer a manobra de river carvalho( inspiração 
profunda) se a intensidade do sopro aumentar a manobra é positiva e definimos que a origem do sopro é 
direita ( origem tricúspide) 
 
-> coloca-se o paciente em decúbito dorsal, esteto na área tricúspide conferindo atenção a intensidade 
do sopro, solicita-se a inspiração profunda a qual o examinador procura detectar qualquer modificação 
na intensidade do sopro 
-> se não houver alteração ou se o sopro diminuir de intensidade manobra de rivero carvallo negativa, 
propagação de um SOPRO NA VALVA MITRAL 
-> se aumenta a intensidade o sopro- SOPRO ORIGINADO DO APARELHO VALVAR TRICUSPIDE. 
 
 
Campanula do estetoscópio 
B3 
B4 
Sopro da estenose mitral 
 
BULHAS 
B1-fechamento da válvula mitral ( principalmente) e tricúspide ( inicio da sístole) 
B2- fechamento das semilunares aortica ( principalmente) e pulmonar ( final da sístole) e inicio da diástole 
B3- insuficiência cardíaca 
B4- alteração de relaxamento ventricular 
 
Sopro de EJEÇÃO abafa b2 
Sopro de REGURGITAÇÃO abafa B1 
Manobra de valsava- APNEIA EXPIRATÓRIA e com FLEXÃO DO TRONCO PARA FRENTE aumenta a pressão 
intratorácica, então o RV ( retorno venoso) é diminuído e alguns sopros ficam mais audíveis. 
Manobra de rivero carvallo- APNEIA INSPATÓRIA, aumenta o ruido das câmaras direitas 
 
 
 
 
B1 E B2- encontra-se em sístole 
B3 e B4- encontra-se em diástole 
SOPRO DE AUSTIN FLINT- regurgitação da aorta é grave. 
 
SEMIOLOGIA ABDOMINAL 
Ausculta deve vir antes da palpação para evitar o aumento do peristaltismo. 
 
 
Inspeção: avaliar a forma, se tem presença de simetria, abaulamentos, retrações, circulação colateral, 
ondas peristálticas ( quadros obstrutivos), lesões cutâneas ( sinal de cullen ( periumbilical) e turner( flancos) 
 
 
6 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
 
Inspeção ( VISTA ACIMA) 
 
Ausculta abdominal 
Avaliação dos ruídos hidroaéreos. 
Peristaltismo, silencio abdominal ( ílio paralitico), sopros que sugerem aneurisma e compressão arterial 
 
Palpação; avaliar a sensibilidade e integridade anatômica além de distensão da parede abdominal, 
palpação na região dolorosa deixar por último. PALPAÇÃO PROFUNDA ( fígado e baço), normalmente o 
baço não é palpável 
 
Percussão é possível identificar a presença de ar 
-> som normal maciço ( baço e fígado), timpânico ( vísceras ocas) ou seja espaço de traube 
-> massas solidas ou liquidas ( sons maciços) 
-> timpanismo generalizado pode indicar obstrução 
-> som metálico obstrução 
 
 
 
 
 
 
Sinal de lapisky – dor a compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente 
eleva o membro inferior direito PODE SER INDICATIVO DE APENDICITE 
Sinal de Murphy – interrompe a respiração por dor a palpação do hipocôndrio direito e indica peritonite 
local e colecistite aguda ( vesícula biliar) 
Sinal de dunply – dor a percussão no ponto de McBurney ou dor ao tossir pode ser indicativo de 
apendicite 
Sinal do obturador – dor a rotação interna do quadril direito flexionado em decubido pode ser indicativo 
de apendicite 
Sinal de Rovsing- sugestivo de apendicite aguda, dor no quadrante inferior direito a palpação do 
esquerdo 
SINAL DE BLUMBERG- pode ser visto em apendicite aguda e pode ser considerado um sinal de irritação 
peritoneal. 
 
Qual a sequencia correta de percussão dos quadrantes do abdômen? 
QUADRANTE INFERIOR DIREITO, QUADRANTE SUPERIOR DIREITO, QUADRANTE SUPERIOR ESQUERDO E 
QUADRANTE INFERIOR ESQUERDO 
 
Dor abdominal subida, intensa e não localizada SINAL DE JOBERT POSITIVO- ulcera perfurativa ] 
 
 
7 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
Diverticulite aguda- dor na fossa ilíaca esquerda, disuria, náusea, alteração de hábito intestinal. 
 
ASCITE- sinal de piparote e manobra de macicez móvel 
Piparote positivo ocorre quando fazemos uma percussão no abdome do paciente e notamos a 
propagação de uma onda do líquido ali acumulado. A percussão deve ser feita em região de flanco para 
observar a propagação da coluna de líquido para o lado oposto. 
 
ESPLENOMEGALIA- macicez à percussão do espaço de traube ( que deveria ser TIMPANICO) 
 
Sinal de mallory Weiss- hemorragia digestiva alta sangue vermelho vivo no vomito ( hematêmese e 
melena. – varizes no esôfago 
 
Um paciente com pancreatite apresenta uma grande área de sufusão hemorrágica ( equimose) na 
região periumbilical. Este sinal é conhecido sinal de cullen. 
 
Manobra de Schuster – PALPAÇÃO DO BAÇO 
 
 
Tríade de charcot- dor hipocôndrio direito, icterícia, febre com calafrios, colangite ( obstrução e 
inflamação das vias biliares, por exemplo, por cálculos biliares) – COLELITÍASE ( cálculos na vesícula biliar) 
 
Sinal de Murphy- COLECISTITE ( inflamação da vesícula biliar) presença de dor durante a inspiração 
quando a ponta dos dedos ou a mão é colocado sob o gradeado costal direito ( musculo reto lateral) 
 
 
Sinal de courvoisier terrier- paciente ictérico, ao palpar o hipocôndrio direito é encontrado massa 
ovalada que é a vesícula biliar distendida e palpável por efeito da massa neoplasia de vias biliares extra-
hepaticas- ICTERICIA ASSOCIADA A VESICULA PALPAVEL; 
 TUMOR NA CABEÇA DO PANCREAS 
 
Manobra de Lemos Torres – tenta palpar a borda hepática durante a inspiração profunda. 
 
8 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
 
Manobra de carnett- se com sua execução a tumoração desaparecer ele se encontra intra-abdominal 
ESPAÇO DE TRAUBE- timpanismo caso esteja livre 
-> é um espaço semilunar 
-> vai do sexto ao 11 espaço intercostal 
-> é delimitado pelo lobo esquerdo hepatico 
 
 
 
SEMIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO 
Escala de Glasgow ( NÍVEL DE COMPROMETIMENTO NEUROLOGICO) 
Quanto maior a pontuação melhor é para o paciente. 
13-15 comprometimento leve 
09-12 comprometimento moderado 
Menor que 8 – comprometimento grave 
 
ABERTURA OCULAR ( 1 e 4) 
Espontânea ( olhos abertos, ou só de sentir sua presença ele abre os olhos) – 4 
Ao chamado ( se você chamar ele abre os olhos ) 3 
Estímulo de pressão ( ele abriu o olho) 2 
Ausente – 1 
Não testável colocar NT ( edema) 
 
RESPOSTA VERBAL ( 1 a 5) 
Orientado – 5 
Confuso ou desorientado ( responde de forma errada) - 4 
Palavras- ( se ele solta palavras aleatórias) 3 
Sons- 2 
Ausente ( 1) 
 
 
RESPOSTA MOTORA ( 1 – 6) 
Obedece a comandos ( realiza movimentos) – 6 
Localiza a estímulos ( localiza a dor) – 5 
Flexão normal ( afasta o braço do corpo) – 4 
Flexão anormal ( aproxima o membro do corpo) – 3 
Extensão – 2 
Ausente- 1 
 
REAÇÃO PUPILAR 
se os dois olhos reagir 0 
se apenas um olho reduziu a luz ( dilatar) -1 
 
9 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
nenhum dos dois olhos reduziu -2 
 
 
 
SEMIOLOGIA DO SISTEMA RESPIRATÓRIO 
Inspeção estática utilizada para se observar o formato do tórax ( por exemplo se for um tórax em tonel, 
quilha, funil) 
inspeção dinâmica para se observar a expansibilidade torácica ou seja PADRÃO RESPIRATÓRIO. 
Sinais de possível doença pulmonar crônica ( baqueteamento dos dedos ou edema dos membros inf) 
 
https://www.youtube.com/watch?v=OA9jzo_fDV4&t=233s ( vídeo para ausculta pulmonar, sons anormais) 
 
Questão. 
HIPETERSO A 30 ANOS REFERE-SE A DISPNEIA. 
Exame físico: sopro em um dos focos, que foco seria isso, que sopro você está ouvindo e por que? 
 
 
Exame físico 
O exame físico inicia-se pela avaliação do estado geral. É possível avaliar a existência de desconforto e 
ansiedade a constituição física e os efeitos da fala ou do movimento sobre os sintomas ( ex: incapacidade 
de falar frases inteiras sem pausas para respirar) 
 
https://www.youtube.com/watch?v=63Mr7OkMXU4https://www.youtube.com/watch?v=OA9jzo_fDV4&t=233s
https://www.youtube.com/watch?v=63Mr7OkMXU4
 
10 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
 
 
Expansibilidade preservada 
Broncofonia 
Estertor fino – geralmente aparece na pneumonia é no fim da inspiração, não some com a tosse 
Estetor grosso/ brilho – aparece na inspiração e expiração e some com a tosse 
Atrito pleural – raspado ( some quando some o líquido entre as pleuras) 
 
 
 
PNEUMONIA 
 
Inspeção: ver se tem tosse, dispneia, taquipneia , batimento de asa de nariz, se tem retração da fúrcula, 
tiragem, 
Palpação: frêmito vai estar aumentado devido a condensação pulmonar e expansibilidade diminuída. 
Percussão: macicez a percussão 
Ausculta: estertores crepitantes ou estertores finos e diminuição do MV. 
 
PNEUMOTÓRAX ( DOR TORÁCICA A DIREITA) – presença de ar na cavidade pleural 
Expansibilidade ( inspeção) – diminuição local da expansibilidade toracica 
Percussão do hemitórax direito – hipersonoridade, timpanismo a percussão 
Palpação do hemitórax direito ( FTV) – diminuído ou abolido 
Ausculta do hemitórax direito. - MV abolido ou diminuido, ressonância vocal diminuída 
 
 PNEUMOTORAX HIPERTENSIVO: 
Inspeção estática: lado afetado com elevação 
Inspeção dinâmica: hemitórax afetado imóvel 
Percussão: timpanismo 
Palpação: FTV abolido ou diminuído 
Auscuta: Diminuição do MV, ou abolição 
 
ATELECTASIA 
Inspeção: retração na base E 
Palpação: FTV abolido base E 
Percussão: Macicez base E 
Ausculta: MV ausente base E 
Sintomas: dispneia, tosse e dor torácica, inspeção retração torácica e desvio da traqueia homolateral. 
Palpação: expensibilidade diminuída, frêmito toracovocal diminuído ou abolido, percussão som maciço 
ou submaciço. Ausculta abolição do murmúrio vesicular e diminuição da broncofonia. 
 
 
 
DERRAME PLEURAL ( excesso de liquido entre as pleuras), dor torácica em pontada agravada a inspiração, 
febre vespertina, sudorese e tosse pouco produtiva 
Inspeção – expansibilidade diminuída ( sinal de lemos-torres) derrames de grandes volumes 
Palpação- FTV diminuído na área do derrame ( ou ausente) 
Percussão- macicez ou submacicez na região do derrame 
Ausculta – MV diminuído, limite superior egofonia ( ausculta nada se escuta) 
Tosse, febre, dispneia e dor pleurítica. Inspeção: abaulamento e desvio contralateral da traqueia, 
palpação diminuição da elasticidade e frêmito toracovocal abolido, percussão som maciço e sinal de 
signorelli ( sopro pleurítico). Ausculta, abolição do MV pectoriloquia ou broncofonia. 
 
 
11 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
Asma brônquica - dispneia e opressão torácica. Inspeção e expiração prolongada com tiragem 
intercostal. Palpação diminuição da expansibilidade e presença de frêmito brônquico, percussão som 
timpânico, ausculta sibilos ou tórax silencioso. 
 
Enfisema pulmonar – DPOC reduçãp do FTV, redução MV e hiperinsuflação, vias aéreas inferiores, redução 
bilateral dos sons respiratórios. 
 
Congestão pulmonar- dispneia paroxística norturna e ortopneia. Inspeção estase jugular e edema de 
MMII, percussão com som claro e pulmonar ou submaciço ou maciço. Ausculta estertores finos ou grossos 
e sibilos ( asma cardíaca), abolição de MV; 
 
Ausculta pulmonar: ressonância vocal se tiver uma diminuição do ( 33) – aumento da aeração do 
parênquima enfisema pulmonar, pneumotórax, atelectasia, derrame pleural. Ao diminuir o frêmito 
toracovocal( sensação tátil ) também diminui o som vocal (ausculta) 
 
Aumento da ressonância vocal ( exemplo na pneumonia) 
-> broncofonia ( aumento na intensidade) 
-> pectoriloquia ( aumento na nitidez) 
 
Sons contínuos: roncos, sibilos e estridor 
Roncos: grave, melhor auscultado em região central das vias aéreas inferiores tanto na inspiração como 
expiração, sendo mais evidente na expiração 
Sibilos: mais agudo, região mais periférica das vias aéreas inferiores tanto insp como exp 
Estridor: obstrução por corpo estranho ou processo inflamatório. 
 
Sons descontínuos 
Estertores finos/crepitantes ou grossos/bolhosos 
 
Estertores finos – meio para o final da inspiração ( vias aéreas de menor calibre, devido a presença de 
líquido e secreção) ( edema pulmonar, pneumonia, fibrose cística) 
 
Estertores grossos- vias aéreas maiores com secreção viscosa. Semelhante borbulhar de água ( bronquite 
crônica, edema pulmonar) 
 
Atrito pleural – fricção do folheto parietal, processo inflamatório, neoplásico ou derrame pleural. 
 
Paciente com sibilos na ausculta pulmonar- 
-> se piora em decubido dorsal horizontal – asma cardíaca 
-> se não se alteram com o decúbito – asma brônquica 
-> se tiver associado a estertores em bases pulmonares é a favor de asma cardíaca. 
 
 
 
12 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
Cianose nas extremidade geralmente é central. 
Cianose perioral geralmente é periférica. 
 
Como pesquisar hipotensão ortostática? Querda de PAS maior igual 20mmhg ou PAD maior igual 10 mmhg 
quando compara-se a posição supina ( decúbito dorsal) com a ortostática( em pé) 
 
 
EXAME FÍSICO DAS EXTREMIDADES ( vascular e ortopedia) 
Lembrar de sempre perguntar as características da dor ( de 0-10) se ela é leve, modera, intensa, se ela 
irradia, o que e quando a dor piora... etc. 
A claudicação intermitente é um sintoma de doenças vasculares que causa dores intensas nas pernas, 
similares às câimbras e fisgadas, ao caminhar e realizar atividades físicas. Geralmente, a dor melhora 
quando o paciente fica em repouso. 
 
 
 
13 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
 
 
 
14 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
 
 
 
Palpação, percussão e ausculta. 
Pulso temporal: entre o arco temporal e o lobo da orelha 
Pulso carotídeo: são visíveis e palpáveis medialmente ao musculo esternocleidomastoideos ( anterior ao M. 
esternocleidosmastoideo) 
Pulso axilar- medialmente ao bíceps na fossa axilar 
Pulso radial: encontra-se entre a apófise estiloide do radio e o tendão dos flexores ( borda lateral do 
punho) 
Pulso braquial- terço distal do braço em sua porção medial entre os tendões dos músculos bíceps e tríceps 
Pulso femoral- LINHA MÉDIA ENTRE O PÚBIS E A ESPINHA ÍLIACA ANTERO-POSTERIOR 
Pulso poplíteo- presente na fossa poplítea 
Pulso tibial posterior- posterior ao maléolo medial 
Pulso pedioso- no meio do é ( região central) entre os tendões do segundo e terceiro pododáctilo 
 
Sinal de cacifo positivo- EDEMA, retorno da linfa fica alterado. 
 
Exame físico geral : BEG, REG, REG, estado de hidratação, coloração ( cianose ou icterícia) nível de 
consciência, sinais vitais; 
 
Exame físico especifico: 
INSPEÇÃO ESTÁTICA ( olhar cicatrizes, simetria assimetria) E DINÂMICA ( dona maria, levanta o pé?) 
PALPAÇÃO 
PERCUSSÃO 
AVALIAÇÃO ORTOPÉDICA NEUROLÓGICA E VASCULAR ( motricidade e sensibilidade) 
TESTES ESPECIAIS 
 
 
este Phalen – Avalia se há compressão do nervo mediano ( ver se tem dor no nervo mediano) a mão 
como se tivesse rezando invertida, ou dor no terceiro dedo. 
 - Síndrome Tunel do Carpo - Pede-se flexão máxima dos punhos por ATÉ 60 segundos – também avalia o 
nervo mediano. 
 
ORTOPEDIA 
 
 
 
 
15 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
OMBRO- elevação do ombro DOR AO ESTENDER ROUPA M. SUPRAESPINAL TESTE DE JOBE 
 
Teste de hawkins kenndy- ( torração interna) dor no ombro e na parte anterolateral do braço também é 
pelo M. supraespinhal- teste de yokum também 
 
 
 
ROTAÇÃO EXTERNA- é tendão M infra-espinal TESTE DE PATTE 
 
 
 
 
 
 
 
 
COTOVELO. 
 
Epicondilite lateral – dor do lado lateral do cotovelo – tudo que faz com a mão para baixo ( digitação) 
tendão ficam frágeis 
Epicôndilo lateral – extensão do punho 
 
16 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
Epicôndilo medial – flexores do punho 
 
 
PUNHO E MÃO 
Paciente com dor no punho direito acompanhada de parestesia na topografia palmar, 2 e3 quirodactilo. 
Principal nervo comprometido e ponto de maior sensibilidade. NERVO MEDIANO E POLPA DIGITAL DO 2 
QUIRODACTILO 
 
 
 
ANAMNESE 
 
Nome, nome social, idade, data de nascimento, etnia, profissão, naturalidade, procedência, nome da 
mãe, estado civil, religião. 
 
ILNESS- percepção da paciente sobre a doença 
R: estava muito angustiada, pois seu pai teria morrido com os mesmos sintomas 
 
ECOMAPA- diagrama das relações do paciente com a família e os elementos da comunidade em geral ( 
por exemplo, a pessoa no ambiente de trabalho) 
GENOGRAMA- representação do paciente e dos diferentes membros da família, o padrão de 
relacionamento sobre eles e as suas principais morbidades. 
 
Tipos de facies: 
Fácies hipocrática: olhos fundos, parados, inexpressivos, nariz afilado e lábios delgados com presença de 
batimento da asa do nariz. Rosto quase sempre coberto de suor. 
Fácies renal: caracterizada por edema palpebral predominante principalmente na parte da manha. 
Fácies tetânica: riso sardônico 
Fácies mixedematosa – rosto arredondado, nariz e lábios grossos, aumento dos sulcos, fisionomia de 
desanimo apatia- HIPOTIREOIDISMO. 
Fácies cushingoide ou lua-cheia: arredondamento do rosto, caracterizando edema, 
Fácies da paralisia fácil periférica: assimetria da face, repuxamento da boca para o lado afetado 
Fácies hipertireóidea ou basedowiana- exoftalmia, rosto magro, aspecto de espanto típica de 
hipertireoidismo 
Fácies leonina: pele espessada, grade numero de lepromas em maior numero na fronte, supercílios caem, 
nariz se espessa e se alarga. Os lábios tornam-se mais grossos e proeminentes. 
Fácies acromegálica – proeminência nas maças do rosto e maior desenvolvimento da mandíbula, 
aumento do nariz, lábio e orelha 
 
17 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
Fácies esclerodérmica: fácies de múmia, pela quase imobilidade facial, repuxamento dos lábios 
Fácies miastênica: ptose palpebral bilateral 
Fácies adenoidiana – nariz pequeno afilado e boca sempre entreaberta 
 
Anamnese: paciente joão, 55 anos, natural de tal, mora em tal, metalúrgico, casado. 
Ectoscopia: VISÃO GERAL DO PACIENTE. Da para analisar postura, odores corporais, nível de consciência, 
coloração da pele. 
 
Mulher 24 anos, branca, solteira, estudante, conta que há 2 dias vem apresentando dor lombar à direita, 
de forte, intensidade, continua e sem irradiação. Nega fatores de melhora e piora. Conta ainda que está 
tendo enjoos e apresentando 2 episódios de vômitos durante a madrugada. Decidiu procurar 
atendimento médico, pois essa manhã apresentou um episódio de febre de 40 graus. Nega uso de 
medicações ou episódios semelhantes previamente 
 
QD: queixa principal, febre nessa manhã 
ISDA: quais sintomas deverá ser investigado para melhor atendimento do caso? A cor da urina, se tem 
ardência, o odor da urina 
Lembrar: disúria – micção dolorosa 
Polaciuria – eliminação muito frequente de micções 
 
Sinais vitais 
37,9 hipertermia 
FC 124 = taquicardia ( de 60-100 normal) 
FR= 26 ( normal é de 16 a 20) taquipneico 
PA= 11x85 = normotenso 
 
Aferição da pressão do paciente em pé e deitado pode fornecer informações como: variação de 
20mmhg na PA sistólica e 10 mmhg na diastólica. 
 
Crie uma história pregressa da moléstia atual ( HPMA) de um paciente cuja queija principal e duração é 
dor no peito há 2 horas. 
 
Paciente relata que há duas horas começou com dor no peito, após um episódio de estresse em virtude 
de discussão com seu patrão no trabalho, a dor teve inicio subido de caráter continuo com uma 
intensidade de dor ( 0-10) igual a 8, ela irradiava para o braço esquerdo e o caráter da dor era uma 
sensação de aperto e um pouco de queimação. Paciente relata que quando deitava-se havia uma leve 
melhora e aos mínimos esforços piorava, além disso nunca havia sentido esse tipo de dor anteriormente. 
 
Antecedentes pessoais: HAS, DIABETES MELLITUS, DISLIPIDEMIA 
 
 
Na história da moléstia atual falou falar sobre a localização da dor ( sinais e sintomas) 
 
18 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
 
Inicio-> localização -> intensidade -> caráter -> irradiação -> duração-> se teve mais episódios -> fatores 
de melhorar e fatores de piora e fatores que acompanham. 
 
LINFONODOS 
 
Febre alta, odinofagia intensa a 2 dias, linfonodos palpáveis nas cadeias tonsilares e submandibulares de 
forma reacional a essa patologia: característica desses linfonodos 
-> GANGLIOS MÓVEIS, INDOLORES E FIBROELÁSTICOS. 
 
Nas avaliações de cabeça e pescoço a localização que é sempre patológica quando palpável os 
SUPRACLAVICULARES. 
 
Paciente com bócio( hipertireoidismo) 
Inspeção: fácie basedowiana ( xeroftalmia, protrusão ocular típica) tumoração lobulada e irregular na 
região cervical ( topogradia da tireoide) 
Palpação: aumento do volume tireoidiano, lobulado de consistência fibroelastica e indolor: ausência de 
linfonodos palpáveis 
 
Malignidade dos linfonodos: maior que 1,5cm, de consistência pétrea com breve período de evolução. 
 
Sinal de troisier -> LINFONODO SUPRACLAVICULAR ESQUERDO ENDURECIDO. 
Sinal de pemberton -> está presente em bócios volumosos, pode causar obstrução da traqueia e veia cava 
superior, pode causar dispneia e pletora fácil e estridor. 
Ducto torácico -> DRENA HEMITÓRAX ESQUERDO, REGIÃO ABDOMINAL, MEMBRO INFERIOR, não drena 
hemitórax direito. 
 
Bócio volumoso- causa disfonia, dispneia, disfagia, mas não causa dor. 
DERMARTOLOGIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nódulo – elevação sólida e 
circunscrita que se aprofunda 
na derme, possui um ponto 
enegrecido. Com borda 
acastanhada. 
-> com escoriação ou erosão 
-> dilatação de alguns vasos 
 
Múltiplas micro vesículas 
localizado no 3 e 4 
quirodáctilo. 
 
Maculas ou manchas 
hipocromicas com formas 
arredondadas, na região central 
pode ser chamada de policíclicas. 
Leve eritema em alguma delas em 
região epigástrica e intermamaria 
 
Placas lilases, aspecto 
liquenoide( brilhante) 
localizada no dorso da mão e 
nos dedos. 
 
Enantema- 
vermelhidão(exantema) de 
mucosas, localizado no palato 
mole, úvulas e além disso tem 
os pontinhos que são as 
petéquias. 
 
Placa eritematosa localizada na 
região do de ponta de nariz 
subindo para dorso nasal ,com 
telangiectasias com aspecto firme 
 
Bolhas e vesículas- se as 
bolhas rompem facilmente são 
flácidas e se elas não se 
rompem facilmente são 
tensas. 
-> bolhas flácidas 
-> crosta serosa 
-> vesículas 
-> bolha que estourou tem-se 
uma erosão 
-> região axilar 
-> bolhar na região de ( 
intertrigo) dobra, bolha 
macerada 
 
Eritema ( lesão que pegou onde 
tomou sol) 
-> eritema em região fotoexposta 
principalmente no colo. 
 
Crosta melicericas na região dos dedos 
com base eritematosa. 
 
Evolução de lesões – nível subagudo 
Eczema subagudo- bolhas estouram, 
crosta melicericas, podendo chegar ao 
processo de liquenificação ( 
espessamento da epiderme as custas 
da camada espinhosa) é possível se 
observar, acentuação dos sulcos 
naturais da pele e aspecto coriáceo( 
de couro). 
Eczema aguda- bolha, edema, eritema20 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fissura 
-> espessamento da pele em 
regiões que dobram muito, 
fissura linear 
-> liquenificação, aumento dos 
sulcos naturais da pele, 
aspecto coreáceo( parece 
couro), crosta melicéricas. 
Portando isso é um eczema 
crônico com fissura. 
 
 
Teria que perguntar quanto tempo 
está? 6 meses ( úlcera), se não tiver 
tempo chamar ulceração 
Recente- ulceração . 
Crônica – úlcera. 
 
Quando avaliar úlcera, ver 
primeiramente as bordas, depois o 
fundo e se ela é profunda ou não 
profunda. 
-> borda: bordas irregulares com 
pontos enegrecidos e eritematosos 
-> fundo: eritema vivo com tecido de 
granulação, crostas milicericas. 
-> profundidade: úlcera rasa ( quase da 
mesma altura da borda) 
 
Escoriação. 
Lesão de caráter linear e no sentido de 
coçadura do membro, com lesões de 
diferentes tipos de evoluções. 
-> escoriação é uma ( exulceração ou erosão) 
linear que foi por coçadura então é por 
escoriação 
-> erosão ou exulceração é perda superficial 
que atinge somente a epiderme 
-> escoriação lembrar de coçadura; 
 
Escroto, a cor do paciente é 
negro. 
-> acentuação natural dos sulcos 
da pele, aspecto coriáceo. 
liquenificação e é possível ver 
hipocromia. 
 
Placa- mais na região da epiderme na 
região periorbital 
-> pápulas e placas amareladas na 
região periorbital. 
 
Quando aperta some ou não? 
 
Placa eritematosa( com pressão sai) purpurica( 
arroxeado), com vesículas e bolhas 
-> lesão bem delimitada na região do dorso que 
não atravessa a linha média 
 
Lesão em alvo ( borda ativa, centro 
sem atividade e meio com 
atividade) 
-> lesões em alvo que confluem em 
placas circinadas 
-> placa eritematosa em alvo 
confluindo de forma circinada no 
dorso da mão. 
 
Escamas esbranquiçadas 
Placa eritematosa com escamas 
esbranquiçadas. Com bordas bem 
delimitadas na parte anterior da pele 
 
Descamação com exantema( eritema 
generalizado), com pústulas. 
Crosta melicéricas. 
 
 
 
 
 
 
21 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Perguntar se some a digitopressão – 
Então é equimose ( pois é grande) – 
extravasamento de hemácias na 
derme. 
-> placa equimótica( ou purpurica) 
com petéquias e purpuras na 
periferia e no centro tem vesículas 
e bolhas. 
 
Esclerose- aumento de colágeno na derme 
Esclerose vem acompanhada com atrofia da 
epiderme. Empregável 
Placa esclerótica com áreas hipo e 
hipercromicas. 
Tem bordas bem delimitas 
 
 
Placa com hiperqueratose ( aumento da 
espessura da epiderme as custas da 
camada córnea que deixa amarelado e 
ásperas) 
-> periungueal, ponta do quirodáctilos 
-> fissura 
-> vegetativa que está crescendo para 
cima. 
 
 
 
Placa eritematosa anular ( bordas 
muito mais ativas que o centro) tem 
vesículas 
 
 
Perguntar qual a cor do paciente? 
Lesão é a clara 
Acrômica 
Lesão acromica um pouco no dorso da 
mão e nos quirodáctilos 
-> se falar que tem na ponta dos pés, 
nas extremidade é falar que é uma lesão 
acral 
-> macula acromica no dorso da mão e 
quirodáctilos 
 
Liquenificação com aspecto 
hipercromico 
 
 
Ulceração 
Borda: bem delimitada 
Profundidade: rasa 
Fundo: purulento, eritematoso 
Localizada na glande com eritema e 
edema 
 
 
Ulcera 
Borda: bem delimitada e elevada 
Profundidade: profunda 
Fundo: eritematoso, com tecido de 
granulação 
 
 
Placa eritematosa de caráter 
serpiginoso no dorso no pé 
-> descamação intensa nos 
pododácticos com crostas acastanhadas 
( crosta hemáticas) na região dos dedos. 
 
22 Juliele Bueno/ medicina/ propedêutica