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Centro Universitário da Região da Campanha Curso de Estética e Cosmética Bárbara Oliveira Machado PROJETO INTEGRADOR Legislação e a atuação do profissional Esteticista no Brasil Bagé - RS 2022 2 Legislação e a atuação do profissional Esteticista no Brasil Projeto Integrador I-A, apresentado ao Curso Estética e Cosmética, como requisito parcial do Módulo I, sob a orientação da professora Graciela Maldaner. 3 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .....................................................................................................................4 1.1 OBJETIVO GERAL ...........................................................................................................4 1.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ............................................................................................4 2 HISTÓRICO DA PROFISSÃO DE ESTETICISTA................................................................5 2.1 ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS DA ESTÉTICA ...................................................6 3 CONCLUSÃO.......................................................................................................................6 4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.....................................................................................7 5 ANEXOS...............................................................................................................................8 A. LEI 13.643/2018 COMENTADA PELA ANESCO...................................................8 4 1 INTRODUÇÃO O profissional de estética, hoje atua de forma relevante na área da saúde preventiva e, consequentemente, o curso superior tecnólogo deve prepará-lo de modo a possibilitar uma formação ampla, permitindo um desempenho com habilidades e conhecimento técnico-científico, revestida de capacidade intelectual, reflexiva e crítica, tornando possível a inserção do tecnólogo em estética nos espaços profissionais na área de saúde (CARVALHO, 2006). No Brasil, é livre o exercício de qualquer trabalho, desde que sejam atendidas as qualificações profissionais estabelecidas por lei. A Constituição Federal em seu artigo 22, inciso XVI estabelece competência privativa à União para legislar sobre a organização das profissões. Entretanto, a regulação das profissões tem obedecido muito mais às regras impostas pelo mercado do que propriamente a ações efetivas do governo. Considerando que a saúde é um bem público, compete ao Estado dispor sobre a sua regulamentação, fiscalização e controle, adequando o interesse particular ao interesse público. (Programa Nacional de Desprecarização do Trabalho no SUS, 2006) Justifica-se a elaboração deste projeto tendo em vista ainda a falta de informação sobre conceitos de caráter legal que abrangem a atuação dos profissionais da estética. 1.1 OBJETIVO GERAL Conhecer a formação da profissão de esteticista e sua legislação. 1.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Compreender como a profissão chegou no Brasil; • Compreender a legislação vigente; • Elaborar um folder com a “Linha do Tempo” da Estética no Brasil. 5 2 HISTÓRICO DA PROFISSÃO DE ESTETICISTA No Brasil, a estética teve início na década de 1950 com Anne Marie Klotz, brasileira filha de pais franceses, nascida em Natal, no Rio Grande do Norte. Depois de morar por um período no Brasil, a família Klotz retornou à França, onde Anne Marie aprendeu técnicas de estética (SCHMITZ; LAURENTINO; MACHADO, 2010; SUENAGA; LISBOA, 2012). Segundo Winter (2001), anos depois Anne Marie decidiu retornar a sua terra natal e começou a trabalhar com estética, atendendo inicialmente amigos e conhecidos em domicílio. Muito rapidamente, as técnicas que Anne Marie aprendeu na Europa se popularizaram no Brasil. Com a crescente demanda causada pelo sucesso das técnicas de estética, Anne Marie Klotz fundou duas fábricas: a France-Bel, que fornecia produtos cosméticos profissionais, e a Vigilex, que produzia aparelhagem específica. Anne criou também a primeira escola de estética do Brasil (SCHMITZ; LAURENTINO; MACHADO, 2010; WINTER, 2001). Antes da criação da Vigilex, utilizava-se no Brasil aparelhos estéticos desenvolvidos na França. A alta demanda possibilitou a implementação da fábrica, que foi a primeira empresa de eletroestética do Brasil (ROSSI, 2013; SCHMITZ; LAURENTINO; MACHADO, 2010; WINTER, 2001). De acordo com Schmitz, Laurentino e Machado (2010), nos anos 1970 foi realizado o primeiro curso de eletroterapia aplicada à estética, criado por João da Matta e Silva Júnior, proprietário de uma indústria voltada ao ramo da estética. Até os anos 2000, existiam apenas cursos técnicos (profissionalizantes) ou livres na área de estética. Segundo Rossi (2013), em 2002 foi autorizado pelo Ministério da Educação o curso superior de Tecnologia em Estética e Cosmética. Em 2005, o número de esteticistas com diploma de nível superior já era bastante significativo, e por isso foi criada a primeira pós-graduação em Estética. Após o grande fortalecimento da atuação dos esteticistas, começaram os movimentos de reconhecimento e regularização da profissão (ROSSI, 2013; SCHMITZ; LAURENTINO; MACHADO, 2010). 6 2.1 ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS DA ESTÉTICA De acordo com o exposto no ANEXO A, fornecido pela ANESCO, Associação Nacional de Esteticistas e Cosmetólogos, podemos compreender os aspectos legais que amparam a atuação do profissional da estética. 3 CONCLUSÃO Conclui-se que o conhecimento da legislação vigente, assim como o acompanhamento das proposições em andamento no legislativo são de suma importância para os graduandos em Estética e Cosmética e para os profissionais já habilitados, para atuarem com conduta ética e legal. 7 4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANESCO. Associação Nacional de Esteticistas e Cosmetólogos. Lei 13.643/18 Comentada. Disponível em: <https://anesco.org.br/index.php/2022/03/08/lei-13- 64318-comentada/>. Acesso em: 23 mar. 2022. CARVALHO, Célia Regina Fernandes de. Estudo do perfil profissional e da formação acadêmica do tecnólogo em estética: estudo de caso. Dissertação. FIOCRUZ. 2006. Programa Nacional de Desprecarização do Trabalho no SUS: DesprecarizaSUS. Comitê Nacional Interinstitucional de Desprecarização do Trabalho no SUS/ Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde. – Brasília. Editora do Ministério da Saúde, 2006. ROSSI, R. F. Diagnóstico dos parâmetros legais e normativos da carreira da estética no Brasil: abordagem histórica da profissão. 31 f., 2013. Monografia (Curso de Especialização em Estética Integral) - Universidade Gama Filho, São Paulo, 2013. SCHMITZ, D. S.; LURENTINO, L.; MACHADO, M. Estética facial e corporal: uma revisão bibliográfica. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Cosmetologia e Estética), Univali: Universidade do Vale do Itajaí, Balneário Camboriú, 2010. SUENAGA, C.; LISBOA, D. Conceito, beleza e contemporaneidade: fragmentos históricos no decorrer da evolução estética. Trabalho de Conclusão de Curso (Cosmetologia e Estética) - Universidade Federal do Vale do Itajaí, Itajaí, 2012. VALDAMERI, G. A. A formação profissional tecnológica em Cosmetologia e Estética: limites e possibilidades do projeto pedagógico. Tese de mestrado, Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, Brasil. 2010. WINTER, Waldtraud Ritter. Eletrocosmética. 3. ed. Rio de Janeiro: Vida Estética, 2001.8 5 ANEXOS A. LEI 13.643/2018 COMENTADA PELA ANESCO 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 1 INTRODUÇÃO 1.1 OBJETIVO GERAL 1.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 3 CONCLUSÃO 4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Programa Nacional de Desprecarização do Trabalho no SUS: DesprecarizaSUS. Comitê Nacional Interinstitucional de Desprecarização do Trabalho no SUS/ Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Departamento de Gestão e ...