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MECÂNICA DO TÓRAX

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MECÂNICA DO TÓRAX 
 ● Importância do estudo da caixa torácica 
 -permite Analisar a anatomia do tórax nas diferentes espécies animais 
 -Conhecer os aspectos topográficos e vias de acesso 
 -Locais para punções e injeções 
 -Reconhecimento da base anatômica para algumas patologias 
 ● tórax 
 -é uma caixa osteocartilaginosa em formato cônico, sendo a base o diafragma e o ápice a 
 entrada do tórax; 
 -Nos quadrúpedes apresenta um achatamento laterolateral; 
 -As primeiras costelas possuem um formato mais reto e em sentido craniocaudal elas vão 
 se arqueando formando um arcabouço. Na borda caudal das costelas apresentam um sulco 
 denominado de sulco costal. 
 -delimitada: 
 1. lateralmente pelos músculos intercostais, cartilagens condrais e costelas; 
 2. dorsalmente por vértebras torácicas, ligamentos e músculos a ela associados 
 3. ventralmente pelo esterno e costelas esternais e músculos associados 
 4. abertura cranial do tórax - circundada dorsalmente pela primeira vértebra torácica e 
 lateralmente pelo primeiro par de costelas; pequena; formato estreito e oval; 
 ocupada pelos músculos longo do pescoço, traquéia, esôfago, vasos, nervos e 
 nodos linfáticos; 
 -possuem: 
 •2 faces laterais •1 face dorsal •1 face ventral 
 -componentes ósseas que a formam: costelas, vértebras torácicas, esterno e cartilagens 
 costais; 
 - Articulações: 
 ➔ Articulações intervertebrais >> Entre as vértebras torácicas; combinam sínfises 
 entre os corpos vertebrais; 
 ➔ articulação costovertebral >> articulação esferóide em que duas faces articulares 
 da cabeça da costela se articulam com a reentrância formada por duas fóveas 
 articulares das duas vértebras torácicas adjacentes ; 
 cabeça da costela + corpo de duas vértebras; do tipo sinovial móvel; 
 ➔ articulação costotransversal >> articulação em deslize formada pelas faces 
 articulares do tubérculo da costela e pelo processo transverso da vértebra 
 correspondente; também do tipo sinovial móvel; 
 ➔ articulações costocondrais >> entre as costelas e as cartilagens costais ; são 
 sínfises em carnívoros e no equino, mas articulações firmes no suíno e em 
 ruminantes; 
 Cartilagem condral + costela - do tipo sincondrose (União de dois ossos por uma 
 cartilagem; podem ser ligeiramente móveis ou imóveis.); 
 ➔ Esternocondral >> entre o Esterno e a cartilagem condral – do tipo sinovial móvel; 
 ➔ Intercostal >> Entre duas costelas - sinartroses (articulações fibrosas que se 
 situam entre um osso e outro; principal característica é a falta de mobilidade, pois 
 elas são fixas) 
 ➔ Interesternal >> Entre as esternebras - sínfise (articulação permanente, do tipo 
 anfiartrose, em que a cartilagem fibrosa une dois ossos e permite pouca 
 movimentação); 
 ➔ Intercondral >> Entre as cartilagens condrais - sindesmoses (articulação composta 
 por dois ossos ligados por uma faixa de tecido fibroso ou membrana; inflexível). 
 - Músculos: 
 ➔ Músculos intercostais externos >> atuam na inspiração; Elevam as costelas 
 craniolateralmente, expandindo a caixa torácica; 
 Originam-se na borda caudal da costela e inserem-se na borda cranial, dispondo 
 suas fibras ventrocaudalmente; 
 quando os músculos se contraem a força vai sempre para a origem ! 
 daí quando esses músculos se contraem elevam as costelas craniolateralmente 
 aumentando a caixa torácica e permitindo a expansão do pulmão e também 
 expandem a caixa torácica no sentido dorsoventral; 
 Durante a inspiração ocorre a contração dos músculos respiratórios. Com a 
 contração, o diafragma desce, determinando um aumento do diâmetro vertical da 
 caixa torácica. Por sua vez, a contração dos músculos intercostais eleva e 
 movimenta para fora as costelas, acarretando um aumento do diâmetro horizontal 
 da cavidade torácica. Assim, há um aumento do volume da caixa torácica com 
 consequente diminuição da pressão interna do tórax que se torna subatmosférica 
 em relação à pressão atmosférica. A pressão atmosférica, sendo maior do que a 
 pressão intratorácica, também chamada de pressão pleural, empurra o ar 
 atmosférico até o interior dos alvéolos pulmonares; 
 outros que auxiliam são escalenos , que elevam as primeiras costelas. 
 músculos esternocefálico, serrátil ventral e escaleno podem ser usados para 
 auxiliar a inspiração; 
 ➔ Músculos intercostais internos >> atuam na expiração; Originam-se na borda 
 cranial da costela e inserem-se na borda caudal, dispondo suas fibras 
 ventrocranialmente; suas fibras se direcionam ventrocranialmente; 
 Tracionam as costelas para baixo, diminuindo a cavidade torácica; 
 Na expiração ocorre exatamente o contrário da inspiração: há o relaxamento do 
 diafragma e dos músculos intercostais internos e contração dos intercostais 
 internos. Com o relaxamento, o diafragma sobe por conta da pressão exercida pelas 
 vísceras e os músculos intercostais internos provocam abaixamento das costelas. 
 Consequentemente ocorre diminuição do volume da cavidade torácica, aumento da 
 pressão intratorácica em relação à pressão atmosférica e compressão do ar dentro 
 dos pulmões fazendo com que o ar deixe o organismo. 
 o músculo reto abdominal exerce o efeito de puxar para baixo as costelas 
 inferiores, ao mesmo tempo em que, em conjunto com outros músculos abdominais, 
 também comprime o conteúdo abdominal para cima contra o diafragma, diminuindo 
 a caixa torácica; 
 ➔ Diafragma - separa as cavidades torácica e abdominal; origina-se por pilares direito 
 e esquerdo a partir das primeiras vértebras lombares e fixa-se à face medial das 
 costelas, próximo ao arco costal e ao esterno. 
 Limite caudal da caixa torácica, separando o tórax do abdômen; 
 Quando relaxado, ele está convexo e inserido na caixa torácica 
 Ao se contrair, expande a caixa torácica e empurra as vísceras abdominais, com 
 suas fibras radiais; 
 Seu lado cranial convexo se projeta adentro da cavidade torácica, de forma que a 
 cavidade abdominal apresenta uma grande parte intratorácica; O ponto de maior 
 convexidade é denominado ápice ou cúpula diafragmática; 
 No lado torácico, o diafragma é coberto pela fáscia endotorácica e pela pleura ; no 
 lado abdominal, pela fáscia transversal e pelo peritônio . 
 Uma dupla camada de serosa se prolonga entre a face torácica e o coração e 
 pulmões; 
 A face abdominal está intimamente relacionada ao fígado e conectada a ele por 
 ligamentos; 
 Sua parte muscular se prolonga dorsalmente até a coluna vertebral. Há três 
 aberturas no diafragma ; 
 Logo abaixo da coluna vertebral, quase no plano mediano, ele é penetrado pela 
 aorta, pela veia ázigos e pelo ducto torácico . Mais ventralmente e à esquerda está o 
 hiato esofágico , por onde atravessam o esôfago e os nervos vagos pares ; A terceira 
 abertura, o forame da veia cava , situa-se no centro tendíneo, à direita do plano 
 mediano, e forma uma passagem para a veia cava caudal; 
 é inervado pelos nervos frênicos dos ramos ventrais dos nervos cervicais caudais; 
 consiste em um centro tendíneo e uma parte muscular, a qual circunda o centro 
 tendíneo por todos os lados. As fibras da parte muscular emergem de dentro da 
 parede torácica e atravessam para a parte central em uma direção radial; 
 *Um aumento repentino da pressão abdominal, comumente produzido por 
 compressão nos acidentes de trânsito, poderomper o diafragma e permitir que 
 as vísceras abdominais entrem na cavidade torácica (hérnia diafragmática). 
 ➔ Músculo transverso do tórax >> Músculo laminar que se encontra no assoalho da 
 caixa torácica; Origina-se do esterno e insere-se nas cartilagens costais da 2a à 8a 
 costela; 
 Sua contração auxilia na inspiração, pois auxilia os m. intercostais externos a 
 expandir a caixa torácica cranialmente; 
 ● Cavidade torácica 
 -É a cavidade delimitada pela caixa torácica e pelo diafragma; 
 -3 sacos: 2 pleurais e 1 pericárdio; 
 -Mediastino é o espaço entre os sacos pleurais, onde se dá a passagem do esôfago e da 
 traqueia, e onde se encontram o coração, linfonodos, vasos, nervos, e o timo. 
 -A cavidade é menor do que se supõe, pois é invadida por vísceras abdominais 
 ➔ Mediastino: estende-se da entrada torácica até o diafragma; rompe facilmente e, 
 embora os dois sacos pleurais possam ser considerados normalmente 
 independentes, a maioria dos cães nos quais o pneumotórax foi induzido 
 unilateralmente apresentou pneumotórax bilateral nas radiografias; 
 mediastino cranial é grande dorsalmente, onde estão contidos a traqueia e o 
 esôfago, que permanecem lado a lado conforme passam pela entrada torácica; 
 abaixo deles, a veia cava cranial e o tronco braquiocefálico , com suas tributárias e 
 seus ramos, estão embebidos em uma quantidade generosa de tecido adiposo. 
 Ventralmente, o mediastino cranial contém linfonodos, vasos torácicos internos, 
 tecido adiposo e, em animais jovens, o timo. Essa parte se estreita com a regressão 
 do timo, fornecendo mais espaço para o ápice dos pulmões; 
 A parte dorsal do mediastino médio é um pouco mais estreita que o coração > 
 contém o final da traquéia, o esôfago, o arco aórtico , as estruturas que formam as 
 raízes dos pulmões e os linfonodos . 
 Sua face direita é achatada, mas a aorta torna-se lateralmente saliente à esquerda, 
 encaixando-se no pulmão esquerdo . A parte média nesse ponto contém o coração 
 (dentro do pericárdio), enquanto a parte ventral, entre o pericárdio e o esterno, é 
 pregueada, assemelhando-se ao omento maior, e vazia exceto pela presença do 
 ligamento frênico pericárdico, que fixa o pericárdio ao esterno e ao diafragma mais 
 frouxamente que a fixação fornecida pelo correspondente ligamento 
 esternopericárdico das grandes espécies. 
 A parte triangular dorsal do mediastino caudal contém a aorta, a veia ázigos 
 direita e mais ventralmente o esôfago ; A delicada parte ventral situa-se entre o 
 pericárdio e o diafragma, do qual se aproxima ao longo de uma linha tão deslocada à 
 esquerda que alcança a parede torácica próximo à nona articulação costocondral. 
 Existe um recesso usual, entre o mediastino e a prega envolvendo a veia cava 
 caudal, que é ocupado pelo lobo acessório do pulmão direito; 
 ● Cavidade pleural 
 -Espaço latente situado entre as pleuras visceral e parietal, ocupado por uma fina película 
 de fluido para permitir as pleuras deslizem sem atrito durante a respiração; 
 - Pleura parietal : presente na face interna das costelas e espaços intercostais; subdividida, 
 de acordo com a região da cavidade torácica com a qual está associada, na pleura costal , 
 na pleura diafragmática e na pleura mediastinal . 
 a parte relacionada ao pericárdio é chamada de pleura pericárdica ; 
 Cranialmente, forma uma bolsa cega que se estende até ou além da entrada torácica e para 
 dentro da região cervical > pleura cervical ou a cúpula da pleura ; 
 1. pleura costal - está frouxamente inserida na fáscia endotorácica que cobre as 
 costelas, as cartilagens costais, o esterno, e os músculos associados; Próximo das 
 inserções costais do diafragma, a pleura costal é refletida sobre a fáscia 
 frênico-pleural que cobre o diafragma e torna-se a 
 2. pleura diafragmática - a linha ao longo da qual esta reflexão ocorre é conhecida 
 como a linha diafragmática de reflexão pleural. essa linha indica a divisão funcional 
 entre as cavidades torácica e abdominal; A parte da cavidade pleural dentro do 
 ângulo agudo formado por esta reflexão é denominada de RECESSO 
 COSTODIAFRAGMÁTICO; 
 esses recessos são espaços que não são preenchidos pela pleura mesmo com 
 a amplitude máxima dos pulmões; Geralmente os acúmulos de líquido são 
 levados até o recesso costodiafragmático > ele permite a punção de líquidos/ar 
 do pulmão; 
 Os pulmões não se estendem até os limites da cavidade pleural e, nestes pontos, 
 ela forma os recessos pleurais, que são locais onde a pleura parietal está mais 
 afastada da pleura visceral. 
 Assim, a pleura costal se encontra com a pleura diafragmática formando o recesso 
 costodiafragmático, enquanto a pleura mediastinal se encontra com a pleura costal 
 tanto anterior quanto posteriormente ao mediastino, formando o recesso 
 costomediastinal 
 3. pleura mediastinal - está relacionada ao mediastino; formada pelas reflexões da 
 pleura costal ao nível da coluna vertebral e do esterno e pelas reflexões da pleura 
 diafragmática. A linha ventral de reflexão da pleura costal sobre o mediastino é 
 chamada de linha esternal de reflexão pleural, e a parte da cavidade pleural dentro 
 do ângulo formado por esta reflexão é denominado de RECESSO 
 COSTOMEDIASTINAL ; A pleura mediastinal está refletida sobre a superfície do 
 pulmão e continua com a pleura pulmonar; 
 -Pleura visceral: face que recobre os pulmões; 
 -Sua pressão varia entre –5atm e –13 atm; 
 -As cavidades pleurais apresentam características usuais, das quais as de maior 
 importância clínica são a posição cranial da cúpula, a reflexão caudal da pleura costal 
 sobre o diafragma e a presença e extensão dos recessos costomediastinal e 
 costodiafragmático . 
 -No cão, a cúpula projeta-se apenas ligeiramente em frente às primeiras costelas, mas é o 
 suficiente para tornar possível a entrada de ar na cavidade pleural através de um ferimento 
 penetrante que pareça estar confinado à base do pescoço, o que resulta no colapso 
 pulmonar. 
 -A junção entre a pleura costal e a pleura diafragmática, a linha de reflexão pleural, define a 
 extensão caudal da cavidade pleural. A linha estende-se do esterno ao longo da oitava 
 cartilagem costal, cruza o meio da nona cartilagem e então continua com uma curvatura 
 que intersecciona a décima primeira articulação costocondral para atingir a extremidade 
 dorsal da última costela. 
 -Os dois recessos nunca são completamente explorados pelos pulmões. 
 - Fluido pode ser coletado através dos terços ventrais do quarto ao sétimo espaços 
 intercostais em um cão em estação ou contido em decúbito esternal . No caso de 
 pneumotórax, o ar pode ser aspirado na parte dorsal do sétimo ou oitavo espaços em cães 
 similarmente posicionados. O oitavo espaço é ótimo para tal propósito no gato. O 
 acoplamento dos pulmões na parede torácica, mantido por uma fina camada de fluido 
 pleural, é interrompido quando o ar entra na cavidade pleural. Isso causa não só o colapso 
 pulmonar, mas também a expansão da caixa torácica quando a parede torácica 
 movimenta-se para fora. Embora o pneumotórax seja geralmente produzido por trauma da 
 parede torácica, pode ser resultadoda ruptura do pulmão ou da traqueia ou da perfuração 
 do esôfago. 
 ● Alterações do diâmetro da cavidade torácica 
 - Diâmetro latero-lateral > Ao inspirar, as costelas inferiores (7ª a 10ª costelas) se movem 
 lateralmente e para cima, ampliando o diâmetro lateral da cavidade torácica são 
 aumentadas. A comparação é feita com a alça de um balde. 
 Este movimento predomina nas costelas inferiores, já que as cinco primeiras possuem 
 cartilagem própria e podem se movimentar mais no sentido braço de bomba, enquanto que 
 as inferiores tem uma cartilagem comum que limita este movimento e também as inserções 
 do diafragma aumentam os movimentos de alça de balde. 
 À medida que inspiramos, o esterno desloca-se para frente e para cima, elevando as 
 costelas superiores (da primeira até a sexta costelas) e com isso aumentando diâmetro 
 ântero-posterior do tórax. 
 • feito pelos Músculos intercostais externos durante a inspiração. 
 -movimento comparado com braço de bomba > relacionado com o deslocamento das 
 costelas caudalmente realizado pelos músculos intercostais internos durante a expiração; 
 ● Paralisia do Nervo frênico 
 ● Tipos anato-fisiológicos de tórax 
 1. Tórax resistente - RESPIRAÇÃO ABDOMINAL – BOVINOS E SUÍNOS >> 
 Costelas largas, longas e pouco arqueadas; Cartilagens costais curtas, largas e 
 pouco flexíveis; Pouca angulação costocondral; Músculos intercostais menos 
 carnosos; Diafragma e músculos abdominais são os maiores responsáveis pela 
 amplitude torácica. 
 2. Tórax elástico - RESPIRAÇÃO TÓRACO-ABDOMINAL – EQUINOS E 
 HUMANOS >>> Costelas mais finas, curtas e arqueadas; Cartilagens costais mais 
 longas, delgadas e menos rígidas; Angulação costocondral bem pronunciada; 
 Músculos intercostais mais carnosos. 
 3. Tórax flácido - RESPIRAÇÃO TORÁCICA - CARNÍVOROS >> Costelas 
 delgadas, curtas e muito arqueadas; Cartilagens costais longas, finas e pouco 
 resistentes; Maior ângulo costocondral; Músculos intercostais totalmente carnosos; 
 Musculatura e cartilagens bem desenvolvidas, esqueleto fino e elástico.

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