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Praticas_ 2011_fundamentos ciencia solo

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Intrusivo Granito 
cinza 
Mesocrata a 
Leucocrata 
Fanerítica Ortoclasio 
Quartzo 
Piroxênio 
Granular Intermediária Intrusivo Sienito 
Melanocrata Afanítica Plagioclásio 
Piroxênio 
Maciça Básica Extrusivo Impossível ver 
os minerais a 
olho nu 
Basalto 
Melanocrata Afanítica Plagioclásio 
Piroxênio 
Vesicular Básica Extrusivo As vesículas 
podem estar 
preenchidas 
por quartzo, 
dolomita 
Basalto 
vesicular 
Melanocrata Afanítica Plagioclásio 
Piroxênio 
Amigdalóide Básica Extrusivo Vesículas 
preenchidas 
Basalto 
amigdalóide 
 
Melanocrata Subfanerítica Plagioclásio 
Piroxênio 
Granular Básica Intrusivo Diabásio 
Melanocrata Fanerítica Plagioclásio 
Piroxênio 
Granular Básica Intrusivo Gabro 
 
 
 
Quadro auxiliar para identificar rochas metamórficas 
Textura Composição mineralógica Estrutura Outras características Rochas 
Fanerítica Ortoclásio, quartzo, biotita Gnáissica O ortoclasio é rosa ou cinza Gnaisse 
 
Fanerítica Muscovita, quartzo Xistosa Rocha de cor branca 
amarelada por 
óxido de Fe 
Xisto 
Fanerítica Calcita Granular Rocha cristalina Mármore 
 
Afanítica a Subfanerítica Quartzo, Muscovita Maciça Rocha clara podendo 
conter cristais de 
muscovita 
Quartzito 
 
 
 
 
 
 
14 
 
 
 
6 – Atividade prática 
a) Identifique as rochas e preencha o quadro abaixo de acordo com as 
características macroscópicas apresentadas. 
Identificação Formação Jazimento Textura Estrutura Cor Nome da rocha 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
b) Qual a importância de conhecermos o tipo de rocha que ocorre nas diferentes 
regiões? Cite um exemplo de uma rocha que ocorre em cada região do estado e quais as 
principais características que são usadas para diferenciar uma da outra. 
15 
 
c) Indique os tipos de rochas que predominam em cala região ou local indicado 
pelas letras nas figuras abaixo: 
 
 
( ) Rochas ígneas intrusivas 
( ) Rochas ígneas extrusivas 
( ) Rochas metamórficas 
( ) Rochas sedimentares de origem marinha 
( ) Rochas sedimentares de origem erosiva. 
( ) Região com elevada concentração de K em solos jovens 
( ) Região com solos recém formados com alto de teor de Fe
+++
, Ca
++
 e Mg
++
 
( ) Região com predomínio de solos pouco desenvolvidos 
( ) Região onde são encontrados solos profundos 
( ) Formação geológica mais antiga do estado 
( ) Formação geológica mais jovem do estado 
( ) Região coberta por grandes derrames vulcânicos. 
 
A 
B 
C 
D 
A 
B 
C 
D 
16 
 
7- Referências 
 
CLEMENTE, C.A. Curso de especialização em gerenciamento ambiental. 
Apontamentos de aula da disciplina Geologia. Piracicaba: Esalq, 2004. 33p. 
 
MACHADO, F.B.; MOREIRA, C.A.; ZANARDO, A; ANDRE, A.C.;GODOY, A.M.; 
FERREIRA, J. A.; GALEMBECK, T.; NARDY, A.J.R.; ARTUR, A.C.; OLIVEIRA, 
M.A.F.de. Enciclopédia Multimídia de Minerais. [on-line].ISBN: 85-89082-11-3 
Disponível na Internet: http://www.rc.unesp.br/museudpm. 
 
http://www.geolab.unc.edu/Petunia/IgMetAtlas/mainmenu.html – Atlas de Mineralogia 
(inglês), descrições de minerais e rochas 
 
http://www.webmineral.com – Atlas de Mineralogia (inglês), com ótimas fotos e boas 
descrições de minerais. 
 
http://ansatte.uit.no/kku000/webgeology/webgeology_files/brazil/minerals_pt_bra.html 
 
http://www.museumin.ufrgs.br/porsite.htm 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.rc.unesp.br/museudpm
http://www.geolab.unc.edu/Petunia/IgMetAtlas/mainmenu.html
http://www.webmineral.com/
http://ansatte.uit.no/kku000/webgeology/webgeology_files/brazil/minerals_pt_bra.html
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PRÁTICA 3 – MORFOLOGIA DO SOLO 
As características morfológicas do solo são o reflexo dos fatores e processos de 
formação que aturam durante determinado período de tempo e o seu conhecimento e a 
identificação são fundamentais para a descrição e classificação dos solos. 
Objetivos: 
 Iniciar o estudo da morfologia do solo, fornecendo subsídios para que os alunos 
aprendam a conhecer e interpretar as características morfológicas de diferentes solos. 
Estudar a morfologia do solo no campo, permitindo aos alunos entenderem e 
reconhecerem as características morfológicas em diferentes solos. 
 
Conteúdos trabalhados: 
1- O que é perfil do solo e sua importância no estudo e compreensão dos 
diferentes solos; 
2-relação solo – paisagem e variabilidade natural dos solos; 
3-Mostras no perfil os procedimentos para descrição de um perfil de solo; 
4-Horizontes e camadas, principais horizontes que compõem o solo; 
5-Profundidade do solo: profundidade efetiva e sua relação com a gênese do solo 
e com o desenvolvimento de plantas; 
6- Espessura do solo; 
7- Textura e suas relações com propriedades químicas e físicas; 
8- Procedimentos para determinação da textura do solo; 
9- Painel de análise textural pelo método do tato; 
 
Elementos de trabalho prático: 
1- Horizontes do solo 
Os horizontes do solo formados pela ação dos processos pedogenéticos são 
chamados de horizontes genéticos ou pedogenéticos. Correspondem ao julgamento 
qualitativo do avaliador que considera alterações resultantes da formação do solo. Os 
principais horizontes pedogenéticos são os seguintes: 
 
 
18 
 
Horizonte O ou H – constituído de material orgânico sobreposto a outros horizontes 
minerais ou a rocha. O horizonte O é formado geralmente em condições de baixa 
temperatura, enquanto o horizonte H é formado geralmente em condições de má 
drenagem. 
Horizonte A – constituído de material, encontrado na superfície ou em seqüência a 
horizontes O ou H. Difere-se dos horizontes subseqüentes pelo maior acúmulo de 
matéria orgânica e translocação de componentes minerais. Apresenta intensa atividade 
biológica e propriedades químicas, físicas e biológicas influenciadas pela matéria 
orgânica. 
Horizonte E – constituído de material mineral com predomínio de partículas grosseiras 
como areia e silte, devido a translocação de argila, ferro, alumínio ou matéria orgânica 
para horizontes subseqüentes. Conhecido como horizonte eluvial. 
Horizonte B – constituído de material mineral encontrado em subsuperfície, sob 
horizontes A, E ou O. É o horizonte que apresenta maior expressão dos processos 
pedogenéticos, notados pela cor, textura, mineralogia, estrutura e outros aspectos. Em 
alguns casos caracteriza-se como horizonte iluvial. 
Horizonte C – horizonte pouco afetado pelos processos pedogenéticos 
Horizonte R – constituído de material mineral consolidado, como a rocha. Não pode ser 
cortado com uma pá, mesmo quando úmido. 
 
2- Horizontes de transição 
 São horizontes que apresentam características de dois horizontes principais, 
situados na zona de transição de um para outro. Quanto à identificação, aquele horizonte 
que predominar sobre o outro aparece na frente, por exemplo: horizonte AB, apresenta 
características de A e B, entretanto, predomina aquelas de A, sendo considerado A para 
fins de classificação. Outros exemplos de horizontes transicionais são os seguintes: BA, 
AC, EB, BE, BC, CB, etc. 
3- Horizontes intermediários 
São horizontes ―mesclados‖, podendo ou não ser transicionais, onde porções de 
um horizonte penetram na área de outro horizonte, sendo possível identificar as 
diferentes partes. Estes horizontes são identificados da seguinte maneira: A/B, A/C, 
B/C, B/C/R. Onde a primeira letra indica o horizonte que ocupa maior volume. 
 
19 
 
Simbologia e características específicas de horizontes e camadas subordinadas do solo 
(adaptado de Santos et al., 2005) 
Sufixos Característica 
Uso com 
horizonte 
pedogenético 
Indicativo de atributo 
ou horizonte 
diagnóstico 
b horizonte enterrado H, A, E, B, F recobrimento 
c concreções de Fe, Al e Mn A, E, B, C petroplintita 
f plintita B, C Hz. plíntico 
g glei A, E, B, C Hz. glei 
i 
incipiente desenvolvimento do