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PÓS OPERATÓRIO DE OMBRO

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PÓS
OPERATÓRIO 
DE OMBRO
FISIOTERAPIA MÚSCULO ESQUELÉTICA
Trapézio
Serrátil Anterior
Levantador da Escápula
Romboide Maior
Romboide Menor
Subclávio
Peitoral Menor
Deltoide
Músculos
Supra Espinhal 
Infra Espinhal 
Redondo Menor 
Subescapular
Redondo Maior
Coracobraquial
Peitoral Maior 
Latíssimo do Dorso
Músculos
Manguito
 Rotador
Articulação
Verdadeiras Funcionais 
É uma estrutura capaz de realizar movimentos de mais de 180
graus em alguns planos
Articulação mais móvel do corpo e também a mais estável 
É um complexo articular que precisa constantemente equilibrar
duas forças aparentemente incompatíveis: mobilidade e
estabilidade
O ombro está sujeito á rápida instalação de um quadro de
rigidez e atrofia muscular no período de pós-operatório
Cuidados para um bom pós-operatório
Fundamental  a avaliação dos riscos cardíacos, renais e de coagulação
previamente ao procedimento cirúrgico 
Proibido FUMAR antes e após cirurgia
Evitar uso de Álcool
Suspender o uso de anti-inflamatórios e anticoagulante
No dia seguinte da cirurgia, já pode reiniciar os medicamentos
Comprar tipoia tipo americana
Não suspender medicação de uso crônico 
Lavar a região a ser operada com sabonete
Fazer jejum de sólidos e líquidos 8 horas antes da
operação
Controlar doenças ativas, como insuficiência
cardíaca ou diabetes
 séptico 3 dias consecutivos antes da cirurgia
Gelo (20 a 30 minutos)
Exercícios ativos
Exercícios passivos
Exercícios ativo-assistido
Exercicios pendulares
 PRÉ IMEDIATO NO HOSPITAL:
PRÉ IMEDIATO NA ALTA
HOSPITALAR:
Retirada do dreno
Isometria
Técnicas de relaxamento
Técnicas de alongamento
 
Exercícios sem dificuldades
Movimentos delicados
Movimentos lentos
Conhecimento da prática
Segurança
 
EXERCÍCIOS DOMICILIARES:
EXEMPLOS DE EXERCÍCIOS:
Cuidados
imediatos:
CURATIVOS POSICIONAMENTO ADEQUADO
TIPOIA TÉCNICAS
HIGIENIZAÇÃO 
COMPLICAÇÕES
CONDUTAS FISIOTERAPÊUTICAS
FASES
REDUÇÃO DA DOR,
MELHORA DA
CICATRIZAÇÃO E
MOBILIDADE
ESTABILIDADE E FORÇA
PARCIAL DE FORMA
PASSIVA DO TRONCO E
OMBRO
ALCANCE DA MOBILIDADE
PASSIVA COMPLETA E A
PROGRESSÃO DOS
EXERCÍCIOS ASSISTIDOS
ATIVAMENTE PARA
ALCANÇAR OS ATIVOS
FORTALECIMENTO ATRAVÉS
DE EXERCÍCIOS
PROPRIOCEPTIVOS
GELO E TENS (ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA NERVOSA TRANSCUTÂNEA) 
USO DE LASERTERAPIA E ULTRASSOM TERAPÊUTICO NA REGIÃO DA CICATRIZ.
PARA A DIMINUIÇÃO DE DOR, ACELERAÇÃO NO PROCESSO
CICATRICIAL E PARA AÇÃO ANTI-INFLAMATÓRIA:
1ª A 4ª SEMANA
O APARATO PARA A IMOBILIZAÇÃO É RETIRADO
PARA SESSÕES DE GANHO DE AMPLITUDE DE
FORMA PASSIVA E CURTA. OBJETIVOS INCLUEM O
CONTROLE DA DOR, PREVENIR OU CORRIGIR
DESALINHAMENTO POSTURAL BEM COMO A
PERDA DA MOBILIDADE NO MEMBRO SUPERIOR
ENVOLVIDO E DESENVOLVER O CONTROLE DA
MUSCULATURA ESCAPULOTORÁCICA
4ª A 6ª SEMANA
APÓS QUATRO SEMANAS, INICIA-SE A FASE
INTERMEDIÁRIA COM EXERCÍCIOS AUTO
ASSISTIDOS PARA GANHO DE AMPLITUDE,
ALONGAMENTO PASSIVO, MOBILIZAÇÃO DAS
ARTICULAÇÕES E EXERCÍCIOS ISOMÉTRICOS
ATIVOS. OS OBJETIVOS DO GANHO DE
AMPLITUDE DEVEM SER ATÉ 90° DE FLEXÃO E
ABDUÇÃO, SEM ELEVAÇÃO CLAVICULAR EM
EXCESSO. ROTAÇÃO EXTERNA ATÉ 30/45º.
EXERCÍCIOS ATIVOS DE COTOVELO, PUNHO E
MÃO.
6ª A 12ª SEMANA
DE SEIS A DOZE SEMANAS A  TIPÓIA  OU OUTRO
IMOBILIZADOR JÁ DEVE SER DESCARTADO,
FACILITANDO A EXECUÇÃO DOS EXERCÍCIOS.
DURANTE ESSA FASE DEVEM SER REALIZADOS
MOVIMENTOS ATIVO-ASSISTIDOS ACIMA DE 90°;
ATIVIDADES FUNCIONAIS, INCLUINDO TREINO
MUSCULAR E PROPRIOCEPTIVO; PROGRESSÃO
DAS ATIVIDADES ATRAVÉS DA MOBILIZAÇÃO
ARTICULAR E EXERCÍCIOS DE ALONGAMENTO. 
FLEXÃO ENTRE 130º A 145º. ROTAÇÃO EXTERNA A
45º. INICIAR MOVIMENTOS DE ROTAÇÃO INTERNA,
ADUÇÃO E EXTENSÃO (ATIVO ASSISTIDO). INICIA-
SE A RESISTÊNCIA COM ELÁSTICOS - SE A ADM
FOR MAIOR QUE 50º
A PARTIR DA 12ª
SEMANA
INICIA-SE A FASE AVANÇADA, CONSISTINDO EM
FORTALECIMENTO, COM INCLUSÃO DE PESO AOS
EXERCÍCIOS, QUANDO TOLERADO. A
REABILITAÇÃO DEVE BUSCAR O GANHO DE
AMPLITUDE DE MOVIMENTO EM TODOS OS
PLANOS. AINDA NESTA FASE, DEVEM-SE INCLUIR
OS EXERCÍCIOS COM ÊNFASE NAS
CONTRAÇÕES EXCÊNTRICAS E EXERCÍCIOS
RESISTIDOS MANUAIS, QUE DEVEM SER FEITOS
EM PLANO RETO, ESCAPULAR E FUNCIONAL.
ALONGAMENTOS, EXERCÍCIOS
PROPRIOCEPTIVOS E PLIOMÉTRICOS.
O êxito dos
procedimentos
cirúrgicos do
ombro deve-se
a quatro
princípios
básicos:
PACIENTE MOTIVADO E COOPERATIVO.
REAVALIAÇÕES CONSTANTES E A CURTOS
PERÍODOS.
ESCLARECIMENTOS AO PACIENTE, PELA
EQUIPE INTERDISCIPL INAR, QUANTO AO SEU
PROGNÓSTICO E TEMPO DE REABIL ITAÇÃO.
TÉCNICA APURADA, ENTROSAMENTO ENTRE O
CIRURGIÃO E O FISIOTERAPEUTA E UM INÍCIO
PRECOCE DO PROCESSO DE REABIL ITAÇÃO.
CAIRES, Simone Lopes; JONER, Cristielle.
REABILITAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-
OPERATÓRIO IMEDIATO E TARDIO DE LESÕES DO
MANGUITO ROTADOR. Revista Científica da
Faculdade de Educação e Meio Ambiente, v. 9, n.
2, p. 778-785, 2018.
VEADO, MARCO ANTONIO CASTRO; FLORA, Walace.
Reabilitação pós-cirúrgica do ombro. Rev Bras
Ortop, v. 29, n. 9, p. 661-4, 1994.
REFERÊNCIAS