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Atividade contextualizada de segurança de voo avançado

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Atividade contextualizada de segurança de voo avançado
Nome Completo:Gabriel Santos Rocha Bortolazo 
Matrícula:01354277
Curso:Ciências Aeronáuticas 
 Desde a revolução industrial, com a criação e constante desenvolvimento de máquinas e equipamentos necessários para o nosso uso cotidiano e realização de atividades prestadoras de serviço para sociedade; foram observados e analisados pontos quanto a segurança e os procedimentos de como previnir acidentes e ocorrências nas áreas relacionadas com o manuseio e operações de maquinas, como é o caso da aviação. 
 Nos últimos anos muitas figuras se destacaram por serem mundialmente reconhecidos por seus trabalhos,estudos e pesquisas sobre o tema safety, sendo alguns deles os pesquisadores Erik Hollnagel, Sidney Dekker, Reason, Paries e Finkel. Muitas de suas publicações são de relevante importância para a prevenção e atuação em aspectos que envolvam a segurança de um procedimento ou operação, onde nos quais seus trabalhos e desenvolvimento de pesquisas foram realizados em universidades e laboratórios de coletas de dados situados em diversas regiões do mundo, especialmente em paises europeus e norte americanos, destacando-se como as principais regiões que pesquisam e publicam sobre o tema. 
 Com base nas infomações divulgadas em seus relatórios, podemos classificar e diferenciar as principais abordagens entre entres, sendo o safety I baseada pela gestão de eventos que dão errado, oque tornou-se desadequada nas organizações atuais, mais complexas, interdependentes e de difícil decomposição posteriormente;logo, surge a abordagem Safety II, que gere a segurança através da avaliação, investigação a análise de eventos que dão certo. A gestão do fator humano em Safety I é apresentado como um risco, entretanto, em Safety II é visto como um recurso necessário para a resiliência do sistema, tornando-se então o principal recurso de gestão quanto a segurança atualmente. 
 A seguir, informações como os conceitos de segurança, foco, princípios, entre outras referências serão abordardas e expecifícadas entre o safety I e safety II. 
 Com essas informações podemos observar as diferenças e focos em questão entre as diferentes abordagens no safety I e II, onde após constante evolução e estudos, concluimos que o safety I mesmo tendo sido muito praticado mostrou-se limitado quanto a sua eficiência e em ser eficaz na prevenção de futuros casos envolvendo a segurança se comparado com o safety II, como pode ser observado no grafico. 
 Analisando os sistemas atuais parece claro que permanecer com uma abordagem safety I, na qual se mostrou obsoleta, será inadequada a longo prazo e também a curto prazo e adotar uma abordagem safety II é portanto, a melhor maneira de previnir e se precaver quanto a futuros acontecimentos; no entanto, o caminho a seguir não está na substituição do Safety-I pelo Safety-II, mas sim em uma combinação das duas formas de pensar. Ainda é o caso que o a maioria dos eventos adversos são relativamente simples, ou podem ser tratadas como relativamente simples sem consequências graves e que, portanto, podem ser tratadas de maneiras que são similar. Mas há um número crescente de casos em que essa abordagem não funcionou ou funcionará. Por isso, é necessário adotar uma visão de safety II, que significa essencialmente adotar uma abordagem resiliente no foco segurança em questão.
 Dessa forma podemos concluir que safety II é antes de tudo, uma forma diferente de olhar para a segurança, portanto, também uma maneira diferente de aplicar muitos dos métodos e técnicas semelhantes. Além disso também exigirá métodos por conta própria, para ver os elementos que dão certo, analisar como as coisas funcionam e gerenciar a variabilidade de desempenho em vez de apenas restringi-la.
Bibliografia 
https://repositorio.animaeducacao.com.br/bitstream/ANIMA/8340/1/TCC%20FINAL.pdf
https://www.england.nhs.uk/signuptosafety/wp-content/uploads/sites/16/2015/10/safety-1-safety-2-whte-papr.pdf
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3308940/mod_resource/content/1/Ref%2020.pdf
https://www.segurancacomportamental.com/revistas/item/778-fator-humano-complementaridade-e-independencia-entre-safety-i-safety-ii-resulta-em-safety-iii