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Hipertensão na gestação

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Pré-eclâmpsia grave: a paciente deve ser internada 
(preferencialmente em CTI), ser iniciada a profilaxia 
para convulsão com MgSO4 e a estabilização pressórica 
com Hidralazina IV. 
 O parto deve ser realizado idealmente na 34ª 
semana por via de parto sob análise obstétrica, sempre 
atentando-se para o bem-estar fetal. 
 PE grave ≥ 34 semanas: MgSO4/24h + 
corticoide + Hidralazina IV (até estabilizar PA) + parto. 
 PE grave < 34 semanas estável: tentar 
transferir a gestante para hospitais com UTI neonatal + 
corticoide + MgSO4 + Hidralazina IV  parto com 34 
semanas. 
Medicações anti-hipertensivas para 
gestantes: 
♥ Metildopa 
♥ Hidralazina 
♥ Bloqueadores de canal de cálcio 
♥ Betabloqueador 
 
Diagnóstico clínico 
 Se a pré-eclâmpsia for severa antes do limiar 
de viabilidade fetal, a conduta expectante não é 
recomendada. 
 A via de parto deve ser determinada pela idade 
fetal, a preservação do feto, o status cervical e as 
condições maternas e fetais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Eclampsia: deve ser feita a internação em CTI, iniciar a 
profilaxia de novas convulsões com MgSO4 e o 
tratamento com Hidralazina IV, devendo o parto ser 
realizado assim que possível, após estabilização das 
convulsões e da pressão. O parto deve ocorrer pela via 
mais rápida. 
 Se o paciente estiver instável, podem ser 
usadas medidas de controle pressórico mais urgentes 
e não especificas para gestante, uma vez que ela 
precisa estabilizar para que a cesárea seja realizada. 
MgSO4 – sulfato de magnésio: ele modifica o limiar de 
convulsionabilidade da paciente. Causa relaxamento 
muscular, podendo levar à depleção respiratória, se 
houver intoxicação pela medicação. 
MgSO4 ↑  reflexos tendíneos profundos 
reduzidos (hiporreflexia)  relaxamento muscular 
 depressão respiratória  parada 
cardiorrespiratória