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Conhecimentos Específicos para SEE-BA
Coordenador Pedagógico
Prof.ª Greisi Goulart
Aula 04
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APRESENTAÇÃO DA AULA 04
Assim como ocorrerá com as demais aulas deste curso, esta aula possui
um formato predominantemente teórico, conceitual e analítico.
A aula 04 abordará o seguinte item constante no tópico “Conhecimentos 
Específicos”, que serão exigidos para o cargo de Coordenador Pedagógico 
Padrão P – Grau IA:
“O Projeto Político Pedagógico como guia para a participação,
gestão colegiada e ambiente das representações da democracia
escolar.”
Organizamos esta aula de forma esquemática, com alguns tópicos de
destaque (itens e conceitos que consideramos mais relevantes) de modo a
facilitar o entendimento do assunto. Claro que, os temas que serão cobrados
na prova, da forma que foram elencados no Edital, são um tanto abstratos e
muito abrangentes, permitindo que a banca exija muitos conteúdos
relacionados.
Assim, seria impossível termos a pretensão de esgotar os temas
relacionados a este item, neste sentido, focaremos nos temas cuja intuição
indica como necessários à resolução das possíveis questões da prova
discursiva vindoura.
No estudo desta aula, é necessário que você mantenha a “mente aberta”, 
pois entraremos num conteúdo teórico associado às ciências sociais e
humanas, onde nem sempre existem conceitos únicos, nem respostas únicas
aos problemas apresentados.
“A causa da derrota não está nos obstáculos, ou no rigor 
das circunstâncias, está na falta de determinação e
desistência da própria pessoa.”
Buda
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Aula 04
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O Projeto Político Pedagógico como
guia para a participação, gestão
colegiada e ambiente das
representações da democracia
escolar.
Esta aula não é difícil. O mais difícil é entender o que é o PPP, como ele
deve ser construído, etc. Você entendendo o que é o projeto e como funciona
os processos de construção, implantação e avaliação fica mais tranquilo de
fazer conexões. Por isso, as primeiras aulas são mais importantes, no sentido
de que servem como subsídios para as reflexões que faremos na aula de hoje.
Na aula passada estudamos o Conselho, suas funções e falamos da
participação com base em Veiga, especialmente. Vamos ver hoje, como
Lück (2010) entende as formas de participação.
Participação como presença: o indivíduo participa de um
grupo ou de uma organização, mas não, necessariamente, atua
nela. Há um certo comodismo, uma passividade. Exemplo:
membro de associação de pais; aluno, professor, etc.
Participação como expressão verbal e participação: a
pessoa expressa o que pensa; há debates e discussão em grupo;
pode ser considerado um espaço democrático de participação e,
portanto, há grande evidência de participação.
Participação como representação política: na representação
alguém expõe nossas ideias e anseios. Nas escolas, por exemplo,
há pessoas que representam o grupo de pais, de professores,
etc. no conselho. Também podemos ver esse tipo de participação
em grêmios, na associação de pais e em outros com membros
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escolhidos pelo voto.
Participação como tomada de decisão: este tipo de
participação envolve o compartilhamento de poder e de
responsabilidades, ou seja, as decisões são tomadas de forma
conjuntas e o grupo assume as consequências. O grupo busca
reunir-se com frequência e enfrentam os desafios juntos.
Participação como engajamento: este seria o nível mais
pleno de participação. Significa assumir responsabilidades e
participar dos processos sócias, mas com muita dedicação,
competência, empenho, dando ideias, fazendo análises, etc.
Você conseguiu observar que cada uma das formas de participação
citadas por Lück expressam um grau de envolvimento do participante
diferente?
Sim! Sendo a participação por engajamento a forma mais plena de
participação. Isto significa que sempre devemos fazer uso deste
formato de participação?
Não necessariamente. A participação como engajamento, embora seja
a forma mais plana de participação e, por isso, poderíamos falar em ideal,
nem sempre é viável. Sua utilização depende de uma análise do processo,
do contexto, do número de envolvidos, e de um fator sobre o qual não
temos controle: o empenho, a dedicação, o esforço, a força de vontade
daqueles que irão participar.
Portanto, este formato de participação deve ser incentivado. Mas nem
sempre poderá se demonstrar viável.
E qual o formato de participação que costumamos utilizar para a
elaboração do PPP? A LDB nos indica a organização de Conselhos nas
escolas para que a tomada de decisão seja democrática e, quando
falamos em decisões da escola, necessariamente temos que falar em
PPP, seu plano mais importante.
Na Bahia, vimos que a orientação legal é a constituição do
“Colegiado”, o qual estumamos em maiores detalhes na aula passada.
Vimos que o Colegiado é formado pelo diretor da escola (membro nato);
por professores ou coordenadores pedagógicos, estudantes, servidores
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técnico-administrativos, pais ou responsáveis (representantes eleitos por
seus pares); e um representante da comunidade escolar, que será uma
entidade da circunscrição escolhida pela comunidade escolar. Observa-se,
assim, que a principal forma de participação da comunidade escolar e local
na escola se dá, segundo a classificação de Lück, pela representação.
As formas de participação, segundo Lück (2010) são:
Participação como presença
Participação como expressão verbal e participação
Participação como representação política
Participação como tomada de decisão
Participação como engajamento
Ao estudarmos as funções do Colegiado, vimos que ela participa
ativamente de ações e decisões importantes da escola. No que se refere ao
PPP, temos explicitamente na Lei nº 11.043/2008 que o Colegiado deve
participar ativamente da elaboração do PPP, bem como acompanhar a sua
implementação, avaliando-o. Portanto:
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O PPP contribui para a participação e democratização das
decisões da escola, devido a exigência de construção coletiva, mas
pode ir além, pois o próprio PPP pode prever outras ações
(projetos, atividades) que promovam a participação na escola, a
integração e a democratização do espaço escolar. No caso do
estado da Bahia, as ações e decisões colegiadas visam garantir a
representação da democracia escolar.
Mas, por mais que, no geral, a participação e, consequentemente a
democratização se dê por meio das opiniões dos membros do Colegiado, a
escola deve buscar ampliar as formas de participação. Nesse sentido, além
do Colegiado atuar como representante das comunidades escolar e local,
ele deve exercer a função mobilizadora, que conforme já estudamos visa:
I. criar mecanismo para estimular a participação da
comunidade escolar e local na definição do Projeto
Político-Pedagógico, do Plano de Gestão Escolar e do
Regimento Escolar da unidade, promovendo a
correspondente divulgação;
II. manter articulação com a equipe dirigente da
unidade escolar, colaborando para a realização das
respectivas atividades com as famílias e com a
comunidade, inclusive apoiando as ações de resgate e
conservação do patrimônio escolar;
III. mobilizar a comunidade local a estabelecer
parcerias com a escola voltadas para o
desenvolvimento do ProjetoPolítico-Pedagógico;
IV. promover a realização de eventos culturais,
comunitários e pedagógicos que favoreçam o respeito
ao saber do estudante e valorizem a cultura local,
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bem como estimular a instalação de fóruns de debates
que elevem o nível intelectual, técnico e político dos
diversos segmentos da comunidade escolar;
V. divulgar e fazer cumprir o Estatuto da Criança e
do Adolescente;
VI. incentivar a criação de grêmios estudantis e
apoiar seu funcionamento;
VI. incentivar seus pares a participar de atividades de
formação continuada, além de promover relações de
cooperação e intercâmbio com outros
Conselhos/Colegiados Escolares.
Observe que, visando estimular e ampliar a participação, bem como a
democratização, tornando-as mais significativa, para atender as exigências
do artigo 14 da LDB e boas práticas de gestão participativa, o colegiado
tem ainda como função estimular e viabilizar a participação da comunidade
escolar e local nas ações da escola, inclusive, por meio do envolvimento
destes no seu principal plano: o PPP.
Alguns resultados interessantes da pesquisa de Marques
(2003) sobre a atuação de conselhos escolares na prática:
(...) A pesquisa empírica realizou-se na Rede Municipal de Ensino do
Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife, coletando-se as
informações com os membros dos Conselhos Escolares. A partir das repre-
sentações sociais dos conselheiros, buscou-se verificar como o projeto
político-pedagógico é entendido, sua relação com a construção da
autonomia da escola, além do seu papel na instituição de relações de-
mocráticas no cotidiano escolar.
(...)
II - Os professores
Na associação livre, os sentidos do projeto político-pedagógico
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hierarquizados foram o planejamento, a melhoria/o desenvolvimento da
escola e a participação, esta com frequência um pouco menor.
As entrevistas, reforçando o que foi verificado na associação livre,
indicam a representação do projeto político-pedagógico como instrumento
de planejamento escolar, de melhoria da escola e de participação,
conforme ilustra o depoimento a seguir:
Serve para que a gente trabalhe dentro das metas e
objetivos que queremos atingir, quer dizer, serve para
organizar, de fato, a escola. Todo mundo trabalhando e
sabe por que e para que estamos trabalhando, qual a meta
que que- remos atingir com aquele trabalho (...) foi
elaborado por todo mundo da escola, professores, serviços
gerais, alunos, todo mundo participou. (Entrevista 11)
As entrevistas indicaram, ainda, que a participação na elaboração do
projeto político-pedagógico envolveu conflitos, negociações e acordos, o
que vai de encontro ao que foi verificado em pesquisa realizada por
Azevedo et al. (1999),7 em que a participação na elaboração do projeto se
resumia à concordância com o que estava previamente definido pela
direção, portanto limitada e, de certa forma, imposta à comunidade, para
atender a um requisito burocrático. Esse confronto entre os dois estudos
demonstra, de forma clara, como uma mesma medida de política pode
traçar caminhos diferenciados, reforçando a argumentação de Barroso
(1998) de que a implantação de políticas que visem à construção da
autonomia não garante, por si só, que ela seja alcançada. Não existe,
assim, uma autonomia decretada, mas uma construção social pela
interação dos sujeitos que fazem a escola.
As representações sociais dos professores sobre a autonomia an-
coram-se na redefinição das determinações da Secretaria de Educação; na
possibilidade de a escola resolver, coletivamente, os problemas en-
frentados; e no alcance coletivo de metas. Já a escola autônoma é re-
presentada como aquela em que há a participação da comunidade es- colar
em sua gestão e na construção de sua identidade, não obstante a
existência de um eixo central que norteia o fazer pedagógico das escolas
públicas, que é a Secretaria de Educação. Por fim, a relação entre a
autonomia da escola e o seu projeto político-pedagógico está na construção
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identitária da escola e na participação do coletivo, como elemento
constitutivo da autonomia, na elaboração de seu projeto.
(...)
A que conclusões chegamos
O estudo das representações sociais dos membros do Conselho Escolar
das escolas da Rede Municipal de Ensino do Cabo de Santo Agostinho
permitiu-nos perceber que não há vinculação entre democratização da
gestão e autonomia da escola e privatização do sistema público de ensino,
porque a responsabilidade do Estado para com a educação pública foi
reforçada.
Observou-se que a inserção social dos sujeitos entrevistados tem mais
importância que a sua participação no grupo conselheiro, pois apareceram
diferenças significativas nas representações sociais de pais/ mães e da
sociedade civil organizada. No entanto, a participação no grupo conselheiro
está influindo na estruturação das representações desses sujeitos.
Com relação ao projeto político-pedagógico, percebe-se que ele não
está se constituindo em um instrumento de construção da singularidade
das escolas, visto que não encontramos nas representações sociais dos
conselheiros referências aos pressupostos sociopolítico-filosóficos que
dariam a feição da escola; além disso, em sua maioria, as representações
sobre o projeto ancoram-se no planejamento.
O projeto, porém, indica um grande avanço quando verificamos,
consensualmente, que sua elaboração se deu de forma participativa.
Participação essa que envolveu conflitos e negociações, resolvi- das a partir
de decisões majoritárias, indicando uma nova forma de organização
escolar, que rejeita o seu caráter hierárquico, historicamente construído.
Assim, a elaboração do projeto político-pedagógico constitui-se em um
momento de aprendizagem democrática.
No que tange especificamente à autonomia, evidenciou-se ser essa
uma discussão que se limita aos profissionais da educação. Para os
membros da comunidade, pais, mães e alunos, tal conceito é entendido
pelo sentido utilizado no “senso comum”. Para os outros segmentos, a 
autonomia é ancorada na liberdade relativa que a escola dispõe para
resolver suas questões cotidianas. Aqui também se evidencia que a
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inserção social dos sujeitos suplanta sua participação no grupo conselheiro,
na formulação de suas representações sociais. Não há vinculação entre a
autonomia e a desresponsabilização do poder público com a educação; ao
contrário, a autonomia é relativa, exatamente porque as escolas não
podem fugir ao que é deter- minado pelas diretrizes da política educacional
municipal. Dessa, forma, não se pode falar, ainda, de representações
sociais do grupo conselheiro.
Percebe-se, portanto, que, apesar de as medidas de política es-
tudadas seguirem as orientações dos organismos internacionais, coa-
dunando-se com os pressupostos neoliberais, é possível construir-se algo
positivo a partir das determinações do poder central no locus onde as
políticas se materializam: as escolas. Os mecanismos de “descentralização 
centralizada” impostos pelo poder central criam condições de organização 
da comunidade escolar, que pode, assim, apropriar-se deles para mudar os
rumos da política.
Dessa forma, podemos concluir queo projeto político-pedagógico vem
contribuindo na construção da autonomia nas escolas da Rede Municipal de
Ensino do Cabo de Santo Agostinho, uma vez que leva a comunidade
escolar a participar de seu planejamento. O projeto possibilita, assim, a
organização do trabalho da escola calcado na participação coletiva e
instituindo práticas democráticas no cotidiano escolar. Essa é, contudo,
uma caminhada que está apenas no início e precisa ainda solidificar-se.
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As questões e seus comentários, fazem parte da aula, pois aprofundam
e complementam os conhecimentos vistos. Além disso, para concursos,
praticar resolvendo questões é fundamental. Trouxemos questões de várias
bancas, para explorar ao máximo o conteúdo estudado.
Conforme explicitado na Aula 00, a FCC, sua banca, trouxe assuntos bem
atuais e específicas sobre PPP. Por isso, ao longo de nossas aulas,
exploraremos questões das mais diversas que se relacionam ao tema, mesmo
que de forma indireta, para que você vá para a prova se sentindo seguro para
responder qualquer questão que englobe PPP. Ok?! ;)
IDECAN 2016 – PROFESSOR DE ENSINO RELIGIOSO – SEARH-RN
1) Construir uma nova lógica de gestão que conte com a
participação da sociedade e dos atores diretamente envolvidos
com a prática pedagógica implica rever o modelo adotado pelos
sistemas públicos, cuja estruturação e funcionamento são, até
hoje, característicos de um modelo centralizador. A autonomia
pedagógica e financeira e a implementação de um Projeto
Político Pedagógico próprio da unidade escolar encontram vários
limites no paradigma de gestão escolar vigente. Acerca deste
pressuposto, assinale a alternativa INCORRETA.
a) Formas de provimento nos cargos dirigentes dissociadas da
comunidade local e escolar.
b) Entraves ao estabelecimento de princípios de organização
colegiada da gestão e do trabalho pedagógico.
c) Participação nas decisões e a efetivação de novos processos
de organização e gestão, baseados em uma dinâmica que
favoreça os processos coletivos e participativos de decisão.
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d) Projeto Político Pedagógico restrito ao atendimento das
determinações das secretarias de educação, não acarretando
mudanças significativas na lógica autoritária da cultura escolar.
Resposta: C. Veja, o enunciado afirma que existem várias limitações para a
real efetivação da autonomia pedagógica e financeira e a implementação de
um Projeto PolíticoǦPedagógico na escola. Considerando esta consideração feita
pela Banca, o candidato teria que selecionar a alternativa que não traz uma
limitação para a efetivação da autonomia pedagógica e financeira e a
implementação de um Projeto PolíticoǦPedagógico na escola, pois o comando
pede a incorreta com base nos pressupostos colocados. Como todas as
afirmações, à exceção da C, trazem questões que dificultam a efetivação da
autonomia pedagógica e financeira e a implementação de um Projeto
PolíticoǦPedagógico, nós teríamos que marcar a “C”.
IDECAN 2016 – PESPECIALISTA DE EDUCAÇÃO – SUPORTE
PEDAGÓGICO
2) O trecho a seguir contextualiza a questão. Leia o atentamente.
“A LDB estabelece condições para que a unidade escolar
responda à obrigatoriedade de garantir acesso à escola e
permanência com sucesso. Ela aponta ainda alternativas para
flexibilizar as condições para que a passagem dos estudantes
pela escola seja concebida como momento de crescimento,
mesmo frente a percursos de aprendizagem não lineares. A isso
se associa o entendimento de que a instituição escolar, hoje,
dispõe de instrumentos legais e normativos que lhe permitam
exercitar sua autonomia, instituindo as suas próprias regras para
mudar, reinventar, no seu projeto político pedagógico e no seu
regimento, o currículo, a avaliação da aprendizagem, seus
procedimentos, para que o grande objetivo seja alcançado:
educação para todos em todas as etapas e modalidades da
Educação Básica, com qualidade social."
(Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica,
2013.)
No Projeto PolíticoǦPedagógico (PPP), a comunidade educacional
deve engendrar o entrelaçamento entre trabalho, ciência,
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tecnologia, cultura e arte, por meio de atividades próprias às
características da etapa de desenvolvimento humano do escolar a
que se destinarem, prevendo, entre outras:
I. Desvinculação do trabalho intelectual com atividades práticas
experimentais.
II. As atividades integradoras de iniciação científica e no campo
artístico cultural.
III. Os princípios norteadores da educação nacional, a
metodologia da problematização como instrumento de incentivo à
pesquisa.
IV. A valorização da avaliação das aprendizagens como processo
somativo e quantitativo de conhecimentos e habilidades.
V. A valorização da leitura em todos os campos do conhecimento,
desenvolvendo a capacidade de letramento dos estudantes.
VI. O comportamento ético e solidário, como ponto de partida
para o reconhecimento dos deveres e direitos da cidadania, para
a prática do humanismo contemporâneo.
VII. A utilização de novas mídias e tecnologias educacionais,
como processo de dinamização dos ambientes de aprendizagem.
Estão corretas apenas as afirmativas
a) I, II, III, V e VI.
b) III, IV, V e VII.
c) II, III, V, VI e VII.
d) III, IV, V, VI e VII.
Resposta: C. Apenas os itens I e IV não estão incorretos. O item I erra ao falar
em desvinculação entre o trabalho intelectual e as atividades práticas,
enquanto, na verdade, deve haver uma vinculação. Já o item IV está errado
por falar na valorização das avaliações de aprendizagens como processo
somativo e quantitativo de conhecimentos e habilidades, visto que este
processo deve ser somativo e qualitativo.
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EXATUS-PR 2015 – PROFESSOR – PREFEITURA DE NOVA FRIBURGO - RJ
3) São aspectos importantes para a elaboração do Projeto
Político Pedagógico, EXCETO:
a) estabelecer diretrizes básicas de organização e funcionamento
da escola, integradas às normas comuns do sistema nacional e
do sistema ou rede ao qual ela pertence.
b) reconhecer e expressar a identidade da escola de acordo com
sua realidade, características próprias e necessidades locais.
c) definir coletivamente objetivos e metas comuns à escola como
um todo.
d) estimular o desenvolvimento da heterônomia no aluno
reconhecendo que o conhecimento é neutro.
Resposta: D. Heterônomia é ausência de autonomia, estar sujeito a uma “lei” 
exterior. É isso que desejamos para nossos alunos? Não! Desejamos formar
sujeitos autônomos. Além disso, o conhecimento não é neutro. Por esses
motivos a opção “d” está errada e é nossa resposta. As demais estão corretas,
é válida a releitura dos itens corretos.
EXATUS-PR 2015 – PROFESSOR – PREFEITURA DE NOVA FRIBURGO - RJ
4) O projeto político pedagógico (PPP) é fundamental para que a
educação física aconteça com qualidade. Assinale a opção
incorreta:
a) O PPP possibilita uma desorganização das atividades
curriculares.
b) O PPP promove uma integração da comunidade escolar e
organização do planejamento escolar.
c) O PPP é um instrumento teórico e metodológico, pelo qual
que se visa o enfrentamento dos desafios cotidianos da escola.
d) O PPP dá o norte para a escola, para os professores
orientarem suas práticas.
Resposta: A. A letra “a” está incorreta, pois o PPP nãodesorganiza as 
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atividades curriculares; pelo contrário, ele organiza, já que dá um norte para
todos os professores. As outras estão corretas e vale a releitura.
FUNIVERSA 2015 – ESPECIALISTA SOCIOEDUCATIVO – PEDAGOGIA –
SECRETARIA DA CRIANÇA -DF
5) O projeto político-pedagógico (PPP) é uma forma de
organização do trabalho na escola e fundamenta-se nos
princípios que norteiam a escola democrática, pública e gratuita.
São princípios norteadores do PPP
a) igualdade, qualidade, gestão democrática, liberdade e
valorização do magistério.
b) estrutura organizacional, currículo e tempo/calendário da
escola.
c) processo decisório, relações de trabalho e estrutura
organizacional.
d) qualidade, finalidade da escola, liberdade e avaliação.
e) currículo, avaliação, gestão democrática e autonomia. 
Resposta: A. Conforme já vimos em outras aulas, esses princípios também são
citados por Saviani. Além disso, aparecem na CF-88: Art. 206. O ensino será
ministrado com base nos seguintes princípios: I - igualdade de condições para
o acesso e permanência na escola; II - liberdade de aprender, ensinar,
pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; V - valorização dos
profissionais da educação escolar, garantidos, na forma da lei, planos de
carreira, com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e
títulos, aos das redes públicas; VI - gestão democrática do ensino público, na
forma da lei; VII - garantia de padrão de qualidade. 
FUNIVERSA 2015 – ESPECIALISTA SOCIOEDUCATIVO – PEDAGOGIA –
SECRETARIA DA CRIANÇA -DF
6) É correto afirmar que o(a)
a) PPP é um conjunto de princípios que fomentam a manutenção
da cultura organizacional.
b) PPP determina objetivos, estratégias e formas de avaliação
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extremamente rígidos.
c) cultura organizacional se refere à forma de gestão adotada na
escola, por isso não deve ser alterada pelo PPP.
d) PPP expressa tanto a cultura organizacional da escola quanto
sua recriação e seu desenvolvimento.
e) cultura organizacional diz respeito às formas de gerir a
educação por meio de guias de ação. 
Resposta: D. O PPP pode até fomentar a manutenção da cultura, embora, o
mais comum seja fomentar mudanças, já que, sempre há alguma melhoria
passível de ser implementada, até mesmo para readequar a escola às
mudanças do contexto. Como objetivos, estratégias e formas de avaliação do
PPP não são extremamente rígidos, deve haver uma certa flexibilidade, o item
“b” também está incorreto. Já o item “c” erra ao falar que o PPP não pode 
alterar o clima organizacional da escola. Ele pode sim, especialmente se na
fase de diagnóstico (estudo/ análise da realidade) é identificado que o clima
organizacional da escola não é bom. A cultura organizacional é o conjunto de
valores e crenças compartilhados pelos integrantes de uma organização, no
caso, pelos membros da escola. Guias, manuais e o próprio PPP podem
expressar uma cultura igual ou diferente da real. Pode ser diferente quando,
por exemplo, colocamos novos valores no PPP e estamos buscando leva-los
para a prática. Por isto, inclusive, que a alternativa “d” é a nossa resposta: o 
PPP expressa tanto a cultura organizacional da escola quanto sua recriação e
seu desenvolvimento.
FUNIVERSA 2015 – ESPECIALISTA SOCIOEDUCATIVO – PEDAGOGIA –
SECRETARIA DA CRIANÇA –DF
7) O PPP, importante instrumento da gestão escolar, deve
a) apresentar os valores e as crenças do sistema educacional
independentemente da comunidade local.
b) projetar o ideal de educação dos professores e dos gestores.
c) ser elaborado pelo sistema de ensino e consultado pelos
gestores.
d) conter regras de conduta de gestão que contemplem desde o
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contexto da sala de aula até o contexto das instâncias
administrativas.
e) ser compreendido como processo de organização da escola.
Resposta: D. Alguns autores, entre eles o Professor Libâneo, afirmam que o
PPP deve ser um instrumento/ processo de organização da escola, portanto a
“D” é a nossa resposta. A “a” está errada, pois os valores e crenças 
estabelecidos no PPP devem ser os da comunidade escolar e local; a “b” erra 
ao falar que o PPP expressa o ideal de professores e gestores, uma vez que
deve ser construído coletivamente e refletir o ideal da comunidade escolar e
local. Certamente o PPP deve ser consultado pelos gestores da escola, porém,
ele não é elaborado pelo sistema de ensino; por isso a ”c” está errada. A “e” 
não está totalmente errada, de alguma forma ele dá uma organização para a
escola. Mas, como o PPP é muito mais do que isso, não podemos afirmar que
ele “deve ser compreendido como processo de organização da escola”.
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PREFEITURA DE FLORES DA CUNHA - RS
8) O projeto político-pedagógico, segundo Veiga, é um
documento que se constitui na processualidade das práticas,
indicando rumos e indicadores para verificação do resultado das
ações, isto é, um documento facilitador e organizador das
atividades, registro mediador entre a tomada de decisões, a
condução das ações e a análise de suas consequências. Como os
resultados da ação educativa não são imediatos, seu
acompanhamento requer que este documento vá se constituindo
em um “retrato da realidade” onde estão registrados:
I – Os princípios educativos que orientam as práticas
pedagógicas;
II – O diagnóstico ou a configuração de cada momento;
III – Os propósitos e as ações concretas de cada espaço-tempo
pedagógico;
IV – As avaliações e/ou análises sistemáticas das atividades.
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Quais afirmações acima estão corretas de acordo com Veiga?
a) I, II, III e IV.
b) Apenas II e IV.
c) Apenas I e III.
d) Apenas I, II e III.
Resposta: A. Todas as opções estão corretas! Vale a releitura.
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9) Caminhar na direção da democracia na escola, na construção
de sua identidade como espaço-tempo pedagógico com
organização e projeto político próprio, com base nas convicções
que envolvem o processo como construção coletiva, supõe e
exige as seguintes ações, EXCETO:
a) rompimento com as estruturas mentais e organizacionais
fragmentadas.
b) definição clara de princípios e diretrizes contextualizadas, que
projetem um vir-a-ser da escola.
c) conhecimento da realidade escolar baseado em diagnóstico
sempre atualizado e acompanhado.
d) análise e avaliação diagnóstica para criar soluções às
situações-problema da escola, dos grupos, dos indivíduos.
e) acompanhamento das famílias da comunidade local, dando
suporte e garantia de vaga, somente para os filhos.
Resposta: E. Ops? O que é isto na letra “e”? “Suporte e garantia de vaga, 
somente para os filhos”? Para os filhos homens? Por quê? Nada a ver esta 
opção com a ideia do PPP, que visa promover a democracia no espaço escolar.
As demais estão corretas.
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10) CASO:
A professora Juliana, de uma escola pública do Piauí, faz parte da
comissão de reelaboração do Projeto Político Pedagógico de sua
escola. Foi indicada por seus pares, mas ficou muito reticenteem
aceitar a indicação para participar da referida comissão, pois já
ouvira muitas vezes na escola falas como a que se segue: “na 
prática tudo é diferente”; “é muito difícil fazermos o proposto”; 
“as pessoas não sabem participar”. As frases que a professora 
Juliana ouviu fazem referê cia aos obstáculos e limites que
surgem quando se implementam processos de gestão colegiada
nas escolas.
Indique a alternativa em que está apontada a saída mais
adequada, no contexto da escola democrática, para melhorar a
participação.
a) Tomar as decisões que envolvam recursos financeiros e
normas administrativas, por meio de eleição direta.
b) Desenvolver estratégias de envolvimento das pessoas da
comunidade interna e externa à escola.
c) Elaborar um documento que deixe claro para a comunidade
escolar quais são as regras de participação.
d) Estabelecer no calendário escolar as datas de reuniões em que
o grupo deve comparecer para tomar decisões.
e) Abordar, nas reuniões, a dimensão e o sentido antropológico
do compromisso e da participação social.
Resposta: B. Como o que se deseja é que todos participem de forma efetiva
dos processos de construção, implantação e avaliação do PPP, a melhor opção
é criar estratégias para que as pessoas das comunidades interna e externa
queiram se envolver, por isto a “b” está correta. As outras opções, ou nada
agregam, ou erram por falarem de formatos que podem limitar a participação
e, consequentemente, fazer com que as pessoas continuem a ter receio de
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participar.
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11) Uma das atribuições do Supervisor Educacional é a de
desenvolver um projeto de informação consoante com a realidade
social e integrado ao Projeto Político Pedagógico, tendo em vista
a perspectiva dos fazeres do homem e seu espaço de trabalho,
desde as séries iniciais. São finalidades do Projeto Político
Pedagógico, EXCETO:
a) resgatar a intencionalidade da ação, possibilitando a
(re)significação do trabalho; superar a crise de sentido.
b) ser um instrumento de controle da realidade; resgatar a
potência da coletividade; gerar esperança.
c) dar um referencial de conjunto para a caminhada; aglutinar
pessoas em torno de uma causa comum; gerar solidariedade e
parceria.
d) ajudar a construir a unidade; superar o caráter fragmentário
das práticas em educação, a mera justaposição.
Resposta: B. De acordo com Vasconcellos (2013, p. 20 e 21), o PPP deve:
Resgatar a intencionalidade da ação possibilitando a (re)significação do
trabalho - superar a crise de sentido; Ser um instrumento de transformação da
realidade - resgatar a potência da coletividade; gerar esperança; Possibilitar
um referencial de conjunto para a caminhada pedagógica - aglutinar pessoas
em torno de uma causa comum; Gerar solidariedade, parceria; Ajudar a
construir a unidade (não uniformidade); superando o caráter fragmentário das
práticas em educação, a mera justaposição e possibilitando a continuidade da
linha de trabalho na instituição; Propiciar a racionalização dos esforços e
recursos (eficiência e eficácia), utilizados para atingir fins essenciais do
processo educacional; Ser um canal de participação efetiva, superando as
práticas autoritárias e/ou individualistas e ajudando a superar as imposições
ou disputas de vontades individuais, na medida em que há um referencial
construído e assumido coletivamente; Aumentar o grau de realização e,
portanto, de satisfação de trabalho; Fortalecer o grupo para enfrentar
conflitos, contradições e pressões, avançando na autonomia e na criatividade e
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distanciando-se dos modismos educacionais; Colaborar na formação dos
participantes. Observem que Vasconcellos fala que o PPP deve ser um
instrumento de transformação da realidade, mas não de controle da realidade.
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12) São finalidades do Projeto Político Pedagógico, EXCETO:
a) ser um instrumento de transformação da realidade.
b) resgatar a intencionalidade da ação, possibilitando a
(re)significação do trabalho.
c) ser um canal de participação efetiva, superar as práticas
autoritárias e/ou individualistas.
d) ajudar a construir a uniformidade, superar o caráter
fragmentário das práticas em educação.
Resposta: D. Todas estão corretas, com exceção da “d”. Não podemos afirmar 
que o PPP visa construir uma uniformidade; nele deve haver espaço para a
diversidade. O que ele visa é construir uma unidade, dando direcionamentos
para um caminhar comum, visando objetivos construídos coletivamente, de
forma democrática.
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13) A estrutura básica da elaboração do Projeto Político
Pedagógico na linha do Planejamento Participativo é composta de
três grandes elementos, a saber:
A. racionalização - diagnóstico - programação.
B. marco referencial - diagnóstico - programação.
C. marco referencial - diagnóstico - racionalização.
D. marco referencial - programação - racionalização.
Resposta: B. Nós estudamos já estudamos este assunto em aulas anteriores.
Os três grandes elementos são (1) Marco referencial - o que queremos
alcançar; (2) Diagnóstico - o que nos falta para ser o que desejamos; e (3)
Programação - o que faremos concretamente para suprir tal falta.
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14) O Projeto Político Pedagógico é o plano global da instituição.
Pode ser entendido como a sistematização de um processo de
planejamento participativo que se aperfeiçoa e se objetiva na
caminhada para a construção da identidade da instituição. Assim,
analise as afirmativas abaixo, identificando as com V, se forem
verdadeiras, e com F, se falsas.
( ) O projeto político pedagógico é amplo, integral e global.
( ) O projeto político pedagógico é coletivo e democrático.
( ) O projeto político pedagógico é processual.
A seqüência CORRETA, de cima para baixo, é:
A. V – F – V.
B. F – V – F.
C. F – F – V.
D. V – V – V.
Resposta: D. Todas estão corretas. Vale a releitura.
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15) Segundo Vasconcellos (2006, p. 147), "o projeto de ensino-
aprendizagem é uma síntese que o educador faz dos apelos da
realidade, das expectativas sociais, de seus compromissos e
objetivos, das condições concretas do trabalho". Assim sendo, o
projeto que o professor elabora é um instrumento de luta, de
resistência e para tal devem ser considerados alguns elementos
na sua construção, a saber:
I. Ter a clareza de que o Projeto Político-Pedagógico é a grande
referência para todos os demais projetos da escola.
II. O educador deve ter autonomia e a disciplina que ministra
deve estar integrada na perspectiva geral do trabalho da área, do
curso e da escola.
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III. Buscar superar as visões parciais, dicotômicas do
planejamento em uma concepção dialética entre realidade e
conhecimento.
A opção CORRETA é:
A. Os itens I, II e III são verdadeiros.
B. Apenas o item I é verdadeiro.
C. Apenas o item II é verdadeiro.
D. Apenas os itens I e II são verdadeiros.
Resposta: A. Todas estão corretas. Destaco os itens “I” e “II”, pois falam da 
importância do PPP como direcionador para os demais projetos da escola.
Lembrado que, de acordo com Vasconcellos,projeto pode ser sinônimo de
plano; o projeto de ensino-aprendizagem, para o autor, por exemplo, é
sinônimo de plano de ensino, de curso ou de estudos.
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Seguem as questões vistas nesta aula, sem os comentários, para você
praticar e ver se, realmente, conseguiu absorver o conteúdo. Hora de praticar!
IDECAN 2016 – PROFESSOR DE ENSINO RELIGIOSO – SEARH-RN
1) Construir uma nova lógica de gestão que conte com a
participação da sociedade e dos atores diretamente envolvidos
com a prática pedagógica implica rever o modelo adotado pelos
sistemas públicos, cuja estruturação e funcionamento são, até
hoje, característicos de um modelo centralizador. A autonomia
pedagógica e financeira e a implementação de um Projeto
Político Pedagógico próprio da unidade escolar encontram vários
limites no paradigma de gestão escolar vigente. Acerca deste
pressuposto, assinale a alternativa INCORRETA.
d) Formas de provimento nos cargos dirigentes dissociadas da
comunidade local e escolar.
e) Entraves ao estabelecimento de princípios de organização
colegiada da gestão e do trabalho pedagógico.
f) Participação nas decisões e a efetivação de novos processos
de organização e gestão, baseados em uma dinâmica que
favoreça os processos coletivos e participativos de decisão.
d) Projeto Político Pedagógico restrito ao atendimento das
determinações das secretarias de educação, não acarretando
mudanças significativas na lógica autoritária da cultura escolar.
IDECAN 2016 – PESPECIALISTA DE EDUCAÇÃO – SUPORTE
PEDAGÓGICO
2) O trecho a seguir contextualiza a questão. Leia o atentamente.
“A LDB estabelece condições para que a unidade escolar 
responda à obrigatoriedade de garantir acesso à escola e
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permanência com sucesso. Ela aponta ainda alternativas para
flexibilizar as condições para que a passagem dos estudantes
pela escola seja concebida como momento de crescimento,
mesmo frente a percursos de aprendizagem não lineares. A isso
se associa o entendimento de que a instituição escolar, hoje,
dispõe de instrumentos legais e normativos que lhe permitam
exercitar sua autonomia, instituindo as suas próprias regras para
mudar, reinventar, no seu projeto político pedagógico e no seu
regimento, o currículo, a avaliação da aprendizagem, seus
procedimentos, para que o grande objetivo seja alcançado:
educação para todos em todas as etapas e modalidades da
Educação Básica, com qualidade social."
(Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica,
2013.)
No Projeto PolíticoǦPedagógico (PPP), a comunidade educacional
deve engendrar o entrelaçamento entre trabalho, ciência,
tecnologia, cultura e arte, por meio de atividades próprias às
características da etapa de desenvolvimento humano do escolar a
que se destinarem, prevendo, entre outras:
I. Desvinculação do trabalho intelectual com atividades práticas
experimentais.
II. As atividades integradoras de iniciação científica e no campo
artístico cultural.
III. Os princípios norteadores da educação nacional, a
metodologia da problematização como instrumento de incentivo à
pesquisa.
IV. A valorização da avaliação das aprendizagens como processo
somativo e quantitativo de conhecimentos e habilidades.
V. A valorização da leitura em todos os campos do conhecimento,
desenvolvendo a capacidade de letramento dos estudantes.
VI. O comportamento ético e solidário, como ponto de partida
para o reconhecimento dos deveres e direitos da cidadania, para
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a prática do humanismo contemporâneo.
VII. A utilização de novas mídias e tecnologias educacionais,
como processo de dinamização dos ambientes de aprendizagem.
Estão corretas apenas as afirmativas
d) I, II, III, V e VI.
e) III, IV, V e VII.
f) II, III, V, VI e VII.
d) III, IV, V, VI e VII.
EXATUS-PR 2015 – PROFESSOR – PREFEITURA DE NOVA FRIBURGO - RJ
3) São aspectos importantes para a elaboração do Projeto
Político Pedagógico, EXCETO:
d) estabelecer diretrizes básicas de organização e funcionamento
da escola, integradas às normas comuns do sistema nacional e
do sistema ou rede ao qual ela pertence.
e) reconhecer e expressar a identidade da escola de acordo com
sua realidade, características próprias e necessidades locais.
f) definir coletivamente objetivos e metas comuns à escola como
um todo.
d) estimular o desenvolvimento da heterônomia no aluno
reconhecendo que o conhecimento é neutro.
EXATUS-PR 2015 – PROFESSOR – PREFEITURA DE NOVA FRIBURGO - RJ
4) O projeto político pedagógico (PPP) é fundamental para que a
educação física aconteça com qualidade. Assinale a opção
incorreta:
d) O PPP possibilita uma desorganização das atividades
curriculares.
e) O PPP promove uma integração da comunidade escolar e
organização do planejamento escolar.
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f) O PPP é um instrumento teórico e metodológico, pelo qual
que se visa o enfrentamento dos desafios cotidianos da escola.
d) O PPP dá o norte para a escola, para os professores
orientarem suas práticas.
FUNIVERSA 2015 – ESPECIALISTA SOCIOEDUCATIVO – PEDAGOGIA –
SECRETARIA DA CRIANÇA -DF
5) O projeto político-pedagógico (PPP) é uma forma de
organização do trabalho na escola e fundamenta-se nos
princípios que norteiam a escola democrática, pública e gratuita.
São princípios norteadores do PPP
a) igualdade, qualidade, gestão democrática, liberdade e
valorização do magistério.
b) estrutura organizacional, currículo e tempo/calendário da
escola.
c) processo decisório, relações de trabalho e estrutura
organizacional.
d) qualidade, finalidade da escola, liberdade e avaliação.
e) currículo, avaliação, gestão democrática e autonomia. 
FUNIVERSA 2015 – ESPECIALISTA SOCIOEDUCATIVO – PEDAGOGIA –
SECRETARIA DA CRIANÇA -DF
6) É correto afirmar que o(a)
a) PPP é um conjunto de princípios que fomentam a manutenção
da cultura organizacional.
b) PPP determina objetivos, estratégias e formas de avaliação
extremamente rígidos.
c) cultura organizacional se refere à forma de gestão adotada na
escola, por isso não deve ser alterada pelo PPP.
d) PPP expressa tanto a cultura organizacional da escola quanto
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sua recriação e seu desenvolvimento.
e) cultura organizacional diz respeito às formas de gerir a
educação por meio de guias de ação. 
FUNIVERSA 2015 – ESPECIALISTA SOCIOEDUCATIVO – PEDAGOGIA –
SECRETARIA DA CRIANÇA –DF
7) O PPP, importante instrumento da gestão escolar, deve
a) apresentar os valores e as crenças do sistema educacional
independentemente da comunidade local.
b) projetar o ideal de educação dos professores e dos gestores.
c) ser elaborado pelo sistema de ensino e consultado pelos
gestores.
d) conter regras de conduta de gestão que contemplem desde o
contexto da sala de aula até o contexto das instâncias
administrativas.
e) ser compreendido como processo de organização da escola.
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8) O projeto político-pedagógico, segundo Veiga, é um
documento que se constitui na processualidade das práticas,
indicando rumos e indicadores para verificaçãodo resultado das
ações, isto é, um documento facilitador e organizador das
atividades, registro mediador entre a tomada de decisões, a
condução das ações e a análise de suas consequências. Como os
resultados da ação educativa não são imediatos, seu
acompanhamento requer que este documento vá se constituindo
em um “retrato da realidade” onde estão registrados:
I – Os princípios educativos que orientam as práticas
pedagógicas;
II – O diagnóstico ou a configuração de cada momento;
III – Os propósitos e as ações concretas de cada espaço-tempo
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pedagógico;
IV – As avaliações e/ou análises sistemáticas das atividades.
Quais afirmações acima estão corretas de acordo com Veiga?
a) I, II, III e IV.
b) Apenas II e IV.
c) Apenas I e III.
d) Apenas I, II e III.
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9) Caminhar na direção da democracia na escola, na construção
de sua identidade como espaço-tempo pedagógico com
organização e projeto político próprio, com base nas convicções
que envolvem o processo como construção coletiva, supõe e
exige as seguintes ações, EXCETO:
a) rompimento com as estruturas mentais e organizacionais
fragmentadas.
b) definição clara de princípios e diretrizes contextualizadas, que
projetem um vir-a-ser da escola.
c) conhecimento da realidade escolar baseado em diagnóstico
sempre atualizado e acompanhado.
d) análise e avaliação diagnóstica para criar soluções às
situações-problema da escola, dos grupos, dos indivíduos.
e) acompanhamento das famílias da comunidade local, dando
suporte e garantia de vaga, somente para os filhos.
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10) CASO:
A professora Juliana, de uma escola pública do Piauí, faz parte da
comissão de reelaboração do Projeto Político Pedagógico de sua
escola. Foi indicada por seus pares, mas ficou muito reticente em
aceitar a indicação para participar da referida comissão, pois já
ouvira muitas vezes na escola falas como a que se segue: “na 
prática tudo é diferente”; “é muito difícil fazermos o proposto”; 
“as pessoas não sabem participar”. As frases que a professora 
Juliana ouviu fazem referência aos obstáculos e limites que
surgem quando se implementam processos de gestão colegiada
nas escolas.
Indique a alternativa em que está apontada a saída mais
adequada, no contexto da escola democrática, para melhorar a
participação.
a) Tomar as decisões que envolvam recursos financeiros e
normas administrativas, por meio de eleição direta.
b) Desenvolver estratégias de envolvimento das pessoas da
comunidade interna e externa à escola.
c) Elaborar um documento que deixe claro para a comunidade
escolar quais são as regras de participação.
d) Estabelecer no calendário escolar as datas de reuniões em que
o grupo deve comparecer para tomar decisões.
e) Abordar, nas reuniões, a dimensão e o sentido antropológico
do compromisso e da participação social.
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11) Uma das atribuições do Supervisor Educacional é a de
desenvolver um projeto de informação consoante com a realidade
social e integrado ao Projeto Político Pedagógico, tendo em vista
a perspectiva dos fazeres do homem e seu espaço de trabalho,
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desde as séries iniciais. São finalidades do Projeto Político
Pedagógico, EXCETO:
a) resgatar a intencionalidade da ação, possibilitando a
(re)significação do trabalho; superar a crise de sentido.
b) ser um instrumento de controle da realidade; resgatar a
potência da coletividade; gerar esperança.
c) dar um referencial de conjunto para a caminhada; aglutinar
pessoas em torno de uma causa comum; gerar solidariedade e
parceria.
d) ajudar a construir a unidade; superar o caráter fragmentário
das práticas em educação, a mera justaposição.
FUMARC 2008 – GESTOR GOVERNAMENTAL – SEPLAG-MG
12) São finalidades do Projeto Político Pedagógico, EXCETO:
a) ser um instrumento de transformação da realidade.
b) resgatar a intencionalidade da ação, possibilitando a
(re)significação do trabalho.
c) ser um canal de participação efetiva, superar as práticas
autoritárias e/ou individualistas.
d) ajudar a construir a uniformidade, superar o caráter
fragmentário das práticas em educação.
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13) A estrutura básica da elaboração do Projeto Político
Pedagógico na linha do Planejamento Participativo é composta de
três grandes elementos, a saber:
A. racionalização - diagnóstico - programação.
B. marco referencial - diagnóstico - programação.
C. marco referencial - diagnóstico - racionalização.
D. marco referencial - programação - racionalização.
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14) O Projeto Político Pedagógico é o plano global da instituição.
Pode ser entendido como a sistematização de um processo de
planejamento participativo que se aperfeiçoa e se objetiva na
caminhada para a construção da identidade da instituição. Assim,
analise as afirmativas abaixo, identificando as com V, se forem
verdadeiras, e com F, se falsas.
( ) O projeto político pedagógico é amplo, integral e global.
( ) O projeto político pedagógico é coletivo e democrático.
( ) O projeto político pedagógico é processual.
A seqüência CORRETA, de cima para baixo, é:
A. V – F – V.
B. F – V – F.
C. F – F – V.
D. V – V – V.
FUMARC 2008 – GESTOR GOVERNAMENTAL – SEPLAG-MG
15) Segundo Vasconcellos (2006, p. 147), "o projeto de ensino-
aprendizagem é uma síntese que o educador faz dos apelos da
realidade, das expectativas sociais, de seus compromissos e
objetivos, das condições concretas do trabalho". Assim sendo, o
projeto que o professor elabora é um instrumento de luta, de
resistência e para tal devem ser considerados alguns elementos
na sua construção, a saber:
I. Ter a clareza de que o Projeto Político-Pedagógico é a grande
referência para todos os demais projetos da escola.
II. O educador deve ter autonomia e a disciplina que ministra
deve estar integrada na perspectiva geral do trabalho da área, do
curso e da escola.
III. Buscar superar as visões parciais, dicotômicas do
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planejamento em uma concepção dialética entre realidade e
conhecimento.
A opção CORRETA é:
A. Os itens I, II e III são verdadeiros.
B. Apenas o item I é verdadeiro.
C. Apenas o item II é verdadeiro.
D. Apenas os itens I e II são verdadeiros.
1 – C
2 – C
3 – D
4 – A
5 – A
6 – D
7 – D
8 – A
9 – E
10 – B
11 – B
12 – D
13 – B
14 – D
15 – A
Até a próxima! Bons estudos!
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Principais fontes:
VEIGA, I. P. A. FONSECA, M. (Organizadores). As dimensões do projeto político-
pedagógico. 6ª ed. Campinas: Papirus, 2008.
VEIGA, Ilma Passos A. Inovações e projeto político-pedagógico: uma relação
regulatória ou emancipatória? 24ª ed. Campinas:Papirus, 2003. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/ccedes/v23n61/a02v2361.pd
LÜCK,Heloísa. A gestão participativa na escola. 6ª.ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
MARQUES, Luciana Rosa. O projeto político pedagógico e a construção da
autonomia e da democracia na escola nas representações sociais dos
comselheiros. Educ. Soc., Campinas, vol. 24, n. 83, p. 577-597, agosto 2003. Disponível
em: www.cedes.unicamp.br.
MEDEL, Cássia R. M. de Assis. Projeto Político-Pedagógico: construção e
implementação na escola. 2ª ed. Campinas: Auditores Associados, 2012.
NOGUEIRA, Nilbo Ribeiro. Projeto Político Pedagógico: guia prático para a
construção participativa. 1ª ed. São Paulo: Érica, 2009.
Em caso de dúvidas:
Aguardo-lhe na próxima aula.
Bons estudos!
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