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SLIDE - CAPÍTULOS 1, 2 E 3 - BIOESTATÍSTICA

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA EM SAÚDE
CURSO DE NUTRIÇÃO
BIOESTATÍSTICA
Discente: Mariana Nayah Gama de Souza.
Orientador: Dr. Luiz Carlos de Abreu.
Livro - texto: Introdução à Bioestatística.
Autor: Sônia Vieira.
4a
Edição
APRESENTAÇÃO DOS CAPÍTULOS 
DE 1 AO 3
O Objetivo desta apresentação é introduzir os três primeiros 
capítulos do livro - texto usado na disciplina.
● Mostrar a diferença entre população e amostra;
● Aprender sobre os diferentes tipos de amostras e
● ensinar sobre os diferentes tipos de gráficos.
OBJETIVOS
● O que é população e 
amostra?
● Por que se usam 
amostras?
● Estatísticas e 
Parâmetros
Noções de Amostragem
● Apuração de dados
● Componentes das 
tabelas
● Dados Qualitativos
● Tabelas de contingência
Dados e Variáveis
● Gráficos de Barras, 
Setores, Linhas e pontos.
● Histograma
● Polígono de Frequências
Dados em Gráficos
CAPÍTULOS
Estatística é uma Ciência que vem se desenvolvendo com o 
passar do tempo na história . Daí surgiu a bioestatística que 
poder ser considerada como um conjunto das técnicas 
estatísticas mais comuns na análise de dados da natureza 
biológica.
O que é Bioestatística?
NOÇÕES DE AMOSTRAGEM
Páginas 3 à 19.
O que é população e amostra?
População ou universo é o conjunto de unidades sobre o qual 
desejamos obter informação.
Amostra é todo subconjunto de unidades retiradas de uma 
população para obter a informação desejada.
É importante entender que população é o termo que os estatísticos usam 
para descrever um grande conjunto de unidades que têm algo em comum.
Na área de saúde, a população pode ser constituída por pacientes 
ou por animais, mas também pode ser constituída por radiografias, 
por prontuários e etc.
Por que se usam amostras?
A primeira razão para estudar uma amostra, em lugar de toda a 
população, é a questão do custo e da demora dos censos.
Outra razão para estudar amostras é o fato de existirem populações 
tão grandes que estudá-las por inteiro seria impossível.
Outras vezes é impossível estudar toda a população porque o 
estudo destrói as unidades
O uso de amostras tem, ainda, outra razão: o estudo cuidadoso 
de uma amostra tem maior valor científico do que o estudo 
sumário de toda a população.
Amostra aleatória, casual ou probabilística
A amostra aleatória ou probabilística é constituída por n unidades 
retiradas ao acaso da população. Em outras palavras, a amostra 
aleatória é obtida por sorteio. Logo, toda unidade da população 
tem probabilidade conhecida de pertencer à amostra.
● A amostra aleatória simples é obtida por 
sorteio de uma população constituída 
por unidades homogêneas para a 
variável que você quer estudar.
● A amostra aleatória estratificada é usada 
quando a população é constituída por 
unidades heterogêneas para a variável que se 
quer estudar. As unidades da população 
devem ser identificadas e depois, as unidades 
similares devem ser reunidas em subgrupos 
chamados estratos.
Amostra semi probabilística
Amostra semi probabilística é constituída por n unidades retiradas 
da população por procedimento parcialmente aleatório.
entre as amostras semi probabilísticas, 
temos:
● Amostra sistemática;
● Amostra por conglomerados;
● Amostra por quotas
1. A amostra sistemática é constituída 
por n unidades retiradas da 
população segundo um sistema 
preestabelecido.
2. A amostra por conglomerados é 
constituída por n unidades tomadas de 
alguns conglomerados. O conglomerado é 
um conjunto de unidades que estão 
agrupadas, qualquer que seja a razão.
3. A amostra por quotas é constituída por 
n unidades retiradas da população 
segundo quotas estabelecidas de acordo 
com a distribuição desses elementos na 
população. 
Amostra não probabilística ou de conveniência
A amostra não-probabilística ou de conveniência é constituída por n 
unidades reunidas em uma amostra simplesmente porque o pesquisador 
tem fácil acesso a essas unidades.
Estatísticas e Parâmetros
A estatística resume uma característica da amostra; o parâmetro 
resume uma característica da população.
Quantas unidades se compõe uma amostra?
O tamanho da amostra é determinado mais por considerações reais ou 
imaginárias a respeito do custo de cada unidade amostrada do que por 
técnicas de estatística.
n: número da amostra
Z: nível de confiabilidade
p : proporção da amostra
P: proporção da população 
estimada
d: margem de erro.
DADOS E VARIÁVEIS
Páginas 22 à 45.
Dados e Variáveis
● Variável é uma condição ou 
característica das unidades da 
população; a variável pode assumir 
valores diferentes em diferentes 
unidades.
● Dados são os valores da 
variável em estudo, obtidos 
por meio de uma amostra.
As variáveis são classificadas em dois 
tipos:
● Qualitativas ou categorizadas;
● Quantitativas ou numéricas.
Variável qualitativa ou categoriazada
Uma variável é qualitativa ou categorizada quando os dados são 
distribuídos em categorias mutuamente exclusivas.
As variáveis qualitativas ou 
categorizadas são classificadas em dois 
tipos:
● Nominal;
● Ordinal.
● A variável é nominal quando os 
dados são distribuídos em 
categorias mutuamente 
exclusivas, mas são indicadas em 
qualquer ordem.
● A variável é ordinal quando os 
dados são distribuídos em 
categorias mutuamente 
exclusivas que têm ordenação 
natural.
Amostra quantitativa ou numérica
Uma variável é quantitativa ou numérica quando é expressa por 
números.
As variáveis quantitativas ou 
numéricas são classificadas em 
dois tipos:
● Discreta;
● Contínua.
● A variável discreta só pode 
assumir alguns valores em um 
dado intervalo.
● A variável contínua assume 
qualquer valor num dado 
intervalo. 
Apuração de Dados
Quando a variável é quantitativa, é preciso anotar, na apuração, 
cada valor observado.
Componentes das Tabelas
De acordo com as normas do IBGE, uma tabela deve ter 
título, corpo, cabeçalho e coluna indicadora.
● O título explica o que a tabela contém; 
● O corpo é formado pelos dados, em linhas e colunas;
● O cabeçalho especifica o conteúdo das colunas;
● A coluna indicadora especifica o conteúdo das linhas.
Exemplo 1: 
Componentes das Tabelas
● Toda tabela deve ser delimitada por traços horizontais, mas não deve 
ser delimitada por traços verticais; 
● Os traços verticais podem ser feitos somente para separar as colunas; 
● O cabeçalho deve ser separado do corpo da tabela por um traço 
horizontal;
● As tabelas podem conter fonte e notas;
● Fonte é a entidade, ou pesquisador, ou pesquisadores que publicaram 
ou forneceram os dados;
● As notas esclarecem aspectos relevantes do levantamento dos dados 
ou da apuração.
Exemplo 2:
Apresentação de Dados Qualitativos
Nas tabelas de distribuição de 
frequências, é usual fornecer a 
proporção (frequência relativa) de 
unidades que caem em cada categoria. 
Frequência Relativa
Frequência relativa = Frequência / Tamanho da amostra
Para obter a frequência relativa de uma dada categoria, calcule:
Tabelas de Contingência
Muitas vezes os elementos da amostra ou da população 
são classificados de acordo com duas variáveis 
qualitativas. Os dados devem então ser apresentados 
em tabelas de contingência, isto é, em tabelas de dupla 
entrada, cada entrada relativa a uma das variáveis.
DADOS EM GRÁFICOS
Páginas 48 à 63.
Apresentação de Dados em Gráficos
● Todo gráfico deve apresentar título e escala. 
● O título deve ser colocado abaixo do gráfico. 
● As escalas devem crescer da esquerda para a 
direita e de baixo para cima. 
● As legendas explicativas devem ser colocadas, de 
preferência, à direita do gráfico.
Gráficos de Barras
O gráfico de barras é usado 
para apresentar variáveis 
qualitativas, sejam elas
nominais ou ordinais.
Gráficos de Setores
O gráfico de setores é 
especialmente indicado para 
apresentar variáveis nominais, 
desde que o número de 
categorias seja pequeno.
Diagrama de Linhas
Dados numéricos são, muitas vezes, 
apresentados em

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