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Apostila_Anbima_CEA_Topinvest_2022-1

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e
finanças.
• Módulo 3 - Instrumentos de renda fixa, variável e derivativos
De 15 a 25% - 10 a 18 questões.
Neste módulo, os assuntos abordados são de conhecimento sobre economia e
finanças.
Aqui, você irá estudar tudo sobre tais instrumentos e a forma como cada um
deles funciona dentro dos investimentos no mercado financeiro.
• Módulo 4 - Fundos de investimento
De 10 a 20% - 7 a 14 questões.
Aqui você conhecerá todos os fundos de investimentos que existem em nosso
mercado.
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• Módulo 5 - Produtos de previdência complementar
De 10 a 15% - 7 a 11 questões.
Aqui, é o espaço que você poderá conhecer os planos de benefícios ofertados
aos investidores, especialmente para quem pensa no futuro.
• Módulo 6 - Gestão de carteira de risco
De 10 a 20% - 7 a 14 questões.
Neste módulo, abordaremos diversificação, riscos e estatísticas associados à
criação de uma carteira profissional.
• Módulo 7 - Planejamento de investimento
De 15 a 25% - 11 a 18 questões.
No último módulo, será possível conhecer o cliente, saber seu perfil e identificar
maneiras de planejar o investimento de um cliente investidor.
Por fim, queremos ressaltar que a inscrição para a prova da CEA é feita
diretamente no site da ANBIMA (www.abima.com.br), na opção "educar".
A taxa de inscrição custa (ano base 2021):
• candidatos vinculados a uma instituição associada à ANBIMA R$ 520,00;
• candidatos não vinculados a uma instituição associada à ANBIMA R$
630,00.
Lembramos, mais uma vez, que após o pagamento, você terá 60 dias para
agendar a prova. Se esse prazo for excedido, você perde o valor da inscrição, sem
exceções.
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Módulo 1
Sistema Financeiro Nacional e
participantes do mercado
O objetivo desse capítulo é apresentar, de forma básica, como se estrutura o
sistema financeiro, quem são seus integrantes e quais as principais funções por
eles desempenhadas.
Exigência da Prova: de 5 a 15 questões
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL
Você já pensou em comomilhões de pessoas e empresas, todos os dias,
conseguem transacionar recursos entre si com total segurança? Pois é, isso só é
possível graças à estrutura que existe em nosso sistema financeiro.
O Sistema Financeiro Nacional é um conjunto de regras, instituições e órgãos
reguladores que trazem segurança, transparência e agilidade nas transações
financeiras Brasil afora.
Nesse sentido, esse primeiro módulo de estudo é dedicado a detalhar para você,
futuro profissional com certificado CEA, quem são os agentes desse sistema, sua
estrutura e respectivas funções.
O Sistema Financeiro Nacional ( abreviaremos como SFN) tem, por meio da sua
estrutura, algumas funções e para nosso estudo, vamos destacar duas delas.
1. Prestação de serviços de gerenciamento de recursos: aqui, falamos
daqueles momentos que você abre o APP do banco, faz o pagamento de uma
conta de luz e no outro dia, o dinheiro vai parar na conta concessionária de luz da
sua cidade. Parece mágica, mas não é, estamos falando do SFN.
2. Intermediação financeira: nesse caso estamos falando de você, enquanto
investidor (chamaremos o investidor de agente superavitário), poder investir
dinheiro em um banco, e este por sua vez, pode emprestar o seu dinheiro ao
tomador de crédito, o tomador de crédito será chamado, neste módulo, de
agente deficitário.
Nesse viés, para que você entenda a importância do SFN em nossa economia,
imagine que, na cidade de Guaxupé-MG, exista um jovem empreendedor que
tenha uma ideia incrível de negócio, que se der certo, pode acabar com a fome
do mundo. O problema é que, infelizmente, esse jovem empreendedor não tem
recursos financeiros para iniciar seu projeto.
Agora, viajaremos para a cidade de Dourados-MS e nos depararemos com uma
senhora recém aposentada que possui alguns milhões de reais em sua
poupança financeira.
Já imaginou se conseguíssemos fazer essas duas pessoas se encontrarem?
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Assim, quem sabe, a senhora, que já possui certo dinheiro sobrando (agente
superavitário), pode emprestá-lo ao jovem empreendedor (agente deficitário) e
juntos acabarem com a fome do mundo?
Bem, você deve saber que promover esse encontro é possível.
A forma mais simples para isso é: o agente superavitário depositar esse recurso
em um banco e receber um rendimento sobre esse valor. O banco, por sua vez,
empresta dinheiro ao jovem que pagará juros por isso.
E é graças ao SFN que nós conseguimos, nesse exemplo, acabar com a fome no
mundo.
Infelizmente, acabar com a fome no mundo não é tão fácil assim, mas o SFN
existe justamente para facilitar as transferências entre os agentes do sistema
simples, de forma segura e ágil.
O ponto que quero destacar com esse exemplo é que todos saem ganhando
nessa transação.
Pense comigo: o jovem empreendedor conseguiu viabilizar seu projeto, a
senhora aposentada recebeu rendimentos por isso, o banco que intermediou
essa operação ganhou na diferença de taxas, que chamamos de taxa de spread.
Além disso, a sociedade também ganhou um projeto que cessa a fome.
Agora que você já entendeu que o SFN permite o gerenciamento de recursos e a
intermediação financeira, vamos entender como tudo isso acontece em nosso
sistema e sua estrutura.
Dessa forma, para que possamos ter segurança no sistema, estabelece-se uma
hierarquia de órgãos e associações que regulam e fiscalizam o sistema. Vamos
falar sobre cada um deles agora.
1.1 - Conselho Monetário Nacional (CMN)
Criado pela Lei 4.595 de 31/12/1964, o CMN compõe a estrutura básica do
Ministério da Economia, mas é o órgão deliberativo máximo do SFN. Em outras
palavras, é a autoridade máxima do SFN, o chefe. O CMN está subordinado
apenas ao presidente da República, sendo formado por três membros:
• o ministro da economia (presidente do conselho);
• p presidente do Banco Central;
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• O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia.
Conforme comentado, o CMN é o chefe do sistema e por isso, faz-se necessário
pontuar as suas deliberações. O CMN vai deliberar, entre outras coisas, sobre:
• as diretrizes e normas das políticas monetária, creditícia e cambial;
• os regulamentos das condições de constituição, funcionamento e
fiscalização dos intermediários financeiros;
• a não adaptação do volume dos meios de pagamento às necessidades da
economia nacional. A responsabilidade dessa deliberação passou a ser do
Banco Central, que tem autonomia para autorizar as emissões de
papel-moeda;
• o incentivo ao aperfeiçoamento das instituições e dos instrumentos
financeiros, buscando maior ciência do sistema de pagamentos e de
movimentação de recursos;
• o zelo pela liquidez e solvência das instituições financeiras;
• a disciplina do crédito em todas as suas modalidades e das operações
creditícias em todas as suas formas, inclusive prestações de quaisquer
garantias por parte das instituições financeiras;
• a expedição de normas gerais de contabilidade e estatística a serem
observadas

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