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Resumão Psicanálise_merged

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@ P S I . L A U C A R D O S O
R E S U M Ã O
P S I C A N Á L I S E
B O M E S T U D O !
@ P S I . L A U C A R D O S O
C O N T E Ú D O :
B O M E S T U D O !
C O M P L E X O D E C A S T R A Ç Ã O ;
C O M P L E X O D E É D I P O ;
N A R C I S I S M O ;
N E U R O S E , P S I C O S E E
P E R V E R S Ã O .
Resumã�
Compl�� d� Castraçã�
● Sentimento inconsciente de ameaça,
experimentado pela criança, quando ela
constata a diferença anatômica entre os
sexos;
● Separação da criança com a mãe (que é em
si o c. de castração: para o menino se dá
através do sentimento de angústia e para a
menina se dá através do sentimento de
ódio);
● Experiência inconsciente;
● Freud percebe a partir do caso do pequeno
Has contado pelo pai, não atendeu
diretamente a criança);
C. de Catração de menino X menina
1. Complexo de castração do menino:
● Primeiro tempo: todo mundo tem um pênis
(não entende a diferença entre os sexos);
● Segundo tempo: quando o menino começa a
ouvir ameaças verbais dos pais, a partir do
momento em que o menino começa a se
masturbar e a ameaça séria para parar esse
movimento masturbatório;
● Terceiro tempo: o menino percebe que existem
pessoas sem pênis, portanto, a ameaça é
bastante real (percebe que a menina -
criança - não tem pênis). O caso do
pequeno Has: vê o clitórias da irmã e
acredita que o pênis irá nascer;
● Quarto tempo: o menino constata que a mãe
também não tem o pênis, logo, a mãe também
é castrada (emergência da angústia);
● Tempo final: encerra o complexo de castração
e término do c. édipo no menino
● Se a satisfação amorosa no terreno do c de
édipo deve custar o pênis tende haver um
conflito entre o interesse narcísico nessa parte
do corpo e o investimento libidinal nos objetos
parentais. Nesse primeiro conflito vence
normalmente a primeira dessas forças e
finaliza os c. de édipo e castração.
2. Complexo de castração na menina
● Já na menina, quando se encerra o complexo
de castração é que se inicia o complexo de
Édipo;
● Os tempo são diferentes;
● Primeiro tempo: universalidade do pênis
● Segundo tempo: o clitóris é pequeno demais
para ser pênis - pensamento de “Fui
castrada”. Freud dizia: a menina tem inveja
do pênis
● Terceiro tempo: percebe que a mãe também é
castrada e começa a ressurgir o ódio pela
mãe.
Encerra o processo de castração na menina e
começa o complexo de édipo.
Três possíveis saídas da menina nesse tempo
final da castração:
1. Ausência da inveja do pênis: ela se
recusa a entrar em rivalidade com o
menino;
2. Vontade de ser dotada do pênis do
homem: é o que Freud chamou de
complexo de masculinidade;
3. Vontade de ter substituto do pênis: que é
o que Freud chama de uma saída
normal do complexo de Édipo feminino.
a) A mudança do parceiro amado: a mãe
cede lugar para o pai;
b) Mudança da zona erógena: o clitóris
cede lugar à vagina;
c) Mudança do objeto desejado: pênis cede
lugar a um filho.
Compl�� d� Édip�
● A medida que a criança amadurece vai
desejando coisas diferentes;
● Paixão infantil: amor e ódio pelas figuras
materna e paterna;
● O primeiro amor à mãe;
● O primeiro ódio ao pai;
● Nossos sonhos nos convencem disso -
Sigmund Freud;
● O menino fantasia matar o pai e casar com
a mãe, como a figura do pai é de rival,
consequentemente, entende que poderia ser
castrado pelo pai para ficar com a mãe
(ansiedade de castração);
● Quer o amor e atenção do pai (vê a mãe
como rival);
● Amor, temor por ambos os pais;
● Recalcado: ansiedade de castração e desejo
pelo mãe, ou seja, ainda na infância todo
esse complexo é descartado para o
inconsciente para que ele não apareça
(reprimir esse pensamento é um das
primeiras tarefas do superego);
● A menina passa por um desejo semelhante:
ela ama e deseja a mãe, mas como pensa que
foi castrada pela mãe, desenvolve a inveja do
penis e seu objeto de desejo se desloca para o
pai e pensa que se tiver um filho com o pai,
compensará o órgão castrado;
● Como acredita que já foi castrada - não tem
a ansiedade de castração;
● Por não ter a ansiedade de castração a
repressão dos seus sentimentos é menos total
nas meninas, que faz com que passe mais
tempo na situação edipiana;
● Esse processo do C. de édipo ocorre em
tempos:
1. Falo: é um significante que representa tudo
aquilo que os pais desejam para ele, esse
momento ele é rompido pela intrusão do
primeiro desmame, pela descoberta de que
há irmãos e finalmente a descoberta de
que não somo objeto máximo do desejo do
outro do grande outro, então, envolve
identificações e escolhas do objetivo ou
orientações de desejo: negação da falta
(simbólica), da castração, diferença
sexual;
2. Fetiche: retorno entre o imaginário e o
simbólico, não é a atitude do perverso
diante da castração.
Narcisism�
● Freud propõe um modelo para entender o que
seria a origem do Eu, para a psicanálise
quando nascemos não viemos diretamente
com o Eu, nós temos sistemas corporais,
temos um certa consciência de si mas nós não
temos propriamente um Eu, um Eu têm que
surgir de um novo ato psíquico;
● Passa por uma experiência que for o Eu,
essa experiência seria então o narcisismo, um
novo ato psíquico, um experiência que está
situada entre um momento inicial
(autoerotismo) e um momento de amor de
objeto;
● Narcisismo então envolveria um intuição que
decorre da mudança de relação com a
imagem e há três tempo:
1. O sujeito se enxerga numa imagem no seu
do seu espelho e entende que aquilo é o
outro;
2. Transitivismo: certa indeterminação de
quem é que está olhando e quem está
sendo olhado, quem vê e quem está sendo
visto;
3. Uma simbolização: o Eu surgi com o
reconhecimento de que aquela imagem
simboliza algo, que seria o próprio Eu
● Eu Ideal: aquela porção de nós mesmo que
vai permanecer como uma espécie de solução
imaginária para essa divisão de solução
imaginária para essa divisão (que jamais
pode ser alcançado);
● Ideal de Eu: Instância simbólica, instância a
qual a gente se identifica para podermos
reconhecer o nosso próprio desejo.
Neur��
● William Culler: doenças nervosas que geram
distúrbios na personalidade (Charcot);
● Para Freud: é um distúrbio psíquico e sua
causa está no recalque imperfeito de desejos
que foram censurados;
● Ego: incapaz de lidar com esses desejos
reprimidos sem sofrer;
● Quando fragmentos desse desejo consegue
driblar essa defesa, apresenta em forma de
máscara e essa máscara seria o sintoma
neurótico;
● Desejos reprimidos: lembranças de abusos
sexuais sofrido na infância e desenvolveu a
teoria da sedução, que é chamada das raízes
da neurose que se encontravam nas
experiências sexuais traumáticas na infância;
● Ele percebeu que aquelas lembranças era na
verdade fantasia e estavam trazendo seus
próprios desejos sexuais infantis e estavam
sendo recalcados por medo culpa e vergonha;
● Esses desejos aparecem distorcidos durante a
terapia;
● Desejos sexuais incluem: prazeres genitais,
desejo de ser amado, reconhecido, amor
fraternal, afetos, etc;
● Sexualidade do bebe relacionada a
alimentação e afeto;
● Portanto, a neurose é resultado dos desejos
infantis que foram interditados/esquecidos e
mais tarde se manifestam em conjunto de
sintomas;
Neurose histérica:
● Inicialmente: acreditavam que apenas era
mulheres;
● Charcot e Freud perceberam que apresentava
também em homens;
● Sentimento e desejo permanece reprimido no
inconsciente, mas se manifesta através do
sintomas corporais: dores corporais,
paralisias, cegueira, surdez;
Neurose obsessiva:
● O pensamento e desejo que foram recalcado
permanece no inconsciente, mas a emoção
atrelada a eles escapam do inconsciente e
essa emoção será atrelada a outras ideias
que então se tornam obsessivas e será
necessário repetir essas ideias na tentativa de
satisfazer o desejo original recalcado;
● Por isso, é comum ter apego a certo rituais;
Neurose fóbica
● A pessoa desenvolve medos irracionais;
● A pessoa desenvolve medos irracionais;
● O sentimento de trauma relacionado ao
desejo recalcado é deslocado para um novo
objeto;
● Não conseguem controlar suas reações de
medo.