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Coccidiose - Eimeria | Agressão e Defesa em Medicina Veterinária II

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Carolina Maschmann | @carolmedvet
Coccidiose - Eimeria
Integram o Reino Protista;
Tem dois filos de importância veterinária;
Filo Sarcomastigophora: Leishmania, Trypanosoma e Giardia;
Filo Apicomplexa: Eimeria, Isospora, Toxoplasma, Neospora e
Babesia.
Ciclo direto;
A diferença entre os gêneros se dá pela morfologia do oocisto;
Fases de merogonia e gametogonia no hospedeiro;
Fase de esporogonia no ambiente;
Forma evolutiva: esporozoíto, trofozoíto e merozoíto;
Forma evolutiva de oocisto: parede dupla, proteção das formas
internas
Características gerais:
Filo Apicomplexa - Eimeria e Isospora:
Esporulação: processo semelhante ao desenvolvimento que ocorre
nos helmintos em geral
Carolina Maschmann | @carolmedvet
Coccídeo intestinal com características próprias que provoca lise
celular;
Ciclo direto fecal oral;
Hospedeiros: mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes;
Espécies do gênero Eimeria sp. apresentam grande importância em
animais de produção; 
Animais jovens são mais sensíveis por ainda não possuírem sistema
imune completo;
A patogenia depende da quantidade formas do parasito ingeridas,
estado nutricional ou outras patologias;
Alta morbidade e em alguns animais mortalidade de 100%.
Eimeria sp. - características gerais: 
Oocistos NÃO esporulados saem nas fezes, em temperatura e umidade
ideal (25 - 30 graus, 70 - 80% umidade);
Em 2 a 3 dias esporulam, isto é, tornam-se infectantes; 
Podem permanecer viáveis por até três meses;
São ingeridos em alimentos ou água contaminada;
Os esporozoítos são liberados no intestino delgado, penetram a célula
intestinal, dando início à reprodução assexuada (gametogonia, número
de ciclos variados), e depois à reprodução sexuada e finalmente a
produção de oocistos, e o rompimento das células intestinais, que
causa intensa diarréia.
Eimeria sp. - ciclo biológico:
Fatores relacionados ao hospedeiro: raça, idade e imunidade; 
Fatores relacionados ao parasita: espécie, dose infectante, número
de células destruídas (número de gerações esquizogônicas, número de
merozoítas), tamanho dos estágios endógenos, grau de reinfecção e
viabilidade e virulência dos oocistos ingeridos.
Eimeria sp. - fatores de virulência:
Carolina Maschmann | @carolmedvet
Destruição das células intestinais;
Congestão;
Hemorragias;
Erosão e necrose da mucosa;
Invaginação intestinal e prolapso.
Eimeria sp. - patogenia:
Diarréia intensa e sanguinolenta;
Anorexia e prostração;
Emagrecimento;
Desidratação;
Mortalidade em bezerros;
Prolapso retal.
Eimeria sp. - sinais clínicos:
Carolina Maschmann | @carolmedvet
Anamnese;
Sinais clínicos;
Exames laboratoriais: pesquisa de oocistos nas fezes – Método de
Sheather (flutuação) - método de micrometria;
Achados de necrópsia. 
Eimeria sp. - diagnóstico:
Adoção de medidas que diminuam a ingestão de oocistos esporulados
pelos animais jovens - infeccções imunizantes;
Instalações limpas e secas;
Comedouros e bebedouros protegidos de contaminação fecal;
Currais com piso de concreto ou cascalho; 
Animais adultos separados de animais jovens;
Alojamentos individuais para animais jovens; 
Evitar muitos animais em espaços pequenos por tempo prolongado; 
Pastagens bem drenadas;
 Agentes terapêuticos em doses profiláticas. 
Eimeria sp. - controle:
Carolina Maschmann | @carolmedvet

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